Chávez: multiplicando a ignorância e a arrogância

Tem programas de rádio e televisão por vários países da América do Sul e Central. Agora inaugurou no Equador, aos sábados, um de rádio, 3 horas. Fala sozinho o tempo todo.

E aos domingos, meia hora na televisão, respondendo perguntas, todas visivelmente combinadas, Chávez não aceita esclarecimentos, crítica então, nem pensar.

Paulo Solon, cheio de títulos e competência, que espalhava opinião e informação durante muito tempo na Tribuna impressa, continuou aqui. Pergunta, (afirmando) se tenho alguma COISA PESSOAL “contra Chávez”. Sabe que não. Tenho tudo e toda vontade e determinação de combater ditadores, e Chávez é indefensável. Vejam as decisões de agora, tentando “combater a inflação com Exército e polícia”. Ele e Corrêa (e muitos outros) querem apenas o Poder eterno ou ininterrupto.

Terminando, Solon me critica, “por continuar defendendo essa anacrônica e ultrapassada democracia”. O que fazer, Paulo Solon?

Churchill, conservador quase reacionário, (com glorificação na fase da Segunda Guerra Mundial) fez uma frase excelente sobre os sistemas políticos: “A democracia é o pior dos regimes, excetuados naturalmente todos os outros”. Discorda, comandante?

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