As pessoas de bem precisam criar um partido forte para defender o interesse público

CHARGE DO NANI: PARTIDOS - BLOG DO GUSMÃOCarlos Newton

Além de não ter um líder que preste e possa ser votado sem o eleitor tapar o nariz para não se sentir mal, um dos problemas do país é que também não existe um grande partido que lute efetivamente por reformas de real interesse público, como o combate à desigualdade social, à corrupção, à morosidade da Justiça brasileira, à prescrição dos crimes que propiciam enriquecimento ilícito e tantas outras questões da maior relevância, como a redução do gigantismo estatal e dos gastos públicos.

Para confirmar a regra de que não se pode generalizar, é preciso reconhecer a existência de um grupo de pequenos partidos e de políticos que não compactua com a atual cumplicidade tácita entre os três apodrecidos Poderes e insiste em lutar para pôr fim à impunidade das elites.

PARTIDOS DE ESQUERDA – Nesse cenário, é pena constatar que não se pode confiar nos partidos de direita nem de esquerda. No Congresso, por exemplo, na votação do projeto que dobra as penas para quem pratica corrupção em fase da calamidade pública, como a pandemia, os três partidos que se dizem de esquerda – PT, PSOL e PCdoB – não quiseram aprovar a importante matéria.

O tempo passa, o temo voa e os políticos não aprendem que no Congresso Nacional, nas Assembleias e Câmaras, os parlamentares não podem se guiar por ordens da liderança nem por diretrizes partidárias. Sua obrigação é votar sempre em projetos que sejam positivos para o interesse público e rejeitar os negativos.

Infelizmente, porém, não é assim que as casas legislativas funcionam.

SEGUNDA INSTÂNCIA – No caso especifico dos projetos que possibilitam a volta da prisão após segunda instância, as duas emendas apresentadas são da autoria dos senadores Oriovisto Guimarães (PEC 5) e Lasier Martins (PEC 199), ambos do partido Podemos. Na Câmara, a proposta (PEC 199) é do deputado Alex Manente, do Cidadania. E o relator, que luta frontalmente contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para aprovar a matéria, é Fabio Trad, do PSD.

Na sexta-feira, ao escrever sobre o assunto, percebi que os três partidos envolvidos – Podemos, Cidadania e PSD – são os mais confiáveis neste deserto de homens e ideias. Bom seria se houvesse uma fusão e surgisse uma legenda forte, que representasse os cidadãos de bem deste país e fizesse a diferença.

Bem, sonhar ainda não é proibido e não paga imposto, mas devemos acordar e perceber que nossa realidade não permite falsos otimismos.

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P.S.
Quanto à emenda da segunda instância, Rodrigo Maia sentou em cima desde 2019, com aquele traseiro avantajado, e agora está difícil remover a adiposidade que aderiu aos papeis. (C.N.)

24 thoughts on “As pessoas de bem precisam criar um partido forte para defender o interesse público

  1. Concordo com o artigo do Editor, Dr. Carlos Newton. Sem fazer críticas ao Podemos e ao PSD, embora esses partidos não tenham unidade e programa de governo, esses, em geral, não têm nos decepcionado, como os demais partidos omitidos pelo Editor. Todavia, o partido que tem unidade, está aberto à juventude e aos movimentos sociais, jamais teve um parlamentar ou membro do Executivo sequer suspeito de irregularidade com o dinheiro público, e é o que podemos chamar de solução, partido do Século XXI , porque se preparou para o futuro, é o Cidadania 23. Vou exibir abaixo o programa de governo do Cidadania 23:

    Programa do Cidadania 23

    1 – O Cidadania
    O mundo vive sob o signo da mudança. Mudança extensa, profunda e acumulativa que atinge todas as esferas da vida. Novas práticas invadem o os mundos das relações entre as nações, do trabalho, da política e da cultura, demandando a construção de regras novas para eles. Nesse mundo em mudança acelerada, o Cidadania reafirma os compromissos dos partidos seus antecessores com a liberdade, a paz, o humanismo, a democracia como valor universal, a cooperação e integração econômica entre as nações, o combate aos preconceitos de toda ordem, a busca da equidade social e econômica entre os cidadãos e, nos marcos de uma economia de mercado, a opção pela sustentabilidade. A liberdade de imprensa é um bem democrático inegociável.

    2 – O Brasil no mundo integrado
    A intensidade do processo de globalização estimula, de um lado, o esforço de construção de instâncias de regulação política supranacionais. Ao mesmo tempo, alimenta movimentos de resistência nacionalista, muitas vezes de viés conservador, autoritário e xenófobo. Se o Cidadania reafirma seus compromissos com a soberania e os interesses nacionais, nesse quadro, o Cidadania se posiciona resolutamente em favor da integração econômica e comercial do mundo, da resolução pacífica dos conflitos entre as nações e da regulação pactuada, nos foros internacionais pertinentes, dos fluxos de pessoas, mercadorias e capitais. Consequentemente, posiciona-se contra toda manifestação de xenofobia, de belicismo, contra a corrida armamentista em curso, assim como contra as pretensões hegemonistas das grandes potencias. Nessa perspectiva, o Cidadania reafirma a atualidade da Declaração Universal dos Direitos do Homem e a luta pelo fortalecimento da Organização das Nações Unidas.

    3 – Democracia
    É certo que a intensidade das mudanças no mundo da política revela novos problemas e desafios para o bom funcionamento das instituições democráticas. Nessa questão, o Cidadania reafirma suas posições históricas em favor do estado democrático de direito e do aperfeiçoamento permanente das instituições, no interior dos marcos definidos pelo ordenamento constitucional de 1988. Propugnamos o aumento da transparência, da participação popular e da maior responsabilidade política de eleitores e mandatários, por meio de um processo de reformas políticas que tenha como base a reforma eleitoral e como horizonte a instauração do parlamentarismo.

    4 – O combate à exclusão e aos preconceitos
    Igualdade efetiva de direitos é pressuposto da democracia e o Brasil está longe dessa situação. Na verdade, nossa posição é deplorável nesse quesito, como mostram as estatísticas disponíveis sobre assassinato e toda sorte de violências contra mulheres, negros, indígenas e o conjunto de identidades lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais. O Cidadania apoia a luta dos movimentos representativos desses grupos e dela pretende participar como interlocutor e parceiro. Assumimos as bandeiras da pauta feminista contra a violência e a exclusão, em favor da maior equidade das oportunidades de trabalho. Estamos na frente de combate ao racismo em todas as suas formas, inclusive no caso da violência policial seletiva contra pobres e negros. Procuramos o diálogo e a cooperação com os representantes dos povos indígenas do Brasil, de modo a reforçar sua agenda de reivindicações, em particular a demarcação de suas terras, de acordo com a previsão constitucional. Em relação aos grupos representados nos movimentos LGBTI, o Cidadania afirma seu objetivo de dar continuidade ao protagonismo de seus antecessores nessas lutas, tanto que que se refere ao reconhecimento de direitos no corpo das leis, quanto à garantia do respeito efetivo desses direitos na sociedade.

