No tempo em que Carlos Fernando era menino e brincava tangendo carneiros no sertão

TRIBUNA DA INTERNET | Lembrando Carlos Fernando, um dos maiores compositores de Pernambuco

Carlos Fernando, compositor pernambucano

Paulo Peres
Site Poemas & Canções

O compositor pernambucano Carlos Fernando (1938-2013), na letra de “O Menino e os Carneiros”, discorre sobre a sua vida desde a infância. A música foi gravada por seu parceiro Xangai no CD Mutirão da Vida, em 1998, pela Kuarup.

O MENINO E OS CARNEIROS
Xangai e Carlos Fernando

No tempo que eu era menino
Brincava tangendo
(chiqueirando) carneiros
Fim de tarde na rede sonhava
Belo dia seria um vaqueiro
Montaria de pelos castanhos
Enfeitados de prata os arreios

Minha vida hoje é pé no mundo
Sem temer a escuridão
Jogo laço quebro tudo
Meu amigo é meu irmão
Sou a sede de boa palavra
Sou a vida raios de sol
Tenho tudo não tenho nada
Tenho fé no coração
Só que isso tudo
Era no tempo que nós ”era” menino 

5 thoughts on “No tempo em que Carlos Fernando era menino e brincava tangendo carneiros no sertão

  1. Há tantas belas canções pela aí… Mas fazer o quê, não sou eu que as escolho nem tampouco você. Só sei que elas existem e encantam. Alguns exemplos? Ei-los: Smile na voz de Nat King Kole; Summertime na voz de Sam Cook; La Bamba, com Ritchie Valens; Bésame Mucho com Andrea Bocelli; American Pie com Mac McLean. Quem não se lembra desses versos: A long, long time ago I can still remember…
    Pois é, por trás de cada uma dessas canções há uma história boa para ser contada, uma época vivida e na poeira do tempo levada. Aposto que seria legal reviver um pouco as coisas boas.

  2. Suprema Entrega
    Malú Mourão

    Na sutileza mágica de nosso amor ,
    Rejubila-me ora, de contigo estar.
    Canto da suprema entrega o louvor ,
    Quando o teu corpo posso esposar.

    No meus olhar revérbero de paixão,
    Ofusco os sentidos dos anseios ,
    E embalada ao som de meu coração,
    Pulso a minha vida em devaneios.

    Em ti eu busco a minha metade,
    Sublimando este amor em fantasia ,
    Entrego-me assim com lealdade ,

    A este soberbo amar que contagia ,
    Em teus lábios , bebo a tua vontade,
    O teu supremo néctar que extasia.

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