Aborto é como chamamos a pena de morte para fetos indefesos. Pense nisso.

Já está morto!

Charge do Collins (Arquivo Google)

Antonio Carlos Rocha

1) Tenho enorme respeito pela pastora luterana Lusmarina Garcia, mas no quesito “Aborto” discordamos, ela é a favor e eu, budisticamente, sou contra.

2) Está circulando nas redes sociais um vídeo, com uma parte do pronunciamento em que a conceituada clériga e teóloga fez no Supremo Tribunal Federal, sobre o tema, em que ela afirma que o mandamento bíblico “Não Matarás” não era universal, pois era permitido matar os inimigos e as mulheres adúlteras através do apedrejamento.

3) Não sou cristão, respeito-os profundamente, mas a meu ver esta interpretação invalida o decálogo, sob o prisma do Espiritismo/Espiritualismo onde nasci, me criei e estudo até hoje fazendo uma dupla com o Budismo.

4) De fato, o Antigo Testamento tem várias passagens onde se manda matar os inimigos. Há até um livro “Quando Deus mandou matar”, publicado pela antiga editora Juerp, autoria de um pastor batista e pode ser encontrado nos sebos.

5) Contraponho que é bem diferente da mensagem de Cristo, no Novo Testamento, que mandou amar/perdoar o próximo, seja ele inimigo ou não.

6) Respeitosamente abordo o assunto: sou contra o aborto (tema complexo) e a favor da Lei do Carma, a Justiça Divina, mas não incrimino, não criminalizo os casais ou mulheres que fazem ou fizeram aborto. Na verdade, faço orações por eles/elas.

7) Vejam as importantes palavras de Santa Madre Teresa de Calcutá: “Enquanto houver aborto provocado na face da Terra, não haverá Paz no mundo”.

8) É que os Espíritos das crianças abortadas cobram os familiares, das mais diversas formas.

9) Existe uma cerimônia budista japonesa de batismo para os Espíritos dos fetos abortados, eles recebem nomes e são considerados presentes nos lares como anjinhos(as) protetores(as), após a cerimônia.

10) Aborto é pena de morte para fetos indefesos.

62 thoughts on “Aborto é como chamamos a pena de morte para fetos indefesos. Pense nisso.

    • Que Deus da Biblia? Aquele que queimava nas chamas do inferno um pobre mortal que ousasse maldizer o Espirito Santo. Jesus falava que os infiéis rangeriam os dentes de dor se fossem contra o fantasminha sagrado! (E era o mesmo cara que pregava o amor ao próximo!)
      Quanto á opinião de Buda, não a considerarai sem levar em conta a era em que viveu.

    • Wendel, essa pastora serve ao Deus-Mamon, ainda se diz evangélica e pastora, aprovar esse crime contra a vida, “A cada um segundo suas obras, se má, garante o “Ranger de dentes”, e esse crime contra um ser indefeso, a TV Globo anos atrás, publicou um artigo, mostrando o “grito do silêncio”, do feto, na tentativa de fugir do “trucidamento”. O velho testamento, história do povo judeu, que apresenta um “Deus” parcial e terrível,foi substituído pelo “Novo”, a: Doutrina de Jesus Cristo – O Evangelho – Código da vida, nos apresentando um DEUS-PAI amoroso, justo, Misericordioso e justo para sua criação. 2.018 anos transcorridos, sua Doutrina deturpada pelas seitas, servidoras de Mamon, ” A cada um segundo suas Obras” e Pagarás até o último, ceitil” é Lei Divina para o Universo. A Dor que grassa no Mundo, é criação do homem pela Consciência e seu Livre arbítrio. Que Deus-Pai ampare essas Almas que as usa no mal, esquecida que a sepultura será aberta para a Prestação de contas, pois a Vida continua para a Alma imortal.

