Aprovação do governo Dilma Rousseff continua caindo

Deu na Ag. Brasil

A reprovação da presidente Dilma Rousseff superou as piores taxas registradas pelo ex-presidente Fernando Collor (1990-1992). Segundo pesquisa feita pelo Datafolha nesta quarta-feira, a chefe do governo teve seu índice de reprovação elevado para 71%.  A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo jornal Folha de São Paulo.

No levantamento anterior, feito em junho, 65% dos entrevistados consideravam o governo da petista ruim ou péssimo. Já os que consideravam ótima ou boa caíram de 10% em junho para 8% na pesquisa de agosto.

A pesquisa mostra ainda que a rejeição ao governo Dilma é homogênea em todas as regiões do país. Os piores índices foram registrados na Região Centro-Oeste, onde 77% dos entrevistados consideram-no ruim ou péssimo, seguido da Região Sudeste, onde 73% avaliaram a gestão petista como ruim ou péssima. Esse percentual no Nordeste chega a 66%.

O Datafolha também perguntou aos entrevistados qual é o melhor sistema de governo para o país. Para 53%, o presidencialismo é a melhor opção, 28% consideraram o parlamentarismo e 19% não souberam responder.

O Datafolha ouviu 3.358 pessoas de 201 municípios do país entre os dias 4 e 5 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

8 thoughts on “Aprovação do governo Dilma Rousseff continua caindo

  1. “… desta vez, existem indícios de enriquecimento pessoal dos envolvidos nos desvios da Petrobrás, ao contrário do que ocorreu no mensalão, cujo objetivo, segundo Lula, era financiar o´projeto político`do PT…”
    ( “Brahma” , em reunião com deputados estaduais e dirigentes petistas, segundo Ricardo Galhardo e Ana Fernandes – O Estado de S. Paulo,
    06 Agosto 2015 | 05h 00)
    “Peraí”? Isso seria uma “confissão”??
    Acabou!!!!!!

  2. A pesquisa é confiável, pois, realizou uma amostragem usando um padrão estatístico correto.

    Entrevistou 3.358 eleitores permitindo aceitar 2% como margem de erro divulgado para a pesquisa.

    Achando o erro de estimativa (e) para a pesquisa:

    3.358 = (3² x 0,5 x 0,5)/e², logo: e² = 2,25/3.358 = 0,0258, ou, 2% (aproximadamente) de margem de erro.

  3. GRAÇAS A DEUS, ESTAMOS EVOLUINDO MESMO, O POVO ESTÁ DEIXANDO DE SER IMBECIL!!!
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    DIREITA SUPERA ESQUERDA NO BRASIL.

    Em meio ao debate eleitoral, a parcela de eleitores brasileiros afinados com temas defendidos pela direita (45%) supera atualmente à de eleitores mais afinados com as ideias ligadas à esquerda (35%). Esse resultado mostra uma mudança na opinião dos brasileiros em relação a temas relacionados a comportamentos, valores e economia, que resultam nessa segmentação.

    Em novembro do ano passado, essas opiniões dividiam a população adulta de forma igual, com 41% dos brasileiros à esquerda, e 39%, à direita. Nos dois levantamentos, 20% se situam no centro do espectro ideológico.

    Nesse levantamento realizado entre os dias 1 e 3 de setembro de 2014, o Datafolha entrevistou 10.054 eleitores em 361 cidades em todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

    Ao tratar somente de temas comportamentais e ligados a valores, os segmentos da população com mais afinidades com a direita (55%, sendo 15% de direita, e 40%, de centro-direita) superam os mais ligados à esquerda (25%, sendo 3% afinados com a esquerda, e 21%, com a centro-esquerda). O centro puro, neste caso, abrange 21% do eleitorado. Em novembro de 2013, 49% estavam posicionados à direita (12% à direita, e 37%, à centro-direita), 29% nos segmentos à esquerda (4% na esquerda, e 25% na centro-esquerda), e 22% no centro.

    Quando se consideram apenas aspectos econômicos, 30% mostram mais afinidades com temas ligados à direita (20% na centro-direita, e 10% na direita), e 43%, com temais ligados à esquerda (18% na esquerda, e 25%, na centro-esquerda). A fatia dos que se situam no centro abrange 27%. Em novembro de 2013, a parcela situada à esquerda era de 46% (21% à esquerda, e 25% na centro-esquerda), enquanto 26% estão mais afinados economicamente com a direita (8% com a direita, e 18% com a centro-direita). A fatia dos que se situam no centro para temas econômicos ficou estável, em 27%.

