Ao invés de defender intervenção militar, é melhor discutir soluções concretas

Imagem relacionadaCarlos Newton

A internet tem o dom de despertar o debate político. Esta qualidade era insuspeita, mas a cada dia está ficando demonstrado que a busca da liberdade de expressão se tornou uma das mais fortes características da web, e não é por mera coincidência que países como Coreia do Norte, Cuba, Vietnã e China ainda tentem manter controle sobre as redes sociais e a troca de informações. São países que ainda vivem sob regimes ditatoriais, mas têm um encontro marcado com a democracia, embora tentem desesperadamente evitar que isso aconteça, chega a ser patético.

Esses países ditatoriais ainda não curvaram totalmente à realidade de que o mundo caminha em direção ao socialismo democrático (ou social democracia). E o mais paradoxal é que as nações que hoje se dizem comunistas ou socialistas são justamente os que poderiam se adaptar com mais facilidade à social democracia, porque já mantém excelente padrão nos serviços públicos de educação, saúde e segurança. Ou seja, basta abrir a economia, como a China já mostrou ser viável, Vietnã e Cuba já caminham nesse sentido, em breve a Coreia do Norte estará falando sozinha.

MARX E ENGELS – Se estivessem vivos hoje, é claro que Karl Marx e Friedrich Engels jamais concordariam com os regimes que supostamente se dizem comunistas ou socialistas. Possivelmente, estariam mais preocupados com a preservação da Terra, ameaçada pelo predatório consumo dos recursos naturais.

É óbvio que Marx e Engels perceberiam que o mundo mudou demais, desde a época do lançamento do Manifesto Comunista, há 170 anos. Não se pode mais discutir política com base na dicotomia capitalismo X marxismo. É ridículo, hilário e até constrangedor, nem Freud conseguiria entender porque ainda ocorre esse tipo de debate irracional.

Já está mais do que claro que é preciso mesclar os acertos dos dois regimes e chegar a um ponto de equilíbrio, como tentam fazer os países nórdicos, que ainda enfrentam dificuldades de adaptação, é claro, mas estão no caminho certo, é questão de tempo, apenas isso.

BRASIL BRASILEIRO – No caso de nosso país, ao invés de discutir soluções para os problemas, o debate político na internet está atrasado, parece coisa do passado remoto. É até compreensível que se defenda a intervenção das Forças Armadas, fechamento do Congresso e tudo o mais, porém não vai adiantar nada. Não existe solução milagrosa, os militares teriam de convocar eleições, os candidatos seriam os mesmos, nada mudaria da noite para o dia.

Também não adianta reclamar das distorções da democracia à brasileira nem dos penduricalhos salariais, que estão incorporados como “direito adquirido”, embora tivessem sido proibidos pelo art. 17 das Disposições Transitórias da Constituição. O Supremo aceitou essas indecências, agora Inês é morta, diria Luiz da Camões, olhando de viés.

Basta dizer que está aberto concurso para juiz trabalhista substituto. Salário inicial: R$ 27,5. Com mais R$ 4,38 mil de auxílio-moradia e outros benefícios, o juiz substituto iniciante começa a trabalhar já superando os R$ 33,7 mil de ministro do Supremo. E não tem intervenção militar que dê jeito nisso – é legal, embora seja imoral.

ESTADO GIGANTESCO – A principal discussão deveria se concentrar no gigantismo estatal, envolvendo os três Poderes nos níveis federal, estadual e municipal. Sabe-se que não há país forte com Estado fraco, mas tudo tem limites. Hoje os brasileiros estão sendo sugados por um Estado descomunal, que claramente não funciona, mas não pode ser extinto, precisa de aprimoramento, é isso que devemos discutir.

Não adianta nada ter raiva e exigir vingança, porque não haverá mais intervenções militares nem golpes de estado. Hoje, o Brasil é um país que procura soluções, mas poucos se preocupam em tentar encontrá-las.