    5 – Equidade
    A batalha permanente pela equidade social, econômica e política não se esgota na dimensão do combate a fatores de exclusão de cunho estrutural, como aqueles que pesam sobre mulheres, negros, indígenas e grupos LGBTI. Cumpre também promover, de forma permanente, condições de aumento do grau de equidade entre cidadãos brasileiros, bem como entre as diferentes regiões do país. Nesse aspecto, o objetivo estratégico do Cidadania é a construção de uma sociedade democrática orientada pela igualdade de oportunidades para todos os brasileiros desde o nascimento. Em relação aos meios, o Cidadania se diferencia das versões tradicionais da esquerda em três aspectos. Primeiro, defendemos o Estado como provedor de serviços públicos à sociedade e facilitador da economia. Segundo, consideramos que o Estado deve privilegiar a distribuição de ativos sociais, especialmente o ativo conhecimento (educação e formação profissional), base da nova economia. Finalmente, entendemos que o equilíbrio fiscal é um pressuposto para o funcionamento do Estado no provimento dos serviços públicos e na promoção das atividades econômicas. A partir desses princípios, defendemos uma reforma democrática do Estado, que torne os bens públicos, como educação, saúde, segurança e mobilidade urbana acessíveis aos mais pobres. Trata-se de deslocar o foco da ação do Estado dos interesses dos grupos privilegiados para os direitos não atendidos dos grupos desprivilegiados. Obviamente, o Estado não se orienta para substituir o mercado, que também concorre para oferecer serviços de qualidade à população.

    6 – Sustentabilidade
    O cidadania reconhece a centralidade da questão ambiental, assim como a dimensão dos riscos que os descuidos do presente contratam para as gerações futuras. De maneira consequente, sustentamos a necessidade da mudança imediata da matriz energética no sentido da superação da economia movida a carbono. No plano mais geral, reconhecemos a necessidade de adequar o ritmo do crescimento aos limites ditados pela disponibilidade dos recursos naturais finitos da Terra.

    7 – O papel do Estado
    Reconhecemos que cabem ao Estado tarefas relativas ao desenvolvimento econômico, com destaque para o estímulo e participação na produção de ciência, tecnologia e inovação, como ocorre em todos os casos de sucesso no mundo. Afirmamos que a diretriz da responsabilidade fiscal é imperativa para sua atuação nos tempos presentes. Sustentamos, contudo, que a tarefa número um do Estado é a criação das condições para a autoconstrução de cidadãos autônomos, capazes de trabalhar e empreender, de participar das decisões públicas e partilhar a responsabilidade por suas consequências. Nessa linha de argumento, é impossível negar a centralidade que assume a educação no conjunto das políticas públicas. Prover acesso universal à educação, diversificada, permanente e de qualidade, a todo cidadão, independentemente de sua raça, gênero, renda, idade ou origem regional é nossa primeira prioridade.

    8 – Educação
    Propomos um conjunto articulado de medidas aptas a favorecer a aquisição permanente de conhecimento e habilidades relevantes, particularmente competências técnicas e profissionais novas. Só assim poderemos contribuir para a geração de postos de trabalho e a expansão do empreendedorismo em todas as camadas da sociedade. Nossas diretrizes contemplam, em primeiro lugar, o ensino laico e a educação pública, de qualidade, acessível a todos os brasileiros. Consideramos igualmente relevantes a preservação da perspectiva crítica por parte dos educadores e a garantia indispensável da liberdade de cátedra. Integram ainda o norte de nossa proposta o foco na primeira infância, a redução do analfabetismo e das disparidades de gênero, assim como o acesso universal a todos os níveis de educação e formação profissional. Nossa proposta contempla também o aprimoramento das instalações, a inclusão de conteúdos programáticos relativos à relevância da sustentabilidade, à quebra dos preconceitos de caráter estrutural, ao desenvolvimento da cidadania global, à educação para a democracia e à valorização da cultura. Nos posicionamos ainda em favor do fomento da pesquisa e da valorização do magistério, em todos os níveis.

    9 – Saúde
    A saúde dos brasileiros é condição para o desenvolvimento do país. Nessa perspectiva propomos a universalização no curto prazo do acesso ao saneamento básico; a reforma e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde, o SUS, de modo a assegurar a todos acesso a atendimento eficaz à saúde. Defendemos ainda políticas de conscientização alimentar do cidadão e dos benefícios do esporte como fator de prevenção de doenças, programas especiais para a saúde materno-infantil, além de uma atenção particular para a saúde do idoso. Consideramos também fundamental nesse ponto a universalização no curto prazo do acesso ao saneamento básico, objetivo que exige a tanto a definição, ano a ano, no orçamento dos recursos orçamentários reservados para esse fim quanto a garantia da execução das despesas previstas. Cumpre, finalmente, focar a formação dos profissionais da área da saúde, no que toca à capacitação técnica e à sensibilidade para as necessidades diferenciadas conforme a idade, a etnia, a região, o gênero e a orientação sexual.

    10 – Segurança Pública
    Todos reconhecemos a gravidade da situação brasileira no que toca à segurança pública. A influência crescente do crime organizado, que se infiltra no aparelho do Estado e ameaça de quebra de seu monopólio sobre a violência em parcelas do território nacional, constitui um risco à soberania nacional e às instituições democráticas. Para reverter essa situação para patamares compatíveis com o estado democrático de direito, o Cidadania propõe o incremento da cooperação entre os entes da Federação; a internacional com as forças de segurança de outros países para melhor monitorar as atividades relativas a tráfico de armas e drogas, a lavagem de dinheiro e a ocultação de bens; o controle mais rigoroso sobre as fronteiras; a maior presença das agências do Estado, particularmente escolas e postos de saúde, nas áreas mais afetadas pela presença de organizações criminosas; a atividade permanente de educação democrática das forças policiais; o investimento forte e continuado em atividade de inteligência; a modernização e racionalização do sistema penitenciário, com vistas a reduzir a influência do crime organizado e maximizar as possibilidades de recuperação dos detentos; melhor controle de ações que possam desmantelar milícias e outros grupos criminosos que se organizam a partir do aparato policial. Vale ressaltar que o combate ao crime organizado não tem relação direta com aumento de efetivos policiais. Além disso, o Cidadania reconhece a importância dos avanços recentes obtidos no combate à corrupção e à impunidade e defende a continuidade da luta nessa direção.

    11 – O partido que queremos
    Num mundo em que as comunicações entre representantes e representados são imediatas, no qual cada cidadão dispõe da possibilidade de militar diretamente em movimentos sociais e políticos, no qual a militância com foco em objetivos específicos ganha a preferência de parte importante da população, onde o acesso ao conhecimento técnico sobre qualquer tema está ao alcance dos interessados, não há lugar para o modelo tradicional de partido. Nosso partido não se pretende representante, organizador, nem dirigente de grupos, segmentos ou classes sociais. Em vez de partido de vanguarda, queremos ser, em primeiro lugar, um partido de interlocução permanente, a partir de nossas posições de princípio, com o conjunto dos cidadãos individuais e com a sociedade civil organizada. Em segundo lugar, um partido de cooperação política e eleitoral com aquelas entidades e movimentos que convergem, mesmo que parcialmente, com nossa agenda programática.

