Chilique de Lula sobre “invasão” do país pelos EUA é farsa para atrair eleitores

Aos Fatos | ❌ DUBLAGEM FALSA | Não é verdade que o presidente americano Donald Trump ameaçou prender Lula (PT) e tirar Jair Bolsonaro (PL) da prisão em... | Instagram

Está valendo de tudo na campanha para reeleger Lula

Carlos Newton

Nesta reta final da campanha, o presidente Lula da Silva, integrantes da cúpula do governo e a direção do PT passaram a dar sucessivas declarações sobre o risco que o Brasil está passando, diante das “ameaças” que vêm sendo feitas por dirigentes do governo americano e pelo próprio Donald Trump. Após o longo telefonema de Lula a Trump, que durou uma hora e vinte minutos, pode-se fazer algumas reflexões. 

Como se dizia antigamente, as bravatas de Lula são apenas fricotes, chiliques e faniquitos eleitoreiros. Essas reações esganiçadas são de todo desnecessárias em termos diplomáticos, porque visam exclusivamente à conquista de votos para reeleger o criador do PT, que já faz tempo está com prazo de validade vencido, mas insiste em se manter no palco, mesmo trôpego, boquirroto e desequilibrado.

SENSO CRÍTICO – O maior problema de Lula é que ele não tem senso crítico. Sem ter a sabedoria de um estadista de verdade como Abraham Lincoln, Lula conseguiu enganar muita gente por longo tempo, tornando-se o político do terceiro mundo que mais recebeu títulos de doutor honoris causa em universidades europeias.

Se fosse menos arrogante e pretencioso, poderia ficar na História da Humanidade como um dos principais líderes populares, que chegou ao poder se orgulhando de jamais ter lido um só livro. Mas não resistiu à tentação, se corrompeu e acabou na cadeia.

Não houve dúvidas jurídicas em suas condenações por corrupção e lavagem de dinheiro.  Foi julgado por dez magistrados diferentes, em três instâncias, sempre por unanimidade. Passou 580 dias na cadeia e só saiu porque seis ministros do Supremo, num ato de altíssima irresponsabilidade, decidiram transformar o Brasil no único país da ONU que deixa em liberdade os criminosos condenados em três instâncias, uma situação considerada “escatológica” em termos jurídicos, pois não é adotada em nenhum outro país, e a grande maioria só tem três instâncias.

NOBEL DA PAZ – Apesar da temporada na cadeia, Lula continua se achando o maior líder político do mundo e espera ganhar o Nobel da Paz em seu próximo mandato. Mas hoje o resto do mundo já sabe quem é ele, um político enriquecido ilicitamente junto com os filhos, que tem parceiros corruptos como Dirceu, Palocci, Wagner, Vaccario, Cabral e tantos outros. Assim, já faz tempo que não é levado a sério e entrou para o folclore, como diria Sebastião Nery.

Em busca de preciosos votos, o presidente brasileiro decidiu comprar uma briga com Donald Trump. Nessa falsa disputa pela soberania brasileira, está valendo tudo, inclusive distorcer declarações do governo dos EUA, como acaba de ocorrer com uma afirmação do Departamento de Estado, sobre a possibilidade de Trump mandar prender Lula.

Veículos de imprensa brasileiros e internacionais deram a falsa notícia vazada pelos petistas, mas na verdade o Departamento do Estado americano nada tem a ver com essa suposta tentativa de capturar o presidente brasileiro.

FAKE NEWS – O jornal Estadão pesquisou e conseguiu esclarecer que o comunicado do Departamento de Estado, ao citar oportunidades dadas para o Brasil “fazer o certo”, estava relacionado apenas à revogação do visto de embaixadora brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti.

No entanto, o que tinha sido publicado dava conta de que o presidente Trump dissera que o governo Lula teve todas as oportunidades para “fazer o certo” e que a “paciência acabou”. Sobre as fotos dos dois presidentes, legendas então davam a entender que o norte-americano pretenderia prender o brasileiro antes das eleições.

