Álvaro Dias e Romário se filiam ao Podemos (ex-PTN) para disputar eleição em 2018

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Álvaro Dias será candidato à Presidência

Deu em O Tempo

Os senadores Álvaro Dias (PV-PR) e Romário (PSB-RJ) acertaram filiação ao “Podemos”, novo nome do antigo Partido Trabalhista Nacional (PTN). Os dois devem assinar filiação durante evento de lançamento oficial da sigla, previsto para 1º de julho, em Brasília. O PTN não possuía representantes no Senado.

Dias se filiou ao partido com a promessa de que poderá ser lançado candidato à Presidência da República pelo “Podemos” nas eleições de 2018. Já Romário, de acordo com lideranças da legenda, poderá ser candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro no pleito de outubro do próximo ano.

A filiação dos dois senadores foi um dos motivos pelo qual o Podemos anunciou nesta semana desembarque e independência do governo Michel Temer no Congresso Nacional. Apesar de hoje serem de partidos da base aliada, Romário e Dias já adotavam postura independente em relação ao Palácio do Planalto.

Na Câmara, a expectativa da direção do Podemos é de que até dez deputados possam se filiar ao partido na próxima janela para livre troca partidária, prevista para março de 2018. O deputado Silas Freire (PR-PI) é um deles. Atualmente, a bancada do partido tem 13 deputados federais.

9 thoughts on “Álvaro Dias e Romário se filiam ao Podemos (ex-PTN) para disputar eleição em 2018

  1. Alerta aos navegantes:

    O Sistema brasileiro não permite mais ideais, muito menos utopias politicas, tipo “esquerda democrática” ou “direita consciente”!

    Este processo eleitoral e falsa democracia já delinearam o modo como devemos agir, a maneira como o povo deve obedecer e outorgar poderes.

    Portanto, “Podemos” ou não podemos, na verdade seria a imitação da frase quando o ladrão do Lula foi eleito pela primeira vez:
    “A esperança venceu o medo”.

    Basta de lemas e nomes fantasiosos de partidos, diante do que aconteceu com este país, que hoje é sinônimo de caos e ruína, a ponto que nos roubaram até a esperança!

    Dito isso, Álvaro Dias não tem a necessária densidade eleitoral para ser presidente.

    E, pergunto aos meus colegas:
    Não haveria candidatos fora desta política ignóbil, abjeta, deletéria?!

    O cara precisa ser deputado ou senador, que tantos crimes cometem diariamente e se mantém impunes?!

    Dias pode não ter rabo preso, ainda, mas compõe um Congresso venal, corrupto, desonesto, então como extrair desse parlamentar um plano de governo ou uma plataforma de desenvolvimento, se apenas viu e presenciou planos de poder?!

    Nada contra quem lançá-lo à presidência ou o senador ser a preferência de uns e outros, mas resgatar de um ambiente nocivo e nefasto ao Brasil a solução para esta crise sem precedentes é uma contradição indiscutível, algo sem nexo, sem sentido, a meu ver.

    • 1) Oi Bendl, um dos símbolos do Budismo é . o Lótus, uma planta e flor aquática…

      2) Nasce no lodo, na lama … e é belíssima !

      3) É o simbolismo do ser humano, segundo Buda.

      4) Sempre renascer do pior para o melhor

      5) Não existe pureza 100% no Planeta Terra.

      6) O Cristianismo informa que todos somos pecadores, o Budismo diz que todos temos carmas negativos, dá no mesmo.

      7) Todos temos as nossas mazelas …

      8) Não estou defendendo erros, corrupções e afins, apenas esclarecendo que, por enquanto é mito, é ilusão alguém inteiramente preparado livre de manchas

      9) Abraços a todos de bom domingo.

  2. Meu caro Rocha,

    Se as bela plantas podem nascer na lama, lembro que os políticos não são flores que se cheiram!

    Não escrevi que defendes corruptos ou tens preferências por um destes, por favor, apenas perguntei se, deste caldeirão, que ferve podridões, sujeiras, dejetos, “podemos” servir um excelente almoço?!

    Por que não um alimento cozido em água limpa, pelo menos, mesmo que os temperos e ingredientes não sejam bem usados, justamente porque na razão direta que não existe pessoa alguma sem defeitos, decididamente não precisaríamos tentar extrair de um caldo fétido e feito de restos em decomposição, um alimento saudável ou, então, que não esteja contaminado!

    Álvaro Dias pode até ser correto, mas de onde é egresso, de um antro venal, dificilmente conseguiria se livrar dos resquícios adquiridos e diminuir a corrupção, pois terá de conviver com um parlamento que sabemos o seu comportamento deletério e abjeto, portanto, Dias elaborará acordos com esta gentalha?

    Extrairá desse buraco imundo os seus aliados políticos?!
    A sua “base de governo”?!

    Tá, qualquer outro que vencer as eleições precisará entrar em acordo com o Congresso para aprovar seus projetos, mas é também por isso que prego elegermos quem jamais tenha sido eleito, uma limpeza geral no caldeirão, lavando com bastante sabão, usando palha de aço para tirar o que está grudado no fundo, enxaguando e polindo, pois somente desta forma, mandando embora os atuais canalhas, ladrões e assassinos, a esperança que a velha panela faça comida boa, exatamente como a célebre canção!

    Outro abraço.

    Um abraço.
    Saúde e paz.

  3. Romário é um bandidão enrustido. Álvaro Dias devia explicar porquê ele Sérgio Guerra (falecido) e Sirkis abafaram a CPI da Petrobrás em 2009. Sérgio levou 10.000 mil dólares. Dividiu com Álvaro e Sirkis? Todos malandros. Chamo Romário de bandido porquê em seu rastro tem morte e incineração de cadáveres. Eles que provem que estou mentindo.

  4. Está muito difícil sustentar alguma esperança com base em qualquer representante da atual classe política.
    Francamente, acho tão bobo essa mania atual dos políticos brasileiros de renomearem os partidos, para imitar qualquer partido ou movimento que tenha feito algum sucesso no exterior. Esse ‘Podemos’ é uma imitação óbvia do Podemos da Espanha, cujo nome provavelmente é inspirado no “Yes, We Can” do Obama. Antes, já tivemos o PFL que virou Democratas, e o Partido Liberal, que virou Partido Republicano, referências aos principais partidos norte-americanos. E mais o Solidariedade, que imita o nome do movimento do Lech Walesa. O que virá a seguir? Um partido “cinco estrelas”, como o do Beppe Grillo? Um “Em Marcha”, como o do Emanuel Macron? O nome desse último soa meio fascistóide, mas na França aparentemente ninguém se importou.

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