No vôlei, da tristeza inicial dos 2 a 0 contra, à emoção e à grandeza da vitória na reação republicana de Nilo Peçanha (eleição de 1922, sucessão de Epitácio Pessoa).

Helio Fernandes

Mil vezes preferível e agradável um “sofrimento” desses e a vitória de 3 a 2, do que as outras 9 vitórias, praticamente sem adversários ou adversidades.

Os dois sets a favor do Japão, quase incompreensíveis. O primeiro, 25 a 22 para eles, razoável. Mas o segundo set, que foi empatado de 22 a 22 até 31 a 31, fechados por elas em 33, mais do que emocionante, triste e dando a impressão de irrecuperável.

Mas as brasileiras não se entregaram (não se entregam nunca), venceram o terceiro, sempre com diferença mínima. O quarto set, o do empate e da possibilidade da recuperação e vitória, bem melhor e com mais diferença.

E finalmente o set-desempate, com a seleção supercampeã do Brasil compenetrada e disposta a transformar esta manhã de domingo em alegria total, uma festa completa.

Este set da vitória e da classificação para a grande final de amanhã contra a Rússia, foi a compensação em alegria da sensação dos 4 sets e mais de 2 horas anteriores. Finalmente a vitória, novamente a palavra mágica e sensacional, com a reação do 3 a 2.

Amanhã, na finalíssima, não queremos vitória fácil e sem emoção. Ficaremos satisfeitíssimos e comemorando mais um título, se vencermos por 3 a 2. Temos que mostrar ao mundo que não ganhamos por acaso e que acumulamos vitórias sem maiores desafios. Cumprimentamos as japonesas e agradecemos a resistência. È disso que gostamos.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *