A propósito da “dívida” e “doações”

Muita gente usa este espaço indevida ou impensadamente. Dizem: “O senhor não criticou Fernando Henrique Cardoso quando elevou os juros a 45 por cento ao ano”.

Não deixei de responsabilizá-lo um instante que fosse, e não apenas pela elevação espantosa dos juros. Não houve uma só “doação-privatização” que não tivesse o meu combate implacável, a começar pela Vale, o maior crime empresarial-hediondo dos últimos 25 anos.

E denunciei toda a COMISSÃO DE DESESTATIZAÇÃO, (inclusive com nomes) por ter sido intermediária dos rombos e roubos de nossas riquezas. Essa Comissão “ajudou” FHC a trocar nosso PATRIMÕNIO INCALCULÁVEL, POR MOEDAS PODRES QUE NÃO PODIAM SER CALCULADAS.

De FHC, o retrocesso dos 80 anos em 8: “O embate entre PT e PSDB já dura 17 anos, É tempo de reavaliar as diferenças”. Basta comparar DOAÇÕES-PRIVATIZAÇÕES e retomar o patrimônio nacional. E não é REAVALIAR e sim AVALIAR, Lula não fez o que devia ser feito.

De Ciro Gomes: “Lula está viajando na maionese”. Não há nada mais vulgar, sem sentido e, sem qualquer concessão ou contradição, insensato.

Manchete de O Globo em 5 de janeiro de 2003: “Lula decide regularizar propriedades nas favelas. Reportagem de agora, no mesmo jornal, assinada por Catarina Alencastro: “Lula escreveu mas não escriturou”. Queriam o quê? Só se passaram 7 anos e 4 meses.

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