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P.S.
Como diz o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, há décadas não existe planejamento no governo do Brasil. Os chefes militares estão convencidos de que este é o maior problema brasileiro – sem falar na dívida pública, claro. Mas os militares erram ao se omitirem, deveriam participar mais, ao invés de se limitarem a defender os próprios interesses de sua categoria profissional. O assunto é interessante, instigante e inquietante. Vamos voltar a abordá-lo. (C.N.)

23 thoughts on “Ao invés de defender intervenção militar, é melhor discutir soluções concretas

  1. É interessante a Inês estar morta; quer dizer que quando é hora de se praticar um verdadeiro crime contra o trabalhador na reforma da previdência, tudo pode, inclusive nunca mais se aposentar no teto. Digo talvez 0,5% dos trabalhadores consigam, mas, uns 30% ou mais, vão passar para o outro lado, sem nunca conseguir se aposentar.
    Muito interessante, fala-se em causa pétrea e o escambau, mas toda hora retira-se ou nega-se direitos pétreos que inclusive estão na Carta Magna.
    É… hoje é um dia esquisito.

    • Você tem toda razão, Pereira Filho. Os três Poderes esculhambaram o país, especialmente o Supremo, que é o filtro de tudo, e agora a culpa é da Previdência do trabalhador e das leis trabalhistas.

      Precisamos debater como mudar isso.

      Abs.

      CM

    • REFORMA DA PREVIDÊNCIA (PEC)
      SUGESTÃO
      Um mecânico que se aposentou com 10 salários teria que receber
      R$ 9.370,00 e atualmente recebe N$ 2.811,00 menos da metade (50%).
      Neste caso ele já contribui para a Previdência com R$ 6.559,00 muito mais que recebe.
      Uma PEC se torna necessária nos seguintes termos, vejam:
      Os aposentados da Previdência Social do Governo Federal do Brasil, que atingir a defasagem de 50% no valor dos seus proventos, ficam dispensados da contribuição para esta instituição, considerando que ele já contribui com mais da metade do seus proventos.
      No caso de contribuinte com Ação na Justiça, por ocasião do recebimento, será descontada a parte da Previdência que ficaria isenta se aprovada a PEC acima.

      OUTRA PROPOSTA
      Outra solução razoável seria aumentar a contribuição em 2% desprezando a PEC sugerida acima e à citada reforma, vejam:
      Empregado + 1%
      Empregador + 1 %

      NOTA: Neste último caso ficaria a Previdência do jeito que se encontra, sem nenhuma alteração.

  2. o novo caminho é por aí, defender, abraçar e por em prática propostas concretas, que implicam em soluções perenes, palpáveis, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, que levem a finalizações diferentes disso tudo que aí está há trocentos anos. Mas como combinar o Novo de verdade com os “russos”, “americanos” e CIA, que, à moda Moacyr Franco, só se apaixonam por coisas, pessoas e ilusões erradas, e colocam tudo a perder o tempo todo, inclusive gerações e mais gerações, como soe acontecer no Brasil há 127 anos ? http://www.tribunadainternet.com.br/ao-inves-de-defender-intervencao-militar-e-melhor-discutir-solucoes-concretas/#comments

  3. O brasil precisa calibrar melhor cabeça e coração, ter mais juízo, romper com a balada do moacyr franco, ou seja, parar de se apaixonar por essas pessoas, coisas e ilusões erradas, impostas pelo partidarismo-eleitoral, o golpismo-ditatorial e seus tentáculos, velhaco$, e daí as coisas começarão dar tudo certo da vida de todos. https://www.youtube.com/watch?v=BgahPb1FdrA

