
‘Alcolumbre quer recompor a relação’, afirma Guimarães
Fabio Graner
Sérgio Roxo
O Globo
O ministro José Guimarães (Relações Institucionais) afirma que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), está disposto a recompor a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e não deve criar dificuldades para avançar até outubro com a PEC do fim da escala 6×1, bandeira que será usada na campanha à reeleição.
Alcolumbre foi um dos responsáveis pela derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, na indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas Guimarães diz que o governo “aprumou o passo” após o revés.
Como o governo vai atuar para que o fim da escala 6×1 avance no Senado?
Aplicamos uma enorme derrota ao bolsonarismo. É o tema que mais terá peso nesse próximo período, mais de 70% da população é favorável. O esforço agora é para votar no Senado, e acho que não vamos ter dificuldade. O Hugo Motta (presidente da Câmara) já conversou com o Davi (Alcolumbre). Nós vamos conversar. Do jeito que está o texto, o ideal seria levar direto para o plenário. Vai depender do Davi, porque a oposição quer retardar.
A relação abalada entre Alcolumbre e o presidente Lula complica o andamento?
Acho que não. Não se pode interditar a discussão de um tema nacional como esse. Eu e o Hugo (Motta) estamos trabalhando para buscar um encaminhamento que permita a votação imediata, sem protelamento no Senado.
O fim da 6×1 impactará nos índices de aprovação?
Nossos levantamentos internos indicam isso. O país todo estava acompanhando. E atinge principalmente mulheres e jovens.
Os críticos da transição curta para a diminuição da jornada dizem que o governo tem objetivos eleitorais…
Tudo que (o governo) faz dizem que é questão eleitoral. Lembre-se, o Bolsonaro disputou a eleição em 2022 e, em agosto, aumentou o Bolsa Família. Eles vão dizer que é eleitoral, mas vamos parar o país? O Flávio Bolsonaro, quando o Messias foi derrotado, falou que o governo acabou. Quebrou a cara. Ele se enrolou no maior escândalo financeiro da história do Brasil. Da derrota do Messias para cá, o governo aprumou o passo nas medidas que tem anunciado.
Como convencer Alcolumbre, que está chateado com o governo, de colocar a 6×1 direto no plenário?
A política não é feita de chateação e mau olhar. É o diálogo.
Ele está aberto ao diálogo?
Está. Muito. Eu falo com ele quase todo dia.
E como tem sido o tom dele?
Ele diz, reiteradamente: quer sentar com o presidente e recompor a relação. É isso.
O presidente está disposto?
Está avaliando. O presidente teve uma agenda muito frenética nesses dias. Eu vivi todas as campanhas do presidente, mas nessa, em especial, nunca vi tanta coisa para ser mostrada. Essa campanha vai ter três grandes eixos. Um é mostrar tudo que foi feito e que está sendo entregue. Outro é mostrar os temas que fazem parte da conjuntura, em que a 6×1 é a mais relevante. A terceira é a disputa propriamente dita, em que é preciso falar de futuro.
Houve traição do Alcolumbre em relação ao Messias?
Não acompanhei esse processo. Cheguei aqui (no ministério) na véspera da votação no Senado. Apresentei para o presidente uma avaliação. Mas eram os nossos líderes do Senado que estavam comandando.
A decisão dos EUA de classificar CV e PCC como terroristas terá impacto eleitoral?
Não acredito. Essa decisão é uma ameaça à soberania. Ninguém pode invadir o Brasil a pretexto de combater o crime organizado. Por que o governo americano não incluiu nessa classificação os milicianos? Ajudar o Brasil no combate às facções é bem-vindo, mas respeitando as regras e os caminhos do governo brasileiro.
E o que vai ser a disputa sobre o futuro? As pesquisas mostram que existe uma percepção de fadiga de material.
Colocamos o país de pé em todos os indicadores, econômicos e sociais. O que o Flávio Bolsonaro tem a oferecer para o país, a não ser o único predicado dele, de filho do Bolsonaro? Não tem uma ideia sobre nada. Quando deu uma ideia, foi dizer que era contra, que o país ia quebrar, se aprovasse a 6×1. O segundo mandato tem que falar de esperança, além de jogar pesadíssimo em universalizar a escola de tempo integral e avançar mais ainda no combate ao feminicídio.