    12 – Estado e mercado
    Não há mais lugar nas democracias modernas do mundo para sistemas políticos que oponham Estado e Mercado. Se o mercado tem grande competência para gerar riquezas, historicamente não se mostrou eficiente para proporcionar a equidade. Por sua vez, o Estado mostrou vocação para proporcionar benefícios sociais, entretanto claudicou ao querer se transformar em agente econômico principal e às vezes único da sociedade. O Cidadania acredita em um projeto que possa unir as duas vocações e ao mesmo tempo gerar riquezas e desenvolvimento social. Um projeto, onde direitos e deveres caminhem lado a lado. E todo ele construído em bases democráticas profundas.

    • Humm. Na teoria muita coisa boa. mas faltaram temas importantes como: reforma tributária de verdade e justa (sem ela, não há muita esperança de mudarmos); reforma política com o alijamento de vários partidos, por exemplo, o próprio Cidadania . No meu entendimento deveriam haver no máximo 5 partidos. E o judiciário? Qual a proposta para mudarmos esse sistema? E incentivos à indústria nacional para fomentarmos o desenvolvimento ou para que esta tenha mais condições de competição?

  2. Vou comentar somente sobre a segunda instância, porque falar de partido dá ânsia de vômito, e eu estou muito bem, obrigado.
    Sem o povo nas ruas não haverá segunda instância, e teremos que assistir o maior Sem Vergonha do Brasil, Luiz Inácio, debochar da justiça e até mesmo ofender no tribunal o digno juiz Sérgio Moro que o lançou, com toda a justiça, na cadeia.
    Disso é que temos que tratar, pois será uma nova Vitória sobre este matuto metido a malamdro que rouba nosso dinheiro é daí a debochar do povo brasileiro.

  3. CN diz que os partidos de esquerda PT, PSOL e PDT não quiseram votar para dobrar as penas para quem comete crimes no tempo da pandemia. No caso dos dois primeiros ele está certo, pois inexplicavelmente tais partidos orientaram seus filiados a não aprovarem a matéria, mas não no caso do PDT.

    No caso da prisão após segunda instância não posso opinar, pois os projetos nem foram à votação. Porém no caso da votação contra o perdão das dívidas das igrejas, os partidos citados votaram majoritariamente contra.

    https://congressoemfoco.uol.com.br/legislativo/veja-como-votou-cada-deputado-em-pl-sobre-aumento-de-pena-para-corrupcao-na-pandemia/?fbclid=IwAR0fLxWoF6TzKkYtMRctJVDVa2dUTv4EpIS-xuOxA8G5Lb2LPjb1V9wztwo

    • Prezado Sr. José Vidal,

      Eis aí os deputados que votaram a favor, os deputados que votaram contra e houve apenas uma abstenção. Isto foi retirado do link que o senhor mesmo enviou para a TI :

