A morte de Jesus, na sexta-feira, segundo a genialidade de Micheangelo, aos 23 anos

Almério Nunes
Jesus, morto, na sexta-feira… com Sua Mãe, Maria. Michelangelo revelou-se, por esta obra e muitas outras, o mais impressionante artista em todos os tempos. Tudo sobre Michelangelo é transcendentalmente extraordinário.
Miguelangelo tinha 23 anos quando esculpiu a Pietà. Muitas pessoas já viram essa obra na Basílica de São Pedro (Vaticano), mas talvez não tenham tido o cuidado de ver os detalhes (rostos, dedos, músculos, veias, feridas, tecido, etc.), em especial as expressivas feições dos rostos, feitos com extraordinária precisão (e em um só monolito de mármore).
Vale lembrar que Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (este era seu nome completo) 1475 – 1564, trabalhava para a família dos Medici de Florença (seus mecenas), e os Papas (em Roma) por eles apoiados.
Quando criança foi mimado pela mãe, que morreu quando ele tinha 6 anos de idade; a falta da mãe se revela na delicadeza e afeição dedicada à Pietà. Tornou-se artista (pintor, escultor, poeta, arquiteto), contra a vontade do pai, de famíla nobre (mas falida) que considerava sua atividade não digna para o prestígio da família. Era um pouco deformado fisicamente e desengonçado (feio), e – provavelmente por isso –  dedicou-se a representar corpos perfeitos. A arte, na mais pura acepção da palavra.
Elevemos nossos pensamentos a Jesus Cristo nesta Sexta Feira da Paixão. A Paixão Dele por cada um de nós. Uma Paixão incondicional e eterna. Jesus Cristo!!! O Mestre de todos os mestres!!!

7 thoughts on “A morte de Jesus, na sexta-feira, segundo a genialidade de Micheangelo, aos 23 anos

  1. Reverendo Padre Pinalli, Paz!

    http://www.tribunadainternet.com.br/?p=83672 tem como título: “REFLEXÕES SOBRE A UTOPIA DE EXISTIR UM BLOG REALMENTE LIVRE E O EXEMPLO DE WAGNER PIRES” com: “Muitos outros comentaristas também enviam comentários sensacionais, sob pseudônimos humorísticos, mas não podemos publicá-los, porque falta credibilidade. Se não querem usar o nome verdadeiro, por um motivo ou outro, usem um pseudônimo decente, como faziam Fernando Pessoa, Alceu Amoroso Lima e tantos outros pensadores fantásticos.”

    Não sou da escola do Gabriel García Márquez … pois meu realismo é profético … e meu apelido chegamais é até de certo conhecimento. (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/posts/2009/07/16/no-fusca-205663.asp): “A entrevista do senador Paulo Duque (PMDB-RJ) à Folha de São Paulo de hoje, 16/7/, é impressionante. Sobretudo para nós cariocas. Será que merecemos? Ainda vou perguntar ao chegamais se é por merecimento ou se Deus resolveu cobrar a conta pela exuberante beleza que deu ao Rio.” em que a Dona Maria Helena cobra do meu peemedebismo!!! e me cobra também das trombetas em seu desativado blog:
    (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/posts/2009/05/14/gozado-186246.asp): “Não estou ouvindo nem uma corneta, que dirá as trombetas que o nosso amigo chegamais tanto anuncia.” e atualizei hoje em (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/04/18/pois-sim-por-maria-helena-rr-de-sousa-533017.asp) com este comentário: “Nome: Lionço Ramos Ferreira – 18/4/2014 – 21:06
    “Nome: Maria Helena Rubinato Rodrigues – 18/4/2014 – 19:59
    Nome: Visconde de Sabugosa – 18/4/2014 – 19:34
    Mas as informações mais impressionantes, mais negativas sobre esse negócio tramado no Inferno da Cobiça, vieram de dona Dilma, de Graça Foster e do próprio Cerverò.”
    … … …
    Já que a senhora fala em Inferno … está na hora de atualizarmos os toques das trombetas; pois é a NASA quem publicou estudo sobre o próximo fim de nossa civilização … a senhora leu??? chegamais”
    … … …
    É que o Noblat pediu para largarmos os apelidos e passássemos a nos mostrar!!!

    Assim conferem que estou mesmo comentando nos blogs acima citados!!! deixei mesmo de enviar e-mails como um padre me mandou. … estou muito bem … … … Feliz Páscoa!!! !!! !!! Vamos à Missa??? Lionço Elias chegamais

  2. Sr. Almério, belíssimo texto e gravura, a chamada para os detalhes mínimos, da portentosa obra; perfeita. Michelangelo me lembra nosso “aleijadinho”, também “detalhista em suas esculturas”, e ao final de sua obra, sem às mãos, para esculpir sua “obra prima”. Que os homens vissem e vivenciassem os “pequenos detalhes” na “obra” de Jesus, O CRISTO, contidos em seu “Evangelho”, e os coloca-se em pratica em seu dia-a-dia, o Mundo não seria o que aí está, HIPÓCRITA. Que Jesus continue a pedir ao Deus-Pai que nos perdoe.

  3. Aleluia, Almério, aleluia!
    O blog necessita desta tua sensibilidade de filósofo, repito, por nos fazer refletir sobre outros temas até mesmo mais importantes que a política pela qual debatemos insistentemente.
    Por incrível que pareça, mas pensarmos a respeito dos símbolos, dos significados de certas datas, das comemorações de episódios do passado, de figuras históricas e, principalmente, sobre a vida de Jesus, que nos deixou o legado do amor e da fraternidade, da vida plena porque atrelada à material, tais lembranças alimentam o espírito e nossa existência nesse cotidiano de incertezas e dificuldades que a maioria de nós vive, seja no aspecto pecuniário ou de saúde, seja na alegria ou desespero.
    De modo a minorizar o nosso sofrimento, inegavelmente resgatar a imagem de Cristo sendo açoitado, torturado, humilhado, pois assim decidiu que não haveria outra forma de explicitar seus ensinamentos com relação às nossas falhas, aos nossos pecados, é extremamente salutar e oportuno, razão pela qual precisamos de um comentarista do nível do Almério porque nos traz de volta à realidade quando nos lembra do padecimento alheio através da figura de Jesus, no dia que ficou à mercê de seus torturadores e assassinos para confirmar a sua trajetória na Terra e de nos ensinar como evitar este padecimento que se sujeitou.
    E quantos brasileiros hoje sofrem, padecem, penam?
    E quantos que estão sendo torturados, mortos, submetendo-se às vontades de pessoas cruéis, insensíveis, maldosas?
    Na razão direta desta sexta-feira da paixão (ontem), lembremo-nos das segundas, terças, quartas, quintas, sextas, sábados e domingos com referência a dor de se ser humano, das frustrações, mágoas, incertezas, confusões, das vidas que carecem de atenção e cuidados.
    Deus não se fez humano por acaso.
    Não morreu crucificado porque era seu destino.
    Deus se fez homem para poder avaliar as nossas limitações, ignorância, lutas diárias, sofrimentos, conflitos pessoais e interpessoais, lealdades, traições, a obsessão pelo dinheiro e poder e, assim, demarcar com propriedade o caminho que devemos trilhar, seguir, sob pena de jamais podermos viver uma vida feliz, sólida, com base na fé, amor e caridade!
    Um forte abraço, Almério, meu guru espiritual.

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