Alcolumbre dá “emprego” a Léo Índio, o sobrinho querido de Bolsonaro, com salário de R$ 21,4 mil

Primo dos filhos de Bolsonaro atuou na Alerj e como vendedor de marcas de  roupas - Política - iG

Léo ìndio tem muita sorte e consegue empregos facilmente

Ana Mendonça
Estado de Minas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), empregou Léo Índio, sobrinho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na Diretoria-Geral da Casa. Índio assumiu o posto já a partir desta quinta-feira (3), com salário de R$ 21,4 mil.

Até outubro, ele trabalhava no gabinete do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com dinheiro na cueca em uma operação da Polícia Federal. Para evitar maiores desgastes, o senador, que era um dos vice-líderes do governo, se licenciou do mandato por 121 dias. Léo Índio, por sua vez, foi transferido para a Primeira-Secretaria, comandada pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC).

Agora, subiu um degrau ao se tornar apadrinhado do presidente da Casa.

FIGURA ESTRANHA – Léo Índio se tornou uma estranha figura pública após a vitória de Bolsonaro na eleição de 2018 devido às redes sociais. O sobrinho do presidente costumava aparecer constantemente em fotos ao lado do primo, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos/RJ). Durante os primeiros meses de governo Bolsonaro era comum vê-lo em reuniões internas e agendas externas do  presidente.

Ele é sobrinho de Rogéria Bolsonaro, primeira esposa de Jair e mãe do vereador Carlos (Republicanos-RJ), do deputado Eduardo (PSL-SP) e do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Na nova lotação, a remuneração do sobrinho do presidente seguirá a mesma: R$ 21,4 mil. O ato é assinado pela diretora-geral, Ilana Trombka, responsável pela gestão administrativa do Senado Federal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
Era só o que faltava, diria o Barão de Itararé. Léo Índio chama-se Leonardo Rodrigues de Jesus e na vida jamais teve um trabalho de verdade. Durante sete anos, a família o abrigou como contratado no gabinete do primo Flávio, na Assembléia do Rio de Janeiro. Após a posse de Bolsonaro, mudou-se com o primo Carluxo para Brasília.

Léo Índio, mesmo sem ter sido nomeado, ganhou um crachá laranja, com acesso a todas as dependências do Planalto, inclusive o gabinete presidencial. Junto com Carluxo, os dois são inseparáveis, costumava assistir a reuniões do ministério, com o celular na mão, numa época em que os ministros eram proibidos de entrar no salão com seus telefones portáteis, porque Bolsonaro tinha medo de ser gravado.  

A presença de Léo Índio em Brasília e suas sucessivas nomeações para cargos públicos demonstram que há algo de podre – mas muito podre, mesmo – na política brasileira. O fedor pode ser sentido a quilômetros de distância. (C.N.)

11 thoughts on “Alcolumbre dá “emprego” a Léo Índio, o sobrinho querido de Bolsonaro, com salário de R$ 21,4 mil

  1. WOOOOOOOOOOOOOOOOOOW !!!!!!!!!!!!

    Como é que os quadrúpedes borxonaristas costumam zurrar mesmo????

    “Ainnnnnnnnnnnnn, acabô a mamata!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

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  2. Sr. Newton
    Por falar em fedor.
    Veja que interessante esta máteria.
    Parece que “pegaram” mais uma ratazana saindo do esgoto da corrupção com as famosas rachadinhas.
    Mais um problemão para o Presidente BolsoRachado….

    RESIDÊNCIA DA CÂMARA

    Rachadinha volta a assombrar Bolsonaro com deputado Arthur Lira.

    https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/12/03/interna_politica,1217027/rachadinha-volta-a-assombrar-bolsonaro-com-deputado-arthur-lira.shtml

  3. Este cara é tão sortudo quanto o Gastão, aquele primo do Pato Donald. Em meio a pandemia ganhar um empregão assim é coisa para pouca gente, só para gente muito “competente”.

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