      Deputados Votos
      Abílio Santana (PL-BA) Sim
      Abou Anni (PSL-SP) Sim
      Acácio Favacho (PROS-AP) Sim
      Adolfo Viana (PSDB-BA) Sim
      Adriana Ventura (NOVO-SP) Sim
      Adriano do Baldy (PP-GO) Sim
      Aécio Neves (PSDB-MG) Sim
      Afonso Florence (PT-BA)
      Afonso Hamm (PP-RS)
      Afonso Motta (PDT-RS) Sim
      Agripino Magalhães (PROS-CE) Sim
      Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) Sim
      Airton Faleiro (PT-PA) Não
      AJ Albuquerque (PP-CE) Sim
      Alan Rick (DEM-AC) Sim
      Alceu Moreira (MDB-RS) Sim
      Alcides Rodrigues (PATRIOTA-GO) Sim
      Alê Silva (PSL-MG) Sim
      Alencar S. Braga (PT-SP) Não
      Alessandro Molon (PSB-RJ) Sim
      Alex Manente (CIDADANIA-SP) Sim
      Alex Santana (PDT-BA) Sim
      Alexandre Frota (PSDB-SP) Sim
      Alexandre Leite (DEM-SP) Sim
      Alexandre Padilha (PT-SP)
      AlexandreSerfiotis (PSD-RJ) Sim
      Alexis Fonteyne (NOVO-SP) Sim
      Alice Portugal (PCdoB-BA) Não
      Aliel Machado (PSB-PR) Sim
      Aline Gurgel (REPUBLICANOS-AP) Sim
      Aline Sleutjes (PSL-PR) Sim
      Aluisio Mendes (PSC-MA) Sim
      Amaro Neto (REPUBLICANOS-ES) Sim
      André Abdon (PP-AP) Sim
      André de Paula (PSD-PE) Sim
      André Ferreira (PSC-PE) Sim
      André Figueiredo (PDT-CE) Sim
      André Fufuca (PP-MA) Sim
      André Janones (AVANTE-MG) Sim
      Angela Amin (PP-SC) Sim
      Antonio Brito (PSD-BA) Sim
      Arlindo Chinaglia (PT-SP) Não
      Arnaldo Jardim (CIDADANIA-SP) Sim
      Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR) Sim
      Arthur Lira (PP-AL)
      Arthur O. Maia (DEM-BA) Sim
      Átila Lins (PP-AM) Sim
      Átila Lira (PP-PI) Sim
      Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE-PE) Sim
      Áurea Carolina (PSOL-MG) Não
      Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ) Sim
      Bacelar (PODE-BA) Sim
      Baleia Rossi (MDB-SP) Sim
      Benedita da Silva (PT-RJ) Não
      Benes Leocádio (REPUBLICANOS-RN) Sim
      Beto Faro (PT-PA) Não
      Beto Pereira (PSDB-MS) Sim
      Beto Rosado (PP-RN) Sim
      Bia Cavassa (PSDB-MS) Sim
      Bia Kicis (PSL-DF) Sim
      Bibo Nunes (PSL-RS) Sim
      Bilac Pinto (DEM-MG) Sim
      Bira do Pindaré (PSB-MA) Sim
      Boca Aberta (PROS-PR) Sim
      Bohn Gass (PT-RS) Não
      Bosco Costa (PL-SE) Sim
      Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE-AM) Sim
      Bozzella (PSL-SP) Sim
      Bruna Furlan (PSDB-SP) Sim
      Cacá Leão (PP-BA) Sim
      Camilo Capiberibe (PSB-AP) Sim
      Cap. Alberto Neto (REPUBLICANOS-AM) Sim
      Cap. Fábio Abreu (PL-PI) Sim
      Capitão Augusto (PL-SP) Sim
      Carla Dickson (PROS-RN) Sim
      Carla Zambelli (PSL-SP) Sim
      Carlos Bezerra (MDB-MT) Sim
      Carlos Chiodini (MDB-SC) Sim
      Carlos Gaguim (DEM-TO) Sim
      Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS) Sim
      Carlos Jordy (PSL-RJ) Sim
      Carlos Sampaio (PSDB-SP) Sim
      Carlos Veras (PT-PE) Não
      Carlos Zarattini (PT-SP) Não
      Carmen Zanotto (CIDADANIA-SC) Sim
      Caroline de Toni (PSL-SC) Sim
      Cássio Andrade (PSB-PA) Sim
      Célio Moura (PT-TO) Não
      Célio Silveira (PSDB-GO) Sim
      Célio Studart (PV-CE) Sim
      Celso Maldaner (MDB-SC) Sim
      Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Celso Sabino (PSDB-PA) Sim
      Cezinha Madureira (PSD-SP)
      Charles Fernandes (PSD-BA) Sim
      Charlles Evangelis (PSL-MG) Sim
      Chico D´Angelo (PDT-RJ) Sim
      Chiquinho Brazão (AVANTE-RJ) Sim
      Chris Tonietto (PSL-RJ) Sim
      Christiane Yared (PL-PR) Sim
      Christino Aureo (PP-RJ) Sim
      Clarissa Garotinho (PROS-RJ)
      Claudio Cajado (PP-BA) Sim
      Cleber Verde (REPUBLICANOS-MA) Sim
      Coronel Armando (PSL-SC) Sim
      Coronel Tadeu (PSL-SP) Sim
      CoronelChrisóstom (PSL-RO) Sim
      Cristiano Vale (PL-PA)
      Da Vitória (CIDADANIA-ES) Sim
      Dagoberto Nogueira (PDT-MS) Sim
      Damião Feliciano (PDT-PB) Sim
      Daniel Almeida (PCdoB-BA) Não
      Daniel Coelho (CIDADANIA-PE) Sim
      Daniel Freitas (PSL-SC) Sim
      Daniel Silveira (PSL-RJ) Sim
      Daniel Trzeciak (PSDB-RS) Sim
      Daniela Waguinho (MDB-RJ)
      Danilo Cabral (PSB-PE) Sim
      Danilo Forte (PSDB-CE)
      Danrlei (PSD-RS) Sim
      Darci de Matos (PSD-SC) Sim
      David Miranda (PSOL-RJ) Não
      David Soares (DEM-SP) Sim
      DelAntônioFurtado (PSL-RJ) Sim
      Deleg. Éder Mauro (PSD-PA) Sim
      Delegado Marcelo (PSL-MG) Sim
      Delegado Pablo (PSL-AM) Sim
      Delegado Waldir (PSL-GO) Sim
      Denis Bezerra (PSB-CE) Sim
      Deuzinho Filho (REPUBLICANOS-CE) Sim
      Diego Andrade (PSD-MG) Sim
      Diego Garcia (PODE-PR) Sim
      Dimas Fabiano (PP-MG) Sim
      Domingos Sávio (PSDB-MG) Sim
      Dr Zacharias Calil (DEM-GO) Sim
      Dr. Frederico (PATRIOTA-MG) Sim
      Dr. Jaziel (PL-CE) Sim
      Dr. João (PROS-BA) Sim
      Dr. Leonardo (SOLIDARIEDADE-MT) Sim
      Dr. Luiz Ovando (PSL-MS) Sim
      Dr. Sinval (PODE-SP) Sim
      Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ) Sim
      Dra. Vanda Milani (SOLIDARIEDADE-AC) Sim
      Dra.Soraya Manato (PSL-ES) Sim
      Dulce Miranda (MDB-TO) Sim
      Edilazio Junior (PSD-MA) Sim
      Edio Lopes (PL-RR) Sim
      EdmilsonRodrigues (PSOL-PA) Não
      Edna Henrique (PSDB-PB) Sim
      Eduardo Barbosa (PSDB-MG) Sim
      Eduardo Bismarck (PDT-CE) Sim
      Eduardo Braide (PODE-MA) Sim
      Eduardo Costa (PTB-PA) Sim
      Eduardo Cury (PSDB-SP) Sim
      Eduardo da Fonte (PP-PE) Sim
      EduardoBolsonaro (PSL-SP) Sim
      Efraim Filho (DEM-PB) Sim
      Elcione Barbalho (MDB-PA) Sim
      Eli Borges (SOLIDARIEDADE-TO) Sim
      Eli Corrêa Filho (DEM-SP)
      Elias Vaz (PSB-GO) Sim
      Elmar Nascimento (DEM-BA) Sim
      Emanuel Pinheiro N (PTB-MT) Sim
      Emidinho Madeira (PSB-MG) Sim
      Enéias Reis (PSL-MG) Sim
      Enio Verri (PT-PR) Não
      Enrico Misasi (PV-SP) Sim
      Erika Kokay (PT-DF) Sim
      Eros Biondini (PROS-MG) Sim
      EuclydesPettersen (PSC-MG) Sim
      Evair de Melo (PP-ES) Sim
      Expedito Netto (PSD-RO) Sim
      Fábio Henrique (PDT-SE) Sim
      Fábio Mitidieri (PSD-SE) Sim
      Fábio Ramalho (MDB-MG) Sim
      Fabio Reis (MDB-SE) Sim
      Fabio Schiochet (PSL-SC) Sim
      Fábio Trad (PSD-MS) Sim
      Fausto Pinato (PP-SP) Sim
      Felício Laterça (PSL-RJ) Sim
      Felipe Carreras (PSB-PE) Sim
      Felipe Rigoni (PSB-ES) Sim
      FelipeFrancischini (PSL-PR)
      Félix Mendonça Jr (PDT-BA) Sim
      FernandaMelchionna (PSOL-RS)
      Fernando Coelho (DEM-PE) Sim
      FernandoMonteiro (PP-PE) Sim
      FernandoRodolfo (PL-PE) Sim
      Filipe Barros (PSL-PR) Sim
      Flávia Arruda (PL-DF) Sim
      Flávia Morais (PDT-GO) Sim
      Flaviano Melo (MDB-AC) Sim
      Flávio Nogueira (PDT-PI) Sim
      Flordelis (PSD-RJ) Sim
      Francisco Jr. (PSD-GO) Sim
      Franco Cartafina (PP-MG) Sim
      Fred Costa (PATRIOTA-MG) Sim
      Frei Anastacio (PT-PB) Não
      Gastão Vieira (PROS-MA) Sim
      Gelson Azevedo (PL-RJ) Sim
      Genecias Noronha (SOLIDARIEDADE-CE) Sim
      General Girão (PSL-RN) Sim
      General Peternelli (PSL-SP) Sim
      Geninho Zuliani (DEM-SP) Sim
      Geovania de Sá (PSDB-SC) Sim
      Gervásio Maia (PSB-PB) Sim
      Giacobo (PL-PR)
      Gil Cutrim (PDT-MA) Sim
      Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG) Sim
      GilbertoNasciment (PSC-SP) Sim
      Gilson Marques (NOVO-SC) Sim
      Giovani Cherini (PL-RS) Sim
      Giovani Feltes (MDB-RS) Sim
      Glauber Braga (PSOL-RJ) Não
      Glaustin da Fokus (PSC-GO) Sim
      Gleisi Hoffmann (PT-PR) Não
      Gonzaga Patriota (PSB-PE) Sim
      Greyce Elias (AVANTE-MG) Sim
      Guiga Peixoto (PSL-SP) Sim
      Guilherme Derrite (PP-SP) Sim
      Guilherme Mussi (PP-SP) Sim
      Gurgel (PSL-RJ) Sim
      Gustavo Fruet (PDT-PR) Sim
      Gustinho Ribeiro (SOLIDARIEDADE-SE) Sim
      Gutemberg Reis (MDB-RJ) Sim
      Haroldo Cathedral (PSD-RR) Sim
      Heitor Freire (PSL-CE) Sim
      Heitor Schuch (PSB-RS) Sim
      Helder Salomão (PT-ES) Não
      Hélio Costa (REPUBLICANOS-SC) Sim
      Hélio Leite (DEM-PA) Sim
      Helio Lopes (PSL-RJ) Sim
      Henrique Fontana (PT-RS) Não
      Hercílio Diniz (MDB-MG) Sim
      Herculano Passos (MDB-SP)
      HermesParcianello (MDB-PR) Sim
      Hildo Rocha (MDB-MA) Sim
      Hiran Gonçalves (PP-RR) Sim
      Hugo Leal (PSD-RJ) Sim
      Hugo Motta (REPUBLICANOS-PB) Sim
      Idilvan Alencar (PDT-CE) Sim
      Igor Kannário (DEM-BA) Sim
      Igor Timo (PODE-MG) Sim
      Iracema Portella (PP-PI) Sim
      Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
      Israel Batista (PV-DF) Sim
      Ivan Valente (PSOL-SP) Não
      Jandira Feghali (PCdoB-RJ) Não
      Jaqueline Cassol (PP-RO) Sim
      Jefferson Campos (PSB-SP) Sim
      Jerônimo Goergen (PP-RS) Sim
      Jéssica Sales (MDB-AC) Sim
      Jesus Sérgio (PDT-AC) Sim
      Jhc (PSB-AL) Sim
      Jhonatan de Jesus (REPUBLICANOS-RR) Sim
      João C. Bacelar (PL-BA) Sim
