A escola pública não mais ensina nem educa, e a culpa não é dos professores

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Charge do Ivan Cabral (ivancabral.com)

Antonio Henrique Dantas SiIva

Há algum tempo relatei em comentários a história de como o governo baiano estava desmontando a rede pública de escolas, a começar pelo ensino noturno, onde boa parcela dos jovens que trabalham encontravam uma maneira de estudar para concluir o ensino médio, muitos o fizeram e estão a concluir suas graduações. Nosso amigo Antonio Fallavena está a se arrepender de não ter sido professor, porque não sabe o verdadeiro calvário que é essa profissão.

Estou nessa lida há cerca de 18 anos, tenho visto de tudo, hoje trabalhamos nas piores condições, os professores são o saco de pancadas da sociedade, chegamos onde chegamos por omissão nossa, pois a maioria dos professores só se manifestam quando o inevitável lhes bate à porta.

QUEM SE IMPORTA? – Na época que lutávamos para manter o noturno em funcionamento, a maioria dos colegas sequer se importavam, não eram eles os prejudicados, temos colegas que passam semanas ou meses sem ministrar uma só aula, conseguem atestados médicos que junto com a conivência de diretores vão empurrando com a barriga.

Por outro lado, com as vantagens dadas aos alunos de serem aprovados a qualquer custo, pois somos ameaçados pelas “pedagogas” da Secretaria de Educação de que seremos responsabilizados pelos altos índices de reprovação, os pais são outra parte omissa, usam a escola como um depósito para seus filhos cheios de problemas.

Enfim, a escola pública hoje, não educa e nem ensina, se transformou numa creche para crianças e adolescentes filhos da irresponsabilidade, temos alunos que estudam na mesma unidade há anos, e aprontando toda sorte de delitos, desde a agressão aos professores até a destruição do patrimônio, sem que seus pais ou tutores apareçam na escola, todos os envolvidos esperam que as desgraças como a malfadada reforma do ensino médio aconteça para os outros.

O QUE É LDB? – Pode-se acreditar mesmo que os pais, alunos e mesmo professores estão ligando para o que diz a LDB (Lei De Diretrizes e Bases)? Para muitos, é alguma sigla de algum partido político…

A escola só vai mudar para melhor no dia em que a sociedade também mudar, enquanto isso nós, professores, vamos continuar como a classe dos sem classe, servindo apenas como bode expiatório para quando algo der errado na sociedade, pois sempre seremos os culpados do fraco rendimento dos alunos.

Não tenho esperança alguma que algum dia ou em alguma era geológica os professores sejam valorizados!

14 thoughts on “A escola pública não mais ensina nem educa, e a culpa não é dos professores

  1. Professor Antonio,
    Gostei do seu desabafo.
    Reprovar passou a ser palavrão. E a coisa vai pior nos cursos universitários pagos. Aí, além de o aprovar, há que o fazer por média para não traumatizar o apedeuta!
    E é bom que os educadores passem a adotar a máxima: “onde não há exigência, não se desenvolve a competência”!
    SDS

    • Vitor
      Foram educadores (professores) que mudaram as regras! A máxima hoje é: “reprovar alunos e reprovar a escola”.
      Dá para entender? O que mais ouvimos é que a escola está tão ruim que não pode reprovar os alunos!
      isto não escrevem, mas é repetido diariamente.
      O aluno não pode perder o ano e tem de passar de qualquer jeito!
      Com uma visão assim, “construtivista”, o que você acha que aconteceria com a passagem pela escola? mais uma décadas e teremos somente cotas!
      Quem quer mudar?
      Os pais? Os professores? Os alunos? os governos?

      O buraco é muito mais fundo do que a maioria imagina.
      Abraço
      Fallavena

  2. Nas Universidades públicas impera o fascismo de esquerda onde temos venda de drogas livre para todos. Infelizmente, o futuro do país está comprometido com atual diretriz das Universidades. Para os esquerdalhas que vão ficar chateados, fiquem tranquilos pois Bolsonaro não vai conseguir este sério problema plantado pela ideologia do comunista Gramsci.

  3. Não pretendo ingressar em novo debate, mesmo que o tema me seja muito caro.

    Encerrei no último comentário/texto que postei e que virou texto da nossa TI pela bondade do amigo CN,

    Agora estou lendo o comentário do colega Antonio Silva e lembrando os caminhos que percorri e por quantas milhares de vezes ouvi e vi as mesmas situações se repetindo e as mesmas justificativas para a existência e não solução delas.

    Parece que continuaremos achando que a culpa é do que acontece e da falta soluções
    é sempre dos outros!

    Os professores reclamam dos pais, dos alunos e dos governos. Os pais reclamam dos professores, dos filhos e dos governos. Os filhos reclamam dos professores, dos pais e dos governos. isto não é um círculo vicioso e viciado? Agora só falta os governos reclamarem dos professores, dos pais e dos alunos/filhos!

    Me perdoem dizer, repetir, o que escrevi em setembro/1998 – já fazem 20 anos.
    “A educação será prioridade dos governos quanto for da sociedade”.

    Vamos continuar esperando que “governos” banquem a educação (que é da família, seja a composição que tiver) e definiam a forma de ensino da maneira como vem sendo oferecida?

    Quem pode responder:
    – que segmentos construiram a atual LDB (e as anteriores):
    – quem administra asd secretarias de educação (ensino) nos municípios, estados e união?
    – quem sugere, debate e aplica as propostas pedagógicas?
    – que detém o poder para dirigir as escolas?
    – quem inventou a “gestão democrática” na escola pública?
    – quem aceitou as regras de aprovação “de qualquer jeito”?

    Já sei: são perguntas ofensivas, direcionadas, que buscam atacar algum segmento específico! Não. São apenas perguntas que a maioria foge de responder: muitos por que não sabem e outros por que não desejam se expor.

    Amigos,em círculo sempre nos levará aos mesmos lugares.

    Se realmente desejamos melhorar teremos de tomar remédios amargos. A maioria quer mudanças, mas na casa dos outros; no trabalho dos outros; na vida dos outros.

    Não temos lideranças positivas. Se encontrarmos alguma, não a elegeremos. As propostas não agradaram a maioria. Assim dizemos que nossos governantes são ruins.

    Que povo bom, responsável e que deseja coisas melhores, escolhe governantes medíocres?

    Cada vez que ouve, vejo ou leio alguém culpando governantes pelos erros cometidos, enxergo a imagem de um povo medíocre!

    É preciso entendermos e aceitarmos que somos o resultado de nossas escolhas.

    Definitivamente nossa sociedade mudou, nossa escola mudou, nossas crianças mudaram. Enfim, tudo mudou.

    Só não queremos entender que, mudando os ingredientes que produzem a massa do pão, o pão será pão mas não como aquele que comemos a 30, 40 ou 50 anos atrás!

    Com a nova sociedade e seus novos costumes e valores, teremos resultados diferentes. também.

    Fica muito mais fácil mostrar os problemas e apintar culpados do que tentar corrigi-los, até porque para corrigi-los. teremos de aceitar que erramos e que teremos de abrir mão de muitas coisas.

    Fallavena

  4. Um monte de militantes travestidos de professores que usurpam o futuro dos jovens. E outros que aproveitam para satisfazerem sua visões sexuais com jovens. A verdade que esses militantes não querem ser cobrados e só direitos para suas orgiais.

    OBS: Sabendo que temos ainda uma parte que esta e silêncio e trabalhando em prol de uma educação de verdade.

  5. DO DIREITO À EDUCAÇÃO: CINISMO & HIPOCRISIA – Carta Aberta de Paulo Vendelino Kons aos signatários de notas ou instauradores de procedimentos contra a historiadora e professora, deputada estadual eleita Ana Caroline Campagnolo:

    CINISMO & HIPOCRISIA

    “Se a hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, o cinismo é a afirmação ostensiva do vício como virtude” (OdC)

    DO DIREITO À EDUCAÇÃO I:

    Milhares de crianças, em horário de aula, foram conduzidas pelas suas escolas à exposição Queermuseu, em cartaz durante quase um mês no espaço Santander Cultural, em Porto Alegre/RS, e cancelada, no dia 10 de setembro de 2017, depois de 100 mil correntistas fecharem suas contas no banco Santander, além de manifestação de milhões de brasileiros decentes nas redes sociais e milhares protestarem no local, contra a profanação de símbolos religiosos e explícita promoção da pedofilia, zoofilia, prostituição infantil, e outros tantos relacionamentos sexuais que fogem aos mais básicos princípios de moralidade como modos normais de vida, como relação sexual de dois homens com uma ovelha, uma mulher com um cachorro e dois homens introduzindo seus pênis na boca e no ânus de um homem negro.

    As obras apresentavam blasfêmias contra símbolos religiosos, como hóstias nas quais escreveram palavras de baixo calão, além de imagens que profanaram o símbolo maior da fé cristã, Jesus crucificado, integrando um conjunto de obras ofensivas e de mau gosto como a Virgem Maria segurando um macaco, representando Jesus Cristo.

    O evento foi organizado com a utilização de R$ 850.560,00 (oitocentos e cinquenta mil e quinhentos e sessenta reais) de recursos públicos (Lei Rouanet).

    Mais uma vitória dos que pensam a revolução cultural, que sabem que seu trabalho deve ser feito de forma lenta, gradual, dando a impressão de naturalidade, ou seja, dando a impressão de que a sociedade caminha assim naturalmente. O marxismo cultural, no Brasil, já conseguiu a hegemonia cultural e da mídia. Pela política da dominação de espaços, já controlam a classe falante (jornalistas, cineastas, psicólogos, padres, promotores de justiça, juízes, políticos, escritores), que é formada no pensamento do marxismo cultural.

    Assim, sob a hipócrita máscara da “liberdade de expressão“, alunos do ensino fundamental foram conduzidas a uma exposição na qual, smj, seus organizadores incorreram nos crimes previstos nos artigos 208 e 234 do Código Penal e no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Mas como o “curador” da exposição Queermuseu é Gaudêncio Cardoso Fidelis, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Câmara dos Deputados, sob o nº. 1308, e que recebeu a consagradora votação de 4.521 (quatro mil e quinhentos e vinte e um votos, 0,08% dos válidos) em 7 de outubro corrente, e como seu grupo, hoje hegemônico na cultura, mídia, sistema de justiça, universidades e outras áreas está em guerra, promovendo a destruição das três colunas da civilização ocidental: a fé cristã, o direito romano e a filosofia grega, tudo é válido e permitido.

    Nós propomos o encontro de Jerusalém, Atenas e Roma, significando a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma em contraposição ao marxismo cultural, que preconiza a destruição da família e da civilização ocidental através da derrubada – em nome de falsos direitos humanos – da fé cristã, do direito romano e da filosofia grega, as três colunas da civilização ocidental.

    Mas os adeptos do marxismo cultural aclamam o curador como ícone da “liberdade de expressão”.

    DO DIREITO À EDUCAÇÃO II
    Suspensas as aulas em instituições públicas de Ensino Superior em Santa Catarina, por conta de “solidariedade de alunos e professores às candidaturas Fernando Haddad (PT) e Manuela d’Ávila (PcdoB)”.

    DO DIREITO À EDUCAÇÃO III
    No saguão de entrada do Instituto de Ciências Humanas (ICH) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) uma jovem nua se masturba na escadaria em frente ao prédio ICH, na rua Alberto Rosa, em 26 de outubro de 2015.

    Outras fumavam maconha e consumiam bebidas alcoólicas dentro e fora do saguão do prédio da Universidade Federal de Pelotas, sem serem contidas. O ato iniciou por volta do meio-dia e se estendeu ao longo da tarde e da noite.

    Algumas mulheres nuas ou com os seios à mostra urinavam em baldes e jogavam a urina nas paredes do prédio da UFPel.

    Os manifestantes impediram o acesso ao edifício e a Universidade Federal decidiu suspender as aulas.

    Em nota, a UFPel aponta que “verificou a incompatibilidade da manifestação com as aulas, o que motivou a suspensão das atividades didáticas”.

    As aulas na Faculdade de Educação e do Instituto de Filosofia, Sociologia e Política (IFISP) também foram suspensas.

    DO DIREITO À EDUCAÇÃO IV
    A XXVIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada de 23 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro, segundo dados oficiais, reuniu 3,7 milhões de participantes, inclusive vários Chefes de Estado. No sábado, dia 27 de julho de 2013, a autoproclamada ‘Marcha das Vadias’ foi realizada próximo ao Altar Central, na Praia de Copacabana, onde o papa Francisco presidia os atos da histórica Jornada. Os integrantes da ‘Marcha das Vadias’ cobriram seus órgãos genitais com a imagem de Jesus Cristo; chutaram, pisotearam e destruíram cruzes e crucifixos; destruíram duas imagens de Nossa Senhora, simularam relações sexuais e se masturbaram com as cruzes e imagens diante dos peregrinos, inclusive crianças.

    No mês anterior, com status de ‘representante do povo’ e das ‘mulheres brasileiras’, a presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu no Palácio do Planalto as organizadoras da ‘Marcha das Vadias’, em reunião realizada no dia 28 de junho daquele ano.

    Também os deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) homenagearam a ‘Marcha das Vadias’, concedendo a uma das articuladoras da marcha o título de ‘EDUCADORA’, em Sessão Solene da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

    DO DIREITO À EDUCAÇÃO V – o que diz a Lei?
    “A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho”. (Artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei Federal sancionada em 13 de julho de 1990)

    Dentro do rol dos legítimos direitos humanos fundamentais encontra-se o direito à educação, amparado por normas nacionais e internacionais. Trata-se de um direito fundamental, porque inclui um processo de desenvolvimento individual próprio à condição humana.

    O direito à educação foi consagrado pela primeira vez em nossa Constituição Federal de 1988 como um direito social (artigo 6º da CF/88). Com isso, o Estado passou formalmente a ter a obrigação de garantir educação de qualidade a todos os brasileiros.

    O Poder Público não é o único responsável pela garantia desse direito. Conforme previsto no artigo 205 da Constituição Federal, a educação também é dever da família e à sociedade cabe promover, incentivar e colaborar para a realização desse direito.

    Especificamente em relação às crianças e aos adolescentes, tanto a Constituição Federal (artigo 227, CF/88) como o Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 4º da Lei 8.069/90) preveem que a família, a comunidade, a sociedade e o Estado devem assegurar os direitos fundamentais, e aí se inclui a educação, com absoluta prioridade.

    E A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: aos signatários de notas ou instauradores de procedimentos, na sua quase totalidade caudatários do grupo político democraticamente derrotado em 7 e 28 de outubro de 2018 – que nunca se manifestaram quanto aos tristes, sérios e grave episódios, uns poucos de um rol imensurável, acima relatados ou mesmo que, in totum, os aprovaram e aplaudiram, por que será que se configura “violação ao direito à educação” a possibilidade de os alunos gravarem as aulas? E o que tem sido dito nas escolas que a sociedade não pode saber?

    Se o aluno se sentir ofendido ou agredido pelo que o professor diz, ele tem o direito de buscar auxílio. Juntamente com os pais ou responsável, requerer providência junto à direção da escola e as demais autoridades constituídas. Que poderão acolher ou não o fato comunicado e o encaminhar para a aplicação das medidas competentes.

    Assim, a historiadora e professora, deputada estadual eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL) não cometeu nenhuma ilegalidade ao conclamar os alunos a gravarem e a denunciarem os abusos. Aliás, vemos diariamente autoridades incentivando a delação de crimes por telefone e anonimamente. Reitero que ela conclamou os alunos a denunciarem todo e qualquer doutrinador, seja de esquerda, de centro, de direita, ateu ou crente.

    Como menina aplicada e inteligente, a jovem parlamentar aprendeu com o Roger Waters: “Hey, professor, deixe a gente em paz”! “Nós não precisamos do seu controle do pensamento”. Roger Waters não é um cara sensato e legal para vocês signatários de notas ou instauradores de procedimentos, que na sua quase totalidade são caudatários do grupo político democraticamente derrotado em 7 e 28 de outubro de 2018, que nunca se manifestaram quanto aos tristes, sérios e grave episódios, uns poucos de um rol imensurável, acima relatados ou mesmo que, in totum, os aprovaram e aplaudiram?

    Concluo, prezados signatários de notas ou instauradores de procedimentos, com um apelo: a qualidade da educação brasileira – do infantil ao superior, das escolas públicas e privadas, presencial e EAD – está deixando muito a desejar e relacionada, entre outros fatores, à precária formação dos professores. A eleição acabou e muitos alunos estão cansados de tanta doutrinação travestida de liberdade de cátedra. Hora de estudar, provas, correção, análise dos alunos com dificuldades… chega de politicagem barata nas escolas, o viés esquerdista foi derrotado.

    Aliás, essa técnica de gravar (e editar de forma desonesta), divulgar e ridicularizar quem discorda foi muito utilizada pela gente canhota … agora que a maioria silenciosa despertou, não reclamem!

    Respeitosamente, permanecemos à disposição.

    “Et cognoscetis veritatem et veritas liberabit vos.”

    Brusque-SC, 30 de outubro de 2018.

    Paulo Vendelino Kons
    Endereço eletrônico: paulo_kons@yahoo.com.br
    Endereço telefônico: 47 9 9997 9581
    Endereço postal: rua Adelina Debatin, nº. 79 – bairro Águas Claras
    88353-610 – BRUSQUE (SC)

  6. Prezado Paulo Korn
    Todo o relato é real e deve merecer a atenção de todos aqueles que desejam uma sociedade melhor.
    E ainda exista muito mais a acrescentar ao seu texto, infelizmente.
    A cura depende da identificação da doença e a disposição em querer melhorar.
    Abraço e muita saúde.
    Fallavena

  7. Afinal, quais são os “Objetivos Nacionais” para a Educação? Tendo em vista que falamos em “Educação Sistemática”, tais objetivos são ou foram realmente cumpridos por quem conduziu os Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais e as Secretarias de Educação nos últimos tempos? Quais deles foram “responsabilizados” pela falência da Educação que, hoje, constatamos?

    • Anunnaki
      Muito boa pergunta. As respostas é que não conseguem ser nem regulares!

      Fazem alguns anos pergunto e ninguém responde, convenientemente:
      – a escola existe para que e para quem?
      – a escola deveria ser prioridade de quem?
      – a escola, prioritariamente, deve ser preocupação de quem?
      – quem deve cobrar uma escola melhor?
      Só não vale responder que tudo é “dos governos”.
      Abraço.
      Fallavena

  8. -Herrar é umano.
    -Paçou…

    Depois que Paulo Freire disse que na frase “Eva viu a uva”, você tinha de discutir quem trabalha e quem lucra , vemos porque a doutrinação começou na creche.

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