  1. De uns dias para cá, tenho pensado muito no tema.
    Uma das conclusões que cheguei, e não precisou pensar muito, é que o ser humano está em mutação.
    Como humanidade, ou pelo menores setores em crescimento, passamos a cuidar do meio ambiente (justo), cuidar dos animais (justo). alguns já são “”herdeiros de seus donos. Tem pessoas que não conseguindo mais conviver com pessoas, passaram a conviver com animais.
    No entanto, quanto ao ser humano, estamos regredindo. De repente, grupos de mulheres abriram mãos de ser mães.
    Fico imaginando alguém praticando, covarde e sistematicamente, abortos. E por favor, eles não tem nada a ver com a libertinagem sexual que algumas adotaram. Fazer sexo é bom e ajuda a viver. Fazer sexo como e com animais, tenho muitas dúvidas.
    Tantas formas de não engravidar, mesmo praticando sexo todos os dias, e deixam chegar a gravidez!
    Inicialmente pensei em recriminar. mas já estou evoluindo. Lembrei do “livre arbítrio”.
    E mais. Acho que cada um deve carregar seu fardo, arcar com as consequências de seus atos.
    Mas tenho um questionamento:
    – se as abortadoras querem serviço público, quem sabe um plebiscito possa resolver o problema.
    A sociedade deve dizer se é contra ou a favor ao aborto, mesmo que seja só no item custos hospitalares.

    Quanto a culpa ou penas para as praticantes, deixo para suas vidas futuras!

    Fallavena

    • Caro Fallavena, a ciência materialista, já provou que no momento da fecundação do ovulo, começa a vida, com 3 meses, todos os órgãos já estão formados, e nos próximos 6 meses, cresce, até ver a Luz da vida. O aborto só se justifica com o risco de morte da mãe. A mulher tem a “missão sagrada” de fazer valer a vida material para a Alma/Espírito reencarnar e caminhar na Estrada do Progresso, como filho pródigo, ao Criador: Deus-Pai, como consta no Evangelho de Jesus Cristo, deturpado pelas seitas com falsos profetas. Que Deus se apiede de nós!!

    • Corretas convicções? Para haver convicção deve haver prova material ou matemática – até as outras ciências não têm verdades definitivas!
      Muita gente tem convicção que Jesus pertence ao trio poderoso da santíssima família e tem a mesma essência! O senhor pode ter convicção, mas não me diga que ela é correta.

  2. Legalmente a morte é estabelecida com o fim das atividades cerebrais … Ninguém é obrigado , se a religião não permite não faça.

  3. Vá votar no cabo Daciolo (é esse o nome do distinto?) e seja feliz, “para a honra e glória do Senhor Jesus”.

    Mas depois não se queixe do resultado da mistura de religião com política.

    Votem no Demônio, mas aguentem a labareda. (Os eleitores do Crivella vivem isso.)

  4. “Deixai vir a mim os pequeninos!”

    Jesus ficou muito contrariado com a forma como seus discípulos trataram algumas crianças, certa vez!

    Imaginem o que Jesus pensaria naquelas que causam a sua morte? É o assassinato do ser mais indefeso que existe, e pior, no seio daquela que é guardiã escolhida por DEUS para proteger aquela vida frágil.
    A mulher recebeu de Deus um pedestal de majestade, pela maternidade, mas ela acha que é mais mulher se puder decidir o que fazer com o seu corpo, e no entanto não se dá conta que só está viva, porque Deus assim o desejou, pois nem se quisesse, de forma alguma, pode sustentar-se (no sentido de viver) por sua vontade própria. E mais, não dá o direito de escolha a quem não pode defender-se. É hediondo.
    Só aceitam o aborto, pessoas desequilibradas psicologicamente e desamparadas, sem moral alguma ou que não acreditam em Deus ou em uma vida celeste.
    A sociedade e os poderes constituídos também não facilitam nada nessa escolha de nós mulheres, pois hoje não é fácil criar um filho, falta trabalho, e se tem, não existem creches ou escolas suficientes para deixar eles, planos de saúde proibitivos e saúde pública precária, escolas e universidades que não preparam direito e estão tomadas por ideologias, só para começar.
    Tudo conspira para esse crime hediondo, e isso precisa ser mudado.

    • Muito li sobre interpretações dessa fala. Inclusive pedofilia. Maomé era pedófilo. Muitas semelhanças hão em várias passagens do profeta do islã em relação ao Jesus cristão. Veja documentário do Netflix

  5. Matar inocente a bíblia nunca incentivou !!
    Na bíblia culpados por pecados sim !!
    E outra coisa matar não é o mesmo que assassinar , no aborto é assassinato com requinte de crueldade.
    Não dá o direito de defesa …
    Em guerra são inimigos a serem combatidos ..
    Por isso existem nos países polícias para combater o crime , polícia é social e não para exterminar, essa é a diferença , colocar o exército para combater o crime não dá certo.
    Já o exército combate inimigos com liberdade para extermina-los.

  6. Em caso de estupro, existe uma quase unanimidade a respeito de abortar. Mas, e a criança fruto deste estupro, também não é um ser inocente igual ao da outra concepção consentida?