    Dilma ganha mais votos da esquerda

    Na disputa pela Presidência da República em curso, Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) dividem a liderança, com 35% e 34% das intenções de voto, tendo Aécio Neves (PSDB) como terceira força, com 14% das intenções de voto. A análise da corrida presidencial pelo recorte dos grupos ideológicos – para comportamento, temas econômicos e de forma geral – mostra que a preferência por Dilma tende a crescer conforme se avança da direita para a esquerda, obtendo indicações acima da média na esquerda. Já Marina tem suas votações bem distribuídas em todos os segmentos, destacando-se entre os eleitores de centro, enquanto Aécio tem votações acima da média na direita e abaixo da média na esquerda, com oscilações nos segmentos de centro.

    Na segmentação por temas econômicos, Dilma tem maior vantagem entre os que se situam à esquerda (41%, ante 34% de Marina e 11% de Aécio). Na parcela de centro-esquerda, a petista fica com 38%, ante 34% de Marina e 13% de Aécio. No centro, Dilma tem 34%, mesmo atingido por Marina, e Aécio fica com 16%. No eleitorado de centro-direita, a atual presidente registra 30% das intenções de voto, ante 34% de Marina e 15% de Aécio. Entre os que estão à direita, Dilma tem 32%, no mesmo patamar que a candidata do PSB (33%). Aécio fica com 16%.

    O recorte pelos temas de comportamento mostra vantagem mais acentuada de Dilma nos espectros à esquerda: entre o eleitorado de esquerda, ela tem 41%, ante 33% de Marina, 8% de Aécio, 3% de Luciana Genro (PSol), e 3% de Eduardo Jorge (PV). Entre os que estão na centro-esquerda, a petista fica com 39%, enquanto Marina registra 32%, e Aécio, 14%. No eleitorado de centro, a vantagem é de Marina (38%), e em seguida aparecem a atual presidente (32%) e Aécio (13%). Entre os que estão na centro-direita, há equilíbrio entre Dilma (35%) e Marina (33%), e Aécio registra com 15%. Na direita, Marina registra 34%, no mesmo patamar que Dilma (33%). O candidato do PSDB obtém 16% neste segmento.

    Na escala geral, que considera tantos temas de comportamento quanto econômicos, Dilma registra maior vantagem sobre Marina no segmento da esquerda (42% a 33%, enquanto Aécio fica com 11%). Entre o eleitorado de centro-esquerda, a petista obtém 38%, em patamar similar ao registrado por Marina (35%), e o candidato do PSDB atinge 12%. No centro, Dilma tem 37%, ante 33% de Marina e 15% de Aécio. Na centro-direita, parcela mais numerosa do eleitorado, a ex-senadora do Acre alcança 35%, enquanto Dilma fica com 32%, e Aécio, com 14%. Na direita, Marina tem 32% das intenções de voto, ante 30% de Dilma e 17% do senador Aécio Neves.

    Nas simulações de segundo turno entre Marina e Dilma (48% a 41% no total do eleitorado), Marina consegue abrir maior vantagem sobre Dilma no eleitorado com mais afinidades com a direita (50% a 35%) e centro-direita (50% a 38%), considerando tanto temas econômicos quanto de comportamento. No centro, a candidata do PSB registra 48%, ante 43% da petista. Entre o eleitorado de centro-esquerda, Marina tem 47%, e Dilma, 45%. Na parcela de esquerda, Dilma alcança 50%, e a ex-senadora, 43%.

    Ainda considerando a segmentação que abrange economia e comportamento, Dilma enfrenta sua maior taxa de rejeição no segmento de centro-direita (35%, ante 32% na média geral), e a menor entre os eleitores de esquerda (25%). No eleitorado de esquerda, quem enfrenta a maior taxa de rejeição é Pastor Everlado (PSC), em quem 31% não votariam de jeito nenhum.

    Temas ligados à direita ganham mais adeptos

    Temas relacionados com a direita do espectro ideológico, tanto para assuntos de economia quanto comportamento, obtiveram maior apoio na pesquisa atual do que na realizada em novembro de 2013, o que explica o avanço dos grupos de centro-direita e direita.