A repórter Luciana Marschall, que cobriu o assunto, diz que a seção “Estadão Verifica” investigou e concluiu que a matéria é mentirosa. Não há registros públicos de que Trump tenha feito as afirmações alegadas na postagem, e o governo norte-americano não ameaçou prender Lula da Silva. Fim de papo.

###
P.S.
Se Lula fosse um presidente de verdade, estaria exercendo uma política externa independente, como fez o Brasil desde os tempos do Barão de Rio Branco. Se tivesse seguido essa linha racional, o país agora estaria levando vantagens nas relações sociais com os três grandes blocos comerciais – o USMCA (antigo Nafta), a União Europeia e o grupo dos Brics. Infelizmente, Lula não tem e nunca teve a visão necessária para entender uma política simples como esta. Mas quem se interessa. (C.N.)

9 thoughts on “Chilique de Lula sobre “invasão” do país pelos EUA é farsa para atrair eleitores

  1. O maior temor de Lula é ser levado à força por Trump para fazer companhia a Nicolás Maduro no MDC (Metropolitan Detention Center), no Brooklyn, em Nova York, nos Estados Unidos.

  2. Como dilapidar uma superpotência

    Em poucos dias, Trump arruinou de vez a capacidade dos EUA de converter sua superioridade em poder de fato

    Em poucos dias, Trump maltratou aliados e cortejou inimigos, arruinando de vez a capacidade dos EUA de converter sua superioridade militar e econômica em poder de fato

    O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou bombardear Omã, um aliado dos americanos, no momento em que precisa do sultanato para mediar uma saída da guerra contra o Irã.

    Na Ásia, Trump reduziu a participação americana em exercícios militares com a aliada Coreia do Sul enquanto corteja o ditador norte-coreano Kim Jong-un, que recebeu prestígio sem entregar seu arsenal nuclear.

    Em poucos dias, para resumir, o presidente americano investiu contra um mediador de que necessita, enfraqueceu um aliado que o fortalece e afagou um adversário que não cede.

    Foi um capítulo especial da tragicômica série estrelada por Trump na qual ele, em um par de anos, arruína a política externa americana laboriosamente construída por seus antecessores ao longo de décadas.

    Forças Armadas mais poderosas

    Os EUA dispõem das Forças Armadas mais poderosas, do mercado mais cobiçado e da moeda vital do planeta. Sua influência, porém, extrapola a soma desses recursos.

    Aliados oferecem bases e inteligência, e compromissos previsíveis os levam a correr riscos por Washington. Por décadas, essa rede permitiu transformar superioridade material em resultados políticos sem impor obediência a cada passo.

    Trump explora esse patrimônio como reserva para liquidação imediata. Alianças viram faturas, e dependência, ocasião para chantagem. As negociações servem de palco para vitórias pessoais.

    O método arranca concessões momentâneas, mas ensina cada interlocutor a reduzir a exposição à próxima ameaça. O ganho aparece no anúncio; o custo se acumula fora das câmeras.

    Ascensão da China

    A ascensão da China, o cansaço com guerras prolongadas e a frustração com aliados alimentaram entre os americanos uma demanda legítima por prioridades mais claras.

    Trump respondeu à ansiedade de uma superpotência que teme perder posição com uma política de performance e humilhação.

    Sua necessidade patológica de exibir domínio oferece aos autocratas uma chave conveniente: deferência pessoal vale mais na Casa Branca que reciprocidade verificável.

    Europa se arma

    Trump tinha razão ao exigir que europeus gastassem mais na própria defesa, e sua pressão ajudou a produzir esse resultado. Uma Europa mais capaz, integrada a uma estratégia comum, repartiria o peso da segurança ocidental.

    Mas uma Europa que se arma por temer o abandono constrói uma apólice contra Washington. A distinção vale no Pacífico.