  7. Aborto é um tema complexo e polêmico, por isso não entro no mérito da questão se sim ou não.

    Particularmente, sou contra…

  8. Pois é, Victor Martins, também acho.

    Mas esses radicais da religião devem achar que o feto fruto de estupro deve nascer, para que a mãe sofra o resto da vida, vendo aquele ser, a materialização da violência sofrida, crescendo.

    Terá para o resto da vida a realização do estupro ali encarnada. Não terá o direito, como as demais mães, a graça de ver crescer uma pessoa que foi fruto do amor.

    Também acham, esses radicais da religião, que o anencéfalo, deve nascer. E se a vida da mãe está em risco, será que acham que ela deve correr o risco de morrer, em nome de um feto que sequer se sabe se progredirá?

    Misturar religião com política e direito nunca deu certo. Nem nuca dará.

    • 1) Prezado sr. Oigres Martinelli não sou radical da religião e nem radical em nada.

      2) Já publiquei vários artigos aqui – graças ao nosso editor – falando de ecumenismo e temas afins.

      3) Abordei um tema que eu reconheço complexo, escrevi isso.

      4) No texto eu disse: não incrimino, nem criminalizo os casais que fizeram ou fazem, completei que faço orações por eles porque é um momento dificílimo, então tratei do aspecto espiritual.

  9. Enquanto isso, a “elite brasileira” vai aumentando o salário em 16,36%. Pauta progressista de nada ajuda neste momento infame do brasileiro. Desculpe o dono do blog pelo achismo.

  10. O xará disse tudo, faço as palavras dele como minhas. Incrível como pessoas que se dizem pacifistas, contra a pena de morte, também sou, quando se trata de matar os fetos são à favor. Não entendo esta cruel diferenciação, matar é sempre um crime e sempre será.

  11. Rocha, meu caro amigo e professor,

    Em princípio, meus elogios à tua coragem de abordar um assunto tão sério e complexo, e expondo a tua posição neste particular, que és contra o aborto.

    Pois eu também sou contra esse crime!

    A bem da verdade, o ser humano não acompanhou o progresso científico e tecnológico, tendo estagnado a sua mente para dar lugar a ideias e pensamentos momentâneos, querendo apenas ter prazeres e sensações sem arcar com as suas responsabilidades.

    Que o sexo é sinônimo de vida, trata-se de um axioma, indiscutível.
    Logo, a consequência desta relação carnal entre um casal (homem e mulher, óbvio) é a chance de que ela fique grávida, e a nossa espécie continue.

    Agora, matar uma vida mesmo que no seu início porque o sexo que derivou esta futura criança era apenas para satisfação pessoal ou nem isso, o aborto é crime!
    Ali adiante a mulher e o seu companheiro vão novamente concordar com o aborto ou só ela, haja vista o corpo que gerará o filho é dela, e quem decide sobre o que dele será feito, se mãe ou não nesta concepção feminista é a mulher.

    Ledo engano.

    A partir do momento que o corpo feminino tem dentro de si um feto, o corpo não é dela exclusivo, mas um casulo para nova vida.

    Se fosse se arrepender do sexo que permitiu com quem não quisesse abortando posteriormente, ora, bastaria ter usado preventivos.
    Ou, antes de cometer esse ato imperdoável, que se proponha a ser esterilizada.

    A menos que a mulher tenha sido violentada, estuprada, que o feto faça-a correr risco de morte ou anencéfalo, o aborto deve ser consentido sim, e sem interpretações de juízes, mas uma lei que simplesmente diga as exceções e mais nada, caput.

    Mais:
    Que o aborto e suas penalidades sejam estendidas à mãe e ao pai!
    Muitas vezes a mulher se vê obrigada a tomar providências radicais e que não deseja porque o macho a abandonou, não assumirá a paternidade da criança e suas despesas concernentes.
    Pobre, sem maiores recursos, aborta ou até mesmo em condições, seja por traição ou capricho.

    Não concordo com discussões supostamente éticas a respeito, se o feto já seria um ser vivo, se quem decide é a mãe porque assim quer ou coisa que o valha.

    Impedir o nascimento de um filho é bestialógico, nos mesmos moldes de como eram tratados os prisioneiros nos campos de concentração nazistas!

    Então que a mãe tenha a criança e a doe, fácil, mas não a mate, com as exceções que formulei acima.

