65% dos brasileiros querem mudança. Mas mudar o quê, escolhendo entre os atuais candidatos?

Carlos Newton

É preciso concordar com a opinião do jurista Jorge Béja e do jornalista Heron Guimarães, editor do jornal O Tempo, de Belo Horizonte, sobre o desalento que nos é provocado pela fase patética que a política brasileira atravessa. Para quem tinha 20 anos na Revolução de 64, como o locutor que vos fala, a sensação é de que nossa geração fracassou.

A duras penas, após 21 anos conseguimos recuperar a plenitude democrática, mas o que fizemos? Quando os civis retomaram o poder em 1985, a Presidência caiu no colo de José Sarney, nem deu para sentir diferença em relação ao regime militar.

Depois, grande esperança em Fernando Collor, que representava uma salutar renovação, mas o resultado foi dantesco. Em seguida, um governo muito bom de Itamar Franco, nacionalista e íntegro, deixou saudade, mas não havia reeleição. O poder então caiu no colo de Fernando Henrique Cardoso, um dos maiores enganadores da História, que começou sua gestão dizendo: “Esqueçam tudo o que eu disse ou escrevi antes”. E alienou as riquezas do país, mostrando que se tratava de uma geração de fracassados.

AINDA HAVIA ESPERANÇA

Lula surgiu então como uma grande esperança, mas não tinha um projeto de governo, sua equipe apenas alimentou a economia pela via do consumo e do crédito. O país cresceu, na onda da economia internacional, puxada pela China, e houve uma fase de muita empolgação. Inventaram uma classe média em que cada membro da família ganha apenas R$ 300 por mês, vejam que disparate, e o criador desta ilusão, o economista Marcelo Neri, acabando virando ministro de Assuntos Estratégicos, um disparate inominável.

Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente, veio no embalo dessa política aparentemente vitoriosa, mas a fórmula agora está esgotada, a crise bateu na porta do governo, o chamado Custo Brasil é cada vez maior, não houve as indispensáveis obras de infraestrutura, os investidores estão desestimulados.

Este é o quadro neste ano, em que será disputada a eleição presidencial, a ser travada entre Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos, se Lula, José Serra e Marina Silva realmente desistirem e o ministro Joaquim Cardoso não aceitar a candidatura.

QUEREM MUDANÇA

A mais recente pesquisa eleitoral diz que 65% dos brasileiros querem mudança. Mas mudar o quê, com esses candidatos? Entre os seis que já apresentaram seus nomes, apenas Eduardo Campos pode significar alguma mudança. Mesmo assim, ninguém sabe a que veio, qual o seu programa, o que pretende fazer. Será nacionalista, vai lutar pelas empresas nacionais e pelos interesses do povo deste país, ou será mais um enganador?

E Joaquim Barbosa continua uma incógnita. Não admite ser candidato, mas não anuncia peremptoriamente que não será. Fica em cima do muro, compreensivelmente, porque não pode abandonar o processo do mensalão antes do fim, caso contrário Ricardo Lewandowski assume a presidência do Supremo e dá um  jeito de soltar os petistas.

Quanto aos demais envolvidos no mensalão, Lewandowski nem liga. Jamais deu uma palavra em defesa deles. Interessante… Não seriam também injustiçados?

26 thoughts on “65% dos brasileiros querem mudança. Mas mudar o quê, escolhendo entre os atuais candidatos?

  1. Bom dia, Sr. Newton!

    Foi muito bom ler esta espetacular digressão a respeito dos últimos tempos da economia e política nacionais.

    Não se encontra melhor texto no restante da mídia.

    Grande abraço!

  2. Sr. Newton, infelizmente o Sr. está certíssimo, como mudar da “água para o vinho” com esses candidatos que aí estão, no momento, a única lanterna, no fim do túnel é o Ministro J. Barbosa.
    Só nos resta, rogar à DEUS sua Misericórdia, mas, temos que fazer nossa parte, isto é,
    mostrar ao curral -PT,PMDB,PSDB e penduricalhos, de eleitores, o que significa o VOTO em nossas vidas,(obrigatório e com urna não confiável, um jovem de 19 anos, no fim do ano, provou, a facilidade dela ser manipulada/fraudadas.
    Em meus 84 de vida, nunca vi tanta canalhice ser vencedora, mergulhando cada vez mais fundo, o Brasil, nesse Oceano de lama.
    Voto desde Dutra, nunca reelegi, pois, traíram minha confiança, estou desobrigado, mas, irei votar o meu Direito de Cidadania, e lamentarei, se votar nulo, como protesto e indignação.
    Para não ser solidário com esses que aí estão e suas patifaria, devo VOTAR NULO. Creio que seria bom, esses 60% que querem mudança, votar NULO, não tem outro caminho, pois, esses levarão o Brasil a bancarrota, aliás, já começamos à adentrar!.
    Por um Brasil decente e justo.