    Os exercícios com Seul compram prontidão e dissuasão. Reduzi-los para punir o aliado barateia a presença americana e debilita a defesa que evita custos maiores.

    Adversários tomam nota

    Os adversários tomam nota. Pequim passou anos mapeando gargalos comerciais e tecnológicos, preparou instrumentos de retaliação e aprendeu a explorar a ansiedade de Trump por troféus.

    Pode oferecer compras, tréguas ou um retorno tático ao ponto de partida, permitindo que Trump anuncie triunfos enquanto usa a pausa para minimizar vulnerabilidades. A imprevisibilidade ainda intimida alvos frágeis. Repetida como método, revela os limites que pretendia ocultar.

    Guerra contra o Irã

    A guerra contra o Irã expõe a mesma distância entre força e resultado. Os EUA podem destruir instalações e infligir danos devastadores. Ainda assim, não controlam o compasso do conflito: ele depende da reação de Teerã, da vulnerabilidade de Ormuz e da disposição dos países do Golfo de ajudá-lo.

    Cada rodada militar estreita as opções de saída. Ameaçar Omã equivale a chutar a porta por onde se pretende escapar.

    Os efeitos se acumulam à medida que aliados diversificam parcerias, alvos das tarifas reorganizam cadeias produtivas e mediadores evitam riscos. Os rivais testam os limites já revelados.

    Pequim não precisa substituir Washington para lucrar. Basta que os parceiros dos EUA confiem menos neles e que a China já não pareça a única grande potência da qual é prudente se proteger.

    Washington continuará capaz de sancionar, bombardear e obter concessões. À medida que sua liderança perde legitimidade, porém, precisa recorrer mais à coerção em troca de cooperação.

    A ordem resultante será mais armada e fragmentada, com menos espaço para os EUA e mais oportunidades para seus rivais.

    Essa degradação é tanto mais trágica quanto é desnecessária. Nenhum rival poderia arrancar facilmente dos EUA sua rede de alianças e a confiança acumulada durante gerações. Trump faz esse trabalho por eles.

    O Estado de S. Paulo, Opinião, 23/08/2026 | 03h02 Por Editorial

  3. GANHE QUEM GANHAR , o fato é que, doravante, vai ter que virar a chave da plutocracia putrefata norte-americana, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para ludibriar a cognição da tola freguesia, que atrai cleptocratas do mundo todo e incentiva a corrida do ouro, sub-reptícia, de tudo que não presta no mundo em termos de recursos humanos, de todos os segmentos sociais, copiada mal e porcamente no Brasil há 136 anos, até porque, em sã consciência, ninguém da banda lúcida, boa, honesta e do bem do conjunto da sociedade suporta mais os efeitos sociais deletérios gerados pela dita-cuja. Aliás, sonhei nesta madrugada que estávamos todos sentados nas cadeiras da frente do auditório dos debates como observadores sociais especiais, apartidários, independentes, propositivos, como convidados para ajudar a influenciar os debatedores no sentido do bom debate, propositivo. Cá entre nós, apartidários, independentes, propositivos, que, não obstante a idade já avançada e a saúde meio que precária, ainda sonhamos e lutamos diariamente por um país melhor para todos, sem fanatismos, me parece inócuo e até torturante ir e assistir a um debate que, no frigir dos ovos, acaba servindo apenas para um candidato jogar titica no ventilador do outro e vice-versa, ao invés de todos apresentarem propostas inovadoras mostrando o que fazer pelo Brasil, doravante, de modo a torná-lo melhor para todos, sob a égide do qual todos possamos viver e conviver em paz, como irmãos, sem guerra tribal primitiva, permanente e insana por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, gerada pela plutocracia putrefata, que, no Brasil, infelizmente, tem servido apenas para contagiar, desnortear e envenenar o cérebro do conjunto da sociedade e, por conseguinte, inviabilizar o possível sucesso do país como possível nação civilizada, exemplar, que sirva de exemplo até como possível nova vanguarda democrática mundial, face aos EUA destronado do posto até mesmo pela autocracia chinesa. https://tribunadainternet.com.br/2026/08/23/primeiro-debate-de-2026-comecara-esvaziado-com-provavel-ausencias-de-lula-e-flavio-bolsonaro/?fbclid=IwY2xjawT3vm5wZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAGJyaWQRMTlCYkpZZVNUbXZlelBaNDdzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeNu5JQeVHdq4u-fD5NB2er-ygWlFeP8wcyEdc8PL8gPLxXHmCDnfUUrqBK6g_aem_sYZxoJYynF2BO8s-1SI3Mg#comments