  4. CN.
    Na minha opinião, quem esculhamba a administração do estado é o poder executivo, pois é o responsável por nomear a cúpula do ministério público, do judiciário e também cooptar senadores e deputados que votem em candidatos simpáticos ao
    executivo.
    Politizando setores onde apenas deveria haver o conhecimento técnico, conseguem os políticos manter sob seus domínios todos os poderes da república.
    É impensável que que alguém chegue a general sem nunca ter sido pelo menos cadete e depois aspirante, ou que seja papa, sem ter sido padre.
    Porém, no Brasil desembargadores e ministros de tribunais superiores podem chegar as cargos sem que nunca tenham sido juízes,
    Eu sempre achei que promotores e juízes cursassem curso superior de direito, mas sem que pudessem ser advogados e estes com bacharelado comum em direito jamais pudessem ser ser magistrados. Cada um com carreira própria.
    É comum alguém ser advogado a vida toda e um dia ser nomeado “juiz”, ora esta pessoa carregará para a magistratura o seu viés de defesa e dificilmente aplicará os rigores da lei, mas sim os favores.
    O poder judiciário precisa mais do nunca de independência total, deve ter carreira gerida única e exclusivamente pela própria magistratura, sem qualquer ingerência da política.
    Já o legislativo é mais complicado, até porque se resume a um poder político e atrelado ao executivo, mas também é desejável que se torne um pouco mais independente .
    Do jeito que é hoje, nunca conseguiremos sair do buraco onde estamos metidos.

  5. Não vejo maneira de democraticamente solucionar o aprimoramento do estado e os problemas brasileiros democraticamente, a curto, ou médio prazo, talvez daqui a 50 anos. Essa é a questão. Por isso, os que tem pressa de ver um Brasil melhor, defende medidas radicais.
    O grande problema é encontrar o caminho mais rápido para o socialismo democrático. em que ninguém ganhe muito e que ninguém ganhe pouco, respeitando-se um limite racional.

  6. Concordo plenamente com o senhor José pereira. Por outro lado pergunto: Desquando o Brasil é um pais democrático ? Este país é um país anàrquico , temos uma constituição que não passa de um engodo , os poderes constituidos são na realidade quadrilhas organizadas , que assaltam a sociedade e dilapídam oque é público . Se tiram direitos do povo , por que não se pode tirar destes cràpulas ?

  7. “Marinaleda”

    Núcleos de “Marinaledas” com 300 familias. Núcleos mercante centrais.
    Imitando abelhas…

    Utópico ? Ou o melhor lugar do mundo???

    Catalunha 1936 …. Que seria hoje sem a nhaca do Stalin ?????

  8. Caro Newton,

    Artigo supimpa.

    Mas, quisera eu ganhar por mês esses mais de 33 mil que os procuradores ganham, fora as vantagens,né?Estaria rico em pouco tempo, e tudo por conta da Constituição.

    Enquanto isso, 99,99% dos brasileiros que, vivem fazendo pirueta para sobreviver,recebem uma merreca(como diz um amigo meu bem acolá), pagam impostos escochantes para sustentar esses marajás.Isso meu deixa indignado!Tem que mudar esta Constituição pois ela é escrava de nós outros.

    Grande abraço a todos.

  9. Bom, respeitosamente vou discordar do incansável Mediador, nosso Carlos Newton.

    Se não podemos discutir a única opção VIÁVEL para resolvermos os problemas nacionais – a intervenção militar, que mesmo depois de convocar eleições diretas os candidatos que já tivessem sido eleitos anteriormente NÃO PODERIAM SE REELEGER -, debatermos apenas em tese as alternativas para Brasil se safar da corrupção e incompetência dos poderes constituídos é total PERDA DE TEMPO!

    Em princípio estamos sob a égide da ditadura legislativa, mediante poder ilimitado que possui, principalmente em legislar em causa própria e aumentar seus próprios vencimentos, algo imoral e absurdo!

    Temos um parlamento venal, que cospe nos estatutos de seus próprios partidos e se bandeiam de lado conforme interesses e conveniências pessoais, portanto, um poder inconfiável, desonesto, corrupto e traidor do povo e do país.

