Ainda há quem lute contra a desnacionalização da economia brasileira

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Desembargador Feu Rosa quer incentivar o empresário nacional

Antonio Santos Aquino

É a primeira vez que leio o nome desse ilustre cidadão, Pedro Valls Feu Rosa, desembargador no Espírito Santo e que é brasileiro no sentido superior do termo, autor do importantíssimo trabalho sobre a desnacionalização da nossa economia, transcrito aqui no Blog. Feu Rosa ama o Brasil e seu povo, demonstrando preocupação com os mais pobres e sacrificados.

Feu Rosa mostra que, da indústria alimentícia à mineração, da comunicação à siderurgia, dos transportes à energia, o que o Brasil possuía de melhor foi vendido a grupos estrangeiros. Um país não pode se desenvolver verdadeiramente sob tais condições.

ATÉ NO AGRONEGÓCIO – “Parece incrível, mas vergonhosamente empresas estrangeiras já são responsáveis por 70% de nossas exportações de soja, 15% das de laranja, 13% de frango, 6,5% de açúcar e álcool e 30% das de café! Isto já sangra o Brasil em mais de US$ 12 bilhões a cada ano, só a título de remessa de lucros”, denuncia o desembargador.

Ao mesmo tempo, temos um presidente da República que ninguém sabe se é um desequilibrado mental ou verdadeiramente um “Calabar do século XXI”. E que trouxe, de contrapeso, uns filhos que por ordem do pai vivem a ofender os generais que resguardam e defendem os seus desequilíbrios. Agora até insinuam uma ditadura.

APANÁGIO – Nós, brasileiros, somos respeitadores de nossas tradições e temos a “Democracia” como um apanágio. Entretanto, é bom lembrar o que “augurou” o ex-presidente general João Figueiredo: “No Brasil haverá uma guerra civil e correrá muito sangue”.

Nós, brasileiros que amamos o país, não queremos isso. Porém, se por azar do destino chegarmos a essa desgraça,  aqueles que se comportam hoje como nazifascistas, intimidando o povo, mostrando armas, tirando-lhe os direitos já conquistados  e vendendo o Brasil, terão o mesmo fim de Mussolini e morrerão pendurados de cabeça para baixo.

E BOLSONARO? – Nos dias de hoje, é difícil defender a família Bolsonaro. Mas os “Zeros” só fazem o que o pai manda. Quem defende ou ou faz crítica “frapê” está tolerando e defendendo.

Levar no ridículo a família de outro presidente que nada fez e nada falou e nem praticou de errado só para atenuar o que os Bolsonaros fazem de absurdo é “algo inaceitável e até inimaginável.

Por fim, saibam que, em momento de perigo, o povo brasileiro sempre se uniu, pois tem amor a Pátria e não é feito de frouxos.

Parabéns, Dr. Pedro Valls Feu Rosa.

17 thoughts on “Ainda há quem lute contra a desnacionalização da economia brasileira

  1. Está, sim, de parabéns o grande brasileiro Desembargador Pedro Valls Feu Rosa, fala com o coração e com a razão, com simplicidade até didática sobre a calamidade que estamos vivendo porque a maioria dos eleitores elegeu um desequilibrado mental para presidir a República, cuja caixa de ressonância pode também ser notada nos filhos deste mau político eleito, os filhos 01, 02 e 03.

    Palmas para Vossa Excelência, Desembargador Pedro Valls Feu Rosa !

    • Só não gostei desse Vossa Excelência. Esse tratamento é resquício de um tempo muito antigo em que o senhor da senzala era o Deus do negro e do peão.
      Por favor, caro senhor Ednei, basta tratar qualquer um de senhor. O que nos falta neste nosso país são execelências! (Daí o nosso atraso)

      • Compreendo que você não gostou, senhor Jaburu, mas para tudo ainda existe um protocolo.

        Eu não gosto do Presidente Jair Bolsonaro, mas se um dia for preciso eu me dirigir a ele (Deus me livre que isto venha a acontecer !), obrigatoriamente eu tenho de chamá-lo de Vossa Excelência, face ao cargo que exerce. Há uma liturgia neste tratamento.

        Certamente o senhor já viu pela televisão julgamentos no pleno do STF, e um ministro digno, como Luiz Fux, por exemplo *como todos os ministros entre si, se for dirigir a palavra mesmo ao ministro Gilmar Mendes, dirige-se a ele como Vossa Excelência,

        No Exército, na Marinha, e na Aeronáutica, os oficiais generais (Generais, Almirantes ou Brigadeiros) são tratados, quando se dirige a estes por escrito ou verbalmente por Vossa Excelência.

        Isto vem, realmente, de muitos anos, mas nada tem a ver com a relação entre a Casa Grande e a Senzala.

        Se você for se dirigir a um Cardeal da Igreja Católica, você tem que pronunciar Vossa Eminência Reverendíssima.

        Quebrar este protocolo é pagar um mico, e conforme a autoridade o senhor será advertido se não cumprir a liturgia do cargo. Se for com um Oficial General das Forças Armadas, e o senhor não for íntimo do interlocutor, e quebrar o protocolo, poderá o senhor inclusive ser preso !