    Certamente este é um tema que jamais se conseguirá um denominador comum, porém não me venham com a alegação de mentes mais progressistas ou avançadas nesse caso, pois simplesmente causadoras de mortes hediondas!

    Parabéns ao artigo, Rocha.

    Abraços.

  12. Fico pensando se as pessoas que, querem a todo custo colocar isto na cabeça das outras, faze-las comungar de suas idéias, por bem ou por mal, não deveriam ter sido abortadas.
    Depois de liberado o aborto e a mortandade de aborteiras cair no colo do sus, que mata mais na fila do que no erro, qual será o discurso, mais verba.
    E como diz o Magno Malta, se o ovo de tartaruga tem proteção em lei porque o feto não.
    Mas como diz alguém acima, quanto ao crime, já vai ser um carma muito grande de se carregar tanto aqui quanto lá, seja lá onde lá for.

  13. Agora – e vou provocar o professor Rocha -, também não aceito que a mulher veja-se obrigada a ter um filho gerado através do estupro, haja vista ela ter de pagar pelo que fez em vidas pretéritas, o carma.

    Não mesmo.

    Não entendo como que um crime vai compensar os males que esta pessoa tenha praticado no passado, simples!

    E, certamente, a mulher que tiver esta criança poderá até amá-la, mas como explicar depois ao filho que ele foi decorrência de uma violência abominável?!

    E que viverá sem saber quem foi o seu pai ou porque está preso pelo crime que cometeu contra a sua mãe?!

    O aborto deve ter as suas exceções, e com a DEVIDA PROTEÇÃO DO ESTADO!

    • Bendl…Para complicar e pensarmos mais um pouco… pergunte para o filho de uma mulher que foi estuprada se ele gostaria de ter sido abortado. Acho que essa é a melhor pergunta para ser feita, demonstrando o amor incondicional que a mãe teve para com ele, que suportou uma dor moral e psicológica imensa pela vida do filho. Pouco vai importar quem é o pai nesse hora. Penso também que pai também não é só aquele que doa seus genes, pois desses existem muitos por ai e não estão nem ai para o filhos. Pai é quem cria, e o amor maior está ai. A mãe pode fazer o papel dos dois, assim como um pai também. Abraços.

        • Minha querida Daniela,

          Nada melhor do que uma mulher para abordar sobre o … aborto.

          A tua colocação é prodigiosa, indiscutível, quanto a se perguntar à mulher estuprada o que deseja, se ter a criança ou não.

          No entanto, Daniela, existem mulheres e mulheres, assim como homens e homens.

          Nem todas pensariam como aquela mãe, que resume dentro de si o amor incondicional!
          Haveria quem quisesse abortar, naturalmente, e esta vontade, a meu ver, deve ser respeitada, pois decorrência de uma violência sem par, que poderá trazer para a criança no futuro problemas psicológicos gravíssimos.

          Uma questão de foro íntimo, porém não com a licenciosidade que algumas feministas estão exigindo.

          Um abração, Daniela.

          • Bendl, entendo a preocupação com a mãe e filho que nasce nessa situação. Mas isso não seria adivinhar problemas psicológicos futuros, que podem vir a existir ou não. É um juízo antecipado, a condenacao de uma vida por algo que ainda não aconteceu e pode sequer acontecer? Uma vida depois de ceifada, não volta, e nunca vai se saber se aquela criança poderia ser imensamente feliz ou não. Poderia se tornar um médico, por exemplo, e salvar muitas vidas. Poderia ser o futuro presidente desse pais. Claro que poderia não ser tbm, assim como uma pessoa má.Mas é um julgamento imoral de algo não sabemos. Abraço.

          • Daniela,

            Concordo plenamente contigo, e me rendo às tuas argumentações.

            Quem sou eu para discutir contigo um tema que somente a mulher sabe de si e dessas questões sobre o aborto?!

            Eu apenas estou postando meus palpites, pois sequer opinião posso considerá-los.

            Tu, ao contrário – e muito te agradeço -, falas com propriedade, sensibilidade inata da mulher, e esta capacidade inigualável e incomparável que ela tem de … amar!

            Foi um momento mágico eu trocar ideias contigo neste particular, evidente que na condição de aprendiz, de ouvinte, de ignorante.

            Aliás, esta página está repleta de pensamentos masculinos, bons, inclusive, mas faltando a essência feminina, o conteúdo da mulher, o que ela tem para nos dizer.

            E tu estás fazendo isso com qualidade, e justamente colocando como inarredável e intocável o amor da mãe pelo filho!