    Dito isso, se é o congresso que legisla, e sabemos que apenas aprova projetos onde verifica ganhos extras nos proventos de seus deputados e senadores, a proposta de Newton é sim ilusória, não tem nada de concreto, pelo contrário, trata-se de devaneio porque dependemos justamente de um parlamento que elegeu o cidadão como inimigo, que deve ser roubado e explorado indefinidamente!

    Ora, deixar estar para ver como fica é solução de continuidade, ainda mais que as eleições ano que vem serão através dessas urnas sujeitas a fraudes, os mesmos candidatos envolvidos na Lava-jato ainda não condenados em Segunda Instância, e os tradicionais votos comprados, ou seja, nada muda, inclusive esta FALSA DEMOCRACIA que vivemos porque nos obriga a comparecer às zonas eleitorais, mesmo que para anular o voto, uma das tantas idiossincrasias do processo eleitoral brasileiro, que até aboliu a apresentação do Título de Eleitor, uma determinação que beira a estupidez!

    Logo, a eleição nos moldes de hoje é uma idiotice, uma pantomima, haja vista não mudar o sistema que administra esta nação há mais de trinta anos, invariavelmente corrupto e incompetente, perdulário e traidor dos anseios do povo!

    Desta forma, discutir o quê?!

    Eu concordaria com o termo comentar, menos debatermos soluções concretas, pois estas não estão ao alcance da população, ignorada e desprezada pelos seus representantes como poder legislativo, que uma vez obtida a eleição, a primeira medida levada a cabo é não atender o público, complicar em demasia conversar com o seu eleitor, conforme atuação dos aspones, denominados de chefes de gabinete, na verdade indivíduos contratados para impedir que o parlamentar seja “incomodado” pelo cidadão!

    Reitero que discutir ou debater sobre o inexorável, indefectível, inevitável é perda de tempo, pois o sistema está muito bem implantado, e não serão as reivindicações populares através das redes sociais que conseguirão uma mudança de rumo na administração federal, hoje à disposição do congresso e Judiciário, porém absolutamente contrária às necessidades do povo e país!

    A comprovar as minhas alegações, o desemprego recorde na história, a inadimplência com números jamais vistos na República, os juros mais altos do planeta, a recessão econômica mais duradoura que tivemos, dados estarrecedores de corrupção e desonestidade, atualmente institucionalizadas, reformas que mais ainda irão oprimir o brasileiro e torná-lo mais ainda à mercê do sistema, como a Previdência e Leis Trabalhistas, portanto, debater o quê?!

    Agora, escrever sobre as constatações que somos mesmo um povo inculto e incauto, analfabeto absoluto e funcional, sem senso crítico e discernimento político, que elege facínoras, ladrões e traidores, admito que é somente o que nos resta, e antes que nos cortem a Internet, medida que não nos tomará de surpresa em se tratando dessa corja que comanda o país!

    Lamento, por mais que Newton seja contrário às minhas ideias de intervenção militar, que o acompanha o Comandante do Exército, General Villas-Bôas, continuarei exigindo esta medida de exceção – até onde me for permitido registrar as minhas opiniões neste espaço democrático, evidentemente.

    • Caro Bendl, entendo o teu ´posicionamento, mas hoje, parece que o exército também está de calças curta. É só examinar um pouco mais profundamente que as falcatruas vão aparecer no lado verde-oliva. E, é por isto, que o exército continua caladinho. O Comandante Geral até parece a Cármem Lúcia, fala bem e bonito mas na hora da ação, dorme de touca.

      • Paulo2, meu caro,

        Temos de tentar mudar este esquema pernicioso, nocivo e nefasto que vem devastando o Brasil, representado pelos poderes Executivo e Legislativo absolutamente falidos ética e moralmente, além de corrutos, incompetentes, perdulários e traidores!

        Ora, se não for pela intervenção militar, com o tempo seremos obrigados a pegar em armas, e estará o brasileiro em plena guerra civil!

        Portanto, antes de acontecer mais esta tragédia, a intervenção é a única solução viável e PACÍFICA antes de nos envolvermos em uma revolução, que será o nosso fim indiscutivelmente!

