Preconceito padronizado

Mario Augusto, Rio de Janeiro:
“Pergunto ainda, por que cargas d’água um presidente legitimamente eleito em seu pais e defenestrado do cargo – aqui cabe o termo – ANTI-DEMOCRATICAMENTE num golpe de estado perpetrado na madrugada por forças militares deve ser classificado como “desprezível”. Perplexo vejo um gigante da democracia do meu pais desfraldando energicamente a bandeira da intolerância.”

Comentário de Helio Fernandes:
Nenhuma intolerância. Condeno os dois lados, quem começou tudo foi Zelaya, que estava no fim do mandato, não queria sair. Lancei até a idéia de colocar no governo o cardeal conciliador, mais claro, impossível. Lamento o teu preconceito ao exprimir que “flanelinha” tem que ser negro, para você o contrário de caucasiano.

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