      João Campos (REPUBLICANOS-GO) Sim
      João Daniel (PT-SE) Não
      João H. Campos (PSB-PE) Sim
      João Maia (PL-RN) Sim
      João Marcelo S. (MDB-MA) Sim
      João Roma (REPUBLICANOS-BA) Sim
      JoaquimPassarinho (PSD-PA) Sim
      Joenia Wapichana (REDE-RR) Sim
      Joice Hasselmann (PSL-SP) Sim
      Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ) Sim
      Jorge Solla (PT-BA) Não
      José Airton (PT-CE) Não
      José Guimarães (PT-CE) Não
      Jose Mario Schrein (DEM-GO) Sim
      José Medeiros (PODE-MT) Sim
      José Nelto (PODE-GO) Sim
      José Nunes (PSD-BA)
      José Priante (MDB-PA) Sim
      José Ricardo (PT-AM) Não
      José Rocha (PL-BA)
      Joseildo Ramos (PT-BA) Não
      JosimarMaranhãozi (PL-MA) Sim
      Juarez Costa (MDB-MT) Sim
      Julian Lemos (PSL-PB) Sim
      Júlio Cesar (PSD-PI) Sim
      Julio Cesar Ribeir (REPUBLICANOS-DF) Sim
      Júlio Delgado (PSB-MG) Sim
      Juninho do Pneu (DEM-RJ) Sim
      Junio Amaral (PSL-MG) Sim
      Júnior Ferrari (PSD-PA) Sim
      Júnior Mano (PL-CE) Sim
      Juscelino Filho (DEM-MA) Sim
      Kim Kataguiri (DEM-SP) Sim
      Laercio Oliveira (PP-SE) Sim
      Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG) Sim
      Lauriete (PSC-ES) Sim
      Leandre (PV-PR) Sim
      Leda Sadala (AVANTE-AP) Sim
      Léo Moraes (PODE-RO) Sim
      Léo Motta (PSL-MG) Sim
      Leonardo Monteiro (PT-MG) Não
      Leônidas Cristino (PDT-CE) Sim
      Leur Lomanto Jr. (DEM-BA) Sim
      Lídice da Mata (PSB-BA) Sim
      Lincoln Portela (PL-MG) Sim
      Liziane Bayer (PSB-RS) Sim
      Loester Trutis (PSL-MS) Sim
      Lourival Gomes (PSL-RJ) Sim
      Lucas Gonzalez (NOVO-MG) Sim
      Lucas Redecker (PSDB-RS) Sim
      Lucas Vergilio (SOLIDARIEDADE-GO) Sim
      Luciano Bivar (PSL-PE) Sim
      Luciano Ducci (PSB-PR) Sim
      Lucio Mosquini (MDB-RO) Sim
      Luis Miranda (DEM-DF) Sim
      Luis Tibé (AVANTE-MG)
      Luisa Canziani (PTB-PR) Sim
      Luiz Carlos (PSDB-AP) Sim
      Luiz Carlos Motta (PL-SP) Sim
      Luiz Lima (PSL-RJ) Sim
      Luiz Nishimori (PL-PR) Sim
      Luiz P. O.Bragança (PSL-SP) Sim
      Luiza Erundina (PSOL-SP) Não
      LuizAntônioCorrêa (PL-RJ) Sim
      Luizão Goulart (REPUBLICANOS-PR) Sim
      Luizianne Lins (PT-CE) Não
      Magda Mofatto (PL-GO) Sim
      Major Fabiana (PSL-RJ) Sim
      Manuel Marcos (REPUBLICANOS-AC) Sim
      Mara Rocha (PSDB-AC) Sim
      Marcão Gomes (PL-RJ) Sim
      Marcel van Hattem (NOVO-RS) Sim
      Marcelo Aro (PP-MG) Sim
      Marcelo Brum (PSL-RS) Sim
      Marcelo Calero (CIDADANIA-RJ) Sim
      Marcelo Freixo (PSOL-RJ)
      Marcelo Moraes (PTB-RS) Sim
      Marcelo Nilo (PSB-BA) Sim
      Marcelo Ramos (PL-AM) Sim
      Marcio Alvino (PL-SP) Sim
      Márcio Biolchi (MDB-RS) Sim
      Márcio Jerry (PCdoB-MA) Não
      Márcio Labre (PSL-RJ) Sim
      Márcio Marinho (REPUBLICANOS-BA) Sim
      Marco Bertaiolli (PSD-SP) Sim
      Marcon (PT-RS) Não
      Marcos A. Sampaio (MDB-PI) Sim
      Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP)
      Margarete Coelho (PP-PI) Sim
      MargaridaSalomão (PT-MG) Não
      Maria do Rosário (PT-RS) Não
      Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Mariana Carvalho (PSDB-RO) Sim
      Marília Arraes (PT-PE) Não
      Marina Santos (SOLIDARIEDADE-PI) Sim
      Mário Heringer (PDT-MG)
      MárioNegromonte Jr (PP-BA) Sim
      Marlon Santos (PDT-RS) Sim
      Marreca Filho (PATRIOTA-MA) Sim
      Marx Beltrão (PSD-AL)
      Maurício Dziedrick (PTB-RS) Sim
      Mauro Benevides Fº (PDT-CE) Sim
      Mauro Lopes (MDB-MG) Sim
      Mauro Nazif (PSB-RO) Sim
      Merlong Solano (PT-PI) Não
      Miguel Lombardi (PL-SP) Sim
      Milton Vieira (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Misael Varella (PSD-MG) Sim
      Moses Rodrigues (MDB-CE) Sim
      Natália Bonavides (PT-RN) Não
      Nelson Barbudo (PSL-MT) Sim
      Nereu Crispim (PSL-RS) Sim
      Neri Geller (PP-MT) Sim
      Newton Cardoso Jr (MDB-MG) Sim
      Ney Leprevost (PSD-PR) Sim
      Nicoletti (PSL-RR) Sim
      Nilson Pinto (PSDB-PA) Sim
      Nilto Tatto (PT-SP) Não
      Nivaldo Albuquerq (PTB-AL) Sim
      Norma Ayub (DEM-ES) Sim
      Odair Cunha (PT-MG) Não
      Olival Marques (DEM-PA) Sim
      Orlando Silva (PCdoB-SP) Não
      Osires Damaso (PSC-TO) Sim
      Osmar Terra (MDB-RS) Sim
      Ossesio Silva (REPUBLICANOS-PE) Sim
      Otoni de Paula (PSC-RJ) Sim
      Ottaci Nascimento (SOLIDARIEDADE-RR) Sim
      Otto Alencar (PSD-BA) Sim
      Padre João (PT-MG) Não
      Pastor Eurico (PATRIOTA-PE) Sim
      Pastor Gil (PL-MA) Sim
      Pastor Isidório (AVANTE-BA) Sim
      Patrus Ananias (PT-MG) Não
      Paula Belmonte (CIDADANIA-DF) Sim
      Paulão (PT-AL) Não
      Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) Sim
      Paulo Azi (DEM-BA) Sim
      Paulo Bengtson (PTB-PA) Sim
      Paulo Freire Costa (PL-SP) Sim
      Paulo Ganime (NOVO-RJ) Sim
      Paulo Guedes (PT-MG) Não
      Paulo Magalhães (PSD-BA) Sim
      Paulo Marinho Jr (PL-MA) Sim
      Paulo Martins (PSC-PR) Sim
      Paulo Pereira (SOLIDARIEDADE-SP) Sim
      Paulo Pimenta (PT-RS) Não
      Paulo Ramos (PDT-RJ) Sim
      Paulo Teixeira (PT-SP) Não
      Pedro A Bezerra (PTB-CE) Sim
      Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) Sim
      Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) Sim
      Pedro Lupion (DEM-PR) Sim
      Pedro Paulo (DEM-RJ) Sim
      Pedro Uczai (PT-SC) Não
      Pedro Westphalen (PP-RS) Sim
      Perpétua Almeida (PCdoB-AC) Não
      Pinheirinho (PP-MG) Sim
      Policial Sastre (PL-SP) Sim
      Pompeo de Mattos (PDT-RS) Sim
      Pr Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Prof Marcivania (PCdoB-AP) Não
      Profª Dorinha (DEM-TO) Sim
      Profª Rosa Neide (PT-MT) -votouAbstenção Abstenção
      Professor Alcides (PP-GO)
      Professor Joziel (PSL-RJ) Sim
      Professora Dayane (PSL-BA) Sim
      Rafael Motta (PSB-RN) Sim
      Raimundo Costa (PL-BA) Sim
      Raul Henry (MDB-PE) Sim
      Reginaldo Lopes (PT-MG) Sim
      Rejane Dias (PT-PI) Não
      Renildo Calheiros (PCdoB-PE) Não
      Ricardo Barros (PP-PR) Sim
      Ricardo Guidi (PSD-SC) Sim
      Ricardo Izar (PP-SP) Sim
      Ricardo Silva (PSB-SP) Sim
      Ricardo Teobaldo (PODE-PE) Sim
      Robério Monteiro (PDT-CE) Sim
      Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Roberto de Lucena (PODE-SP) Sim
      Rodrigo Agostinho (PSB-SP) Sim
      Rodrigo Coelho (PSB-SC) Sim
      Rodrigo de Castro (PSDB-MG) Sim
      Rodrigo Maia (DEM-RJ) Sim
      Rogério Correia (PT-MG) Não
      Rogério Peninha (MDB-SC) Sim
      Roman (PATRIOTA-PR) Sim
      Ronaldo Carletto (PP-BA) Sim
      Ronaldo Martins (REPUBLICANOS-CE) Sim
      Rosana Valle (PSB-SP) Sim
      Rosangela Gomes (REPUBLICANOS-RJ) Sim
      Rose Modesto (PSDB-MS) Sim
      Rubens Bueno (CIDADANIA-PR) Sim
      Rubens Otoni (PT-GO) Não
      Rui Falcão (PT-SP) Não
      Ruy Carneiro (PSDB-PB) Sim
      Sâmia Bomfim (PSOL-SP) Não
      Samuel Moreira (PSDB-SP) Sim
      Sanderson (PSL-RS) Sim
      Santini (PTB-RS) Sim
      Sargento Fahur (PSD-PR) Sim
      Schiavinato (PP-PR) Sim
      Sebastião Oliveira (PL-PE) Sim
      Sérgio Brito (PSD-BA) Sim
      Sergio Souza (MDB-PR) Sim
      Sergio Toledo (PL-AL) Sim
      Sergio Vidigal (PDT-ES) Sim
      Severino Pessoa (REPUBLICANOS-AL)
      Shéridan (PSDB-RR) Sim
      Sidney Leite (PSD-AM) Sim
      Silas Câmara (REPUBLICANOS-AM) Sim
      Silvia Cristina (PDT-RO) Sim
      Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS-PE) Sim
      Soraya Santos (PL-RJ) -votouPresidente Presidente
      SóstenesCavalcante (DEM-RJ) Sim
      Stefano Aguiar (PSD-MG) Sim
      SubtenenteGonzaga (PDT-MG) Sim
      Tabata Amaral (PDT-SP) Sim
      Tadeu Filippelli (MDB-DF) Sim
      Tadeu Alencar (PSB-PE) Sim
      Talíria Petrone (PSOL-RJ)
      Ted Conti (PSB-ES) Sim
      Tereza Nelma (PSDB-AL) Sim
      Tiago Dimas (SOLIDARIEDADE-TO) Sim
      Tiago Mitraud (NOVO-MG) Sim
      Tiririca (PL-SP) Sim
      ToninhoWandscheer (PROS-PR) Sim
      Túlio Gadêlha (PDT-PE) Sim
      Uldurico Junior (PROS-BA)
      Valdevan Noventa (PL-SE) Sim
      Valmir Assunção (PT-BA) Não
      Vander Loubet (PT-MS) Não
      Vanderlei Macris (PSDB-SP) Sim
      Vavá Martins (REPUBLICANOS-PA) Sim
      Vermelho (PSD-PR) Sim
      Vicentinho (PT-SP) Não
      Vicentinho Júnior (PL-TO) Sim
      Vilson da Fetaemg (PSB-MG) Sim
      Vinicius Carvalho (REPUBLICANOS-SP) Sim
      Vinicius Farah (MDB-RJ) Sim
      Vinicius Gurgel (PL-AP) Sim
      Vinicius Poit (NOVO-SP) Sim
      Vitor Hugo (PSL-GO) Sim
      Vitor Lippi (PSDB-SP) Sim
      Waldenor Pereira (PT-BA) Não
      Walter Alves (MDB-RN) Sim
      Weliton Prado (PROS-MG) Sim
      Wellington (PL-PB)
      Wilson Santiago (PTB-PB) Sim
      WladimirGarotinho (PSD-RJ) Sim
      Wolney Queiroz (PDT-PE) Sim
      Zé Carlos (PT-MA) Não
      Zé Neto (PT-BA) Não
      Zé Silva (SOLIDARIEDADE-MG) Sim
      Zé Vitor (PL-MG) Sim
      Zeca Dirceu (PT-PR) Não

