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	Comentários sobre: Lula precisa sair da comunicação eleitoral e disputar o cotidiano dos brasileiros	</title>
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	<description>Sob o signo da Liberdade</description>
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		<title>
		Por: Carlos Silva		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 12:38:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mas, bah!]]></description>
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		<title>
		Por: Panorama		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Panorama]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 11:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A defesa da democracia exige governos capazes de resolver problemas reais, e incompetência também a ameaça

A inépcia administrativa corrói a confiança nas instituições e dá força aos que prometem governar sem limites

A impaciência dos eleitores com quem governa tem atravessado fronteiras e rótulos ideológicos. Os conservadores britânicos e os democratas americanos perderam o poder em 2024, a esquerda chilena foi derrotada em 2025 e, este ano, Viktor Orbán foi derrotado na Hungria após 16 anos de governo. 

Lula só se reelegeu porque disputou com um Bolsonaro, ainda mais rejeitado do que ele. As causas variam, mas há uma cobrança que os defensores da democracia precisam levar a sério: a legitimidade conquistada nas urnas não dispensa a obrigação de governar bem.

Punir governantes nas urnas pode demonstrar a vitalidade do regime. O risco surge quando a frustração passa a atingir a própria crença na democracia. 

No Brasil, o Pew Research Center registrou 59% de insatisfação com o funcionamento do regime em pesquisa divulgada em setembro. 

O Datafolha, em outubro, encontrou 73% de preferência pela democracia. São perguntas distintas: pode-se defender o regime e reprovar seus resultados. Seria temerário supor que essa lealdade seja inesgotável.

Em artigo publicado no Journal of Democracy em abril do ano passado, os cientistas políticos Francis Fukuyama, Chris Dann e Beatriz Magaloni examinaram pesquisas com cerca de 650 mil entrevistados e encontraram associação entre crescimento econômico e satisfação com a democracia. 

Os autores defendem combinar resultados e controle do poder. Sua advertência merece atenção, sem ser convertida em explicação universal. A correlação não demonstra que o mau desempenho produza necessariamente autoritarismo. Líderes e elites também escolhem subverter as regras.


A Índia e a Polônia sofreram erosão democrática em períodos de bom desempenho econômico. Tampouco a prosperidade de algumas autocracias constitui prova de superioridade do arbítrio. O mérito da democracia inclui a possibilidade de corrigir erros, substituir governantes e contestar decisões. 

Essa vantagem perde vigor quando a alternância apenas renova as desculpas para os mesmos fracassos.

No Brasil, o problema não se esgota na escassez de recursos. 

Projetos mal elaborados, loteamento de cargos, descontinuidade administrativa e fiscalização concentrada em formalidades ajudam a converter dinheiro público em promessas vencidas. 

A multiplicação de instâncias de aprovação pode diluir responsabilidades sem impedir corrupção ou desperdício. 

A ineficiência também alimenta o clientelismo: quanto mais incerto é o acesso a um direito, maior o valor do padrinho que promete garanti-lo. O fracasso administrativo produz dependência política.

Profissionalizar a gestão, selecionar dirigentes capazes, avaliar políticas e preservar projetos úteis entre mandatos são tarefas de defesa democrática. Também é preciso distinguir controle efetivo de ritual burocrático. 

Licenciamento, fiscalização e participação devem proteger direitos, com critérios públicos, prazos e decisões fundamentadas. Suprimir garantias para acelerar obras seria um retrocesso. Acumular exigências sem demonstrar que elas previnem danos tampouco constitui virtude republicana. 

Cabe ao Estado decidir, executar e responder pelo que faz.

A cobrança alcança especialmente os governantes que se apresentam como baluartes da democracia. A credencial não lhes confere indulgência administrativa nem transforma a crítica à gestão em cumplicidade com o golpismo. 

Quem reivindica ter salvado o regime poderia prestar-lhe o serviço adicional de governar bem. Isso exige enfrentar interesses da própria coalizão, rever despesas ineficazes e aceitar avaliações que contrariem a propaganda. 

