Armínio Fraga traça quadro dramático e diz que Brasil já está “quebrado”

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Em entrevista à GloboNews, Fraga descobriu o óbvio

Merval Pereira
O Globo

O ex-presidente do Banco Central, Arminio Fraga, traçou um quadro dramático das contas públicas brasileiras na entrevista que deu ao programa Central da Globonews, na quarta passada. Segundo ele, o problema hoje é que 80% do gasto público do Brasil vêm de duas grandes contas, a do funcionalismo público e a da Previdência. “É preciso mexer nelas, sob pena de não sobrar dinheiro para nada”.

Os demais gastos estão muito comprimidos, inclusive os investimentos públicos, que estão perto de 1% do PIB, quando nas últimas décadas chegou a um pico de cerca de 5% do PIB.

FALTA DINHEIRO – Arminio destacou que o volume de investimentos do setor público no Brasil nos últimos 4 anos não foi suficiente sequer para repor a depreciação. “Não à toa estamos assistindo a episódios frequentes de quedas de viadutos, pontes etc”.

Segundo o ex-BC, comparações internacionais mostram que os gastos com funcionalismo e previdência no Brasil estão muito acima dos observados em países de renda média. Ele vê como necessária a redução desses gastos de 80% para 60%, o que proporcionaria uma economia de 7 pontos do PIB, a ser buscada ao longo de dez anos.

Tanto como proporção do PIB quanto como do gasto total, o Brasil gasta bem mais com funcionalismo do que a maioria dos países do Ocidente, destaca Arminio Fraga. Parte desse excedente vem do fato de que temos 20% de participação de empregos públicos no total de empregos do país, um total relativamente alto se comparado a outros países.

COMPARAÇÃO – Fraga mostra também, em trabalho recente, que há um elevado prêmio salarial, de cerca de 60%, que recebem os funcionários do governo federal, em comparação a assalariados do setor privado com qualificações semelhantes, como estima o economista Naércio Menezes.

Os gastos com Previdência mostram resultados semelhantes aos do funcionalismo: o Brasil gasta relativamente muito, o que surpreende, sobretudo, dada à demografia relativamente jovem do país.

Essa mesma constatação levou o deputado federal do Rio (DEM) Pedro Paulo a apresentar uma emenda constitucional que limita o crescimento de despesas obrigatórias, quando gatilhos serão acionados a cada momento em que os gastos passarem de limites predeterminados. Até chegar a uma série de medidas mais drásticas ao atingir o estágio de descontrole grave, como a redução da jornada de trabalho temporária, até que volte o equilíbrio.

JÁ QUEBROU… – No diagnóstico do deputado Pedro Paulo, que trabalha no desdobramento da emenda constitucional com técnicos do ministério da Economia e da Câmara, o Estado brasileiro quebrou há algum tempo. “Já quebramos todas as metas fiscais, e estamos a caminho de quebrar as que restam, com o teto de gastos”, alerta.

Para ele, é preciso conter crescimento exponencial dos gastos públicos, em especial os obrigatórios, que consomem 96% do orçamento, não sobrando nada para investimentos.

Emitir títulos e aumentar a dívida para pagar despesas correntes, o que o parlamento permitiu esse ano dando ao governo autorização para aumentar a dívida pública em R$ 248 bilhões (7% do PIB) sem uma medida sequer para resolver o problema, é cavar mais o buraco.

DESPESAS OBRIGATÓRIAS – O problema central do desequilíbrio fiscal brasileiro, para Pedro Paulo, é o tamanho e o descontrole da despesa obrigatória, e a enorme rigidez orçamentária. A reforma da Previdência, ainda que seja a maior das despesas, é necessária, mas não suficiente para resolver o desequilíbrio fiscal.

