As contradições esportivas, nas vésperas da Copa da África

Continuo me insurgindo contra esse regulamento, que transforma perdedores em vencedores. Na Copa Brasil, só o Grêmio venceu o Fluminense na ida e na volta. A torcida pergunta: “Muricy, o que veio fazer aqui?”

Flamengo joga só um tempo,
perde mas se classifica

Dos comentaristas de um jogo que acabou à meia-noite: “Emocionante, grande exibição de duas ótimas equipes”. Chatíssimo, “a emoção” ficou por conta da decisão. E o Corinthians, que se preparou para vencer a Libertadores no ano do centenário, foi ptotagonista do mesmo regulamento interno.

Perdeu no Rio por 1 a 0, ganhou em São Paulo por 2 a 1, está eliminado. Foi o primeiro entre os 16 finalistas e o Flamengo o último desses 16.

Retumbaram: “O Pacaembu lotado, que espetáculo”. 36 mil pessoas, e como é hábito hoje, muitos eram convidados.

Em 10 batidos, 7
penaltis perdidos

Jamais havia visto isso. Palmeiras e Atlético (de Goiás) tiveram que decidir dessa forma. os batedores jogaram nas mãos dos goleiros 6 desses penaltis e 1 foi chutado para fora. O goleiro Marcio, do Atlético, pegou 3, Marcos, do Palmeiras, outros 3.

Sem desafzer de ninguém: goleiro, por melhor que seja, só defende penalti mal batido. Chutado de forma competente, não há defesa possível. Ninguém usou paradinha.

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