Governar para obter aplausos a cada anúncio é uma maneira dispendiosa de adiar o futuro.

Demagogos prosperam quando conseguem atribuir às liberdades e aos controles a culpa por fracassos que resultam de escolhas, omissões e incompetência. 

Cabe aos democratas demonstrar, na experiência cotidiana, que a fiscalização melhora o governo e que os direitos ampliam as possibilidades de viver melhor. 

Um governante pode ser afastado pelo voto. Mais difícil é reparar a convicção de que nenhum governo será capaz de funcionar. Em outras palavras, a democracia não pode exigir do cidadão uma fé que seus governantes se recusam a justificar.


O Estado de S. Paulo, Opinião, 08/11/2026 &#124; 03h02 Por Editorial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa da democracia exige governos capazes de resolver problemas reais, e incompetência também a ameaça</p>
<p>A inépcia administrativa corrói a confiança nas instituições e dá força aos que prometem governar sem limites</p>
<p>A impaciência dos eleitores com quem governa tem atravessado fronteiras e rótulos ideológicos. Os conservadores britânicos e os democratas americanos perderam o poder em 2024, a esquerda chilena foi derrotada em 2025 e, este ano, Viktor Orbán foi derrotado na Hungria após 16 anos de governo. </p>
<p>Lula só se reelegeu porque disputou com um Bolsonaro, ainda mais rejeitado do que ele. As causas variam, mas há uma cobrança que os defensores da democracia precisam levar a sério: a legitimidade conquistada nas urnas não dispensa a obrigação de governar bem.</p>
<p>Punir governantes nas urnas pode demonstrar a vitalidade do regime. O risco surge quando a frustração passa a atingir a própria crença na democracia. </p>
<p>No Brasil, o Pew Research Center registrou 59% de insatisfação com o funcionamento do regime em pesquisa divulgada em setembro. </p>
<p>O Datafolha, em outubro, encontrou 73% de preferência pela democracia. São perguntas distintas: pode-se defender o regime e reprovar seus resultados. Seria temerário supor que essa lealdade seja inesgotável.</p>
<p>Em artigo publicado no Journal of Democracy em abril do ano passado, os cientistas políticos Francis Fukuyama, Chris Dann e Beatriz Magaloni examinaram pesquisas com cerca de 650 mil entrevistados e encontraram associação entre crescimento econômico e satisfação com a democracia. </p>
<p>Os autores defendem combinar resultados e controle do poder. Sua advertência merece atenção, sem ser convertida em explicação universal. A correlação não demonstra que o mau desempenho produza necessariamente autoritarismo. Líderes e elites também escolhem subverter as regras.</p>
<p>A Índia e a Polônia sofreram erosão democrática em períodos de bom desempenho econômico. Tampouco a prosperidade de algumas autocracias constitui prova de superioridade do arbítrio. O mérito da democracia inclui a possibilidade de corrigir erros, substituir governantes e contestar decisões. </p>
<p>Essa vantagem perde vigor quando a alternância apenas renova as desculpas para os mesmos fracassos.</p>
<p>No Brasil, o problema não se esgota na escassez de recursos. </p>
<p>Projetos mal elaborados, loteamento de cargos, descontinuidade administrativa e fiscalização concentrada em formalidades ajudam a converter dinheiro público em promessas vencidas. </p>
<p>A multiplicação de instâncias de aprovação pode diluir responsabilidades sem impedir corrupção ou desperdício. </p>
<p>A ineficiência também alimenta o clientelismo: quanto mais incerto é o acesso a um direito, maior o valor do padrinho que promete garanti-lo. O fracasso administrativo produz dependência política.</p>
<p>Profissionalizar a gestão, selecionar dirigentes capazes, avaliar políticas e preservar projetos úteis entre mandatos são tarefas de defesa democrática. Também é preciso distinguir controle efetivo de ritual burocrático. </p>
<p>Licenciamento, fiscalização e participação devem proteger direitos, com critérios públicos, prazos e decisões fundamentadas. Suprimir garantias para acelerar obras seria um retrocesso. Acumular exigências sem demonstrar que elas previnem danos tampouco constitui virtude republicana. </p>
<p>Cabe ao Estado decidir, executar e responder pelo que faz.</p>
<p>A cobrança alcança especialmente os governantes que se apresentam como baluartes da democracia. A credencial não lhes confere indulgência administrativa nem transforma a crítica à gestão em cumplicidade com o golpismo. </p>
<p>Quem reivindica ter salvado o regime poderia prestar-lhe o serviço adicional de governar bem. Isso exige enfrentar interesses da própria coalizão, rever despesas ineficazes e aceitar avaliações que contrariem a propaganda. </p>
<p>Governar para obter aplausos a cada anúncio é uma maneira dispendiosa de adiar o futuro.</p>
<p>Demagogos prosperam quando conseguem atribuir às liberdades e aos controles a culpa por fracassos que resultam de escolhas, omissões e incompetência. </p>
<p>Cabe aos democratas demonstrar, na experiência cotidiana, que a fiscalização melhora o governo e que os direitos ampliam as possibilidades de viver melhor. </p>
<p>Um governante pode ser afastado pelo voto. Mais difícil é reparar a convicção de que nenhum governo será capaz de funcionar. Em outras palavras, a democracia não pode exigir do cidadão uma fé que seus governantes se recusam a justificar.</p>
<p>O Estado de S. Paulo, Opinião, 08/11/2026 | 03h02 Por Editorial</p>
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		<title>
		Por: Jose Guilherme Schossland		</title>
		<link>http://tribunadainternet.com.br/2026/11/08/lula-precisa-sair-da-comunicacao-eleitoral-e-disputar-o-cotidiano-dos-brasileiros/#comment-232261</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Guilherme Schossland]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 11:53:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mesmo grupo &quot;Máfia Khazariana&quot;, age com seu agente, contra o Brasil e a América do Sul!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mesmo grupo &#8220;Máfia Khazariana&#8221;, age com seu agente, contra o Brasil e a América do Sul!</p>
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		<title>
		Por: jose carlos		</title>
		<link>http://tribunadainternet.com.br/2026/11/08/lula-precisa-sair-da-comunicacao-eleitoral-e-disputar-o-cotidiano-dos-brasileiros/#comment-232256</link>