            Parabéns, Daniela, pela aula que me deste.
            Nada como dividir um espaço como este com uma pessoa inteligente, e que sabe o que transmitir.

            Mais um abraço, e arrisco até acompanhado de um beijo nesta tua belíssima face.

            Saúde, paz e vida longa, Daniela.

    • 1) Meu prezado, vejo o Deus Shiva, da Trindade Hindu como Mitologia, aspectos de nossa personalidade.

      2) Nesse campo concordo muito com o psicanalista e pensador Carl Gustav Jung que tem livros ótimos sobre os Mitos do Oriente e do Ocidente.

      3) Se tiver relação com a reencarnação é simbólica.

      4) De acordo com a Espiritualidade no momento da concepção (permitida ou não) uma vida já se faz presente, então é a destruição desta forma de vida.

      5) Mas repito complexíssimo e o tema não deve ser tratado de forma passional (nem de um lado, nem de outro), o que é difícil.

      • Muito bem, amigo Rocha!!!

        Gostei quando o senhor citou a Mitologia e os estudos de Jung … realmente, “Homem nenhum é uma ilha”, conforme Teilhard de Chardin … e o Inconsciente Coletivo nos acompanha!!!

        Achei curioso que a nata da Intelectualidade Científica tenha abrigado a estátua de Shiva, o dançarino da Criação … sabe como é : são dois para lá e dois para cá … dois criando e dois destruindo!!! conforme o pensamento hindu!!!

        Dizem até que há cientistas que admitem que podem mesmo destruir o Universo com as pesquisas que por lá fazem!!! e então surgiria outro (aí entra a Dança).

        Até Francisco Pedro já se pronunciou!!!

        Se acontecer … será aborto do Universo???

        http://www.espacojames.com.br/?cat=31&id=14785 tem um vídeo curioso!!! Artigo N.º 14785 – CERN e o Grande Colisor de Hádrons – A empresa de Satanás na terra

        Em tempo … não sou contra a Ciência!!! tenho até uma Teoria explicando o c2 em e=mc2 kkk KKK kkk

        Abração do chegamais.

        • 1) Amigo Lionço, Feliz Dia de Santa Clara de Assis, gosto muito dela e do São Francisco de Assis, que a meu ver, com todo respeito, conhecia algo de Budismo, pois as ordens tem muita coisa parecida.

          2) Com frequência o Papa Francisco encontra-se com monges budistas, em suas viagens, gosto muito dele.

          3) A Ciência sabe que pode destruir o planeta Terra a qualquer momento, ainda não fizeram porque os parentes e amigos tb vão desaparecer fisicamente e virarem Espíritos.Mas não sou contra a Ciência, nunca foi.

          4) Shiva, respeitando-se as devidas proporções equivale a Jesus, destruir para re-construir.

          5) Aliás, há uma teóloga da Drew University, USA, que fala bonito: “O Reino de Deus é uma desconstrução dos reinos deste mundo” = Catherine Keller.

          6) Mais cedo ou mais tarde qdo o Sol apagar, daqui a alguns bilhões de anos, nossa Terra não terá mais vida como conhecemos hoje ou, bem antes, se alguns malucos jogarem bombas atômicas uns nos outros…

          7) Então vamos continuar o diálogo na TI Astral…

          8) E aí, a famosa Lei da Impermanência.

  14. Parece que a discussão não deveria estar na aceitação ou não do aborto e sim na sua abordagem jurídica. Este é um assunto ao qual ninguém muda de opinião e quem é a favor é a favor e quem é contra permanece contra. Algumas situações da vida, podem, até mudar os conceitos mas isto é muito raro. Não sou a favor do aborto mas contra a sua judicialização e, exponho os meus pensamentos.
    Estima-se que ocorram 80.000 abortos por ano no Brasil mas por outro lado existem 200.000 internações hospitalares decorrentes de abortos mal feitos, abortos espontâneos e outras situações similares e, também estima-se que pelo menos 100 mil sejam decorrentes de abortos induzidos e mal conduzidos. Como são números mal contabilizados, o número de abortos é muito maior do que os reportados oficialmente. Então, são pelo menos 100 mil leitos hospitalares que são ocupados sem necessidade. Essa é a primeira realidade. A segunda realidade é o número de recém-nascidos abandonados após o nascimento e que, só sabemos sobre aqueles que são encontrados, mas nada sabemos sobre aqueles que são enterrados, até mesmo, vivos. A terceira realidade é que duas mulheres morrem por dia por aborto mal conduzido. A quarta realidade é que as mulheres com condições financeiras fazem o aborto em clínicas seguras e as pobres no açougue da esquina. As chances de quem tem condições são de 99,9% de não sofrerem nenhuma consequência enquanto as pobres, em geral acabam em um hospital com hemorragia quando não com infecção generalizada e ainda, vão sofrer um processo pelo MP. E, a quinta realidade trata dos nascidos e indesejados. Certamente vão se transformar em menores delinquentes, que crescerão abandonados e com caminho seguro para se transformarem em traficantes, ladrões e assassinos.
    Então me pergunto: isso se chama vida? O que me vem à mente quando se judicializa o aborto é o conceito machista de que a mulher tem é que sofrer. Pensei que esse pensamento seria algo do passado mas ele continua muito presente. As religiões continuam massacrando as mulheres e nada mudou. Na minha igreja, quando eu ainda a frequentava existia uma frase acima do púlpito que dizia: Deus é amor. Quando tiraram, deixei a religião de lado.

