A quem interessa destruir a campanha de Wilson Witzel contra a criminalidade?

Resultado de imagem para witzel em sepultamento

Witzel faz questão de comparecer ao sepultamento dos policiais

Carlos Newton

Como jornalista e morador do Rio de Janeiro, tenho acompanhado com total atenção o empenho do governo do Rio de Janeiro contra a criminalidade. Sou amigo do delegado Manoel Vidal, lendário ex-chefe da Polícia do Estado, costumamos nos reunir para trocar ideias. Estamos surpresos com os bons resultados até agora obtidos com essa política de Tolerância Zero, que faz lembrar o prefeito Rudolph Giuliani, ao restabelecer a ordem em Nova York, no final do século passado, levando o FBI a considerá-la a mais segura das metrópoles norte-americanas.

O êxito da campanha do governador Wilson Witzel é inegável. As estatísticas demonstram queda em praticamente todos os tipos de crimes, mas a opinião pública desconhece esses avanços.

SEM MANIPULAÇÕES – As estatísticas são feitas e divulgadas pelo Instituto de Segurança Pública, uma autarquia criada pelo então governador Garotinho para divulgar os números da criminalidade sem qualquer interferência do poder público, para evitar manipulações.

Na teoria, é uma maravilha, mas na prática essa blindagem torna o governo refém da “interpretação” que os técnicos do ISP dão aos números. E todo mês esses “especialistas” conduzem a divulgação para que tenha destaque justamente a parte mais negativa dos dados – os números de Mortes por Intervenção de Agente do Estado, que incluem entre as vítimas os criminosos que reagem à operação policial e também as pessoas atingidas pelos dois lados, mas todas essas mortes são  atribuídas a policiais, como se não existissem balas perdidas de bandidos.

DIZEM OS NÚMEROS – Os números de roubo de rua e roubo de carga foram os menores para o mês de julho dos últimos quatro anos. Entre os crimes contra o patrimônio, houve queda nas ocorrências de roubo de rua, roubo de veículo e roubo de carga: foram 8%, 9% e 5% a menos na comparação com julho de 2018, quando havia intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio.

Em julho, houve 309 vítimas de Homicídio Doloso, uma redução de 25% em relação a julho de 2018, e o menor índice desde agosto de 2015.

Também caiu o indicador mais importante, de Letalidade Violenta, com queda de 7% em relação a julho do ano anterior. O quesito é composto pela soma das vítimas fatais de quatro tipos: 1) Homicídio Doloso; 2) Morte por Intervenção de Agente do Estado; 3) Roubo Seguido de Morte (latrocínio); e 4) Lesão Corporal Seguida de Morte.

DESTAQUE NEGATIVO – Mas o destaque das estatísticas do ISP, que conduz à informação que a imprensa destaca, chocando a opinião pública, são sempre as Mortes por Intervenção de Agente do Estado, que apresentaram o maior número desde o início da série histórica em 1998, com 194 vítimas.

Repita-se: os números não indicam se as balas perdidas foram disparadas pelos criminosos, ao reagirem à operação, ou pelos policiais. Todas as vítimas são atribuídas às forças de segurança. E essa importante ressalva não é feita pelo ISP.

Além disso, o instituto omite um dado crucial – não informa o número de operações policiais. Ora, trata-se de dados diretamente proporcionais entre si – quanto maior for o número de operações nos redutos de criminosos, maior será o número de Mortes por Intervenção de Agente do Estado. Isso é o óbvio, e o aumento do número de operações mostra que a Polícia está fechando o cerco ao crime, mas a estatística não exibe essa informação.

###
P.S. 1 –
Para mim, o pior é que não houve destaque ao mais importante índice – em julho não morreu nenhum policial, enquanto no mesmo mês em 2018 houve quatro sepultamentos. Isto, sim, deveria ser a manchete dos jornais, porque a profissão mais perigosa do mundo é de policial no Rio de Janeiro. A cada dia, eles saem de casa para nos proteger e não sabem se voltarão. São heróis anônimos, que a sociedade não reconhece e os estatísticos do ISP não respeitam, no afã de defenderem os direitos humanos de quem age de forma absolutamente desumana.

