Acredite se quiser: PT ainda se divide sobre troca de Lula por Haddad

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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)

Mônica Bergamo
Folha

O PT ainda discute internamente como fazer a troca de Lula pelo ex-prefeito Fernando Haddad na cabeça da chapa presidencial. Há divergências sobre o discurso a ser adotado a partir de agora. Uma ala do partido ainda quer insistir na tese de que o ex-presidente tem chance de disputar a eleição, esgrimindo decisões da ONU e recursos ainda pendentes de julgamento no Supremo Tribunal Federal.

Por esse grupo, Haddad seria registrado no Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça (11), prazo final dado pela corte para que a legenda apresente um candidato e não perca o tempo de TV, mas o partido seguiria dizendo que Lula pode voltar.

HADDAD – Uma outra ala é frontalmente contrária à ideia. E argumenta que Haddad precisa de tempo para ser conhecido como candidato de Lula, precisando ocupar com urgência a TV, em programas e debates, como o nome que definitivamente disputará a eleição.

O eleitorado de Lula precisaria entender com clareza que o ex-presidente está definitivamente fora, mas escolheu Haddad para substituí-lo.

Os próprios seguidores do ex-presidente no Facebook têm dado sinais de que a estratégia de manter o suspense em torno da candidatura de Lula se esgotou.

PELO AMOR DE DEUS – Numa postagem no perfil do ex-presidente na rede que informava que os advogados teriam conseguido uma segunda liminar na ONU a favor dele, vários comentários pediam a indicação rápida de Haddad.

“Coloca o Haddad pelo amor de Deus. Não há mais tempo. Será que vocês não entendem que jamais irão liberar Lula?”, diz uma internauta. “Estão demorando demais para lançar Haddad e Manu, estamos perdendo votos…”, diz uma segunda eleitora.

7 thoughts on “Acredite se quiser: PT ainda se divide sobre troca de Lula por Haddad

  1. Não deu.

    Nem com facada Bolsonaro rompe o teto de um quarto do eleitorado.

    Tem 24% na pesquisa Datafolha, apenas 2% a mais do que tinha no levantamento anterior, sem a presença de Lula.

    Oscilação dentro da margem de erro para quem teve quatro dias de exposição onipresente na mídia equivale, rigorosamente, a nada.

    Já Fernando Haddad pulou de 4% para 9%, o que o deixa em empate técnico com Ciro Gomes (13%), Marina Silva (11%) e Geraldo Alckmin (10%), antes mesmo de ser entronizado como o candidato do Lula.

    Entre os mais pobres, com renda até dois salários mínimos, passa de 3 para 10%.

    Estre os que têm ensino fundamental, apenas, de 2 para 8%.

    E a sua campanha só começa amanhã.

    Lula comanda a eleição, mesmo quando o perseguem, cassam, proíbem.

    O processo começou e só à força poderão conter a vontade da população.

    E em quinze dias Haddad mais que dobra a intenção de voto.

    https://goo.gl/qewPPP

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