Como construir uma governabilidade sem tantos problemas com o Congresso?
Vamos ter que repensar o presidencialismo de coalizão. A experiência que eu tive como líder e agora aqui é que muitas vezes a base não tem identidade com as diretrizes programáticas do governo. Eu sou da tese de que você tem que alinhar 100%.
Mas qual o poder do governo, já que os parlamentares têm as emendas impositivas?
Sou defensor das emendas. Porém, não pode ter emenda, o cara receber e ficar votando contra o governo. Tem que exigir isso. Não votou, não tem emenda. Nós temos que fazer uma concertação. Estou vendo sinais muito positivos. Esses partidos do centro estão conversando muito comigo. E querem repactuar isso com o novo governo. Aliás, acho até que pode ter muitas novidades daqui para a eleição. A candidatura da extrema direita está se esvaziando politicamente.
O senhor vê o Centrão se aproximando até na campanha?
Fizeram um gesto muito importante (na votação do fim da escala 6×1). Fazia tempo que eu não via o União Brasil e o PP fecharem questão para votar.
Não foi pontual?
Sim, mas foi pontual numa questão estratégica para o governo.
O PL vai ficar isolado?
A tendência é o Flávio se isolar, porque ele não tem o que propor para o país.
O senhor acha que é o momento de enviar as indicações do Banco Central?
Se eu pudesse dizer o que nós deveríamos votar no Senado para encerrar tudo (até a eleição), seria: minerais críticos, PEC da Segurança e a 6×1. E evitar a votação das pautas-bomba.
O Gabriel Galípolo no Banco Central foi uma decepção para o governo?
Na minha opinião, não é de governo, é inaceitável esse modelo de taxa de juros que temos no Brasil. O que leva um BC a praticar alta taxa de juros é a inflação alta. Faz três anos que a inflação está sob controle. Esse é um problema que impede o crescimento mais robusto da economia.
Sem aumento da produtividades o que acontecerá para que os agentes econômicos atingidos farão pra não quebrarem:
– demissão dos atuais trabalhadores, com a contratação de novos com salários mais baixos;
– contratar mais trabalhadores e repassar para o preços, forçando a inflação,
– fechar as portas.
Já verificou como está a produtividade do brasileiro em relação a outras economias mundiais.??
A últimas fábricas que restaram da destruição dos 20 anos da Facção Criminosa do Narcótico estão partindo para o Paraguai…
veja a que ponto chegou
Escala 7×0…
Esse da foto é o famoso Capitão Cueca
aquele que carrega dólares no cuecão sujo….
Pra reeleger o jacu de gaiola inútil será necessário destruir o país.
Nem este estudo básico a vagabundagem fez.
• A redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, mantendo os salários, aumenta em cerca de 10% o custo da hora trabalhada.
• Pequenos e médios comércios operam, em geral, com margens líquidas entre 5% e 10%.
• Uma empresa com margem de 5% pode ver seu lucro cair para cerca de 2%, dependendo do peso da folha salarial.
• Uma empresa com margem de 10% pode ter a margem reduzida para aproximadamente 7%.
• Supermercados, que frequentemente trabalham com margens de apenas 1% a 3%, podem enfrentar forte pressão sobre a rentabilidade.
• Empresas com baixa produtividade ou alta dependência de mão de obra tendem a sentir mais os impactos.
• Para compensar o aumento de custos, muitas empresas podem:
o reajustar preços;
o reduzir contratações;
o investir em automação;
o diminuir investimentos;
o rever horários de funcionamento.
• A Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que a adaptação do setor pode elevar os custos em mais de R$ 120 bilhões por ano.
• Os defensores da mudança argumentam que jornadas menores podem aumentar a produtividade, reduzir afastamentos e diminuir a rotatividade de funcionários.
• O efeito final dependerá da capacidade de cada empresa de absorver custos, ganhar produtividade ou repassar parte dos aumentos aos consumidores.