  15. Essa do ser humano estar pior que antes procede, mas daquele ser humano igual aos outros animais antes do advento da mente. Com ela o ideal, e com ele a loucura de todos nós.

  16. Me consorcio com o Darcy Leite na saudação e parabenização ao comentarista Paulo 2.

    Somente acrescento o seguinte.
    Os que são contra o aborto dão a impressão de que, aprovada a lei, serão obrigados a serem a favor do aborto. Não, claro que não.

    Quem, por uma situação ou outra, estiver em dúvida em fazer ou não o aborto, mas for contra, que não o faça. É óbvio que a lei somente liberará o aborto, nas condições que especificar, mas, jamais, o tornará obrigatório, a quem quer que seja.

    Apenas não levará para o banco dos réus vítimas da sociedade (no modelo atual), enquanto outras pessoas, que têm condições de praticar o aborto até no exterior – sem configurar crime – ficam em condições privilegiadas, livres de qualquer penalização.

    E, por fim, deve ser considerado que qualquer mulher – e inclusive o pai da criança e demais membros da família – fazem o aborto com enorme peso de consciência, mas certos de que, dadas as condições afetivas entre os dois, ou financeiras – ou qualquer outra que lhes aproveite -, jamais praticarão o aborto como objeto inicial de seus desejos, mas como solução última (e pesada) para algo que pode se tornar um problema permanente para eles.

    Tirem da cabeça que aborto equivale a assassinato. Se assim fosse, o uso de preservativos deveria ser enquadrado, no mínimo, como tentativa de homicídio.

    • Oigres, corretas as tuas observações. Ninguém é a favor do aborto, apenas que ele não seja judicializado. A escolha de fazer ou não fazer, passa pela consciência de cada um e a decisão a cada um pertence. Num país, onde acontecem 65.000 homicídios por ano deveríamos, pelo menos, repensar muito sobre as nossas discussões. E, esta é uma discussão muito mais religiosa do que pragmática.

    • Prezado Martinelli,

      Humildemente eu pediria ajuda quanto à judicialização do aborto ou, pelo que entendi, o aborto não se constituiria crime, conforme bem escrito pelo Paulo2.

      Uma vez o CASAL livre das penalidades que hoje existem, pergunto:
      Não haveria um aumento indiscriminado de abortos no país?!

      Acredito que, na maioria dos casos, a discussão filosófica e ética sobre a questão devem ser deixadas de lado.

      O problema é a respeito de uma vida!

      E, depois, uma vez a mulher engravidada mesmo que seja no seu primeiro dia, o corpo não lhe pertence como exclusividade, mediante o que afirmei acima, pois se torna um invólucro de um ser humano que poderá ser inigualável ou um dos piores, mas esta atitude de se ter ou não um filho é o verdadeiro LIVRE ARBÍTRIO, enquanto do sexo puramente carnal, e que traga como consequência uma criança, decididamente não poderia ter o seu final arrancado do ventre materno como uma doença e de acordo com a vontade simples da mãe ou dos pais!

      Penso que o aborto deve ter barreiras, deve ter regras, pois se não existi-las, então a criança que sobreviveu ao nascimento pode ser morta quando em tenra idade!

      Uma espécie de teste drive, ou seja, “vou ficar com o meu filho” ou “não gostei dessa criança, vou dar cabo dela”!!!

      Que tenhamos cada vez mais poderes, porém sobre a vida de qualquer outro ser humano estanca a decisão de concedê-la ou não a vida, pois extrapola a nossa própria condição de … humanos!