		<dc:creator><![CDATA[jose carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 11:35:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O então Presidente da Líbia Muammar Kaddafi , foi assassinado pelos EUA , OTAN por ousar propor e ser aceito a substituição do uso do dólar norte-americano , por uma moeda própria lastreada no ouro , pelos países do norte da África , em suas transações comerciais e mercantis , sendo que a Líbia era o país mais desenvolvido socialmente , que todos os países da África e parte dos países do Oriente Médio , e agora a Líbia esta totalmente em frangalhos e destruída EUA , OTAN , com o agravante de que suas riquezas minerais estão sendo saqueadas pelos EUA e OTAN .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O então Presidente da Líbia Muammar Kaddafi , foi assassinado pelos EUA , OTAN por ousar propor e ser aceito a substituição do uso do dólar norte-americano , por uma moeda própria lastreada no ouro , pelos países do norte da África , em suas transações comerciais e mercantis , sendo que a Líbia era o país mais desenvolvido socialmente , que todos os países da África e parte dos países do Oriente Médio , e agora a Líbia esta totalmente em frangalhos e destruída EUA , OTAN , com o agravante de que suas riquezas minerais estão sendo saqueadas pelos EUA e OTAN .</p>
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		Por: Jose Guilherme Schossland		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Guilherme Schossland]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2026 11:13:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Porque mataram Gadaffi?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque mataram Gadaffi?<br />
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