        Mais um abraço.
        Mais saúde e paz.

      • E vc quer que o Comandante Geral faça o quê, compre numa feira livre qualquer uma varinha de condão com poderes sobrenaturais para resolver 517 anos de cagadas e mais cagadas, muitas delas práticas inclusive pelos seus ídolos de pano verde ? Fala sério. Vc é tão corajoso, que não assina o seu comentário nem sequer com o seu próprio nome, e daí os maricas são os outros, né ?

  10. Concordo com muito comentários. Não vejo como sair desta ditadura dos neocoronéis no curto prazo. Não sei aonde as pessoas enxergam uma democracia no Brasil. Os Tribunais superiores, que dão a palavra final, é formado pelos amigos dos amigos, não por acaso sigla de uma facção do RJ. Nada de concurso nesta área, nada de riscos. Desembargadores são escolhidos por governadores. Deputados e vereadores decidem o próprio salário. Referendo do desarmamento com mais de 66% não é respeitado. Maioridade penal que está lá no final no art 228, numa constituição com 250 artigos, é considerado clausula pétrea.
    E se eu continuar citando situações ditatoriais nem almoço hoje. Então pergunto: qual o caminho pela via institucional e pacífica num estado aonde uma significativa parcela da população que já tem condenações e que comete crimes contra a vida está fortemente armada com uzis, fuzis e granadas? Qual o caminho quando a classe política, na sua maioria, está condenada ou responde a processos diversos? Aguardo resposta dos sonhadores.

  11. CN, não tenho dados mas duvido que mais de 1% dos brasileiros conheçam a real situação do Brasil.
    O povo, iludido que vive num país rico, exige um assistencialismo impossível. Também acho que temos que partir para ações mais efetivas do que simplesmente reclamar. Só não vejo o caminho a seguir. Fossemos uma democracia, a vontade do povo, demonstrada em abaixo assinados, estaria valendo. Assuntos polêmicos seriam decididos em plebiscitos.
    Estamos nas mãos dos políticos, eles não vão votar contra suas regalias. Pior, não vão parar de disputar poder e começar a pensar no Brasil.
    Fui criada sob o governo militar, sabendo que éramos censurados e que pessoas eram torturadas. Mas via grandes obras, e principalmente, planos para um Brasil melhor. Hoje, pessoas são mortas por nada, porque a impunidade impera. Polícia tem medo dos bandidos mais bem equipados. O Brasil está entregue, a realidade hoje era filme de ficção na minha juventude.
    Esperar que uma educação de qualidade comece a fazer diferença é brincadeira, pois quem irá mudar a educação?
    Por favor, aponte caminhos viáveis e te apoiarei.
    Ou vou continuar pedindo uma medida radical, como uma intervenção militar.

  12. É isso aí, Carlos Newton, parabéns pelo Artigo. Ao invés de defenderem intervenções e panaceias malandras e idiotas que já foram testadas e reprovadas, o Brasil tem que debater e abraçar soluções de verdade. O NOVO CAMINHO É POR AÍ, DEFENDER, ABRAÇAR E POR EM PRÁTICA PROPOSTAS CONCRETAS, QUE IMPLICAM EM SOLUÇÕES PERENES, PALPÁVEIS, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, que levem a finalizações diferentes disso tudo que aí está há trocentos anos. Mas como combinar o Novo de verdade com os “russos”, “americanos” e CIA, que, à moda Moacyr Franco, em sua balada do coração sem juízo, só se apaixonam por coisas, pessoas e ilusões erradas, e colocam tudo a perder o tempo todo, inclusive gerações e mais gerações, como soe acontecer no Brasil há 127 anos ? http://www.tribunadainternet.com.br/ao-inves-de-defender-intervencao-militar-e-melhor-discutir-solucoes-concretas/#comments PORTANTO, o Brasil precisa calibrar melhor cabeça e coração, criar juízo, romper com a balada do Moacyr Franco, ou seja, parar de se apaixonar por essas pessoas, coisas e ilusões erradas, impostas pelo partidarismo-eleitoral, o golpismo-ditatorial e seus tentáculos, velhaco$, e daí as coisas começarão dar tudo certo na vida de todos, com certeza. https://www.youtube.com/watch?v=BgahPb1FdrA