Seus efeitos são de longo prazo, e faltam muitas outras despesas obrigatórias, vinculações e indexações. Se adotados, esses mecanismos de controle do gasto público podem garantir, em dois anos, a manutenção do teto dos gastos até 2026, quando a lei completa 10 anos, e proporcionar economia que poderia ser aplicada, em parte, em investimentos públicos. “Não seria apenas um programa de contenção de despesas, mas de estímulo ao investimento”, explica do deputado Pedro Paulo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O artigo é importantíssimo e mostra também a blindagem da dívida pública. Fraga, que também enriqueceu no mercado financeiro, imita Paulo Guedes e não toca no assunto dívida pública – é como se esse problema não existisse. Só faltou Arminio Fraga defender a privatização do que resta, para aumentar a desnacionalização da economia.  (C.N.)

27 thoughts on “Armínio Fraga traça quadro dramático e diz que Brasil já está “quebrado”

  1. Merval Pereira não é aquele Bosta que cobrou quase 1 milhão pra fazer palestrinhas de merda pagos com o dinheiro do nosso bolso? E vem fazer materiazinha preocupado com as finanças do país? Vai ser hipócrita assim na porra!

  2. Deu no CORREIO BRAZILIENSE há dez anos

    Note-se que Armínio Fraga toca no perigo da dívida pública, todavia não menciona a necessidade de fazer a auditoria desta dívida:

    Armínio Fraga diz em CPI que dívida pública não é pequena e custa caro.

    postado em 18/11/2009 21:17 / atualizado em 18/11/2009 21:21

    O ex-presidente do Banco Central (BC) Armínio Fraga disse nesta quarta-feira (18/11), ao depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública, na Câmara dos Deputados que “a dívida pública brasileira não é pequena e custa caro aos cofres do país”, embora seja administrável.

    Segundo ele, isso contraria, de certa forma, os que apregoam que a economia vai muito bem. A solução para o problema, para Fraga, passa pela redução do gasto público e da carga tributária.

    Ele disse que o custo alto da dívida impede que o país invista em necessidades básicas como educação, saúde e segurança. Fraga citou que, com menos investimento, a economia nacional cresce pouco em relação à dos demais países emergentes. Além disso, a carência de crédito no mercado pressiona os juros para cima, enquanto a forte entrada de dólares pressiona a taxa de câmbio para baixo e forma um cenário que “dificulta a vida da indústria e da agricultura”.

    Fraga afirmou que a dívida bruta do governo federal equivale, hoje, a mais de R$ 1,8 trilhão, o que representa 67% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, estimadas em R$ 2,950 trilhões no relatório de Política Fiscal de setembro, elaborado pelo Departamento Econômico do BC. Essa dívida acarreta despesa anual com juros de 5,6% do PIB, que somam o montante de R$ 165 bilhões, de acordo com o ex-presidente.

    O vice-presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon) do Rio de Janeiro, o economista Paulo Sérgio Souto, também depôs na CPI da Dívida Pública e ressaltou que a administração da dívida pública “é altamente explosiva, causa instabilidade social e provoca graves deformações na vida administrativa do país”.

    Souto citou como exemplo a questão da educação, que é defendida por todos como prioritária, mas esse privilégio não se reflete no Orçamento, que, no ano passado, destinou 2,57% dos gastos públicos para a educação. Ele destacou que a área de saúde ficou com 4,81% do total.

    Segundo o presidente do Corecon-RJ, o país gastou R$ 268 bilhões, neste ano, contabilizados até o mês de outubro, com juros e amortização da dívida, o que corresponde a 13 vezes mais que os gastos com educação no mesmo período. Também foram gastos R$ 120 bilhões com pessoal ativo e inativo, mais R$ 161 bilhões com benefícios previdenciários. Ele disse que, “com isso, a dívida interna cresce sem parar”, tendo aumentado R$ 250 bilhões de janeiro a setembro, segundo suas contas.

    • Perfeito Ednei..

      Só que esse EMBUSTEIRO, braço direito do traficante George Soros,passa ao largo da ações da Petrobras,e das terras produtivas no Matogrosso,e famosa e tão comentada floresta amazônica, estão na mão de “proprietários estrangeiros”.
      Isso,fdp trambiqueiro,nem fala.

