Agressividade excessiva de Trump demonstra que a vitória será conquistada por Joe Biden

A ocupada agenda de Biden em seus primeiros 100 dias se for eleito presidente - SWI swissinfo.ch

O democrata Joe Biden já pode ser declarado vencedor

Pedro do Coutto

Escrevo este artigo no final da tarde desta quarta-feira, dia 4 quando os resultados parciais apontavam 248 colégios alcançados por Joe Biden contra 214 do atual presidente dos EUA. Faltavam, portanto,  22 pontos para que completasse a maioria necessárias para decidir a eleição. Pessoalmente, não tenho dúvida quanto a vitória de Biden. Tal certeza reside também no fato de na madrugada de quarta-feira Donald Trump ter começado a anunciar ações na Justiça contra os resultados. Manifestou, com tal atitude, sua própria derrota nas urnas.

Agora a política internacional ganha nova conotação e um novo estilo mais seguro e tranquilo, na medida do possível em relação aos desdobramentos internacionais.

NOVO PARONAMA – A modificação de panorama inclui-se o Brasil de Jair Bolsonaro, que terá de reformular posições as quais a visão conservadora preponderou. Bolsonaro perdeu pontos na eleição da Argentina, perdendo também na solução que apontou para a Bolívia, rumo que foi rebatido nas urnas recentes desse país.

A partir de hoje, seu terceiro posicionamento levou-o a mais uma derrota. Torcia intensamente para Trump, mas a vitória foi do ex-vice presidente de Obama.

Um dos pontos a serem revisados refere-se claramente ao panorama da Amazônia, preocupação que se estende envolvendo desmatamentos capazes de contribuir para o aquecimento global.

DERROTA DA DIREITA – Assim, uma nova fase começa para nosso país. A queda do presidente Donald Trump, acima de tudo, assinala uma derrota da extrema-direita. Claro que nem todos os direitistas são extremados. Mas todos os direitistas são conservadores. E nem vale a pena falar da extrema-esquerda, pois essa já desapareceu nesse mundo, na estrada do tempo.

Hoje as posições de esquerda referem-se a mudanças sociais. Caso da redistribuição de renda.

14 thoughts on “Agressividade excessiva de Trump demonstra que a vitória será conquistada por Joe Biden

  1. Trump tem um “exército” a postos caso não vença. O perigo das milícias armadas nos EUA

    A narrativa do “exército pró-Trump”, usada na campanha eleitoral do Presidente norte-americano, encontrou eco em milícias armadas e outros grupos de extrema-direita. Ao longo da campanha, Trump nunca os condenou publicamente. Numa eleição em que o resultado pode permanecer incerto durante vários dias, muitos receiam que o país dividido parta para a violência.

    https://rr.sapo.pt/2020/11/04/actualidade/trump-tem-um-exercito-a-postos-caso-nao-venca-o-perigo-das-milicias-armadas-nos-eua/video/254239/

  2. 1) Certa feita li alhures que um místico russo falava da possibilidade de uma nova guerra da secessão nos EUA e o país se dividir em dois.

    2) li tb alhures, um místico do Islã falando algo parecido…

    3) Por fim, nosso bom Chico Xavier falou que alguns países poderiam se dividir…

    4) Quem sabe esta hora está próxima, espero que não e que tudo acabe bem lá na Matriz, mas possíveis escaramuças por lá vão influenciar vários grupos paramilitares/milícias em vários países.

    5) Coisas do apocalipse ou apocovidse… oremos…

  3. UM MUNDO PONTILHADO POR TOCAIAS. Países que ocupam uma posição geopolítica estratégica, EUA e seus comparsas se esforçam até atraí-los para a OTAN. Claro que dependendo da importância que o novo parceiro tiver, de pronto, será implantada uma base militar da Aliança. Mas isso não sai de graça, não: a “nação-tocaia” recebe algumas recompensas, inclusive e preferencialmente, financeira. Eis a razão pela qual a Rússia se encontrar cercada.
    Países como China e Rússia, sem a rede de cúmplices que os Estados Unidos construiu ao redor do mundo, esses se viram como podem. China inovou cravando ilhas artificiais, na sua faixa marítima. Outro artifício, válido também para a Rússia, consiste da implantação, noutros países, de estações meteriologicas e/ou de monitoramento de satélites do país inquilino. A princípio, tais agências não dispõem armas belicas. Mas, com o passar do tempo e as divisas vultosas entrando…… A próxima estação dessa modalidade, será implantada na África do Sul, cuja proprietaria é a Rússia. A China já fincou uma idêntica aqui, na Argentina.
    Recentemente, o presidente de uma republiqueta minúscula, constituído por ilhotas no Pacífico, cujo nome é Palau, ofereceu sua pátria a Trump, a fim de que ele implntasse ali mais uma base militar. O pingo de país dista 1.500 quilômetros da China. Vai virar moda, países miseráveis e insignificantes venderem seus escudos para as superpotências estabelecerem TOCAIAS.