      • Certo,
        entretanto o senhor escreveu o seguinte: “No entanto, num projeto de tamanha importância, onde todos os deputados deveriam ter votado, houve votos NÃO. Só é compreensível que o PT tenha votado, em massa, com o voto NÃO, porque o PT está todo enrolado com a corrupção. E foi o que aconteceu. Todos os deputados do PT votaram NÃO. Mas também outros partidos votaram NÃO nesta importante votação. Votaram NÃO, junto com o PT, deputados dos seguintes partidos pilantras: DEM , MDB, PL, PC do B, PSC, PSOL, PSDB, AVANTE, PDT, PP, REPUBLICANOS, PP, PROS e PSD.”

  4. Enquanto não for eliminado esta camisa de força política chamada de PARTIDO, nada feito.
    Parlamentar é eleito pelo povo, mas tem que votar conforme orientação do partido, que sempre leva em conta os interesses do seu “proprietário”, que muitas vezes nem cargo eletivo tem.
    Acabar urgentemente com esta excrescência chamada FIDELIDADE PARTIDÁRIA, e deixar o parlamentar votar conforme o desejo do seu eleitor, que é o seu representado.
    Na democracia, tudo tem que ser livre, inclusive a “candidatura independente”, sem o tal “voto proporcional”, que prostitui a eleição.

