Charge do Ismênio (Arquivo Google)
Vicente Limongi Netto
Eu sempre voto com sentimento de brasilidade. Com alma republicana e democrata, o coração radiante de esperanças. Precisamos manter e preservar as muitas conquistas sociais que beneficiam o cidadão e as classes mais pobres. Não devemos votar no escuro.
Não queremos para filhos e netos a volta de um Brasil intolerante, ressentido e raivoso. Precisamos avançar na prosperidade e no desenvolvimento socioeconômico, diminuindo desigualdades. Com democracia e diálogo.
ESPERANÇAS – Outubro é um mês cívico e também de lembranças que aquecem meu coração. Aniversários dos eternos gigantes, como os meus amigos Helio Fernandes e Agnaldo Timoteo. Craques no afeto e na coragem.
Este mês também saúda, em Brasília, o vascaíno Valmir Campelo, ministro aposentado do TCU e ex-senador. Em outubro, ferve política e solidariedade no coração do cearense Valmir.
Faça como ele, jamais deixe de votar e escolha sempre os melhores candidatos, que muitas vezes têm sido apenas os menos piores.
https://www.dw.com/pt-br/as-dinastias-pol%C3%ADticas-com-mais-candidatos-nas-elei%C3%A7%C3%B5es-de-2026/a-79481122
Uma coisa eu tenho certeza, eu não voto em um candido analfabeto, alcoólatra, corrupto, condenado e preso por corrupção, misógino, xenófobo, racista, com fala pedófila, senil, com Alzheimer e covarde.
O momento é de muita apreensão e desespero na campanha de Lula.
A divulgação da pesquisa Quaest acendeu o sinal de alerta máximo e instalou o pânico na campanha lulista, que agora corre contra o tempo diante do risco iminente de uma derrota acachapante.
Com Lula marcando 46% contra 45% de Flávio nos votos válidos, o pesadelo de ver a eleição ruir já no primeiro turno virou uma realidade assustadora para os articuladores do governo.
Esse cenário de desespero atinge níveis críticos com a iminente onda de voto útil: caso os eleitores de Caiado, Santos, Cury e Zema migrem significativamente para o candidato bolsonarista nesta reta final, a virada se tornará inevitável.
O clima de terra arrasada se consolida com os dados do segundo turno, no qual a Quaest já projeta a derrota de Lula por 42% contra 44% de Flávio, transformando o quartel-general lulista em um cenário de pura apreensão e desespero.
A ver. Não tem só a pesquisa da Quaest. E a pesquisa válida é a eleição.
ELEIÇÕES FISIOLÓGICAS, SUJEITAS A GOLPES, DITADURAS E ESTELIONATOS ELEITORAIS, SEM IDEALISTAS, SEM IDEAIS NOBRES, SEM UTOPIA, SEM SONHO, SEM PERSPECTIVA DE FUTURO ALVISSAREIRO E SEM ESPERANÇA DE MUDANÇAS DE VERDADE, sérias, estruturais e profundas, infelizmente, é tudo o que a república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, tem nos oferecido desde de 2010, até como cópia do seu passado que teima em ser o nosso presente e o nosso futuro, infeliz e desgraçadamente. Daí, a importância da RPL-PNBC-DD-ME, excluída das eleições desde 2010, posto que, diferente dos seus desafetos reacionários, mostra o projeto, a utopia, o sonho, a fórmula e até o desenho que ensina a quem interessar possa como pode ser o novo Brasil de verdade, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, com o qual sonhamos desde criancinhas, com Democracia Direta, Meritocracia e Deus na causa, a ser colocado pelo povo no lugar do velho Brasil que aí está, há 136 anos, imposto, via golpe, pelo militarismo e o partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, avessos às mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas. https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2026/10/03/sobre-o-voto-destrutivo-medo-de-um-brasil-ainda-desconhecido.htm?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1den1nl3c0ggw&fbclid=IwY2xjawUuUb9leHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR4IAJnTcaWzqbZ_EyMqR31jSh–jfg1Pn5UxenBcB7hxvnwcPQRA3xMT4wmIw_aem_f6NG7V1fj5TXuWas5p5Cpw