P.S. 2É por essa e outras que inventaram a seguinte definição: “A Estatística pode ser a arte de torturar os números até eles provarem o que queremos demonstrar”. (C.N.)

29 thoughts on “A quem interessa destruir a campanha de Wilson Witzel contra a criminalidade?

  1. Bom dia , mais um excelente artigo. Concordo plenamente com o que foi exposto por C.N. e acho que o Governador do RJ está fazendo um trabalho que eu, sinceramente duvidava ser possível. Homen de pulso forte. Assisti a uma entrevista dele no YouTube e fiquei positivamente surpreso. Contra fatos não há argumentos então o trabalho dele é comprovadamente bom pois TODOS os índices de violência estão caindo. A continuar assim é forte candidato ao planalto.

    • Eu achava que o RJ era, infelizmente, caso perdido porém quando o governador se expressa ele demonstra CONVICÇÃO de que dará um jeito de devolver a cidade aos seus habitantes. Não é tarefa fácil e certamente haverá um custo para que isso ocorra. Morrerão bandidos aos montes mas também haverá baixas na polícia e de pessoas inocentes. Muitos marginais migrarão para outros estados pois eles gostam de trabalhar com tranquilidade. Pagam um “arrego” para policiais corruptos fazerem vista grossa. Agora um questionamento; É correto a União pagar os super salários das polícias de Brasília mas não contribuir financeiramente com NADA para melhorar os vencimentos das polícias dos outros estados onde a criminalidade é INFINITAMENTE superior? Ainda mais o RJ que , além de cartão postal do Brasil, arrecada MUITO em impostos e foi capital do país até outro dia. Se paga para um tem que pagar para TODOS. Deveria haver federalização das polícias civil e militar e, se possível, a unificação das mesmas que nunca se entenderam bem. Todos com os vencimentos equiparadas a PF e condições de trabalho dignas (armamento, viaturas, coletes e etc) Abraços a todos e um ótimo domingo.

        • Eu Concordo. Minha opinião é pra ficar muito melhor. Proibir que a Polícia não entre em nenhuma Comunidades nem em morros, nada, deixem eles brigar entre si, já que eles tem os mesmos interesses. Deixem os policiais aguardarem no asfalto. Pois todos confronto, sabem nas comunidades, sobra para os moradores, como os bandidos vêem os policais primeiro. …

  2. Carlos Newton, duas definições dos meus tempos de faculdade no curso de Matemática:
    1 – A Estatística é uma mentira matemática;
    2 – A Estatística é a prostituta das Matemáticas.

  3. Bom dia, quadrúpedes do binarismo!!!

    Hoje tem bolsomicaretinha viu, otários? Os trouxas que compareceram no dia 26.05 e pediram COAF com São Moro vão fazer o mesmo na manifestação de hoje??

    Lembrem-se, trouxas: quem tirou COAF de São Moro foram Bolsonaro e Paulo Guedes, talquei, otários???

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

  4. Evidente que, neste momento, diminuir a violência no país, especialmente no Rio de Janeiro, tema deste artigo e N.T. do nosso Mediador – que aproveito para lhe perguntar se está recuperado? -, faz-se necessário, imperativo, decisão a ser tomada indiscutivelmente.

    Mas, lamento que nossos governantes tenham deixado a situação chegar neste nível, para depois alcançarem a glória porque combatem brasileiros que, de certa forma, foram impelidos ao crime, ao roubo, às drogas, por falta clara e evidente de políticas sociais de acordo, e de total desinteresse em nosso desenvolvimento e progresso individual e coletivo, quanto mais ao do nosso país!