        • Com toda cordialidade possivel me contraponho aos seus argumentos.
          O fato de esse tratamento ridículo, hostil e discriminatório de Excelência estar disseminado em todas as áreas da administração pública não prova que ele é justo. Nos Estados Unidos o juiz é tratado com respeito, usualmente chamado de Your Honor; um
          ‘Deputado ou um Senador é chamado de Gentleman, Mister – nunca de Excelência; o próprio presidente da República é chamado de Mister Presidente.
          Para terminar, não me consta que um cidadão brasileiro seja obrigado a chamar o Presidente de Excelência quando se dirigir a ele. Eu sou cidadão como ele e, além disso, o seu salário sai do nosso bolso – ele é só presidente, pelo menos até agora.
          Precisamos nos conscientizar da nossa cidadania que deveria nos igualar.

  2. Catilinárias – Discurso de Cícero contra Catilina

    “Já não podeis viver mais tempo conosco!”

    “Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra? Quam diu etiam furor iste tuus nos eludet? Quem ad finem sese effrenata iactabit audacia?”
    Marcus Tullius Cicero

    Até quando, ó Catilina, abusarás da nossa paciência? Por quanto tempo ainda há de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há de precipitar a tua audácia sem freio? Nem a guarda do Palatino, nem a ronda noturna da cidade, nem os temores do povo, nem a afluência de todos os homens de bem, nem este local tão bem protegido para a reunião do Senado, nem o olhar e o aspecto destes senadores, nada disto conseguiu perturbar-te? Não sentes que os teus planos estão à vista de todos? Não vês que a tua conspiração a têm já dominada todos estes que a conhecem? Quem, de entre nós, pensas tu que ignora o que fizeste na noite passada e na precedente, em que local estiveste, a quem convocaste, que deliberações foram as tuas?

  3. “Ilustre Cidadão”; “grande brasileiro”; “Palmas para Vossa Excelência”; “Feu Rosa ama o Brasil e seu povo” qua qua qua qua QUA qua qua!!! Quanda mordeção de saco e QUANTA PALHAÇADA!! KKKKKKKKKKKKKK Meus Deus…

  4. A situação do país é realmente calamitosa. O artigo nos deixa mais constrangidos ainda. Mas não toca no ponto mais calamitoso da causa desse status quo: a educação do nosso povo. Precisamos, urgentemente, acordar para essa necessidade que nos atormenta desde o início da colonização. Educar não é só ensinar a ler, escrever e fazer contas. É tomar consciência de que necessitamos do conhecimento, da integridade e da força ética para administrarmos esse pedaço de terra de dimensões continentais e nos defendermos da cobiça de milhões e milhões de pessoas, de outras partes do mundo, muito bem preparadas, as quais têm o maior interesse em nos manter na ignorância, na fraqueza e na corrupção para mais facilmente tomarem de nós os bens mais valiosos do mundo e que são abundantes em nosso quinhão: espaço, petróleo e AGUA ! Necessitamos desesperadamente,de um sentido de fraternidade que nos una contra os vermes da corrupção, do enriquecimento ilícito, do desprezo ao próximo e do egoísmo extremo que grassa entre nós. O que mais arruína o país é a falta de escolas, de excelentes mestres e de políticos inteligentes. A imensa maioria dos que temos só pensam em si mesmos e nas mordomias que possam usufruir. Uma penitenciária é mil vezes mais cara que uma escola. Sua manutenção é ainda mais cara. Porém, quanto mais escolas tivermos, menos prisões precisaremos.
    Outro ponto perverso e que ainda não mereceu a devida atenção é o controle de natalidade. Há famílias, principalmente nas classes mais pobres, que geram 25 ou mais filhos !!! Isso é um fator gerador de pobreza e criminalidade ! A indolência e o “jeitinho” estão acabando com nosso país ! Estaríamos muito melhor com METADE dos políticos que temos. Não se conserta uma nação com violência nem com aproveitadores. Precisamos de união, idealismo, planejamento e trabalho honesto.

  5. O fanatismo obscurece a mente, torna o fanático um cego, que não consegue ver o desiquilíbrio, o despreparo do atual presidente.
    O Brasil, está refém do “nós e eles”: dos fanáticos do Lula e dos fanáticos do Bolsonaro.
    Isso parece o samba do crioulo doido, não pode dar certo.
    O pior é que, quem pode dar um freio nisso e dar uma arrumação no país, está em silêncio, naturalmente esperando um porvir pior.

  6. Essa gente não percebeu que temos 30 milhões de desempregados e ainda tá nessa do “Minério não duas safras” da década de 50.

    Não sabem que o Brasil ocupa o 150º lugar no interesse de empresas mundiais se instalarem aqui e ainda acham que alguém que nos roubar.

    Claro, nunca passaram fome, nunca sentiram o drama do desemprego ainda devem morar bem e ganhar muito.
    Daí para desencargo de consciência, pela boa vida que levam, querem se mostrar como defensores da pátria.