    Nesse período, cresceu de 30% para 35% o índice de brasileiros que acreditam que possuir uma arma legalizada deve ser um direito de todo cidadão para se defender, e recuou de 68% para 62% a fatia dos que acreditam que a posse de armas deve ser proibida, pois representa uma ameaça à vida de outras pessoas. Também cresceu cinco pontos, de 32% para 37%, a parcela de brasileiros que avaliam que boa parte da pobreza está ligada à preguiça de pessoas que não querem trabalhar, em detrimento da fatia dos que acreditam que boa parte da pobreza está ligada à falta de oportunidades iguais para que todos possam subir na vida, que caiu de 65% para 58%.

    Queda ainda mais significativa teve a de brasileiros que acreditam que o governo deve atuar com força na economia para evitar os abusos de empresas, de 58% para 51%, enquanto avançou de 31% para 35% o índice dos que acreditam que quanto menos o governo atrapalhar a competição entre as empresas, melhor para todos, e de 10% para 14% a fatia dos que não opinaram.

    A afirmação de que os sindicatos são importantes para defender os trabalhadores perdeu respaldo entre novembro de 2013 e setembro de 2014 (de 49% para 42%), e cresceu nesse intervalo o índice dos que avaliam que os sindicatos servem mais para fazer política do que para defender os trabalhadores (de 45% para 50%).

    Também caiu o apoio à posição de que adolescentes que cometem crimes devem ser reeducados (de 26% para 22%), e cresceu na mesma medido o apoio à que os adolescentes que cometam crimes sejam punidos como adultos (de 72% para 76%).

    O debate sobre a homossexualidade teve oscilação menor: em novembro do ano passado, 67% indicavam que a homossexualidade deveria ser aceita por toda a sociedade, ante 64% em setembro de 2014. No mesmo período, passou de 25% para 27% a taxa dos que acreditam que a homossexualidade deveria ser desencorajada por toda a sociedade. A avaliação de que pessoas pobres de outros países e Estados que vão para as cidades do entrevistado contribuem para o desenvolvimento e cultura desses locais era compartilhada por 67% em novembro, e agora tem o apoio de 63%. A fatia dos que acreditam que essas pessoas criam problemas para a cultura e desenvolvimento das cidades oscilou de 25% para 26%, e foi de 8% para 11% a taxa dos que não opinaram.

    Entre os temas mais ligados à esquerda, o único a apresentar avanço significativo foi a diminuição no apoio à pena de morte como melhor forma de punição para indivíduos que cometem crimes graves (de 47% para 43%), enquanto foi de 49% para 52% o índice dos que acreditam que não cabe à Justiça matar uma pessoa, mesmo que ela tenha cometido um crime grave.

    O tópico com o maior apoio absoluto entre os brasileiros continua sendo o de que a crença em Deus torna as pessoas melhores (86%), ante 13% que opinam que acreditar em Deus não necessariamente torna uma pessoa melhor. A discussão sobre drogas tem indicadores semelhantes: 82% acreditam que as drogas devem ser proibidas porque toda a sociedade sofre com as consequências, enquanto 15% avaliam que deveriam ser legalizadas porque é o usuário quem sofre com as consequências do uso de drogas. .

    A opinião de a maior causa da criminalidade é a falta de oportunidades iguais para todos passou de 34% para 36%, enquanto recuou de 63% para 60% a posição de que a maior causa da criminalidade á maldade das pessoas.

    Metade (49%) dos eleitores brasileiros acredita que a é preferível pagar menos impostos ao governo e contratar serviços particulares de educação e saúde, enquanto 40% avaliam que é preferível pagar mais impostos ao governo e receber serviços gratuitos de educação e saúde. Em novembro do ano passado, esses índices eram de 49% e 43%, respectivamente. No período, foi de 8% para 11% a taxa dos que não opinaram sobre o tema.

    Sobre o tema, leia a análise de Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do instituto, publicada na Folha

    Para saber a qual espectro ideológico você pertence, faça o teste no site da Folha

    http://datafolha.folha.uol.com.br/eleicoes/2014/09/1512693-direita-supera-esquerda-no-brasil.shtml

  4. A margem de erro desta pesquisa que se utilizou de uma amostragem de 10.054 pessoas é de menos de 2%.

    Achando o erro de estimativa (e) para a pesquisa:

    10.054 = (3² x 0,5 x 0,5)/e², logo: e² = 2,25/10.054 = 0,0149, ou, 1% (aproximadamente) de margem de erro.

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