Após dois meses e meio de longas férias, deputados e senadores enfim retomam o trabalho

Em um ano em que as atividades políticas serão ínfimas, devido principalmente às eleições municipais de outubro, qualquer promessa de grandes avanços em termos políticos deve ser considerada como mentira.
Ao custo aproximado de R$ 130 mil cada, os parlamentares dificilmente votarão muitas matérias de interesse da sociedade. Como se não bastasse, a legislação limita o período de votação de matérias que envolvam recursos financeiros, como forma de não interferir nas eleições.
Na pauta de votação estão a lei que define a distribuição os royalties do petróleo, o Código Florestal, a Lei Geral da Copa e a que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).
Fora isso, os brasileiros não devem esperar qualquer produção extra, pois no calendário há uma série de compromissos que tomarão tempo dos doutos representantes do povo: Semana Santa, Dia do Trabalho, festas juninas, recesso de julho e eleições.

(Transcrito do blog Ucho.info)

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