Advogado assume que defendeu Adelio Bispo de graça, para ganhar fama na mídia

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Ninguém pagou aos advogados que defenderam o esfaqueador

Lauro Jardim
O Globo

Jair Bolsonaro não se conformou com a decisão da Justiça de absolver Adélio Bispo por considerá-lo inimputável. “Jogadinha de ser maluco”, chegou a dizer Bolsonaro sobre o veredicto. Vai gostar menos ainda do que a Polícia Federal tem a dizer sobre outra investigação, desta vez acerca de Zanone Júnior, o advogado do seu esfaqueador.

Bolsonaro já disse mais de uma vez que o suposto mandante da facada estaria por trás do pagamento dos honorários do advogado.

ERA MENTIRA – Zanone sustentou desde o início que o dinheiro para defender Adélio lhe foi dado por “um religioso de Montes Claros (MG)”, que não queria aparecer. Só que a investigação da PF, em fase final, aponta para uma novidade: ninguém pagou pela defesa. O advogado resolveu assumir o caso de graça e inventou uma história.

A motivação foi a mesma que o levou a defender gratuitamente Bola, o ex-policial que se envolveu no caso do goleiro Bruno. Zanone queria faturar com os holofotes de um caso supermidiático.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Não há surpresa. O excelente colunista Lauro Jardim confirma a informação publicada na Tribuna da Internet assim que se noticiou que o advogado não revelava o nome do pagante. A busca de notoriedade entre operadores do Direito é fato é muito mais comum do que se pensa. Na mesma época, Antonio Santos Aquino apostou aqui na TI que Adelio Bispo tinha problemas mentais e não gostava de Bolsonaro devido a suas provocações às minorias e aos negros quilombolas. Não deu outra.

Uma médica psiquiatra que foi assistente técnica de Bolsonaro e outra contratada pela defesa de Adélio concordaram sobre os problemas mentais do réu. “Todos os profissionais médicos psiquiatras que atuaram no feito, tanto os peritos oficiais como os assistentes técnicos das partes, foram uníssonos em concluir ser o réu portador de transtorno delirante persistente”, diz a decisão do juiz que sentenciou Adelio Bispo. (C.N.)

23 thoughts on “Advogado assume que defendeu Adelio Bispo de graça, para ganhar fama na mídia

  1. E ele não se envergonha dessa fama… Mas em termos de competência no trabalho infame que realiza, até que foi bem sucedido; afinal o “doido” em breve será declarado curado por algum companheiro amigo e será solto para receber os aplausos de seus admiradores psicopatas.

  2. Claro…e a caixa preta do avião do Eduardo Campos se auto desligou e não gravou nada por acaso. E o mordomo do Tancredo, João Rosa, morreu um dia depois do patrão com diverticulose por mera coincidência. Tudo óbvio ululante.

  3. Eu pensando que quem estivesse pagando o advogado fosse o Jean Wyllys, bancado por uma gigantesca conspiração CUMUNISTA, GLOBALISTA e com a participação da NOVA ORDEM MUNDIAL a serviço de George Soros para destruir os valores da civilização judaico cristã……

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

  4. Que vergonha ! Quatro advogados já conhecidos no meio jurídico trabalhando de graça para um criminoso confesso. Acreditar nesse conto de fadas é sinal de deterioração mental grave ou cinismo descomunal. Afirmar isso mostra que os advogados de Adélio não se importam em insultar a inteligência das pessoas.

  5. Mais um coelho tirado da cartola.
    Como dizia a Madre Superiora, só acredito em doido que come bosta e rasga dinheiro.
    Não duvido mais nada, na defesa do Bispo vai aparecer mais testemunhas que a corte de eunucos do Rei Xerxes, que viram de corpo presente, e ausente, quando filmaram com o auxilio do Verdevaldo o Zanone registrar em fotos o Bispo Alienado comer de um virada só um penico cheio de bosta.
    Quác! Advogados que operam movidos a leite de pato e ossos de barata é o nosso ponto forte da Justiça.

  6. Tá bom!!! Considerando que o advogado mentiu antes e esteja, agora, falando a verdade, ainda tem que responder: quem pagou a passagem do voo do Adélio?, quem pagou a estadia no hotel em JF?, como um desempregado possui dois celulares e um tablet, e qual a origem dos quase R$14.000,00 encontrados no quarto do hotel?

  7. A bem da verdade, a atuação do advogado nem foi tão importante assim. Adélio foi declarado incapaz por laudo psiquiátrico. Ou seja, o papel decisivo foi dos peritos. Se tivesse sido defendido por defensor público, não teria feito diferença.

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