    Dito isso, é claro que apoio Witzel em meter a mão no esgoto para desentupi-lo, pois fede e é nojento, haja estômago.
    No entanto, Witzel também é consequência desta violência e descaso governamental, tanto dos anteriores presidentes quanto de seus antecessores no governo fluminense, pois fruto desta permissão que foi concedida ao crime, ao estupro, ao latrocínio, ao sequestro relâmpago, ao tráfico de drogas e armas, à falta de um ensino e educação condizentes, à ausência indesculpável de interesse pelo povo e esta nação.

    O atual governador do Rio de Janeiro é produto desse meio de desprezo pelo ser humano, de preconceito social, de segregação, de condenar o cidadão à pobreza e à miséria.

    E, o Estado do Rio de Janeiro tem peculiaridades e características únicas, que o diferem dos demais Estados:
    Pobres, miseráveis, ricos, remediados, classe média, negros, brancos, sararás, mulatos, amarelos, índios, enfim, as etnias que residem neste paraíso brasileiro e suas várias classes sociais, que formam o Rio, TAMBÉM MINHA TERRA, pois parte do MEU Brasil, misturam-se nas deliciosas e insuperáveis praias da Cidade Maravilhosa!

    Nas areias, nos banhos de mar, embaixo de guarda-sóis, tomando uma gelada ou suco ou refrigerante, saboreando um lanche ou sem comer nada, de calções, biquínis, bermudas, tangas, chinelos, de pés descalços … todos são iguais sob o sol maravilhoso que se enamora da beleza estonteante da natureza carioca, sem fazer qualquer distinção de quem é quem!

    Somente quando as pessoas saem desse sonho de igualdade, dos mesmos direitos de dividir a praia, o mar, de não se saber quem é rico ou não, quem tem ou não tem, quem é doutor ou analfabeto … e voltam para suas casas ou apartamentos ou comunidades ou casebres ou arrabaldes ou Baixada Fluminense, a realidade mais implacável que o sol a pino, mais dolorida que as queimaduras por exposição em demasia ao astro-rei, mostra a crueldade insuportável de uns viverem muito melhor que os outros, e não mais nas mesmas condições que a praia possibilita e oferece a quem quer que seja.

    Volto a repetir:
    Boa parte das causas que levaram o Rio conviver com a violência exacerbada, diz respeito ao choque instantâneo de uma igualdade entre seres humanos vestidos apenas e tão somente com pouca roupa, sem se identificarem com posses ou formações acadêmicas, se empregados ou empresários, se industriais ou funcionários públicos, se abastados ou pedintes quando, também rapidamente, voltam à condição das diferenças ocasionadas pelas injustiças, pela falta de oportunidades, de escolas, de trabalho, de saúde segurança, de RESPEITO à pessoa, cujos culpados foram os governos corruptos e relapsos, incompetentes e desonestos, que sempre têm moldado nossos políticos e parlamentares.

    Agora, a solução é ser mais violento ainda que a realidade dessa gente, empurrada para morros, para viver longe daqueles que estão bem, que a vida não lhes foi madrasta ou vítimas das circunstâncias!

    Caso o governador do Rio se candidatar à presidência na próxima eleição, eu somente lhe darei o meu voto se apresentar a mesma eficiência no combate aos criminosos, caso tiver coragem de enfrentar a pobreza e a miséria com a mesma determinação, de se preocupar em debelar o pior mal brasileiro atualmente:
    A FALTA DE ENSINO/EDUCAÇÃO ao nosso povo!

    Caso apenas for um agente a serviço de debelar a violência sem estar preocupado com as razões que levaram o Rio a liderar as estatísticas nacionais de crimes os mais variados e exóticos, Witzel mais será lembrado como exterminador, que ter solucionado definitivamente o ímpeto que leva o ser humano a ser tão inimigo do seu semelhante, em contraste à tranquilidade da vida em comum nas cálidas e belíssimas praias cariocas, que encanta brasileiros de qualquer região com a formosura de suas mulheres, a alegria estampada na face dos frequentadores desses pequenos éden que somente o Rio de Janeiro possibilita.