  5. Li, com todo o interesse, o link enviado acima pelo comentarista José Vidal. Trata-se do projeto sobre dobrar as penas para quem comete crimes no tempo da pandemia. Eu li e qualquer comentarista pode ler o link.

    Notem que todos os deputados do Cidadania votaram SIM e tratava-se do projeto que a Câmara aprovou com ampla maioria, nesta terça-feira (1º), o projeto de lei 1485/20 que dobra a pena de crimes de desvios de recurso públicos durante o período da calamidade pública. O aumento da sentença não será retroativo e valerá para crimes praticados depois da vigência da lei.

    No total, 487 deputados votaram, destes 421 votaram a favor do PL; 64 votaram contra e houve apenas uma abstenção. O projeto ainda vai passar por votação no Senado Federal.

    No entanto, num projeto de tamanha importância, onde todos os deputados deveriam ter votado, houve votos NÃO. Só é compreensível que o PT tenha votado, em massa, com o voto NÃO, porque o PT está todo enrolado com a corrupção. E foi o que aconteceu. Todos os deputados do PT votaram NÃO. Mas também outros partidos votaram NÃO nesta importante votação. Votaram NÃO, junto com o PT, deputados dos seguintes partidos pilantras: DEM , MDB, PL, PC do B, PSC, PSOL, PSDB, AVANTE, PDT, PP, REPUBLICANOS, PP, PROS e PSD.

    Nas próximas eleições, lembrem-se de NÃO VOTAR em candidatos desses partidos que votaram NÃO contra a dobra da pena em votação tão importante para tentar estancar a roubalheira de dinheiro público durante a pandemia, e mesmo, certamente, estes partidos picaretas continuarão a favor da corrupção até no pós-pandemia.

    • Caro Ednei, o senhor escreveu que leu com toda a atenção o link que postei acima. E recomendou que não se votasse em candidatos de certos partidos.
      Sinceramente, gostaria que o senhor apontasse quem votou contra, além dos partidos do PT, PSOL e PCdB, talvez eu tenha, sem querer, me enganado.

  6. Sr. Newton
    O famoso PSDB do Poderoso Chefão também é um partido de esquerda.
    O próprios integrantes da máfia, ops, errei, do Partido dizem isso..
    O grande problema é aquele teatrinho que todos conhecem.

  7. Quando os militares tomaram o poder em 64, uma das razões da queda de Jango foi impedir que os civis voltassem a ter líderes políticos.

    Havia a necessidade de eliminar o trio de gaúchos que mudou o Brasil, mesmo com Vargas tendo sido ditador por 15 anos, e retornado ao poder cinco anos depois nos braços do povo.
    Mas, havia Jango e Brizola, herdeiros políticos de Vargas, além de pertencerem à época ao poderoso PTB.

    Os militares quando devolveram o poder à população sabiam que levaria muito tempo até surgir no país líderes do calibre de Brizola. A Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, que trouxe o gaúcho de volta do exílio se, por um lado, abria os portões da nação para aqueles que tinham sido banidos do Brasil, do outro ainda precisava impedir que houvesse a possibilidade de o passado ser reatado com os líderes que retornavam.
    Assim, em manobras palacianas, Brizola perdeu a sua sigla, PTB.

    O PDT foi um partido que iniciaria do zero, sem tradição, sem influência política, a não ser com o seu líder trazendo consigo a chance de o Trabalhismo voltar a ser o que era.
    Se o gaúcho perdera a sigla PTB, haveria de enfrentar uma nova agremiação, que teria os Trabalhistas progressistas albergados, o PT.

    O tempo no exílio criou um vácuo importante na história dos Trabalhistas tradicionais.
    O novo partido era comandado por um líder metalúrgico, um retirante nordestino, uma pessoa que lutava pelos interesses dos trabalhadores em São Paulo, e até era preso pela polícia eventualmente.

    O PT angariou a simpatia de trabalhadores de todas as origens, inclusive intelectuais.
    Surgia uma força popular e não somente política ou de centro esquerda como era Brizola, que se viu obrigado a sair do país porque corria o risco de ser preso e, sabe-se lá, o que poderia lhe ter acontecido.

    Com Lula, atracaram no partido pessoas ligadas à subversão, ao combate contra as FFAA, que alegavam para um povo inculto e incauto que lutaram pela democracia.
    O PT ia se fortalecendo a cada eleição que perdia o Planalto:
    Collor uma oportunidade, e duas vezes FHC.

    Ao vencer a eleição, Lula teve uma das maiores recepções do povo. Uma festa a sua posse. Finalmente um líder que saíra das forjas de pleitos populares e de trabalhadores assumia a presidência da República.

    O final todos sabemos de como a liderança petista se desintegrou, corroída pela corrupção de tal maneira, que nunca antes uma nação havia sido tão prejudicada e lesada como a brasileira na História recente do mundo!

    O líder era de barro. O líder era falso. O líder era mentiroso, enganador e ladrão.

    De novo o povo se viu sem um guia em quem acreditar, e ter esperanças de uma nova vida.
    O vazio no civismo nacional voltara e, desta vez, com raiva de milhões de cidadãos que se sentiram traídos.

    O povo percebia a necessidade de apostar em outra liderança, mesmo que fosse apenas para derrotar àquela que mais decepcionara o cidadão.
    Então, apareceu Bolsonaro.

    Repetia-se o entusiasmo de encontrar outro líder, ainda mais que o seu currículo era originário das FFAA, a instituição que sempre esteve muito bem conceituada entre a maioria da população.

    No entanto, se Lula era corrupto, desonesto, inegavelmente o petista tinha consigo carisma; Lula encantava o povo quando discursava; o petista sabia as palavras que a população queria ouvir; tratava-se de um hábil político, indubitavelmente.
    Aquele que o sucederia era um troglodita, politicamente falando. Sem qualquer encantamento, sedução, e sem ter vindo das massas, pois um ex-oficial subalterno do Exército e ex-deputado por quase 30 anos.
    Não importava.
    O PT deveria ser derrotado, e o seu líder definitivamente afastado do ótimo conceito que antes tanto aproveitara em benefício próprio e para seu partido, ironicamente denominado de “trabalhadores”.