      Quando no Dilma,ventilaram seu nome para ministério.
      Aqui mesmo nesta blog TI,envie vários torpedos contra esse canalha..

      Escrevi na época,que preferia o Meirelles…

      Hj. tbem, prefiro o Meirelles,por várias razões,uma delas segurança do mercado,e dever do casa,sem oscilações.

      • Prezado Sr. Luiz Fernando Souza/Poa-RS,

        Armínio Fraga, antes de tudo, é um banqueiro. Não podemos esperar que um banqueiro venha a falar e muito menos defender a auditoria da dívida pública. Os únicos a ganhar com os juros compostos (juros dos juros) que só o Brasil paga aos banqueiros, são os próprios banqueiros.

          • Prezado Sr. Luiz Fernando Souza/Poa-RS,

            Fico feliz com seus comentários a meu respeito, o que me dá estímulo a continuar tentando falar com a clareza e o equilíbrio necessários. O meu objetivo é tentar abrir os olhos daqueles que estão com os olhos vendados e não conseguem, pois, enxergar o que está nos acontecendo.

            Abraços, obrigado, e muita paz e saúde para o senhor.

            Ednei José Dutra de Freitas

  3. O que não se fala também são as insençoes fiscais e a sonegação que as grandes empresas cometem,e dizem divida velha não se paga e a nova transforma-se em velha.Bolsonaro abonou 80bi das dividas do agro negocio.

  4. Alguém duvida de que Arminio Fraga, o pupilo de George Soros, não seja a não seja a favor da privatização e desnacionalização de tudo? Isso não seria o corolário “sociedade aberta” tão ansiada por ongs liberais, onde as riquezas do mundo serão controladas benevolamente por algumas mentes iluminadas, que livrarão os povos do males de seus governos?

  5. O competente ex-Presidente do Banco Central, o brilhante Dr. ARMINIO FRAGA, responsável por levar até o fim o segundo Governo FHC, porque se não fosse ele, aquele Governo não iria até o fim, tem toda razão no que fala, baseado nas Contas Nacionais de nosso Orçamento Federal.

    Só que não é o BRASIL que está quebrado, mas o GOVERNO BRASILEIRO.

    Sem dúvida temos que nos próximos 12 An os reduzir o tamanho do Estado de +- 43% do PIB para +- 25% do PIB.

    Não devemos copiar a Argentina, mas evitar os erros que ela cometeu antes de Nós.
    Como é o GOVERNO que está quebrado e não o BRASIL, a Solução existe.

    Zerar o Deficit Público gerador de Dívida Pública/Inflação, e zerar nosso Deficit no Balanço de Pagamentos Internacional gerador de DESNACIONALIZACAO de nossa Economia.
    O dia que o BRASIL acabar com esses dois Males Econômicos, muito mais prejudiciais do que a própria Corrupção Política, vamos prosperar de verdade.

    • Caro Bortolotto,devida vênia,o governo FHC, foi o maior entreguista,(AF),fez a maior doação,literalmente nos deixou de 4.

      Com todo respeito,foi no governo atilado e esperto do Lula, buscou no Dr. Meirelles,a segurança para os investidores,e fez,o dever di casa sem sobre saltos.

      Antes que uns direitas fanáticos fale
      di corrupção ou ideologia.

      Realmente Lula,no meio do caminho se desviou.

      FHC, não,(esqueça que escrevi),desde do início seus comparsas já estavam em negociaçõescom os Rockefeller, fundação Ford,com seu Bill Clinton..

      Cuidado, Bolsonaro, está fazendo di tudo,falei di “tudo”, seguindo os mesmos descaminhos di FHC,Lula.

      Por, derradeiro,a economia vai mal,o País tá um caus….

      • Antônio.

        Pfr°Albuquerque,FGV e militar aposentado.

        Usa”palavrinhas”,nada ortodoxos,tipo:
        jornalista de merda, referindo-se Ao Bernado da folha. ministro di merda,etc…
        Senhor,muito “culto”,e uma superioridade invejável…bate palmas…

        Aproveita,pedi ao prof°. FGV.
        Dados do Governo Itamar,que estabilizou o câmbio,debelou a inflação, trazendo di volta os investidores,é lhes dando segurança. E faça as comparações.

        O timoneiro do do plano real chama se Itamar Franco,fez um governo de coalizão. Na equipe econômica além do sociólogo, Yeda crusios,Celso Amorim, Goldmam,Barros, não lembro nome dos 2 últimos.

        Ah..sucessor que Itamar,desejava,era ministro Antônio Britto,na hora o Gaúcho caiu na lábia do sociólogo.

        Deu no que deu…

        Capitalizaram os lucros,e socializaram os prejuízos, papéis podre s para viúva…

  6. É óbvio ululante que os salários do funcionalismo foram crescendo exponencialmente com o objetivo de se criar um curral político de apoio. Principalmente nos anos “dourados” do PT aonde se gastou sem lastro. Qualquer ser vivente sabe que o mesmo cargo, com a mesma qualificação recebe muuuuuito mais no setor público. Taí os portais da transparência para comprovar isso. Não existe justiça social em nenhum lugar do mundo aonde trabalham lado a lado pessoas que recebem 2,3 e 5 mil, junto com outras que recebem 20, 30, 50 mil ou mais! Isso ocorre no judiciário todo do país e em escala menos absurda em todo o serviço público. Os idiotas de plantão dirão: tá reclamando porque não passou no concurso… Imbecis! Pensam que o país é só o ” trono de seu apartamento, e a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar…”
    Enquanto isso não voltar ao equilíbrio navegaremos na barbárie.

  7. O Brasil. Argentina e México, por optarem pelo regime socialista da corrente fascista ( as outras do socialismo são a nazista e a comunista) com Getúlio, Peron e o PRI, hoje paga a conta dessa loucura , em que o estado se responsabiliza por tudo e todos em país e com isso se agiganta de tal forma com a burocracia necessária para fazê-lo funcionar, sem falar da corrupção e excessos de regulamentos trabalhistas e outros, que impedem investimentos, que fica impossível sustentá-lo.

  8. O Brasil,. Argentina e México, por optarem pelo regime socialista da corrente fascista ( as outras correntes do socialismo são a nazista e a comunista) com Getúlio, Peron e o PRI, hoje paga a conta dessa loucura , em que o estado se responsabiliza por tudo e todos em um país e com isso se agiganta de tal forma com a burocracia necessária para fazê-lo funcionar, sem falar da corrupção e excessos de regulamentos trabalhistas e outros, que impedem investimentos, que praticamente fica impossível sustentá-lo.

    A carga tributária de um país normal, democrático e capitalista, seria no máximo de 28%. Nos EUA ela é de 26%.
    Aqui o povo paga 40% ou mais de impostos para sustentar a desgraça de um estado que foi criado com a farsa de uma ideologia, que lhe prometia o paraíso.

  9. ARMINIO FRAGA ALERTA PARA RETROCESSO DA DEMOCRACIA SOB BOLSONARO E DIZ QUE POUCOS INVESTEM ASSIM

    Em entrevista ao jornalista Rodrigo Constantino , Setembro de 2019

    A instabilidade política abala as instituições e já afeta a economia, afirma Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos, em entrevista neste domingo ao GLOBO. Ele vê, nas ações do governo e nas declarações do presidente Jair Bolsonaro , um retrocesso na democracia, em seu sentido mais amplo, que dificulta a retomada da confiança e dos investimentos.

    Será que o que nós estamos vendo no meio ambiente e na educação vai se repetir em outras áreas?, questiona o economista, que responde: “É claro que é possível. Está tudo muito imbricado com a questão maior do investimento, da confiança, até mesmo do gasto das pessoas, que ficam com medo. Além disso, o Brasil segue com um desemprego muito alto, muita gente vai ficando para trás e o ambiente de negócios fica prejudicado. Muita gente elogia a economia publicamente, mas não investe.”

    Armínio ainda criticou o lado mais extremista do presidente e sua base: “Estamos olhando não apenas instituições, mas valores. Essa questão está presente desde a campanha, e diz respeito a preconceitos os mais variados, de questões raciais à misoginia ao obscurantismo”.

    É preciso dar um leve desconto, pois Armínio vem articulando com um grupo de centro-esquerda que tem Luciano Huck como provável nome para disputar as eleições em 2022. Os rótulos que muitos usam para descrever Bolsonaro, da mesma forma que ocorre com Trump nos Estados Unidos, soam às vezes um pouco exagerados. É justamente por uma questão de valores morais que muitos da classe média encontram guarida em alguém como Bolsonaro, apesar de tudo, contra os excessos dos “progressistas”, cujos “valores” enxergam como amorais ou imorais.

    Mas, se essa parte da crítica pode soar excessiva, o primeiro ponto me parece mais relevante e acurado: a verborragia e a postura de Bolsonaro têm gerado maior insegurança política, e investidores costumam demandar estabilidade e previsibilidade no cenário. Isso pode estar custando caro em termos de investimentos sim.

    Os projetos continuam engavetados, pois os empresários enxergam os avanços das reformas, mas temem o quadro conflituoso na política, muito dele estimulado pelo próprio presidente.
    Além da política, o Judiciário produz incertezas, em especial o próprio STF, como admite Armínio:

    “O Supremo, que no caso do mensalão agiu de maneira rápida e coerente, de uns tempos para cá vem tomando mais decisões de forma monocrática, e as coisas têm sido mais erráticas, ou não têm andado”.

    Os ventos que vêm da política e do STF não ajudam na retomada dos investimentos, infelizmente.

    Rodrigo Constantino

  10. Assisti a entrevista com Armínio Fraga a que a Globo se refere. Ele tocou de leve no assunto da dívida, dizendo que a solução da necessidade de dinheiro não passa por emissão de títulos a juros elevados, mas os entrevistadores é que foram, na minha opinião, culpados por não terem ido mais a fundo nas perguntas sobre a dívida e sobre como o governo deveria fazer para resolver o problema das despesas engessadas.

  11. CN; o sr já escreveu isto hum milhão de vezes. Por favor escreva hum milhão vezes (x) hum milhão mais.
    O AF, não falou nada mais que o óbvio, basta olhar e ver a quantidade de pessoas revirando latas de lixo em busca de alimento.
    Obs: Pelo menos aqui em Pernambuco no bairro de Piedade, onde resido.

  12. É só cortar as lagostas e outros deleites dos pimpões. Tirar todas as benesses e penduricalhos e estabelecer um teto salarial de vinte e cinco mil contos!
    A economia seria gigantesca e o país arrancaria como um Dragster rumo ao desenvolvimento econômico. Não há outra mágica! O resto, e chover no molhado e ficar nos sacaneando como sempre o fizeram…
    Fazer experiências exóticas com a barriga alheia é muito fácil. Chegou a hora de falarmos as coisas às claras, seus FDP!!!
    Simples assim.
    Atenciosamente.

  13. Já Quebrou Mas ainda assim seguimos:
    – pagando a dívida
    – concedendo aumentos aos ministros do STF e PGR (no ano passado) com efeito cascata em todos os Tribunais e Procuradorias (leia-se Ministérios Públicos)
    – concedendo aumento aos militares e livrando-os da reforma da previdência com versão light e mantendo a integralidade, estendendo-se, ainda, aos agentes da segurança pública
    – perdoando dívidas de empresas com o Estado
    – anulando multas de infratores (pessoas jurídicas, especialmente, e físicas)

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