Falta decidir os casos de Garotinho, Maluf e muitos outros eleitos que podem ser cassados

Pedro: “Helio, perfeita tua colocação sobre a Lei da Ficha-Limpa. O Supremo, por 7 a 3, já decidiu a matéria. Joaquim Roriz e Jader Barbalho ficaram inelegíveis, por causa do segundo julgamento. Se a Lei não tivesse sido considerada constitucional, no que se refere a quem renunciou para não ser cassado, Jader estaria eleito e Paulo Rocha, também. Alguns eleitos estão “dependentes”, porque foram enquadrados de formas diferentes”.

Comentário de Helio Fernandes:

Obrigado. Alguns, como você disse, estão fora, se forem cassados, provocarão alteração e mudanças nas cadeiras dos partidos. O de mais repercussão é Garotinho, que foi governador e candidato a presidente, agora se elegeu candidato com quase 700 mil votos. Garotinho disputou com liminar concedida pelo Ministro Henrique Neves, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Só se a liminar for cassada, é que perde o mandato, favorecendo partidos diferentes.

Dois casos inteiramente diversos, 1 – O Tiririca, que teve 1 milhão e 300 mil votos, querem impedi-lo, chamando-o de analfabeto. Se não assumir, esses 1 milhão e 300 mil votos irão para outros partidos, “abstração” eleitoral, provocando consequencias políticas.

2 – Também em São Paulo, a questão Maluf. Disputou pelo PP. Se for cassado, surgirá outra questão, discutidíssima em São Paulo e Brasília. Se isso ocorrer, os votos dados a Maluf serão mantidos na legenda do PP? Ou distribuídos para outros partidos. Se valerem para o próprio PP, se elege o primeiro suplente.

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PS – Essa questão do aproveitamento dos votos de Maluf é aprovada ou contestada igualmente. Nos partidos e nos tribunais.

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