    Eu diria que a praia é a zona desmilitarizada, logo, por que não estendê-la, por que não aumentá-la, e seria tão fácil que, até para este gaúcho, que reside tão longe, a visão à solução desta violência salta aos olhos:
    Por que aos ladrões e corruptos que agem com violência maior ainda que as facções existentes, o tratamento é cuidadoso, considerado, obediente aos protocolos exigidos por uma Justiça tendenciosa e parcial, de serem atendidas suas Liminares e HC, enquanto para o delinquente comum, sem eira nem beira, que não pertença à “elite” do país, a solução é … matar??!!

    Tá bem, admito, chegamos a este patamar, de a violência ser combatida pela violência, mas será assim até quando?
    Ou, lá pelas tantas, Witzel começa a gostar de praticar tiro ao alvo, torna-se um sniper, e por hobby sai matando quem desejar?
    Ou, tomará consciência, que deve também oferecer ajuda aos futuros marginais, que deixem de lado seus destinos inexoráveis ao banditismo e tenham escolas, atendimentos melhores, políticas sociais efetivas e não somente em promessas jamais cumpridas?!

    Witzel, o ex-juiz, deverá ser julgado por ele mesmo e decidir, de forma isenta e imparcial após a conclusão do seu mandato, se deve condenar-se ou declarar a sua inocência.

    Será que agirá dessa maneira consigo mesmo?!

      • … pensava que Tolerância Zero do então Prefeito Giuliani se referia a ter instruído sua Polícia Municipal a registrar, investigar e solucionar TODO E QUALQUER CRIME … mesmo os que até então eram considerados perda de tempo!

        Com todos os crimes sendo considerados … se diminuiu a quantidade geral … visto que tende-se começar com os de pena menor kkk KKK kkk

        Sds.

        • Prezado Lionço, tem toda a razão. Muito se fala por aqui sobre “tolerância zero” sem conhecer o que o Giuliani propôs e executou. Era exatamente como você disse: Qualquer crime, não importava sua importância, por pequeno que fosse, era investigado e os responsáveis punidos. Nada tinha a ver com maior ou menor violência policial (não discuto aqui a necessidade de mão firme no RJ). Tinha a ver com implantar na comunidade a noção de que nenhum crime ficaria sem punição. E funcionou.
          É isso que tem que ser feito aqui, para qualquer tipo de crime, desde o roubo de uma correntinha ou um celular até uma “mera” despesa de restaurante incluída indevidamente por um figurão de qualquer dos poderes em sua prestação de contas. Só assim podemos caminhar para uma segurança maior.

          • É preciso falar que a Política de Giuliani de Tolerância Zero teve como fundamento a Teoria das Janelas Quebradas, segundo a qual a desordem é encarada como fator principal no aumento dos índices da criminalidade.
            Mas não envolvida ação apenas da Polícia não.
            O dono de um imóvel abandonado, ou mesmo mal cuidado, como também aquele proprietário cujo uso do imóvel afetava a vizinhança era acionado com rigor pela força da Prefeitura.
            Aqui, se a Guarda Municipal, ou mesmo a Polícia, chega num local, por exemplo, que é explorado como estacionamento irregular, ou estabelecimento que faça barulho ou ocupe calçadas, é possível que o “dono” (a milícia ou mesmo um político) do pedaço apareça na linha.
            Em minha opinião, só a democratização das instituições e dos órgãos públicos.
            – Não, atualmente não são democráticos. Há desvio da finalidade. Uns grupos tem mais poderes que outros, com o dominante aparelhando as unidades (vide: MP, TJ, TCE, Alerj) e mesmo as Polícia, com forte poderes entre delegados (civil) e oficiais (militares).
            Na Segurança Pública, a principal mudança deveria passar pela desmilitarização da PMERJ e mudança na carreira de ambas (PMERJ e PCERJ) onde o ocupantes dos postos mais baixos teriam condições de alcançar postos mais altos por seleção interna de provas e títulos.
            – Assim como feito processos em determinadas autarquias, empresas públicas (ex. Caixa)