  3. As famílias pobres vivem em casas pequenas nas comunidades. Avós,Pais, filhos,netos,sobrinhos, juntos no mesmo teto. Se o emprego estiver garantido, a renda está garantida. O aumento do consumo dessa classe derivou do fato da união financeira das famílias. Assim R$300 de um, mais R$700 de outro,forma-se uma quantia que dá para consumir. Comprar TV, geladeira, micro ondas, máquina de lavar roupa,ar condicionado, carro e moto, cama, colchaçao,armário, alimentar-se melhor. Pontos a ressaltar : pleno emprego,barriga cheia,união financeira familiar, casa com eletrodomésticos, automóvel e moto sobra tempo para a família pensar, analisar,se informar mais, acompanhar mais a educação dos filhos, investir numa melhor qualidade de vida. O crédito é importante também, mas o mais importante é de onde vem o dinheiro para pagar. O dinheiro vem do trabalho. Se tem trabalho, tem crescimento econômico. A instrução também aumentou muito porque essa classe vê programas instrutivos que passam na TV por assinatura, consultam na internet, ouvem e lêem opiniões veiculadas na mídia. O BRASIL evolui com Lula, os fatos não podem ser minimizados. Não interessa se a conjuntura internacional estava favorável, se tudo conspirou a favor e outros blá,blá,blá. O fato é que o Brasil avançou e o brasileiro evoluiu como cidadão. Ainda falta muita coisa a ser feita. O caminho todo mundo sabe que é a melhor distribuição de renda, educação de base, o saneamento, o fim da violência urbana e rural,o combate a corrupção. Não basta só o governo , os empresários também tem que investir. Na próxima eleição para presidente os candidatos serão: Dilma, Aécio, e Eduardo Campos. O povo vai escolher no voto. Espero que os candidatos aecio e eduardo apresentem suas propostas porque até agora eles querem vencer através de uma corrente que multiplica a avaliação negativa que não corresponde a realidade. Uma verdadeira campanha anti governo Dilma sem apresentar alternativa. Querem mudar com os mesmos homens que apoiam o PT. Tsk,tsk,tsk, não façam pouco da inteligência do povo que está bem alimentado e bem informado e tem capacidade comparar, analisar e votar.

    • Dá muito bem para perceber a distribuição de renda. Os salários dos funcionários públicos aumentam em torno de 5% e salário mínimo acima de 10%. As bolsas sociais crescem a cada momento e são bem reajustadas. Até aí tubo bem, né meu caro leitor.
      Os governantes e congressistas aumentam seus salários em torno de 20% para mais. Os mensaleiros arrecadam em uma semana mais de 1,5 milhões, sem contar o que está guardado no cofre.
      Agora vem você com distribuição de renda. Enfim, continue puxando o saco que talvez seu rosto saia na foto.

  4. “Só os incompetentes e os amadores não sabem que, em política, até a raiva é combinada”. Nelson Jobim, ex-ministro,

    “Este país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita.”
    Tim Maia, pseudônimo de Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998); foi um cantor e compositor brasileiro.

  5. Newton, enquanto forem as organizações criminosas conhecidas por partidos políticos a escolherem os candidatos, NADA mudará, a não ser para pior.
    Enquanto não for o povo a selecionar os candidatos, democraticamente, a tendência é piorar.
    À cada novo mandato, eles precisam aumentar os impostos para arrecadar mais dinheiro para pagar as folhas de pagamento do setor público, inchadas de cabos eleitorais, parentes, amantes e amigos. O que sobrar de dinheiro, eles políticos e seus financiadores, ROUBAM !!!

  6. Caro Newton,

    O Sr. citou no texto no plano federal.
    Passe tudo isso para os Estados.
    Alguns Estados, como São Paulo, são governados pela mesma quadrilha há vários anos, neste caso, 24 anos do mesmo Partido Ladrão e Corrupto , onde o p´rincipal corrupto do partido Dona |Maria Antonieta de Higienópolis, tem como regalias um lindo “apertamento” em uma das avenidas mais caras do mundo, Avenue Foch, obviamente, regado a um bom caviar e lindas garrafinhas de champgne francesa..
    Estados viraram feudos de partidos corruptos.
    E pelo jeito, nada vai mudar, pois o mesmo postulante ao cargo está novamente de malas prontas para alcançar a maldita PENTA-REELEIÇÂO……
    PS; Parece que a mídia esgoto chapa branca deu um fim na CORRUPçÂO DO METRÔ,…..
    Continua a proteção e blindagem ao partido franc~es e sua quadrilha de corruptos