  4. Parafreseando um suposto dito de Charles de Gaulle sobre John Kennedy e Lyndon Johnson, pode-se dizer que Kamala Harris e Joe Biden são as máscaras da América; Donald Trump é a face real dela.

    Afinal, há alguém que melhor encarne o que a matriz USA realmente é na sua arrogância e presunção, que a figura inchada, vulgar e fanfarrona de Donald Trump? Talvez seja esse o motivo porque a “zelite” americana o despreza tanto.

    Mas ninguém se preocupe, na Casa Branca sob nova direção a agressividade deixará de ser em palavras para ser em atos, e continuará a política de ameaçar a Rússia e a China, desestabilizar regimes que não servem aos interesses ianques, de bombardeios e ataques de drones, superalimentar o complexo industrial-militar, além da eterna expansão da OTAN a ponto dela acabar extrapolando do Atlântico Norte, para proteger o Ocidente sabe-se lá de quem, talvez dos incas venusianos, já que seu antagonista original, o Pacto de Varsóvia, desapareceu há décadas.

  5. Parafreseando um suposto dito de Charles de Gaulle sobre John Kennedy e Lyndon Johnson, pode-se dizer que Kamala Harris e Joe Biden são as máscaras da América; Donald Trump é a face real dela.

    Afinal, há alguém que melhor encarne o que a matriz USA realmente é na sua arrogância e presunção, que a figura inchada, vulgar e fanfarrona de Donald Trump? Talvez seja esse o motivo porque a “zelite” americana o despreza tanto.

    Mas ninguém se preocupe, na Casa Branca sob nova direção a agressividade deixará de ser em palavras para ser em atos, e continuará a política de ameaçar a Rússia e a China, desestabilizar regimes que não servem aos interesses ianques, de bombardeios e ataques de drones, superalimentar o complexo industrial-militar, além da eterna expansão da OTAN a ponto dela acabar extrapolando do Atlântico Norte, para proteger o Ocidente sabe-se lá de quem, talvez dos incas venusianos, já que seu antagonista original, o Pacto de Varsóvia, desapareceu há décadas.

    • OTAN será desfacelada pelo “efeito torre de Babel”. À proporção que uma estrura se verticaliza, aumenta a sua flexibilidade e o consequente desalinhamento do eixo. Insatisfações internas, insubordinações, fogo amigo etc. Fogo amigo é o que França e Turquia, duas nações membros da Alianças, estão travando. Há meses, o comando da OTAN advertia o presidente turco Erdogan, que não adquirisse o sistema de defesa antiaérea S-400 da Rússia. Em vão, o mandatario turco foi lá e comprou.
      Tido como o mais eficaz sistema dessa modalidade, atualmente, a OTAN teme que caças F-35, operando nos arsenais de paises, pontenciais inimigos da Turquia, pudessem ser abatidos pelo sistema russo, aí estaria desfeito o blefe e milhões em prejuízo à fabricante norte-americana, cuja unidade pode passar de US$ 100 milhões.
      Outro fator corrosivo para a OTAN é liberdade que hoje às nações do “contra” têm de se armarem, sem pedirem anuência à URSS ou aos EUA, como outrora. Quem produz componentes bélicos quer é vender, para não dar espaço à concorrência. Controles e proibições já valem pouco diante da tentação financeira do adquirente.

      • Num mundo mais justo, a OTAN teria sido dissolvida junto com o Pacto de Varsóvia. Em vez disso, foi expandida para o leste europeu, a pretexto de defender a região da Rússia, mesmo quando o país estava falido sob o governo neoliberal de Ieltsin e queria uma aproximação com os americanos.

  6. ATENÇÃO: A ELEIÇÃO DE BIDEN NÃO SE CONCRETIZARÁ

    PS-MICHIGAN – Do nada foram computados 180.000 votos SOMENTE para Biden,onde Trump vencia com boa margem.
    Atenção: NENHUM voto foi para Trump ou qualquer outro candidato.Isso é IMPOSSÍVEL.

    PS-Não precisa ser Ph.D em Estatística para verificar o gráfico.A curva cessou para Trump e
    deu pico ascendente para Biden (de 180.000 votos).

    Se isso não é FRAUDE,o que é então?

  7. Do livro de Layle Rossiter (Ph.D em psiquiatria).

    “Todo esquerdista tem como meio de vida,MENTIR.
    Um grave desvio de caráter”.

    “Somente um doente mental entrega os destinos de sua vida ao Estado.”

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