    Como já dizia Paulo Francis: “Pra cima de mim? “

  7. O povo está diante de uma situação tão absurda quanto patética.

    Se alguém elogia o país é criticado;
    Se alguém critica o país é criticado;
    Se alguém aponta nossos defeitos é criticado;
    Se alguém diz que podemos melhorar, que temos de acreditar na democracia é criticado;
    Se alguém comenta que somente o Legislativo sendo fechado é que teremos solução para o Brasil é criticado.

    Critica-se tudo e todos, em razão de não vermos mesmo saída, de nos encontrarmos diante de tantos problemas e graves, que por mais que postem opiniões, conclusões, interpretações, ideias, pensamentos, tornam-se inócuos diante de tamanhas complicações e desarrumação que nos encontramos como povo e Estado.

    O artigo em tela, de Aquino, apresenta uma pessoa – o Dr.Feu – que postou o que acha do país, e o que nos levou a essa bancarrota.
    E ele tem razão, assim como foi oportuna a publicação desse artigo.

    Mas, na razão direta que publicou que estamos em mãos estrangeiras até mesmo na agricultura, o desembargador não ofereceu saída para o Brasil e povo, pois simplesmente apontou nossas falhas que, hoje, tornaram-se praticamente impossíveis de ser sanadas.

    Não há por onde atacar que não ocasione efeito colateral em outra áreas, nos demais segmentos imprescindíveis à vida nacional.

    Agora, passarei a concordar e apoiar aquele comentarista ou articulista que vier a público e ser taxativo, categórico:
    O mal do Brasil tem sido costumeiramente entregar a sua economia para incompetentes, pessoas sem criatividade, que só têm um objetivo, que é levar a efeito o que dizem os livros desta matéria, e dane-se o cidadão!

    Não há como classificar o que temos de pior, mais desarranjado, mais grave, SE ANTES O POVO NÃO FOR ATENDIDO!!!

    Falácia, sofisma, que a economia entrando nos eixos haverá emprego, que a vida do cidadão vai melhorar, MENTIRA TORPE, SÓRDIDA, CRUEL!!!

    Que raio de economia irá sair da sua estagnação ou recessão, SE O SER HUMANO, O TRABALHADOR, O CIDADÃO, os habitantes do país ESTÃO CADA VEZ EM SITUAÇÃO PIOR???!!!

    Quem consumirá o quê?
    Quem investirá em negócios, se o Brasil tem problemas de ordem social gravíssimos?
    Como sobreviverá o desempregado, o endividado??
    Como animar a economia, se a cada ano aumenta o número de pobres e miseráveis??!!
    Se o Estado se encontra falido?
    Se não temos dinheiro para absolutamente nada??!!

    O dr.Feu colocou o dedo na ferida das consequências de políticas econômicas que tivemos – e que seguem ainda -, através de planos infelizes que dilapidaram o poder aquisitivo do povo, todavia, e quanto à solução para esses impasses?

    De que forma industrializar essa nação?
    Como implantar indústrias com essa economia frágil e permanentemente em desaceleração ou instável?

    Só há uma saída, queiram ou não:
    a única solução é tirar o povo da miséria e da pobreza.

    Modéstia à parte, deixei a minha sugestão para esta equação difícil, que seria colocar esse contingente de milhões de desempregados e outro tanto na economia informal, para que passem a se manter, consumir, e aumentar a arrecadação tão necessária.

    Fora desse esquema, cada vez mais vamos perdendo espaço entre as nações, além de o povo brasileiro agravar sobremaneira a sua condição social, nessas alturas sendo multado até pela Aeronáutica, POIS ESTÁ VOANDO BAIXO DEMAIS!!!

    Agradeço ao Aquino a postagem em tela, que abre o debate que tanto precisamos estabelecer como permanente neste blog incomparável.

    Saúde, muita saúde ao articulista.

  8. Já que damos tanta bola pra o que Dinamarcas, Alemanhas e Suécias falam e fazem por que os sites não estampam nas manchetes que na Suécia, por exemplo o salário médio é de 32,2 mil coroas e um juiz ganha 66 mil? Um juiz da suprema corte, nosso STF, ganha 109,5 mil. Que com os descontos dos altos impostos vigentes no país, totalizam um valor líquido de 59 mil coroas suecas. Pasmem, o equivalente a cerca de R$ 25 mil. Não vamos copiar apenas as normas ambientais. Copiemos também o EQUILÍBRIO SALARIAL. O resto é discussão inócua que os que ganham muito, pagos pelos escravos contribuintes, se divertem nas horas vagas. Que são muitas…

  9. A cada dia que passa no Brasil, vejo as pessoas cada vez mais acomodadas , com o dia a dia, , nos temos Robertos que sao sarcasticos e nada fazem pra mudar e temos alguns revoltados que gostam de escrever ,mas ja passaram da idade pra fazer a diferenca,, mais admiro., sao pessoas que se precisarem ir pro buraco com certeza estarei ao lado deles nessa guerra que preciamos ter coragem pra decidir de que lado estamos

  10. já fomos a sétima economia mundial e onde essa riqueza foi parar,continuamos com os mesmos problemas estruturais em todas as áreas o trabalhador produz a rhiqueza e esta e apropriada pelos parasitas.

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