      E, digo mais, e falando sério:
      A livre prática do aborto porque a mãe decide em ter o filho ou não, proporcionará o surgimento de malucos alegando que, se comer o feto, a mulher e o pai ou só ela, terá beleza e saúde!!!!

      Mais um pouco e retornaremos ao canibalismo, pois se a mulher pode extirpar de dentro dela uma criança, pode perfeitamente comê-la como uma espécie de culto!

      Ora, meu caro, ao ser humano, balizamentos, em razão da sua rebeldia indomável.

      Um grande abraço.
      Saúde e paz!

      • Concordo, Bendl, que a mulher não deveria ter o direito de decidir pela vida do bebê.
        Abro até outra questão, a mãe não quer o bebê, mas o pai quer, tem ela o direito de matar o filho que o pai quer?
        Mas, acho que cada um deve decidir por si, apenas não concordo em engrossar as filas do SUS com abortos que poderiam ser evitados com uma simples pílula, conseguida de graça em Postos de saúde.

        • Minha querida Teresa Fabrício,

          A participação tua neste assunto é imprescindível, assim como foram brilhantes os comentários da Daniela.

          Só mesmo a mulher para debater essa questão de suma importância.

          Até porque, Teresa, há um outro aspecto transcendental sobre a criança que nasce com esta aura de indesejada, tenha sido ocasionado o seu nascimento pelo estupro ou por uma relação sexual fortuita, e que tenha redundado em filho:
          O sofrimento desse menino ou menina, que terá um abismo dentro de si pela sua condição de não ser amado(a) como deveria, e crescer sem sentimentos, pois desconhece o afago, o carinho, o amor de seus pais!

          Logo, o aborto deve ser permitido quando a mulher for violentada, o bebê nascer anencéfalo ou a mãe correr risco de morte.

          E, depois, se não quiser o filho, que doe, mas não o mate!
          Ou, então, que se esterilize.

          Um forte abraço.
          Saúde e paz.
          Excelente fim de semana junto aos teus amados.

        • 1) Obrigado Teresa por sua importante reflexão.

          2) Li outro dia nas redes que a maior participação do tema na internet, sobre o aborto, é dos homens.

          3) As mulheres maduras falam pouco do assunto. As mais novas, em geral, xingam os homens que são contra.

          4) Bom fim de semana a todos (as). Inclusive os milhões de Espíritos de Fetos abortados que pairam na Erraticidade*

          (*) Local onde os Espíritos ficam, quando ainda não encontraram o seu Lar Espiritual, no Astral.

  17. Depois de inúmeros comentários bem cunhados, diga-se, podemos crer que no fim das contas o aborto ou é por pobreza ou é por falta de educação sexual, e quem deveria fornecer ambiente favorável para se ter riqueza e educação, está roubando o dinheiro, e assassinando brasileiros no ventre das mães.
    No fim das contas estamos desviando o foco, o criminoso é o governo que rouba e deixa roubar enfraquecendo a sociedade e depois dando soluções que não resolvem os problemas.

    • Al
      me permita, mais uma vez, perguntar: quem nasceu primeiro, o governo ou a sociedade? Quem criou quem?
      Os governos e os governantes tem muito da sociedade, para não dizer que “tem tudo da sociedade”.
      Se estão errados, fomos nós que erramos (se não nós, pessoas como nós.
      O governo mata crianças de outra forma, mesmo que as mate sem abortá-las.
      Quando oferece uma escola vencida, desqualificada sob todos os aspectos, tem uma parte da culpa. O resto é nossa culpa por aceitar.

      Mães matam filhos. Pais matam filhos e mães. A falta de valores na sociedade produz governos sem valores.

      Enquanto buscarmos responsabilidades nos outros, não estaremos assumindo as nossas.

      Abraço
      Fallavena

  18. 1) Em primeiro lugar, obrigado ao CN, por mais uma vez abrir espaço para as minhas linhas. A charge é ótima.

    2) Em segundo, agradeço aos demais, contra ou a favor, dialogamos nesta tarde fria. Os debates ajudaram a aquecer o ambiente.

    3) A Filsofia Budista informa que estamos vivendo em uma era de paixões muito fortes, intensas, em todos os campos. E o recomendável é tentarmos conversar imparcialmente…

    4) Claro que cada um tem o seu lado a defender, mas que esta defesa seja democrática, o que o Buda sempre sugeriu.

