Ano novo é rito de passagem para exercitar o perdão, como diz a jornalista Dad Squarisi

Jornalista Dad Squarisi

Vicente Limongi Netto

Com o coração alegre e esperançoso em dias melhores, tive oportunidade de ler, emocionado, um cativante texto da competente Dad Squarisi, “Rito de passagem”, destacado na coluna “360 Graus”, da jornalista Jane Godoy (Correio Braziliense – dia 1º). Recomendo. Imperdível. Merece ser compartilhado e alçado as estrelas.

Dad Squarisi é um anjo que vive entre os deuses do afeto e do amor ao próximo. Em seu artigo, recomenda desapegar de tudo que soa ou representa amarguras e tolices. E a doce Dad é enfática: “Perdoar. Ódios rancores e ressentimentos são cadáveres que clamam por sepultura”.

FILTRAR HÁBITOS – A consagrada jornalista tem razão. É preciso levar os corações para perto da paz. A solidariedade precisa manter lugar cativo na vida das pessoas. Para Dad Squarisi, “perdoar faz bem a quem perdoa. Deus dá o exemplo. Perdoar é o vício do Senhor”.

Assim, precisamos filtrar hábitos. Respeitar as pessoas. Espíritos serenos e pacificados atraem bons fluídos. Rejuvenesce o sorriso. Uma das missões do ano novo é reinventar o ser humano. Lutar para expulsar de dentro de si os sintomas do medo, do egoísmo, da vaidade, da exploração do pânico e do pessimismo.

O texto da competente Dad Squarisi tem a energia dos sonhos. Ensina que ninguém merece viver atormentado e preso a tristeza. É necessário vestir a alma de branco. Com flores e carinhos. Recheados de amor e sol.

PLANO SINISTRO – Mas é claro que existe o outro lado da moeda. A bem informada coluna “Do alto da Torre”(Jornal de Brasilia – 29/12) revela plano sinistro da medonha, ressentida, repugnante e deplorável deputada Bia Kicis.

Segundo a notícia, a patética deputada pretende acelerar a tramitação da emenda constitucional que reduz de 75 para 70 anos de idade, a data de aposentadoria compulsória dos servidores públicos.

A pressa da serviçal e degradante parlamentar atende interesses espúrios do presidente Bolsonaro, visando atingir ministros do STF, considerados desafetos do chefe da nação. Bia Kicis é uma das expoentes da tropa de sabujos enfurecidos que Bolsonaro alimenta.

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P.S.
Por fim, agradeço às mensagens recebidas a propósito da perda de nosso grande amigo Said Dib, uma pessoa muito conhecida e admirada aqui em Brasília. Como disse o advogado Manoel Alexandre, do Sebrae, Said se foi de corpo, mas está e estará sempre entre nós. Mesmo assim, vamos sentir muito sua ausência. (V.L.N.)

5 thoughts on “Ano novo é rito de passagem para exercitar o perdão, como diz a jornalista Dad Squarisi

  1. A PEC da bengala.
    Os sabujos enraivecidos querem derrubar, e os sabujos do amor querem a garantia que eles permaneçam no Olimpo.
    Olhar no retrovisor que é bom, nada.

  2. 1) Licença, estudei no antigo Elefante Branco, Brasília-DF, na sala, havia uma aluna chamada Maria das Graças que todo mundo chamava Dad, mas eu não sei se é a mesma pessoa.

    2) Gosto muito dos artigos do Limongi.

  3. Vicente Limongi Netto, que belo artigo seu punho, sua mente, sua cultura, seu nobre sentimento nos brindam logo no início de 2022.

    Quem começa a lê-lo, chega ao final da leitura reanimado, de pé se caído estava. Seu artigo tem o poder de transformar a pessoa sensível e cheia de sentimento.

    Quero conhecer tudo, tudo mesmo que este anjo que vive entre os Deuses do afeto e do amor — como a sensibilidade de Limongi Netto definiu — escreveu e publicou. Me dê a indicação, por favor. É tudo o que preciso ler.

    Feliz Ano Novo.

    Jorge

  4. Grato, Antônio. Também lisonjeado e feliz com estímulos e carinho do atilado e vigilante Béja.
    Saúde para vocês. Ano novo melhor do que o ano velho.

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