  7. O pior do Brasil, não está no executivo. Um presidente sozinho não faz verão. A mudança tem que começar pelo legislativo onde se esconde a escória da sociedade brasileira. Se, mudarmos os deputados e senadores, automaticamente estaremos subordinando o executivo a uma nova ordem no Brasil uma vez, que quem governa o Brasil é o legislativo. Deputados e senadores que não tenham o vínculo com a roubalheira, empreguismo que legislam pela vantagem própria poderão com certeza alterar esta rota maldita da política brasileira. É claro, que um bom presidente, político, que não tenha o objetivo de transformar o Brasil numa nova Cuba, seria benvindo e principalmente que soubesse ler e escrever.

  8. O sucesso do PT-Base Aliada, vem do bom Programa Político de manter o Tripé Estabilizador Macro-Econômico: ( Metas de Inflação, Câmbio Flutuante e Superavit Primário Fiscal), resultando INFLAÇÃO sob controle dentro do teto da Meta, e Baixo DESEMPREGO. Junto com a valorização do Salário Mínimo ( R$ 724,00) e do Salário Médio +- (R$ 2.000,00), resultando na subida da Massa Salarial na Economia de +- 39% do PIB, para atuais +- 43% do PIB, isso tudo permitiu acionar o potente Motor do Crédito e nos levar a um patamar que mantém a Presidenta DILMA como preferida nas Pesquisas para re-eleição. Mas tudo isso foi feito com Duplo Deficit, Deficit Fiscal do Governo de +- 3,5% do PIB (além dos +- 37% do PIB que arrecada) e Deficit no Balanço de Pagamentos Internacional de +- US$ 90 Bi/ano, o que DESCAPITALIZA nossa ECONOMIA NACIONAL. Um bom CANDIDATO, seria aquele que além de manter o que é bom do Governo atual, apresentasse um Programa que reduzisse, até eliminar, nosso Duplo Deficit. Requer AUSTERIDADE e BONS EXEMPLOS DE CIMA, mas é perfeitamente possível. Sobretudo INVESTIR na CRIANÇA BRASILEIRA, nosso maior Patrimônio.

  9. Carlos Newton, saudações
    Como costumava dizer o Leonel Brizola … “Isto vem de longe, não é verdade?”
    O Helio Fernandes em algumas ocasiões afirmou que gostaria de ter visto Brizola ou Lacerda como presidentes. “O Brasil teria sido diferente …” O Helio caminhou nesta linha de pensamento.
    Será que o Brasil – ou mesmo o mundo – aceitaria, na conjuntura atual, um “diferente”?
    O que seria diferente? Abraham Lincoln fez um governo diferente; implementou a maior reforma agrária da História. Implementou a maior reforma educacional da História. Deu liberdade para os negros. 80 anos após sua morte, seu país era a maior potência mundial.
    Quem, no Brasil e no mundo, está disposto a fazer reformas conjunturais ou mesmo estruturais? Todos parecem atores de um mesmo filme; expõem suas plataformas (argh!!!) repetindo e repetindo o que já temos. Estará Norman Mailer correto, quando disse “Bill Clinton certamente é o último presidente dos Estados Unidos, pois as grandes decisões já não mais passam pela presidência”.
    Ele mesmo, Bill Clinton, disse há semanas aqui no Brasil que “os Estados Unidos precisam conscientizar-se de que não governam mais sozinhos”. Tudo fracassou, em Davos isto foi dito com clareza. Um só país, governando o planeta inteiro, submetendo a todos aos seus caprichos … não dá mais.
    CN, temos quem, para mudar? Temos quem, para motivar o povo? Temos quem, que mereça a nossa credibilidade? E o pior. Está surgindo quem, no cenário nacional, como um (a) líder verdadeiramente nacionalista, ao mesmo tempo capaz de nos integrar ao mundo?
    Passei algum tempo dando razão ao Berthold Brecht, que dizia “pobre do país que precisa de um líder”, uma forma de mostrar que, se há leis, tudo o mais funciona. Mas, e o exemplo de Lincoln? Sem este magnífico Estadista os Estados Unidos teriam abraçado aquelas causas?
    O Brasil tem tudo de tudo. Pode dar um salto do tamanho que quiser. Mas quem o impulsionará? Estes candidatos aí … nada a ver com o nosso futuro, com a construção da Nação Brasileira.

