Alvaro Dias defende eleição na magistratura para escolher os ministros do STF

Alvaro Dias

Alvaro Dias deu uma dentro, como se dizia antigamente

Deu em O Tempo
(Estadão Conteúdo)

O candidato do Podemos à Presidência, Alvaro Dias, defendeu na noite desta quarta-feira (8) em São Paulo mudança no modelo de escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Na proposta de Dias, uma eleição seria feita pela magistratura e os seis mais bem colocados formariam uma lista. Desta relação, o presidente escolheria um nome, que seria sabatinado pelo Senado

O senador paranaense esclareceu ainda que não procurou o juiz federal Sergio Moro, nome que Dias defende que seja nomeado ministro da Justiça em um eventual governo dele.

“Não o procurei pessoalmente porque acho que seria deselegante”, afirmou a jornalistas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Excelente proposta de Alvaro Dias, que marcou um ponto em relação ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), que disse pretender nomear mais onze ministros para o Supremo, mas sua ideia pegou tão mal que ele teve de desistir. (C.N.)

17 thoughts on “Alvaro Dias defende eleição na magistratura para escolher os ministros do STF

  1. Uma boa intenção,também, assim como a de Bolsonaro…..
    Ficar livre desta horda é o desejo de todo brasileiro consciente.
    Mas de que forma.?
    Como seria essa seleção que Álvaro Dias propõe.? Uma seleção de bandidos onde o menos pior entraria? Aí,seria trocar 6 por meia dúzia.
    Mas pegou tão mal por quê ,para Bolsonaro? Por que ele disse que quer enxugar a máquina?
    Seria necessário uma EC, mas e daí? Seria um ótimo custo benefício ,pois colocaria juízes não envolvidos com o stablishment.
    Pelo visto, Dr
    Sérgio Moro é o queridinho dos dois. Isso é bom.

  2. Concordo plenamente, este judiciário que está ai, julga em causa própria, agora mesmo aprovaram reajuste de mais de 16 por cento, há exceção, demontra o corporativismo desta instituição.

    • Só peca na proposta de nomeação, não sou patidario de nenhuma sigla, mas este magistrado não explica o dinheiro recebido pelo escritorio de sua mulher e porque não quer ouvir o espanhol Tacla Duran.

  3. Uma proposta igual ao candidato. Mais do mesmo ou, sem posicionamento claro. Se vão fazer uma eleiçào para dos seis pré escolhidos ele optar por um, que pode ser o sexto, então indique logo sem perder tempo só pra parecer democrático.

  4. Demagogia.
    Um jeito de mudar as coisas para que elas continuem exatamente como estão .
    Ministros do Supremo NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO,
    podem ser indicados por políticos!

  5. Depois da porta arrombada, os gênios chegaram à conclusão de que o sistema de escolha dos ministros do STF é nefasto ?….

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

  6. Bolsonaro não podia dizer que os 11 ministros seriam para defenestrar os que lá estão. Os mesmos que gostariam que todos saíssem iriam contra o candidato, isso eu garanto. Hipocrisia pura.

  7. Esta proposta de Alvaro Dias não tem nada de novo. É como o ingresso de desembargadores estaduais pelo 5 (quinto) constitucional. Escolhem 6, dos 6 escolhem 3 e o governador escolhe 1. Um quinto das vagas são destinados para membros da OAB. Quer mais ptralhagem que isto??
    kkk…. Este Alvaro Dias é o mesmo do mesmo.

  8. O Ministro de STF é para servir a nação, não é emprego. Portanto tem que ser um pessoa já com vida secular resolvida. Para isso não pode ser um jovem querendo compor uma missão dessa importantíssima para nação. Um emenda constitucional acabando com a lei da bengala é o começo com mudança nos parâmetros para compor o STF. Primeiro idade mínima de 55 anos , idade máxima para permanecer como ministro de 65 anos. As demais exigências como conhecimento jurídico, vida ilibada etc etc permaneceriam. Só que deveria haver concurso público para ingresso. Não mais influencia política de forma alguma. E os ministros atuais que não estivessem dentro das regras de imediato seriam aposentados. Com isso o novo presidente estaria livre dos atuais ministros que são todos suspeitíssimos. Todos sem execeção.

  9. É uma boa proposta, mas pode ser melhorada, com algumas das sugestões acima citadas, como por exemplo: ser juiz, sem envolvimento com partidos políticos, e limitar por dez anos (no entorno disso) a permanência no cargo.

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