  13. Gostaria de saber quem é contra o Presidente Trump?
    Quem for, tem que ler muito, e aprender que ele é uma das poucas vozes, mas a mais FORTE do mundo, que é contra esse estado de coisas.
    Vamos ver quem ele apoiará para Presidente do Brasil.
    Possuo utopia, mas a minha é o horizonte de felicidade. A cada passo que dou, o horizonte fica um passo à frente. Mas mesmo assim sigo, pois viver sem sonho é estar morrendo a cada dia.
    Quem leu Getúlio Vargas de Lira Neto, saberá que não precisamos do General Vilas Boas para a tomada do poder pelas forças armadas. Ainda bem!!!!!!
    Só o tempo dirá, e espero que eu esteja certo…

  14. Aos que flertam com comunismo, social-democracia, welfare-state, é sempre conveniente lembrar que estes regimes/sistemas econômicos pressupõem a expansão do grande leviatã estatal. De um modo ou de outro, a conta chega para os contribuintes, enquanto os serviços prestados pelo mesmo são de questionável eficácia.
    “O estado sempre te fornece menos do que te extorquiu”.
    “O estado é uma ficção onde todos querem viver às custas de todo o resto”.
    A melhor coisa que o estado pode te fornecer são alguns empregos públicos de alto escalão, com salários incompatíveis com a realidade, férias nababescas e estabilidade de emprego. Este, eu considero, é o melhor dos mundos para quem faz parte deste arranjo e uma crueldade para quem paga aos privilégios.
    O pior que o estado pode te fornecer são serviços de quinta categoria e corrupção generalizada.
    Este tipo de solução, entregando para o estado, a condução de nossas vidas, por mais cômodo que seja, causa bastante estranheza, ainda mais quando vindo de pessoas bastante intelectualizadas.
    Os países onde social democracia parece funcionar, são aqueles onde o capitalismo prosperou e continua em plena atividade via liberalismo econômico. O povo é rico social, material e espiritualmente. Existe uma idéia de conjunto, de coesão social, de causa e efeito e de custo-benefício. O capitalismo, bem conduzido, cria riqueza, enquanto a social democracia usufrui e distribui a riqueza. É impossível termos social democracia sem riqueza para distribuir. E cabe salientar, que os países nórdicos, especialmente a Suécia, estão revendo este arranjo distributivista, visto que a brincadeira custou e custa caro para quem paga.
    O Brasil é um país sem rumo, cambaleante, onde escravos mantém uma monarquia encastelada no poder, tais como políticos e funcionários públicos de alto escalão.
    Eu vejo brasileiros de todas as classes detestando os políticos e amando o estado, mesmo que este seja comandado por aqueles.
    O povo pobre adora bolsas, auxílios e vales, a classe média sonha com concurso público bem remunerado e os grandes empresários almejam empréstimos a juros baixos e a perder de vista. e outras coisa mais ou menos republicanas.
    Como mudar esta realidade?
    Aos mais capacitados e com recursos financeiros, a emigração para um país como Hong Kong, Singapura, Suíça, Nova Zelândia, Austrália e Canadá parece uma solução mais adequada (vale lembrar que estes países são líderes no liberalismo econômico mundial).
    Para os menos afortunados e não tão capazes (eu me incluo nesta categoria), podemos implantar um estado grande, provedor, democrata social, cheio de políticos esclarecidos e bem intencionados, que nos forneça empregos estáveis, com ótima remuneração e com dois meses de férias por ano, fora os recessos.
    A única coisa que eu não sei é quem vai pagar a conta, visto que não existe almoço grátis.
    Um abraço.

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