  10. “Não tem geada, não tem terremoto, não tem cara feia. Não tem Congresso Nacional, não tem um Poder Judiciário.
    Só Deus será capaz de impedir que a gente faça este país ocupar o lugar de destaque que ele nunca deveria ter deixado de ocupar.”
    Lula, em discurso na CNI, Confederação Nacional da Indústria

  11. Sr. Carlos Newton, excelente artigo.

    Agora, eu queria entender como uma família com renda de R$ 1.000,00 tem condições de comprar tudo que o Sr. Renato Lima explicitou em comentário?

    Grande abraço.

  12. Sr. Carlos Newton

    Para sua informação, no programa Roda Viva, em 1994, houve o seguinte diálogo:

    José Paulo Kupfer: Por que o senhor mandou esquecer tudo que o senhor tinha escrito?
    Fernando Henrique Cardoso: Essa frase eu nunca disse, perdão, essa frase eu nunca disse.
    José Paulo Kupfer: Então é um bom momento para [desmentir].
    Fernando Henrique Cardoso: Mas eu já disse um milhão de vezes que eu nunca disse isso. Já escrevi que eu nunca disse isso e desafio quem diga a quem eu disse isso, quando e como. Nunca disse, isso é um absurdo.
    Heródoto Barbeiro: Mas, senador, é bom o senhor repetir porque tem perguntas nesse sentido. O senhor Luis Carlos Simões, do Itaim, fez exatamente essa pergunta. Foi até bom o senhor repetir para que as pessoas…
    Fernando Henrique Cardoso: Então eu repito: esta frase: “Esqueçam tudo o que eu escrevi” é simplesmente… isso é o papel da infâmia na política, é uma infâmia. A quem eu disse isso? Quando? Já perguntei sempre: em que circunstâncias? Nunca disse, nunca disse, [mas] repetem, repetem. Aí é a técnica do [líder nazista Joseph] Goebbels [1897-1945]: repete, repete até parecer que é verdade.
    Clóvis Rossi: A Folha de S.Paulo disse que o senhor teria dito isso…
    Fernando Henrique Cardoso: Teria, olha o “teria”. Onde, para quem? Quando?
    Clóvis Rossi: Não sei se eu trouxe aqui, vou ver se eu acho aqui.
    Fernando Henrique Cardoso: Não vai achar nunca, eu já disse isso a eles um milhão de vezes.
    Clóvis Rossi: Está aqui: “Ao sair de um almoço com empresários do restaurante Rubayat, em São Paulo, dia 5 julho de 1993”.
    Fernando Henrique Cardoso: Eu que disse a ele, eu que disse ao menino essa coisa. Eu contei de onde é que poderia sair de alguém que não assistiu… Eu disse outra coisa, eu já expliquei isso um milhão de vezes, mas é a mesma história: quando a gente julga dogmaticamente as coisas, não têm solução. Vão repetir sempre isso.
    José Paulo Kupfer: O que o senhor disse, afinal?
    Fernando Henrique Cardoso: O que eu disse foi o seguinte, se é que eu me lembro, se é que se refere a isso. Eu estava tentando explicar ao rapaz de onde é que alguém poderia ter tirado isso. Eu disse: eu estava em uma reunião, logo que fui nomeado ministro da Fazenda, eu creio… da Gazeta Mercantil, estava presente o [jurista] Celso Lafer, que, como eu, é intelectual e escreveu livros. Alguém perguntou alguma coisa e eu disse ao Celso: “Olha, Celso, a gente escreveu tanta coisa, então é cobrado sempre pelo que escreveu”. Essa foi a frase. Daí saiu uma versão de terceira mão, e agora a imprensa, me desculpe, tem o hábito de botar entre aspas, [e] ouviram de mim. Aspas, a gente põe quando cita por escrito. Não ouviram, [mas a imprensa] põe aspas. E você vai fazer o quê? Nada.

    Saudações.

    • Prezado Geraldo Andrade,

      Gratíssimo pela bela contribuição para o debate. Mas lembro que na época em que a Folha publicou a frase, FHC não desmentiu. Estava tão inebriado consigo mesmo, tão rempli de soi-même, que nem ligou para a barbaridade que havia confessado. Depois, inventou essa milhão de desmentidos. Mas seus atos falam por si próprios. Ele mesmo desmentiu tudo que havia escrito e que dissera.
      Abs.

      CN

  13. Mudar com esses políticos que aí estão, e não apenas os mencionados, será muito difícil. Mas, não nos esqueçamos de que sempre é possível optar pelo menos pior. Todavia, há entre os políticos, gente de bem e pelo menos um com excelente programa: falo do senador Magno Malta (PR-ES). Ao lançar-se pré-candidato a presidente da república pelo PR esta semana, proferiu na Tribuna do Senado o discurso que toda a família brasileira queria e quer ouvir. Sugiro que os demais articulistas e leitores deste blog procurem conhecê-lo. Infelizmente, a mídia não deu a mínima para ele. Portanto, é possível que a assessoria do senador possa fornecê-lo.

  14. Infelizmente, os donos do Brasil (banqueiros e empreiteiros) só oferecem porcarias para o povo votar….Não deixam surgir/ aparecer algo que preste….Mas, dentre as porcarias, sem dúvida Dillma e o PT é a maior….

  15. O Governo da Dilma servirá para desmascarar o embuste PT, que, infelizmente (hoje) ajudei a fundar. Tornado Sindicato do Crime e financiado pela burguesia patrimonialista, do seu teatro bufo, mostrar-se-á a verdade, por detrás do palco.

    Maduro pra Dilma: “eu sou você amanhã”.

    O problema do PT e da decadente esquerda jurássica “latrina”-americana é seu conceito ontológico de Homem: um tubo dotado de boca, estômago e ânus e, para os seres das elites, de amplos bolsos. De forma que atendendo as necessidades mais básicas das massas, poderão assaltar o Estado em paz e homenagear seus criminosos.

    O QUE SE TEM REVELADO UMA ILUSÃO…

  16. É difícil votar em alguém neste país.
    Mas, dos males, o menor.

    Desse jeito , se se tiver que votar num ladrão ou num tipinho da esquerda, o menos pior é votar no ladrão, pois o tipinho da esquerda no poder vai roubar, matar e ainda nos tirar a liberdade de chamá-lo de criminoso e levá-lo à justiça.
    Já o ladrão poder-se á processá-lo.

    Quem em Cuba ou Coreia do Norte pode chamar um governante de criminoso?

    Cuidado com os esquerdistas, pois com essa capa idealista, de salvadores da humanidade, ele vai fazer muito pior: roubar, matar e tirar a liberdade do povo.
    Não deixe de lembrar que o hediondo encontra em ideologias justificativas para sua prática.

    Tenhamos cuidado com os lobos na pele de cordeiro, pois nem só de pão vive o Homem.
    A liberdade humana é seu maior patrimônio.

    • Mauro, no Brasil, esse tipinho que vc descreveu aí em cima, na verdade, é um esteriótipo da extrema direita, civil, à paisana ou fardada e seus agregados, que, durante, 21 (vinte um) anos sentaram no colo do Fodão: poder econônico e seus tentáculos, gostosamente, e, comomitantemente, sentou o malho no povo: roubou, corrompeu, golpeou, torturou, matou, desapareceu com corpos… , e tornou-se o exemplo politiqueiro mais sórdido da nossa história, que esperamos e pedimos a Deus que nunca mais se repita neste país.

  17. Mais de 30 (trinta) par-ti-dos e, entre elles, nenhum Projeto Novo e Alternativo de Nação e de Política-partidária-eleitoral pró-sociedade, pelo contrário, só mais dos mesmos, só blá-blá-blá, trololó, palanquismo vazio e mais 171 eleitoral. Daí a manutenção do PT, pela sociedade, como porto seguro da sucessão, á moda ruim com ele pior sem ele. Em contraponto à mesmice que aí está existe apenas o HoMeM e a RPL-PNBC-Me, o Fato Novo de Verdade. Mas cadê partido à altura deste Novo e grandioso projeto de mudanças de verdade que vem ao encontro das necessidades e dos sonhos da população do Brasil ( 65%) ?

  18. Texto corrigido:

    Luis Felipe, voce tem razão, o tipinho salvador é sempre um extremista, um elemento possuído por alguma ideologia, principalmente as marxistas, mas que no fim das contas quer o poder absoluto. E o poder o corrompe inevitavelmente.

    Enfim, por falar em ditadura, os generais da nossa se pareciam bastante com os ditadores de esquerda, um pouco menos ambiciosos, pois cada um ficava no máximo 4 ou 5 anos no poder. O Geisel por exemplo criou mais de 400 estatais, apoiou na primeira hora junto com o dotador de Cuba o governo angolano. Estatais não é cosa da direita ou liberal.

    Para que não fique dúvida, direita e liberalismo é maioria nos países democráticos mais desenvolvidos do mundo e por isso são ricos.
    Em todo sistema político existem ladrões, mas nos países democráticos eles correm o risco de serem presos e condenados, pois com a imprensa livre fica difícil se protegerem.

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