25 BILHÕES e não MILHÕES para a imprensa

Antonio Santos Aquino:
Hélio, falas em 25 milhões anuais, pagos pelo governo de publicidade. Mas, há uma semana atrás, foi noticiado, que até agosto, já teriam sido gastos (ou gastados?) pelo governo, 1.400 (um bilhão e quatrocentos milhões de reais) ou (800 milhões de dólares). Ninguém desmentiu”.

Comentário de Helio Fernandes:
Aquino, desculpe, mas escrevi como está no título e não como você comentou. Considero até, que sem o equívoco da leitura do número, você está mais perto do que eu. E não é apenas a publicidade que aparece em jornalões. Existem contratos (vá lá, “contratos”), favores, benefícios, reciprocidade. (Que palavra, mas é a que melhor define as relações dos dois lados).

Ministro Ayres Brito, sobre definição do horário “gratuito”

No plenário do Supremo, de forma corajosa, independente e lucidamente: “Não existe o chamado horário gratuito nas campanhas eleitorais. Rádios e televisões recebem com a compensação de tributos federais.

Notável, digo isso há anos. Rádio e televisões recebem, e ANTECIPADAMENTE. Cobram de acordo com suas tabelas de publicidade, calculam, descontam, geralmente do abatido desconto do Imposto de Renda. O TSE, Tribunal Superior Eleitoral, devia PROIBIR o uso da palavra GRATUITO. É uma forma de iludir e enganar o cidadão.

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