A escolha imoral da Imprensa, na guerra urbana entre bandidos e policiais no Rio

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54 PMs foram mortos este ano no Rio de Janeiro

Roberto Motta
Blog Medium.com

A imprensa sabe tudo e entende de tudo. Ela já julgou e condenou os policiais da Pedreira. Agora debocha do juiz e da promotora que atuam no caso. A imprensa não sabe, ou finge que não sabe, que vivemos uma guerra. A imprensa esqueceu os métodos dos traficantes — os mesmos que assassinaram Tim Lopes da forma mais cruel possível.

A brava imprensa não entende que um bandido ferido que tenta alcançar a sua arma não tem outra intenção que não a de matar o policial. E que esse policial não tem outra alternativa a não ser impedir, de qualquer forma, que o bandido faça isso.

Quando o policial baixa sua guarda, ainda que por um só segundo, o policial morre. Esse ano já foram assassinados 54 policiais no Rio de Janeiro. Quantos morreram porque hesitaram uma fração de segundo em se defender, com medo de serem crucificados pela imprensa e pelos ativistas de extrema esquerda ?

DIREITOS HUMANOS? – Na guerra urbana do Brasil, onde a vida do policial e a do cidadão não valem uma folha de jornal velho, a imprensa quer que nossos policiais retribuam com flores a selvageria dos criminosos.

A imprensa, seus “especialistas” em segurança pública — os mesmos de sempre: Ignácio Cano, Julita Lemgruber, Samara Bueno — e os políticos de extrema esquerda — alguém falou Marcelo Freixo ? — têm uma única e imoral preocupação: o bem-estar e os direitos das bestas-feras do crime.

Eles já esqueceram do policial militar Renato César Jorge, de 47 anos, executado em plena luz do dia em frente à UERJ, apenas por ser policial, há 3 semanas. Eles já esqueceram de Miguel Ayoub Zakhour, o jovem de 19 anos que foi morto por bandidos a 300 metros do Palácio Guanabara, há poucos dias. Eles já esqueceram de João Hélio, o menino de 6 anos que foi arrastado no asfalto até morrer, sacrificado no altar do politicamente correto em nome do direito dos criminosos de continuar matando impunemente.

POLICIAIS HERÓIS – A imprensa sabe de tudo, mas não entende de nada. Nossos policiais militares são heróis. Eles fazem milagres com a carência de recursos e equipamentos a que são submetidos.

Eles representam uma reserva de moral, honra e disciplina no momento em que o país e o estado do Rio afundam na lama. Eles arriscam suas vidas diariamente em situações e locais onde o mais bravo jornalista não ousa entrar. É isso que “as ruas” têm a dizer ao jornalismo marrom: a polícia é a última barreira entre a sociedade e a selvageria, e dessa barreira jamais abriremos mão.

Fiquem com os bandidos. A sociedade ficará com a polícia, agora e sempre. Todo o apoio à Polícia Militar do Rio de Janeiro. Todo o apoio ao juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira e à promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho.

                      (artigo enviado pelo advogado João Amaury Belém)

20 thoughts on “A escolha imoral da Imprensa, na guerra urbana entre bandidos e policiais no Rio

  1. Aqui em São Paulo, também os policiais estão sempre errados e os bandidos são pobres vítimas da sociedade. Rendamos, mesmo, todas as homenagens a esses homens, pais de família, que arriscam suas vidas por nós, que os pagamos mal e ainda permitimos que sejam execrados.

  2. Bravos policiais, um dia ainda eu de ver vocês ganhando salários dignos e sem precisar enfrentar tantos perigos.
    Ainda verei a distribuição de renda do meu querido Brasil igual ao da Suécia.
    Não existindo mais nós contra eles, pois os próprios bandidos, sem eu aqui para defendê-los, são muitas das vezes levados a tal situação, por não aguentar ver seu filho ardendo de febre faltando-lhes apenas um antibiótico.
    Aqui não está errado nem bandido e nem policial.
    O que esperar de presos encarcerados iguais a animais?
    Rebelião.
    E salve Sérgio Cabral, que não lhe deixem um centavo sequer para enfim conhecer a pobreza. Será que é possível?

  3. Esse sistema penal, do jeito que ele é, não recupera ninguém ou quase ninguém.
    Em alguns países mais evoluídos, prisão significa só perdas, punição pelo que fez, sofrimento e nada de ressocialização.
    Tem que pagar pelo que fez.

    A nossa realidade é outra, mas só poderemos avançar nessa questão quando o Estado construir mais presídios, para evitar mandar preso pra casa só para abrir vaga pra outros condenados.
    Aqui o cara mata a própria mãe e vai visitá-la no Dia das Mães.
    Vai e não volta nunca mais.

    Não acredito que o sujeito se torna bandido porque não teve dinheiro pra comprar remédio pro filho, etc.
    Geralmente o cara entra no crime ainda criança, pela desestrutura da família, pela ausência do Estado, pelas “facilidades” encontradas convivendo com a bandidagem.
    Depois, fazendo “carreira” na criminalidade vai cada vez mais se enrolando

    Depois, mal avaliado e não cumprindo integralmente sua pena, ganha as ruas e volta a praticar os mesmos delitos.
    A vítima é a sociedade, que paga um preço muito alto.

    Em resumo: mais investimentos para construir presídios e formar mais mão de obra especializada para administrar/viabilizar essas novas unidades.
    A questão da polícia passa, também, por mais investimentos para dar condições de trabalho a seus integrantes, inclusive com novas armas que funcionem de verdade.
    Agora se ficar nesse jogo polícia x bandido, só os policiais é que perdem.
    O problema maior é que precisa de altos investimentos.

  4. Este artigo já foi publicado aqui, nesta Tribuna. mas como o assunto se repete e a violência não diminui, peço licença para republicá-lo.

    DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?
    Pode ser uma coisa que muita gente acha desagradável ouvir, e por isso é melhor dizer logo, para não gastar o tempo do leitor com prosa sem recheio. É o seguinte: OS BRASILEIROS FARIAM UM GRANDE FAVOR A SI MESMOS SE TOMASSEM A DECISÃO DE FICAR, COM O MÁXIMO DE CLAREZA E NA FRENTE DE TODO MUNDO, A FAVOR DA POLÍCIA.
    Isso mesmo: a favor da polícia, E DA IDEIA DE QUE CABE EXCLUSIVAMENTE A ELA, NUMA DEMOCRACIA QUE QUEIRA CONTINUAR VIVA, O DIREITO DE USAR ARMAS PARA MANTER A ORDEM, FAZER CUMPRIR A LEI E PROTEGER O CIDADÃO. E a polícia tem, ainda, a obrigação legal de fazer tudo isso.

    -Algum problema?
    -Não é exatamente assim em todos os regimes democráticos?

    Eis aí, na verdade, uma afirmação evidente em si mesma; pode ser entendida sem a menor dificuldade após um minuto de reflexão em qualquer lugar do mundo. Mas estamos no Brasil, e no Brasil o que parece ser um círculo, por exemplo, é muitas vezes considerado um triângulo, ou um quadrado, ou qualquer outra coisa que não seja o diabo do círculo. No momento, justamente, passamos por um desses surtos de tumulto mental.
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    Segundo o entendimento de boa parte daquilo que se considera o “BRASIL PENSANTE”, “INTELECTUAL”, “CIVILIZADO” OU “MODERNO”, O NOSSO GRANDE PROBLEMA NÃO É O CRIME, MAS A POLÍCIA. A violência nas ruas não é causada pelos criminosos, mas pela polícia! Parece bem esquisito pensar uma coisa dessas, num país com mais de 55.000 assassinatos e a mesma quantidade de estupros por ano e índices de criminalidade que estão entre os piores do mundo. Onde esses pensadores estão vendo o problema de que tanto falam? Vai saber! Os verdadeiros mistérios desse mundo, para esses senhores, não são as coisas invisíveis, e sim as que se podem ver muito bem.
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    No caso, o que se pode ver com a clareza do meio-dia é a fé automática de boas almas e mentes num mandamento que ouvem desde crianças: O CRIMINOSO BRASILEIRO É SEMPRE “VÍTIMA DAS DESIGUALDADES SOCIAIS”, e o policial está errado, por princípio, quando usa a força contra ele. Seu dever, como agente do Estado, seria TRATAR OS BANDIDOS COMO CIDADÃOS que precisam de ajuda, para que tenham oportunidade de entender por que não deveriam matar, roubar, estuprar e assim por diante.

    -Será que esse jeito de pensar é alguma tara que nos sobrou do regime militar, quando polícia e liberdade eram coisas opostas?
    De novo:
    -Não se sabe!
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    DIFICULDADE DOS “ESPECIALISTAS” DE SEPARAREM O CERTO DO ERRADO
    Praticamente todos os dias há exemplos claros desse curto-circuito geral na capacidade de separar o certo do errado. Todos os dias MILHARES DE CIDADÃOS SÃO ASSALTADOS, ESTUPRADOS, BRUTALIZADOS, FERIDOS ─ E no dia seguinte lê-se, ouve-se ou vê-se mais uma reportagem denunciando a polícia por algum erro, real ou imaginário.
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    NÃO HÁ SETE LADOS NESSE DEBATE. SÓ HÁ DOIS, UM QUE ESTÁ A FAVOR DA LEI E O OUTRO QUE ESTÁ CONTRA ─ e aí o cidadão precisa dizer qual dos dois ele realmente apoia. O primeiro é a polícia. O segundo é o que leva o crime e os mais de 55.000 homicídios e estupros para a rua. A única pergunta relevante, num país que tem uma Constituição em vigor, é:
    “-DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?” Não vale dizer “depende”, ou declarar-se a favor da ordem, desde que a tropa se comporte com altos níveis de civilidade, seja muito bem-educada, fale inglês e não bata nunca em ninguém, nem cause nenhum incômodo físico a quem esteja jogando coquetéis molotov ou sacando armas contra ela. A questão real é apoiar hoje a polícia brasileira que existe hoje ─ NÃO DÁ PARA CHAMAR A POLÍCIA DA DINAMARCA, por exemplo, PARA SUBSTITUIR A NOSSA, ou tirar a PM brasileira da rua e só chamá-la de volta daqui a alguns anos, quando estiver suficientemente treinada, preparada e capacitada a ser infalível. É mais do que sabido que a polícia do Brasil tem todos os vícios registrados no dicionário, de A a Z. Mas, da mesma maneira como não é possível fechar todas as escolas e os hospitais públicos que funcionam mal, e só reabri-los quando forem uma maravilha. Temos de conviver com a realidade que está aí. É indispensável transformá-la, mas não dá para exigir, já, uma corporação armada que precise ter virtudes superiores às nossas.
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    A Instituição Polícial, por piores que sejam as condutas individuais dos seus agentes e seus níveis de competência, é uma peça essencial para manter a democracia no Brasil e impedir a tirania e a barbárie daqueles que só admitem as próprias razões e instintos. É a polícia, na verdade, o que a população brasileira tem hoje de mais concreto na garantia de seus direitos. Alguém pode citar alguma força mais eficaz para impedir que o Congresso, o STF, o próprio Palácio do Planalto e a tua casa sejam invadidos, metidos a saque e incendiados?
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    A POLÍCIA ESTÁ DO LADO DO BEM ─ GOSTE-SE OU NÃO DISSO.
    No mundo das realidades, é ela a principal defesa que o cidadão tem para proteger sua vida, sua integridade física, sua propriedade, sua liberdade de ir e vir, o direito à palavra e tudo o mais que a lei lhe assegura. A AUTORIDADE POLICIAL JÁ ERRA O SUFICIENTE QUANDO FALHA AO CUMPRIR QUAISQUER DESSAS TAREFAS. NÃO FAZ NEXO CRITICÁ-LA NAS OCASIÕES EM QUE ELA ACERTA. Não serve a nenhum propósito útil, igualmente, dar conforto ao inimigo da sociedade ─ o que nossa “elite pensante”, como dito anteriormente, faz o tempo todo.
    O inimigo não vai deixar de ser seu inimigo; você não ganhará sua admiração, nem será deixado em paz no próximo assalto, nem sua filha liberada no próximo estupro…
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    É UM DESAFIO À LÓGICA, NESTE SENTIDO, ACHAR QUE DELINQUENTES TERIAM A LICENÇA DE ARMAR-SE PARA ASSEGURAR SEU DIREITO DE “LEGÍTIMA DEFESA” CONTRA A “REPRESSÃO POLICIAL”. A lei brasileira, com todas as letras, diz que só a polícia tem o direito de portar armas, e de utilizá-las no combate ao crime e na defesa do cidadão ─ salvo em casos excepcionais, que exigem licença específica. Dura lex sed lex, claro. Mas não é só uma questão legal. Trata-se de simples sensatez.
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    INCENTIVO AO ASSASSINATO DE POLICIAIS
    O Brasil vem se acostumando nos últimos anos à ideia doente de que mostrar simpatia diante da delinquência e hostilidade diante da polícia é uma questão de princípio ─ uma atitude socialmente avançada e politicamente progressista. Quem não pensa assim é visto como um homem das cavernas, extremista, fascista e inimigo da democracia. Mas é o contrário: OPOR-SE AO CRIME E APOIAR A POLÍCIA É FICAR A FAVOR DA LIBERDADE. Está na moda denunciar, com apoio da caixa de amplificação da imprensa, delitos como a “PREGAÇÃO DO ÓDIO”, “APOLOGIA DO CRIME” ou “INCENTIVO AO RACISMO”. Esse mesmo tribunal, entretanto, aplaude como uma forma superior de cultura popular os RAPPERS QUE PREGAM ABERTAMENTE, EM SUAS MÚSICAS, O ASSASSINATO DE POLICIAIS, como é o caso do apoio explícito do ex-senador Suplicy a um grupo paulista. Há alguma coisa muito errada nisso aí…
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    FINALIZANDO
    Está na hora de deixar claro: é falso acusar de “histeria” e outros pecados mortais quem não acredita, simplesmente, que no Brasil de hoje existe algum assaltante que rouba e mata porque está com fome ou tem de sustentar sua família; o que há no Brasil é gente que quer SATISFAZER TODOS OS SEUS DESEJOS DE CONSUMO SEM TER QUE TRABALHAR ou de respeitar o direito alheio. Em Cuba, regime-modelo para nosso governo, são chamados de sociopatas e enterrados na cadeia mais próxima, sem que a “sociedade” seja chamada a “debater” coisa nenhuma.

    -Deus não precisou da ajuda dos brasileiros para criar o Brasil. Mas, como diria Santo Agostinho, só poderá nos salvar se tiver o nosso consentimento.
    (Baseado no texto do jornalista JR Guzzo)

  5. “O desembargador Ivan Sartori, que votou pela anulação dos cinco júris do “massacre do Carandiru” e ainda pediu a absolvição dos 74 policiais militares condenados pelos assassinatos de 77 dos 111 detentos encontrados mortos, provocou nova polêmica por sugerir que PARTE DA IMPRENSA PODE SER FINANCIADA PELO CRIME ORGANIZADO.

    No post, o desembargador diz: “Quando a Imprensa é Suspeita. Diante da cobertura tendenciosa da imprensa sobre o caso Carandirú, fico me perguntando se não há dinheiro do crime organizado financiando parte dela, assim como boa parte das autodenominadas organizações de direitos humanos.”

    Bem…
    Em São Paulo o defensor dos direitos humanos foi preso por trabalhar para o PCC:

    “Defensor de direitos humanos é suspeito de receber R$ 130 mil por denúncias falsas
    Segundo MP, ele recebia do crime organizado para desestabilizar a segurança pública em SP.”
    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/11/1834371-policia-prende-ao-menos-32-advogados-ligados-ao-crime-organizado-em-sp.shtml

    Agora só falta cair a Rede Esgoto, no Rio de Janeiro…

  6. Creio que a maioria dos policiais militares e civis, cumprem o seu Dever, há Imprensa venal, há. na área do poder público, 30%, são Politicos, o resto, quadrilhas hediondas, piores, até que os bandidos da metralhadora da bala.; a situação de merda em que estamos, não nos deixa mentir
    Só nos resta rogar à Deus, por um Brasil decente e justo.

  7. Até hoje eu me pergunto, porque existe polícia no Brasil? Se todo mundo é contra.
    Quando nada funciona num pais, é a polícia que tem que tem que limpar a lambança, até porque os desarranjos sempre descambam para a criminalidade.
    Querem depois que um policial de cultura e conhecimentos medianos, vá arrumar o que os letrados fizeram errado.
    A polícia as vezes não tem nem o apoio dos governos a quem estão afeto.
    Existem organizações de direitos humanos que só olham para a polícia, quando ela mata, quando morre, nem dão atenção ao fato.
    Uma organização da igreja católica, chamada pastoral carcerária, é simplesmente do bandido, pelo bandido e para o bandido, chegam ao extremo de advogar cadeias sem grades, sem carcereiro e administrada pelos presos. É um absurdo total
    O Brasil tem que escolher, prestigia os organismos de estado, fazendo a depuração do que acha apodrecido, ou então extingue estes órgãos, nos quais não tem confiança e entrega tudo nas mãos de deus e dos bandidos.

    • Caro Jovino, o comportamento da pastoral da Igreja citada no seu texto me causou preocupação..
      Desconheço e vou procurar mais informações.
      Mesmo assim, ela não estaria tão diferente de grande parte da população.
      No entanto, particularmente, eu reprovo o que foi acima citado.
      Merece apuração e, se verdade, reprovação.

  8. Há também o fato a ser sempre lembrado pelos que acham os presídios ruins. Encarceramento é ato voluntário do indivíduo, só vai preso quem quer, o remédio para manter a eterna liberdade, é ficar longe da criminalidade.

  9. Por que o assassinato da menor Hosana de Oliveira Sassassim, menor e moradora de Acari, foi pouquíssimo comentado na imprensa? Ocorreu dois dias após a morte da menor Maria Eduarda na escola também em Acari. Tudo favorecia uma ampla divulgação do fato.
    Mas a imprensa preferiu esconder este crime pois quem o fez foi um…menor conhecido traficante da área. Segundo “relatos”, inclusive da família, a arma da “criança” disparou acidentalmente duas vêzes. Como assim? Uma arma dispara sem querer duas vêzes? Foi sem querer querendo, como diria o Chavez do bem.
    Para proteger o menor infrator, traficante, assassino, a imprensa preferiu desproteger a menor vítima. O “jovem” foi devidamente retirado da comunidade pelo tráfico da área e se encontra em local desconhecido e protegido. A família só Deus sabe como e onde está, pois a imprensa não se interessa. Estes são os jornalistas que nos informam. Vida longa para a internet e o google que nos permitem furar este nojento bloqueio.

  10. O Espirito Santo conheceu a importância da polícia nessa greve que aconteceu aqui no Estado…aliás, o Pais ficou ciente…mas nós sentimos na pele a falta deles mantendo a ordem nas ruas…pena que não obtiveram muito sucesso…ao contrário, estão sofrendo retaliações por parte do Governo.. aqui em Vitória ainda impera uma insegurança no ar…mas hoje, muitos Capixabas os vêem de modo diferente…tem mais respeito por eles….afinal merecem, arriscam suas vidas, cometem erros como qualquer profissional…mas os bandidos!…Ah os bandidos!….serão sempre considerados vítimas pelo Direitos Humanos e alguns jornalistas, até que um membro de sua família sofra qualquer crime….aí sim eles talvez entenderão o trabalho de um agente de segurança pública.

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