A morte de Kirchner, aos 60 anos, assusta políticos brasileiros

Helio Fernandes

Não foi apenas um golpe para a Argentina. Era a grande figura do país, tirou-o do fundo do poço. Apesar das operações no coração, ninguém contestava sua candidatura em 2011.

Ele mesmo poderia não disputar, como fez em 2007, quando recusou a reeleição, colocando no lugar a própria mulher. Agora, quase todos choram na Argentina, não sabem o que vai acontecer no último ano do mandato de Cristina e na sua sucessão.

No Brasil, grande repercussão, por causa da liderança de Kirchner. E principalmente, morrendo aos 60 anos, atinge a crença na LONGEVIDADE, tão alimentada por candidatos que se lançam para 2014, com 70 ou 72 anos. Existe o IMPONDERÁVEL, que não levam em consideração.

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