    5) Já escrevi aqui na TI, mais de uma vez, que respeito os ateus, agnósticos, céticos.

    6) O texto não quer e não quis fazer converter ninguém, apenas expor na mesa da TI alguns parágrafos para o diálogo.

  19. Essa polêmica sobre o aborto vem de muito tempo.

    No século IV Agostinho [ Santo Agostinho] defendia que só a partir de 40 dias após a fecundação se poderia falar em pessoa.

    Quase mil anos depois , no século XIII, Tomás de Aquino[ Santo Tomás de Aquino ]reafirmou não reconhecer como humano o embrião que não completou 40 dias, quando lhe seria infundida a alma racional.

    Em 1869 o Papa Pio IX condena toda e qualquer interrupção voluntário da gravidez.

    Abraços.

  20. Essa afirmação de ser “budisticamente” contra ardeu nos olhos! É muita burrice… Das afirmações fazendo alusão ao budismo das mais idiotas…
    É como se fala por aí que Buda era vegano, vegetarian, coisas do tipo, quando na verdade se fosse preciso comer carne ele comeria.

    • 1) Obrigado Daniel…

      2) Até onde estudei, a Filosofia Budista fala em compaixão e eu quis escrever – certamente não soube – que todas as formas de vida, embrionárias ou não, merecem a nossa compaixão.

      3) Abraços !

        • 1) Escola Theravada, em 1970, um livreto básico da antiga Sociedade Budista do Brasil.

          2) Dalai Lama: “A prática da Benevolência e da Compaixão”, 2002.

          3) Por favor, me fale um pouco dos seus conhecimentos budistas, desde já agradeço.

          4) A meu ver, todos os 84 mil ensinamentos de Buda abrangem a Compaixão e outros itens.

  21. O PERÍODO EMBRIONÁRIO define a fase do desenvolvimento que se prolonga DA FECUNDAÇÃO ATÉ À 8ª SEMANA da gestação altura em que o embrião se passa a chamar “feto”, começando a aparecer as características humanas.
    Tomando as definições técnicas do diagnóstico da morte cerebral como parâmetro, em sentido contrário, façamos a a defesa razoavel da proteção que deveria recair sobre vida viável – até porque até o segundo mês o que mais ocorrem são abortos espontâneos, e quando sequer existe formação das ligações neurais que ocorrem no terceiro mês.
    Daí que países desenvolvidos, de população esclarecida e menor influência religiosa, quando admitem o fazem até o terceiro mês sem grandes problemas, embasados cientificamente deixando as paixões de lado, bem como a pretensão de manutenção domínio homem sobre a mulher.

    • 1) Meu artigo abordou aspectos espirituais.

      2) Alguns textos do Budismo Mahayana falam “tudo que tem vida é Buda” e portanto merece a nossa reverência, mormente o Zen.

      3) Vida não apenas física, mas tb vida em outras dimensões..

      • Desculpa. Mas o fato de estar uma doutrina (por suas escolas) assentada na crença da reencarnação como pilar. Da natureza imaterial da mente (entidade não física) e rejeição de que seja fruto da matéria (cérebro).
        Qualquer lógica e debate será utilizado para provar (reafirmar) da melhor maneira possível o que os fundadores da tradição haviam estabelecido como verdade – portanto avaliação racional e escrutínico falsos.

  22. Agradeço tbm pelo espaço aqui que nos foi disponibilizado para trocarmos ideias sobre algo que acredito ser essencial. Agradeço tbm aqueles que souberam escutar (ler). Abraços a todos. Saudações.

    • 1) Oi Daniela, muito obrigado; vc tocou em um assunto muito importante, tema que ando amadurecendo para um futuro artigo.

      2) Saber ouvir/escutar/ler é muito raro, pois em geral qdo se tenta fazer uma dessas três coisas a mente influi com pensamentos, conceitos, emoções, sentimentos, ilações, deduções, interpretações as mais diversas etc.

      3) Era o que o Buda dizia com “ver as coisas como elas são”, isto é, sem rótulos condicionantes que geram outros pensamentos/leituras…

      4) Lembrei de um livro clássico do filósofo Paul Ricoeur “O Conflito das Interpretações – Ensaios de Hermenêutica”, 1978.

  23. Acredito que o amadurecimento e o convencimento de ideias se da dessa forma, não em confrontos, mas em trocas de ideias e informações que evoluem na mente dos participantes, levando a uma convicção, a “um tesouro escondido”. Abraços.

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