  5. O governador do RJ está fazendo a parte que lhe compete contra o crime, sem a ajuda dos três poderes, que não querem a Reforma do Código Penal e a Reforma do Código do Processo penal, fica mais difícil combater o crime.
    Acabar com progressão da pena e fazer o contrário, se o detento tiver mal comportamento terá a pena aumentada. Ter bom comportamento e obrigação do presidiário.
    Irá inibir a criminalidade, se o preso souber que terá que trabalhar e não terá mais as regalias que tem nos presídios, como celulares, maconha, cocaína etc.
    Acredito que essas medidas iriam ajudar muito a combater a criminalidade.

  6. Por traz de tudo isso existe o fenômeno religioso, que como tal não busca a verdade ou o verdadeiro criminoso e sim o pecador, aquele que não se encaixa no determinado por esta doença adquirida pela humanidade com o advento da mente e conhecida como religião (ou ideologia, o que dá no mesmo).

    No passado, com elas, as tradicionais, foram colocados na fogueira alguns milhares, mas agora com a socialista crida no século XIX para substituí-las , em menos de 50 anos , em nome da nossa salvação aqui mesmo na terra, ao contrário das antigas, matou mais de 100 milhões de infiéis.

    Enfim, com esta religião que assolou a humanidade do século XX para cá, o socialismo, é preciso não falar o que todos vemos, o que sentimos na pele: ISTO É PECADO.

  7. A beleza do Rio podia ser explorada pelo turismo. Mas o crime afugenta qualquer turista, até os próprios brasileiros que vivem no exterior. Cancun, no Mexico, atrai muitos brasileiros dos Estados Unidos, porque Cancun oferece prazer e especialmente segurança.
    O nordeste brasileiro deveria ser uma região parasidíaca para os turistas europeus e americanos, mas infelizmente nossos irmãos nordestinos sofrem do mesmo problema do carioca: segurança.
    O governador trás esperanças de melhora. Se der certo e ele se candidatar, não haverá candidato cocô para competir com ele.

  8. Amigos, ao Cãogresso Nacional dos Buliçosos não interessa Reforma das Leis contra todos os Crimes no Brasil, já viu ladrão, corruptos contumazes históricos, impunes e imunes, que se autoselocupletam com a chancela dos podres poderes legislar contra eles mesmos ???? Aquilo é raposa tomando conta de carne, e roubando ao sabor da impunidade letal e assumida por algumas partes podres e daninhas do “judiciário lulopetista” !!!!!!

    • Os togados não estão imunes, pelo contrário. O que disse é a mais pura verdade. O que fazem é apenas criminoso. Sim! É criminoso trabalhar contra os interesses nacionais, mas como já disse, encontrando ambiente favorável, o “ladrão” prolifera e este não vai querer se cercar de gente honesta ou leis que o atrapalhem de alguma forma, apodrecendo e corrompendo onde está. Que ninguém se engane, o que engorda o gado é o olho do dono. O povo deve tomar as rédeas do processo e lutar para expurgar os maus e isso só será possível se a legislação e uma mentalidade punitiva, tornar o ambiente ao Brasília desfavorável aos maus, ladrões.

  9. A quem interessa? À toda a velha classe política que foi derrotada na última eleição e está preocupada apenas em retomar o poder, e àqueles que vivem numa bolha de conforto e não sentem na própria pele os problemas da violência urbana do Rio, e assim podem se dar ao luxo de alimentar visões românticas sobre o banditismo.

  10. A esquerda e sua política de tolerância máxima, quase arrasaram o estado. Se hoje estamos exportando o crime organizado para os mais variados rincões do país, deve-se aos relevantes esforços desta mesma esquerda, tolerante e dissimulada. Em todos lugares onde o combate ao crime se fez sério, o trabalho foi recompensado. A ocasião faz o ladrão, isso é fato. Encontrando ambiente favorável o crime prolifera rápido, arrebanhando e destruindo toda uma geração. Contra fatos não existem argumentos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *