Texto sobre armas, atribuído ao padre Fábio de Mello, é de autor desconhecido

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Texto

Atribuído ao

Padre Fábio de Melo

Cansado e perplexo com tantas baboseiras e falsas justificativas para as atrocidades que ainda nos surpreendem todos os dias, digo que os meninos não mataram porque o porte de arma é um projeto do atual governo. Os meninos não mataram porque jogavam jogos violentos. Os meninos não mataram porque a escola foi omissa. Os meninos não mataram porque sofreram bullying…

Eles mataram porque as famílias estão desestruturadas e fracassadas, porque não se educa mais em casa, não se acompanha mais de perto, a tecnologia substitui o diálogo, os presentes compram limites, direitos e deveres, e não há o conhecimento e respeito a Deus.

Precisamos parar de nos omitir, de transferir culpas. A culpa é minha, é sua, de todos nós! A violência é o desdobramento de carências afetivas, da necessidade de ser visto e notado, ainda que da pior maneira.

As armas não matam, o que mata é a ausência de amor!!!

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Belíssimo artigo, enviado por Carmen Lins, atribuído ao padre Fábio de Melo, na verdade é mais uma fake news. Mas confesso que gostei muito e compartilho dessa tese, totalmente adaptada aos dias de hoje. Nos países civilizados, as armas não são produzidas para ataque, e sim para defesa. Mas aqui no Brasil o homem de bem não pode ter uma arma para defender a família. Se tiver a arma e a usar caso sua casa seja invadida, será preso e condenado, se os invasores não estiverem armados. Esta é a legislação hoje em vigor no país da piada pronta, em que o presidente prometeu facilitar a compra de armas, mas seu decreto é um embuste, nada mudou na burocracia impeditiva. (C.N.)

41 thoughts on “Texto sobre armas, atribuído ao padre Fábio de Mello, é de autor desconhecido

  1. A nova regulamentação tirou da PF o poder discricionário da concessão que era o maior impeditivo da obtenção do posse de armas.

    Como já escrevi aqui ter o posse de armas necessita a comprovação de equilíbrio mental e habilidade + conhecimento no manuseio.

    Armas matam e nem todos podem possuí-las.

    Parabéns Bolsonaro/Moro pela regulamentação com bom senso.

  2. Concordo com o artigo do Padre Fábio. As armas são letais em mãos de pessoas desequilibradas. Porém, o mais letal para este País são os nossos políticos e o stf depois da votação de ontem.

  3. A lucidez de pensamentos, ideias claras e compreensíveis, advém de homens cultos, que ESTUDARAM!

    O padre Fábio de Melo representa o moderno homem religioso.
    Sem o uso ridículo dos paramentos usados nas missas, vestindo roupas comuns, ele se aproxima das pessoas pelo que diz, aconselha, informa, orienta e avisa.

    Jovem, bem apessoado, elegante, suas palavras cativam, pois se vê nesta cidadão a devida coerência entre o recado que deixa para seus admiradores e a vida que leva.

    Claro, uma existência sem maiores dificuldades, sem preocupações familiares, sem filhos para sustentar e servir de exemplo, sem esposa, sem casa para manter e emprego para zelar.

    Mas, Fábio de Melo dedica-se a valorizar a vida daqueles que a estão perdendo para as circunstâncias, para os empecilhos diários, e forças esgotadas diante de tanta luta.

    O religioso tem a esperança para alimentar as pessoas que já a perderam, que se sentem desesperadas, que não encontram refúgio.

    Ora, o espírito forte, a vontade determinando valentia, a pessoa se julga capaz de seguir em frente, ainda mais que existe quem sabe dos problemas e está disposto a ajudar.

    A missão de Fábio de Melo é o legítimo sacerdócio, exatamente como é ser professor, hoje tão desprezado pelos governantes e sociedade, lamentavelmente.

    Melo tem consciência da sua atribuição social, espiritual, levando a sua vida até mesmo de modo secular, ou seja, entre as circunstâncias da vida e do mundo, então a sua identidade com os telespectadores e os que vão vê-lo ao vivo pregar as suas ideias.

    Bela remessa da minha querida Carmen Lins sobre esse cidadão de vida ímpar, que deseja auxiliar quem dele precisa.

    E aplaudo Carlos Newton por ter postado o artigo em tela.

  4. Não ter uma percepção mínima dos fenômenos que nos causam, tem-se a boa intenção do nosso queridíssimo Pe. Flávio de Mello. Ele vai pro céu.

    Depois do ideal, que surge com o advento da mente nos humanos, o paraíso se foi.

    Agora é guerra até a derradeira que colocará um fim na vida neste planeta.

    Em guerra só há duas opções : matar ou morrer.

    Os idealistas e fanáticos sempre sempre atacarão com o fim de assassinar quem não compartilha de suas taras.
    Se vc também tem alguma tara de que acha possível ser moderado com eles como o Mourão ou Dilma que queria diálogo com os degoladores do ISIS……

  5. Alto lá! Incluam-me fora desta! Não sou responsável, muito menos culpado, pelas ações individuais de ninguém! Mataram porque eram maus. Ponto. Todas as famílias desestruturadas produzem psicopatas assassinos seriais? E o Padre – se ele é mesmo o autor – como Padre desconhece a existência e a realidade do mal? Formou-se nas ideias de São Tomás de Aquino e Santo Agostinho ou é mais uma vítima da Teologia da Libertação? Se a culpa é de “todos”, então a culpa é de ninguém. Se todos “nós” somos culpados, todos “nós” vamos para a cadeia?

    • Varuzza,

      Por mais que tu queiras não conseguirás te isolar dos males deste país e do mundo.

      Por mais que te julgues inocente pelos crimes alheios, fazes parte da sociedade, que hoje se encontra doente, sem rumo, sem norte.

      Por mais que sejas educado, cumpridor das leis, contribuinte correto, pai e esposo exemplares, estarás envolvido em qualquer problema de ordem criminal, social, político e financeiro desta nação.

      A frase não é minha, mas “homem algum é uma ilha”.

      Fazes parte do tecido social, Varuzza, se não como causador desta queda vertiginosa da ética e da moral, mas como vítima de ideologias e mandatários corruptos, desonestos, incompetentes e vagabundos!

      Agora, deves cuidar de um detalhe de fundamental importância à tua existência, e te digo do alto da minha experiência de 70 anos de vida, e abaixo de mau tempo:
      Não te alienas, não te afastes das questões nacionais.

      O país precisa de ti, e nós também.
      Não vires as tuas costas para os necessitados, carentes, para os oprimidos e injustiçados.

      Abraço.
      Saúde!

      • Desculpe, reafirmo, não sou responsável pela livre escolha de ninguém. Sou responsável pelas minhas escolhas apenas. Como nos pede o Evangelho: estarmos no mundo sem sermos do mundo. Para mim, este coletivismo transferidor de culpas do indivíduo para abstrações como “nós”, a “sociedade”, etc., cansou. A salvação é a do indivíduo, não do coletivo.

        • Tudo bem, Varuzza.

          Agora, não seria o enaltecimento do egoísmo?
          O mundo sou eu, e o resto que se lixe?
          Sou perfeito, enquanto a maioria absoluta é de gente má?

          E quanto à solidariedade?
          A compaixão?
          O perdão?
          A compreensão?
          A tolerância?

          Sentimentos em desuso ou arcaicos?
          Características de humanos fracos, piedosos, inúteis?

          Viva, então, o pragmatismo?
          Idosos que morram, e crianças abandonadas que sejam igualmente vitimas de si mesmas ou de seus pais?

          Respeito o teu ponto de vista, mas não consigo aceitá-lo, lamento.

          Por outro lado, a salvação não está no indivíduo, Varuzza, pensa bem.

          Se fosse como imaginas, o ser humano nasceria de semente ou de ovos, inaugurado, quem sabe ou, então, cairíamos do céu ou trazidos pela indefectível cegonha!

          Não é assim.
          Foram necessárias duas pessoas para que nascêssemos, mas isto tu sabes, claro.

          Desta forma, a salvação não pode ser individual, pois como ficariam nossos pais?
          Iríamos abandoná-los, se professassem religião diferente daquela que adotamos?
          Deixaríamos de lado nossos genitores quando adultos?

          E quanto aos filhos?
          Igualmente que se virassem, caso um deles não fosse o cidadão que queríamos e almejávamos?

          Que se preocupassem consigo mesmos porque não se teria obrigação alguma com as suas “salvações”?

          Não sei não …. não sei como seria o futuro com este teu pensamento como norte, a não ser uma humanidade cada vez mais animalesca, pérfida, má, egocêntrica, e o que penso.

    • CONFISCO DO PÁTRIO PODER:

      -Como posso evitar de sofrer aquele cujo sofrimento também me faz sofrer; se de mim foi arrancada a autoridade sobre ele?

  6. As armas não matam, as pessoas matam.
    É verdade, mas apenas uma verdade parcial.
    As armas aumentam muito a letalidade.

    “A questão é a letalidade da arma. A arma de fogo tem um potencial lesivo muito maior. E em uma sociedade tão conflituosa como a nossa, aumentar o acesso a um instrumento que provoca lesões fatais é aumentar o número de lesões fatais.”

    https://goo.gl/CcYdez

    Uma lição para o Brasil: Massacre em escola escocesa levou Grã-Bretanha a proibir armas em 1997

    • As garrafas também matam. Se Lula não estivesse preso, já estaria morto. Não pela garrafa em si, mas pelo que tem dentro delas e o passarinho não bebe.
      Ele devia agradecer ao Juiz Sérgio Moro por estar preso, babaca.

  7. Caro Jornalista,

    Vendo este artigo, me lembrei de um caso que aconteceu comigo aqui, no Distrito Federal.

    -Eu ia fazer compra no hipermercado Carrefour daqui da parte sul da cidade, quando, parado no semáforo, percebi que havia uma senhora e uma criança dos seus cinco, seis anos, pedindo esmolas e correndo por entre os carros.
    Pensando no que poderia acontecer, alertei, em tom de voz educado, à senhora, supostamente mãe:

    “-Senhora, essa criança pode ser atropelada!”
    A mulher me olhou de cara fechada e retrucou na bucha:
    “-Cuide dos seus filhos que do meu cuido eu!”

    Pronto!
    Tiro certeiro na testa! Na minha testa!
    Muito bem feito para mim.
    Quem manda eu ser oferecido e me interessar pelos filhos alheios?
    Quem manda eu querer que as parideiras de bandidos, da futura massa carcerária e dos drogados de hoje tenham o mesmo cuidado com as suas proles que eu tive com a minha, e a mesma consciência que teve a minha mãe comigo e com os meus irmãos?
    Sai daquele semáforo pensando, cá, comigo: “Nunca mais darei opinião sobre a criação de filho alheio. Cada um que crie o seu filho da forma que achar melhor”.

    -No caso em questão, alguém se preocupou em saber as notas dos dois “estudantes” e se eles iam às aulas somente para perturbar quem queria, realmente, aprender alguma coisa e se tornar alguém na vida?
    -Será que o cidadão, que doa mais da metade do salário ao Estado, além de gastar com a educação dos próprios filhos e com os impostos que financiam a educação pública, ainda terá que ser, obrigatoriamente, babá e “coautor” do comportamento dos filhos alheios, criados por pais irresponsáveis?
    -Diante dessa matança e do perigo que representam as armas, será que os ministros do Supremo cancelarão a contratação de seguranças armados e optarão apenas por “vigilantes”, desarmados?
    -Alguém sabe quantos miseráveis, flagelados e favelados, conseguiram estudar, trabalhar e vencer na vida sem que tenha sido preciso prejudicar os outros e sem terem merecido o mesmo destaque que a mídia dá para os drogados, ladrões, inúteis e traficantes, todos fracassados da vida e tido como exemplo no “horário nobre” do final da tarde? Não! Ninguém sabe. Isso não vira estatística, nem é divulgado pelos grandes jornais.

    -Ou será que, na terra onde o rabo balança o cachorro e juiz defende o réu que irá julgar, o objeto inanimado torna-se o culpado pelo crime e a pessoa que a manuseia “vítima da sociedade” e passível de ser perdoada e indenizada?

    Na escola se aprende português, ciência e matemática com os professores. Educação se aprende em casa, com o pai e com a mãe, que têm a obrigação de educar os filhos e FORMAR CIDADÃOS para entregar à sociedade, e não o contrário. Agora, se os pais dos nossos criminosos de todo o dia não conseguiram nem escovar os dentes dos próprios filhos, já que qualquer animal em idade fértil pode procriar sem que sinta essa necessidade…

    (Parabéns pelo artigo)

    • -Pais que não passam de uns xxx, como aquela ladra cujo ladrãozinho morreu na frente do Habbibs de tanto usar droga, jogam os filhos ainda crianças, analfabetos e bandidos nas ruas e ficam em casa, de braços cruzados, esperando que a tal “sociedade” os devolvam finos cavalheiros e com curso superior completo!
      -Assim é bom demais parir!

  8. Cardoso e seus sofismas de almanaques de farmácias!

    A arma por mais letal que seja, a bomba atômica, por exemplo, só matará se alguém dispará-la.

    Da mesma forma qualquer outro artefato com essa característica, de matar as pessoas, somente funcionará se um maluco puxar o gatilho.

    Curiosamente, caso se fizesse uma estatística correta e adequada sobre esta discussão estéril, mas que agrada muito a esquerda e seus ditadores genocidas, os veículos mataram mais que as guerras que tivemos, assim como aviões e navios!

    Ora, deveríamos conforme o teu raciocínio obtuso e sem nexo, acabar com a indústria automobilística, aérea e naval, simples.

    Igualmente com os talheres que usamos nas refeições, pois as facas matam, garfos também, e colheres, se tiradas as sua conchas.

    Ah, se formos viver como os índios, a construção de arcos e flechas matará o povo, da mesma forma como os índios faziam com seus inimigos, e isto que não eram “educados e civilizados” como, em tese, assim nos classificamos.

    Logo, o problema está no homem, na sua índole, na sua maneira de entender a vida e a importância da existência alheia.

    O resto é conversa mole de uma esquerda sem ética e moral, de uma ideologia retrógrada e genocida, de uma quadrilha de ladrões travestida em partido político, o tal de PT!

    Presta atenção nas tuas postagens.
    Aumentas, assim, a ridicularização do teu papel neste blog, se não levares em conta as contradições dos teus recados.

    • Definição para FECHARIA: “Conjunto de peças (cão, gatilho etc.) das armas de fogo, que, acionadas, levam fogo à carga e determinam a explosão”
      -Este é o Kit Desencadeador presente na arma: tátil, sólido, palpável, visível…..Por outro lado, o atirador também tem a sua FECHARIA abstrata: misantropia, sadismo, impotência, antropofagismo, autoafirmação, egoísmo, inveja, frustração etc.
      São dois entes complemetares.
      Enquanto atacavam os inimigos com bordunas, o que não se passava pelas cabeças dos hunos: “Oh meu deus (prometeu, vulcão, thor, aires, hórus e outros) aí de mim agora um Kalashnikov aqui!”

  9. DOIS PENSAMENTOS PARA REFLEXÃO OU GENUFLEXÃO:

    -“Desde sempre, a vida depende da aleatoriedade de uma roleta russa. A diferença é que, hoje, o projétil está mais leve. Leve, ele torna-se menos atrativo à força da gravidade, reduzindo, por conseguinte, as probabilidades de a bala ficar diametralmente oposta à agulha”.

    -“Nada retrata tão fielmente a evolução da maldade humana, como a letalidade das balas; a cada dia mais fulminante. Embora a vida continue com aquela mesma fragilidade: de quando brotou do sopro no barro”.

  10. Opa Opa

    Pelo que vi não foi o Fábio quem escreveu, ele publicou…nem aqui conferem as fontes? Recebi no app e fui checar…..

    Compartilho parte do pensamento do Sérgio….indivíduos psicopatas existem e estão soltos para cometerem atrocidades no mundo inteiro…vide o ocorrido na Nova Zelândia hj

      • Sulista, obtive a informação errada. Agora perguntei “Afinal quem é o autor?” no FACE (o mesmo que havia no Orkut). Dou muita importância da autoria verdadeira. Lembro-me de um texto que corria na internet como se fosse de Artur da Távola. Ele chegou a dizer “gostaria de ter escrito um texto tão bonito” Mesmo assim ainda insistem em colocar autoria dele e de outros. Na verdade é do pastor Gondin. Errei em insistir que era do Pe. Fábio, pois quem me passou foi uma virtual do FACE.
        Qualquer dúvida de autoria há no FACE “Quem é o verdadeiro autor”. De qualquer forma, o texto atribuido ao Pe. Fábio é um dos melhores que já sobre o caso.

    • Sulista (chê, não me envergonhes o nosso Rio Grande),

      Brincadeiras à parte, os grandes genocidas da história não eram psicopatas e não andavam soltos, mas dentro de seus palácios arquitetando mortes aos milhões!

      Stálin, Mao, Fidel, Pol Pot, Hitler, Truman, ao jogar as bombas atômicas sobre o Japão, e as carnificinas de generais contra a população civil, idosos, mulheres e crianças.

      Decididamente falo de homens lúcidos, inteligentes, que sabiam o que estavam fazendo, indiscutivelmente.

      Mais a mais, o psicopata deve estar hospitalizado, sob cuidados médicos.
      Observa:
      Quantos dependentes químicos que estão perambulando nas cracolândias – exemplo absoluto do descaso das autoridades pela vida humana e dos que precisam da saúde pública -, que mataram pais, parentes e pessoas estranhas para poder comprar drogas?

      Ora, se estão soltos, qual a razão de não estarem ainda detidos ou colocados em hospitais à força?!

      Se fosse como dizes, pois concordas com o Varuzza, então as crianças pobres, faveladas, que moram nos arrabaldes das grandes cidades ou em barracos fixados em terrenos invadidos, deveriam ser aniquiladas ou presas, pois bandidos no futuro, em consequência!

      E, duvido, que seja psicopata quem matou mais de quarenta pessoas que estavam na mesquita, em Nova Zelândia.
      A meu ver, um crime de ódio, de preconceito contra árabes ou vingança pessoal.

      Enfim, Sulista, me informa como sabemos quem é psicopata e está ao nosso lado?

      Saúde!

      • Nossa, não esperava tanta atenção, Bendl

        Sem ironia, obrigado pelas
        observações

        Mas conseguisse misturar tanta coisa e que acabou me confundindo

        Os genocidas sim, sabiam exatamente o que faziam, mas tinham um propósito

        e qual seria o desses garotos?

        Eu os vejo como psicopatas pelo ato em si, pois há ausência de sentimento, frieza, insensibilidade, falta de remorso e de culpa….enfim, não eram doentes mentais, mas agiram como

        E não tenho como concordar contigo quando falas dos drogados ou das crianças faveladas…sabemos que dificuldades todos teremos nessa vida, e os que não as tem também cometem atrocidades (os nascidos em berço de ouro), ou não?

        Por fim, não sou da área da psicologia ou psiquiatria para lhe responder a contento, mas identificar uma pessoa que tem desvios de caráter não é difícil, mas não significa que não irão cometer um massacre um dia…

        Abç

        • Sulista,

          Longe de mim criar polêmica desnecessária, ainda mais com um conterrâneo.

          A minha intenção era debater este assunto sério, difícil de se chegar a uma conclusão, nada mais.

          Assim, agradeço a tua resposta, pois respeito a tua posição, evidentemente, e defendida muito bem, diga-se de passagem.

          Abraço.
          Saúde.

  11. De fato, Paulo III, a vida jamais será integralmente nossa, e que teremos amplo domínio sobre ela.
    Ledo e imperdoável engano!

    A começar que nascemos de um casal, homem e mulher, evidente.

    Trazemos conosco genes de seus antepassados (dos nossos pais), e que irão moldar nossas feições, compleição física, características pessoais da mãe e do pai, logo, este ser humano que veio ao mundo involuntariamente não será genuíno, autêntico, legítimo, mas um mix de outros indivíduos cuja mistura será uma incógnita!

    Afora, que devemos considerar como importante até mesmo o meio social que irá se desenvolver:
    Rico?
    Pobre?
    Miserável?
    Honesto?
    Trabalhador?
    Assassino?
    Mau elemento?

    Se tivéssemos de ser corretos, considerando a vida alheia como devidamente importante e intocável, o Criador nos teria feito diferentes.
    Pelo contrário, fomos criados com inúmeros defeitos, com pouca qualidade, e sem a chance de recall!

    Em consequência, tentamos eliminar quem impede que tenhamos o que não temos; queremos matar quem é melhor; e fazer desaparecer quem nos perturba, quem nos lesiona, quem nos prejudica.

    A existência perdeu o sentido da vida, substituindo-a pela morte, que aplaina o caminho da violência e mais nos afasta da condição de humanos.
    Logo, a recíproca será a mesma, de sermos alvos para quem quer nos matar, havendo razão ou não.

    As armas foram inventadas e construídas para servir de ameaça, de poder para quem as detém, de submissão para aqueles que são indefesos, e assim tem sido a humanidade ao longo dos tempos:
    lutas, conquistas de espaço, morte aos inimigos.

    Nada diferente do que Deus fez conosco no passado, quando de saco cheio do homem fez surgir o dilúvio, Sodoma e Gomorra, As Sepe Pragas no Egito, os pactos feitos por quem acreditava na Sua Existência e O louvava, testes de fidelidade, Abraão é o exemplo, e deixou que nos matássemos porque esta seria a forma como entenderíamos progredir, sobreviver.

    Talvez o segredo da vida seja exatamente na razão indireta do quanto a morte tem sido valiosa e importante para o ser humano, claro que me refiro ao desaparecimento alheio.

    Quando percebermos que a vida é transcendentalmente cara, preciosa, pelo fato de possibilitar que melhoremos o mundo e as nossas existências, sempre haverá os que preferem as matanças, o extermínio, o sofrimento dos outros, evidente.

    Armas, projéteis, tanques, bombas, aviões, belonaves, exércitos, definitivamente não são para que a humanidade avance, se desenvolva, mas para avisá-la quem manda em quem.

    A nós cabe tão somente sobreviver.
    Se tivermos uma arma para nos defender muito bem; se estivermos expostos às vontades de matadores, azar!
    Rezemos, consequentemente!

    Saúde!

    • -Verdade.

      Só existe uma maneira de você deter uma pessoa de má índole que esteja armada.
      E todos nós sabemos qual é.

      Abraços e saúde.

  12. É #FAKE que padre Fábio de Melo fez texto sobre massacre em Suzano dizendo que ‘armas não matam’

    O padre publicou uma mensagem em seu perfil no Twitter em que diz que não é o autor do texto.

    No Twitter, ele deixa claro que fez um único texto sobre o massacre em Suzano. Nele, afirma que “o desamparo emocional alimenta uma desolação silenciosa”

    No Twitter, em março de 2015, que a “teologia que autoriza armas será sempre criminosa”.

    https://goo.gl/xFxn5Z

    • AS ARMAS NÃO MATAM!!!!

      Quem está com o dedo no gatilho é o autor de assassinatos ou de preservar a sua vida!

      Fosse assim, de acordo com este raciocínio falho, obtuso, quem culpar pela morte de milhares de pessoas vítimas de tsunamis, furacões, maremotos, cheias, secas ….
      As “armas” da Natureza?

      Cada uma …

    • Feliz como pinto no lixo, né, não, Alex? De qual teologia o Padre psicólogo e sociólogo está falando? O Papa sabe que a “teologia que autoriza armas será sempre criminosa”? Ele já se desfez da segurança do Vaticano?

      • A teologia do Bispo de Roma nem sempre é a teologia da Igreja. É o que cada vez mais católicos estão dizendo, embora timidamente, devido à seriedade da coisa.

  13. Esse padre falou a pura verdade. Verdade que foi impedida de ser dita durante muito tempo: a base é a família.

    Graças a Deus as trevas estão passando e a verdade voltará a clarear a mente das pessoas.

  14. Excluindo o autor do texto, então, que não seria o pe. Fábio de Melo, pergunto:

    A essência da mensagem está correta ou não?
    Discorda-se em quê?

    Tanto faz quem a escreveu nessas alturas, pois se trata de uma verdade apodítica, estocástica, absoluta:
    A falta de amor e educação (caseira, dos pais) são as causas fundamentais da violência!

    Quem entender diferente, convido para expor seus argumentos, mas que sejam sólidos, por favor.

    • Desculpe, Francisco Bendl, o caminho da violência, do crime, do assassinato, é sempre uma escolha pessoal, individual. Atribuir as decisões dos filhos às ações dos pais é tolher-lhes a liberdade de escolha. Diante de um desamor, uma injustiça, abre-se dois caminhos: o revide ou o perdão. Quem escolhe é o mal amado, o injustiçado.

  15. A educação permite o vicejar da liberdade.
    Que educação?
    Aquela que doma o eu animal do homem ou que doma o homem animal para transformá-lo em humano, capaz de exercer o equilíbrio entre as duas naturezas. Capaz de enxergar que nem tudo é uma questão de certo ou errado. Algo pode ser justo, mas não é amoroso, não tem empatia nem misericórdia. Porém ,essas qualidades não obscurecem a justiça, quando o resultado é um estimular a viver num mundo sem lei.
    Acima da lei, está o exemplo de quem diz ser a lei. Essa a verdade cruel do por que vivemos num mundo sem verdade. Não há exemplo verdadeiro quando não somos iguais perante a lei ou seja, nós somos uma mentira ambulante numa sociedade envolta a hipocrisia e cinismo.
    Eis por que continuaremos a construir monstros…

  16. A VIDA HUMANA parece mesmo estar afunilando-se, rápida e irreversivelmente, no estado de Capitis Diminutio. Atualmente, se você se julga importante, hey, acorde! Pode ser apenas um acesso de autossugestão seu. Quem sabe para os seus dependentes e/ou familiares, você possa valer alguma coisa, se não tiver uma Suzane Von Richthoffen por perto!
    Sistematicamente, quem coisificou a vida dos brasileiros, no ponto mais degradante da fossa, foi o desgoverno Capetista.

  17. Fiquei mesmo com a impressão de que o verdadeiro culpado talvez tenha sido o tio do menino, aquele que foi baleado primeiro num lava-jato.
    O sobrinho dele perdera a avó que o criara há pouco tempo. Vai saber se nao foi o desleixo desse tio que fez um moleque de 17 anos achar que não valia nada continuar a viver ….

    Eu sou um dos que levam o ensinamento deste texto muito a sério.
    Já são 10 anos de exilio da minha profissão, trabalho, só para estar junto aos filhos proporcionando-lhes educacao em escola integral de verdade.

    Amor familia e educação, já dizem tudo. É o mais perto de Deus que dá pra chegar nesta vida humana.

    O comportamento humano, nesses termos, amor famila e educação pode evoluir.

    O comportamento humano com base em outras formas, ou ideologias como a TFP tradicao familia e propriedade, só trazem conflito.

    Castelos de Areia.
    Desperdiçar o convivio familiar e a educação de qualidade dos filhos em troca de projetos de satisfação pessoal, ego, posição social (maçonaria) é coisa de doido!
    Quando voce passar desta pra outra, a unica coisa verdadeiramente importante a medir será a educação que prestou aos seus, o resto é areia, carbono, pó…..

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