Em resumo: para empresas com margens apertadas, especialmente no varejo e em serviços, um aumento de aproximadamente 10% no custo da mão de obra pode consumir uma parcela significativa do lucro.
ChatGpt
Prometem uma vida fácil, irresponsável, sem esforço, com tudo caindo do céu, como são as suas, pois vivem, improdutivamente, extorquindo a Sociedade via privatização do Estado.
Lula está armando uma bomba atômica pra estourar no seu colo, caso reeleito, pois o bó explode ainda no ano que vem, sem a chance de repassar a responsabilidade pra alguma dilmanta.
Tá parecendo que o jacu sabe que vai perder.
Ou seu grau de senilidade e dissonância cognitiva está o levando ao suicídio futuro?
esperar o que de um cara que já está no seu terceiro mandato e não aprendeu o básico do básico: não se pode gastar mais do que arrecada.
Cenário: manter salários, reduzir jornada e contratar mais pessoas
• Jornada cai de 44 para 40 horas: necessidade de aproximadamente 10% mais horas de trabalho para manter a operação.
• Uma empresa com 100 funcionários precisaria de cerca de 110 funcionários para produzir as mesmas horas totais.
• Além dos salários, há encargos trabalhistas, treinamento, uniformes, gestão e benefícios dos novos empregados.
• O custo total da mão de obra pode aumentar entre 10% e 15% em setores intensivos em trabalho.
Setores mais afetados
• Comércio varejista.
• Supermercados.
• Farmácias.
• Restaurantes.
• Hotéis.
• Transporte.
• Segurança privada.
• Limpeza e conservação.
Simulação macroeconômica
Supondo que:
• A mão de obra represente 30% do custo total das empresas.
• O custo trabalhista aumente 12%.
• As empresas repassem integralmente os custos.
O aumento do custo total seria aproximadamente:
0.30\times0.12=0.036
Resultado: 3,6% de aumento potencial nos custos totais.
Impacto nos preços
• Se o repasse fosse integral, alguns economistas estimariam impacto entre 2% e 4% nos preços dos setores afetados.
• Como serviços possuem peso elevado na inflação brasileira, o IPCA poderia sofrer pressão adicional.
Exemplo simplificado
• Inflação anual atual: 4,5%.
• Pressão adicional de custos: 2%.
Nova inflação potencial:
• Cerca de 6,5% ao ano.
Num cenário mais severo:
• Inflação atual: 4,5%.
• Pressão adicional: 4%.
Resultado:
• Aproximadamente 8,5% ao ano.
Impacto para uma família
Gasto mensal: R$ 5.000
Com inflação adicional de:
• 2% → R$ 100 por mês.
• 4% → R$ 200 por mês.
Em um ano:
• R$ 1.200 a R$ 2.400 de gasto adicional.
Resumo
• Reduzir a jornada sem reduzir salários aumenta o custo da hora trabalhada em cerca de 10%.
• Para manter lojas abertas 6 ou 7 dias por semana, muitas empresas precisariam contratar aproximadamente 10% mais funcionários.
• O custo total da mão de obra poderia subir entre 10% e 15%.
• Se os custos forem repassados integralmente, os preços dos setores intensivos em trabalho podem subir entre 2% e 4%.
• Uma inflação de 4,5% poderia se aproximar de 6,5% a 8,5%, dependendo do grau de repasse e da produtividade.
• O efeito final dependerá da capacidade das empresas de absorver custos, automatizar processos e aumentar a produtividade.
ChatGpt
A vagabundagem tá brincando de governar.
Vão destruir o país pra reelegerem um jacu de gaiola inútil.
Um governo que tem o José Guimarães como Ministro de Relações Institucionais não pode ser sério e nem pode ser levado a sério. Conseguiram juntar todos os ladrões brasileiros e, dos piores, em um mesmo time, começando pelo presidente, mais conhecido como Ladrão.
Tu chama isso de “Presidente”..??
Jamais vou designar o Ladrão como meu Presidente….
Repare nos meus textos que jamais escrevo a palavra Presidente para tratar o Narco-Narcótico Ladrão
Triste do país que permite que um ladrão fuleiro como esse Capitão Cueca ocupe um ministério. Que desgraça.