  4. “Não temais ímpias falanges, que apresentam face hostil. Vossos peitos, vossos braços, são muralhas do Brasil” . A letra ecoa, rasgando o tempo, conclamando a união nacional, a luta sem medo e de peito aberto, em busca da consolidação do país, onde Portugal, “rainha dos mares” construiu pilares sólidos, que sustentaram e sustentam um gigante, tornando-o se não a maior, mas uma das maiores joias da Coroa Portuguesa.

    Em 1889, interrompida a construção do país, esses malandros foram chegando, chegando, e movidos pela sede de poder se juntaram em inúmeras quadrilhas para assaltar de “modo institucional” os cofres públicos. Em apertada síntese é disso que se trata.

    O país resiste. A carga tributária do país atingiu 32,40% do PIB (Produto Interno Bruto), conforme dados oficiais divulgados pelo Secretaria do Tesouro Nacional. O índice representa o maior patamar da série histórica oficial do governo e consolida que mais de um terço da renda gerada no país vai para os cofres públicos.

    Não falta dinheiro, mas abunda falta de vergonha.

    Curtinhas

    PS.: “Você pod enganar algumas pessoas o tempo todo, ou todas as pessoas por algum tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo”. (Abraham Lincoln)

    PS. 02: Plano de saúde dos senadores gera rombo milionário: arrecada R$ 5 e gasta R$ 40 milhões
    Impostos garantem a benesse a 79 senadores, 187 ex-senadores e 363 dependentes.
    (Coluna Cláudio Humberto, 19.08.2026)

    PS. 03: “Eu quero 100 milhões esse ano”, diz mensagem de Roberta, sócia de Lulinha, e debocha: “Sou modesta”
    Relatório da PF descreve esquema de corrupção e tráfico de influência.
    (Coluna Cláudio Humberto, 20.08.2026)

    PS. 04: E essas “empresas de captação de intenções de votos estimulados e espontâneos”, muito bem remuneradas, que ainda querem ser respeitadas pelo eleitor?

    PS. 05: Cadê o MOURÃO? Ele acompanhou tudo em silêncio e nada lhe foi perguntado e por óbvio não respondido. Vice-presidente de Bolsonaro num golpe impossível comandando os últimos momentos do governo, mas imune a qualquer questionamento sobre qualquer coisa que seja…

    PS. 06: Cadê o G DIAS
    Aquele…aquele… que todo mundo sabe o que fez no verão passado…

  5. Diferentemente de CN, acho que Lula conduz bem o Brasil perante os outros países.

    E o presidente é considerado mundialmente um bom estadista e hábil negociador, o que nos tempos de hoje, na AL é algo raro.
    Quanto aos boatos de Luyla ser preso por Trump, tal qual Maduro, isso foi divulgado por aliados republicanos de Trump e comprado por boçalistas.

    O acordo entre o Mercosul e a UE é algo historico que trará vantagens ao Brasil. Quanto ao Brics, o Brasil participa ativamente do bloco e é beneficiado com investimentos aqui.

    Enfim, comparado aos outros candidatos a presidente, não há dúvida que Lula ainda é o melhor.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *