A morte de Gordon, o embaixador traidor

Foi uma fraude, como todos os que durante 40 anos vinham representar os EUA no Brasil. Circulou em todos os ambientes, dizia para fazer figuração: “Sou professor de Harvard”. Em 1964, foi a alavanca e o ponto de apoio dos militares golpistas. Sem os EUA, e longe de Gordon, não teriam derrubado tão facilmente o presidente João Goulart e a democracia brasileira.

(Amanhã detalhes inéditos da primeira morte do embaixador. Choramos 20 anos na sua campa insepulta. Agora, a segunda morte, sem campa, sem sepultamento e sem qualquer lamento. Um país não pode chorar por um traidor, principalmente multinacional).

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