    Após um ano e nove meses nos governando, Bolsonaro confirma que está longe, muito longe, de ser um líder popular.
    A equipe que formou no seu governo mantém-se distante do povo.
    Seus ministros detestam o pobre, o miserável, o desempregado, o analfabeto absoluto e funcional … A administração atual está a serviço do sistema, das elites, castas e poder econômico, com Bolsonaro sendo um reles agente desses poderosos que mandam e desmandam no Brasil há décadas!

    Dito isso, a população continuará órfã de líderes autênticos, verdadeiros, e não fabricados nos labirintos palacianos.
    Quem talvez reunisse condições, sabe que a política nacional é uma espécie de máquina de moer carne, de triturar conceitos, de esmagar quem imagina combater a corrupção.

    Se, há 35 anos, os militares quando nos devolveram o poder tinham plena consciência que deixaram um abismo com relação ao surgimento de um líder popular, os civis foram muito mais eficientes e eficazes, pois eles mesmos impedem que tenhamos gente honesta e decente no poder!

    O povo não precisa de líder.
    Inconscientemente quer um comandante, alguém que lhe dê ordens, em razão de estar resignado em apenas obedecer e outorgar poderes.
    Por isso mesmo que, a cada ano, aumentam os pobres, miseráveis, desempregados e analfabetos absolutos e funcionais, pelo fato de que esse contingente de milhões de pessoas só sabe dizer sim em troca de esmolas, de uma sacola de alimentos, e sem se dar conta porque inculto e incauto, que lhe roubem também a dignidade como ser humano!

    Bolsonaro causa inveja ao gramunhão ou, por acaso, não seria o próprio??!!

      • Caro dr.Ednei Freitas,

        Mais uma vez estamos de acordo sobre acontecimentos históricos, onde a retirada da sigla PTB de Brizola teve como intenção romper o passado do gaúcho com Jango e Vargas.

        O Trabalhismo deveria ser eliminado.
        Porém, se os trabalhadores queriam uma representação, um líder, que fosse através de alguém forjado calculadamente para não desprestigiar os militares, então Lula foi o escolhido.

        Aliás, não me lembro em momento algum, de Lula ter feito críticas à derrubada de Jango!
        Tanto porque se tornou inimigo do Trabalhismo, quanto poder transitar livre pelo país na criação do PT.

        Lula foi uma espécie de aríate, que rompeu a corrente que havia entre Brizola e o período que antecedeu ao regime de exceção.

        Uma vez interrompido, o futuro do PDT estaria somente nas mãos de Brizola, que deveria se encarregar do histórico da nova sigla, e de apresentar resultados como partido político.

        Brizola viu na sua eleição para governador do Rio, a chance de criar o seu próprio legado, e caracterizado pela inovação, pelo ineditismo, justamente no segmento que mais o gaúcho apreciava, a educação.

        Os CIEPs tinham como ideia revolucionar o ensino Fundamental ou Primeiro Grau ou Primário, no meu tempo.
        Políticos mal intencionados, povo inculto e incauto, rejeitaram a proposta de ensino moderno, que tratava as crianças com atenção, cuidados e dignidade.

        Interessante e curiosamente, a ideia memorável do gaúcho para o ensino nacional jamais teve seguidores, inclusive e principalmente, dentro do seu próprio partido, mais preocupado em compor com o PT a base política desse trabalhismo petista, mentiroso, que reativar um dos melhores planos para a Educação que o Brasil teve na sua História!

        Forte e fraterno abraço, caro dr.Ednei.
        Saúde e paz.
        Cuide-se!

  8. Jornalista e Editor da Tribuna da Internet – Dr. Carlos Newton, não se paga para sonhar, mas no Brasil tivemos a esperança do Pt e vamos seguir quem sabe em futuro até um governo do PcdoB pode da certo – neste pais de cores verde, amarelo, azul e branco e tendo no Brasil – a liberdade de imprensa e de opinião já está ótimo – com Jornalistas a Imprensa – Jornais, Revistas, Sites e Blogs no SJMRJ que e do Brasil.

  9. Bem, hoje o dia se apresenta promissor para a Tribuna, acabamos de ler a belíssima reflexão do Antonio Fallavena sobre a prática eleitoral do povo brasileiro e o inteligente debate resultante e agora, o Sr Editor nos brinda com um primoroso e estimulante artigo sobre a utopia de um partido político do bem e a disfunção partidária atual, provocando um verdadeiro e brilhante sarau acadêmico com enfoque histórico sobre a problemática político-partidária do Brasil.
    Em atenção e respeito ao articulista e brilhantes comentaristas, permito-me uma rápida digressão, simplista e primária.
    O Brasil possui, atualmente, 33 partidos registrados e 77 aguardando registro, fantasiando que o número de partidos seja proporcional ao nível de bem estar social, deveria-nos ser pelo menos quinze vezes mais prósperos e felizes do que os americanos, que só têm dois.
    O caso do PTB, aqui abordado, é emblemático da deterioração e mercantilização dos partidos políticos nacionais. O partido de Alberto Pasqualini que foi a força trabalhista que sempre apoiou Getúlio Vargas nos seus governos e ações desenvolvimentistas e nacionalistas, depois de sua extinção pelo regime militar, foi adjudicada sua sigla à deputada Ivete Vargas, por força do sobrenome, em detrimento de Leonel Brizola.
    O desfecho, todos conhecem, a decadência, o programa incorporado pelo PDT e a apropriação pelo seu dono atual, o chave de cadeia, Roberto Jefferson.
    Infelizmente, o problema não é a falta de um partido ético, isso é uma abstração, ele poderá nascer ético, mas não se criará, nenhum ser vivo subsiste num ambiente totalmente hostil.
    Quando eu comecei a delirar meus sonhos de um movimento de mudança efetiva, a primeira condição que eu estampei na seção de princípios do meu plano, foi “Totalmente apartidário” logicamente, num primeiro momento, já que não pode existir sociedade democrática sem agremiações que representem ideologias e interesses.
    Resumindo, no meu modesto entender, não é hora de hostilizar o Sistema, é hora de denúncias e críticas pontuais, enquanto se promove a organização de célula mater e se discutem objetivos, método e estratégias.
    Desculpe minha colher de pau no meio de manjar tão sofisticado.

  10. A idéia de que pessoas de bem precisam criar um partido forte para defender o interesse público é bonita, mas infelizmente utópica e fantasista demais. E não só para a nossa triste realidade. Se ouvirmos a ciência, constataremos que em geral não são as “pessoas de bem” que são alçadas às posições de liderança, seja na política ou no mundo dos negócios, mas sim, na grande maioria, aqueles que a psicologia classifica como sociopatas e psicopatas. Porque a capacidade de manipulação dessas pessoas, ainda que não se traduza em eficiência, as favorece na disputa pela liderança, como registrou um artigo divulgado pela BBC há alguns anos:

    “Estudos apontam que executivos com mais traços psicopatas tendem a serem vistos como carismáticos, criativos e bons comunicadores. Isso porque o charme psicopata pode se sobrepor a questões de comportamento, segundo um estudo feito em 2010 por Babiak. A pesquisa apontou que aqueles com níveis mais altos de psicopatia tinham avaliações de performance piores, mas eram associados com boas habilidades de comunicação, pensamento estratégico e criatividade.”
    https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-41981316

    E infelizmente, muitas vezes a idealização de “homens de bem” tende, neste país, a ser uma triste ilusão. Há poucos anos o maior “homem de bem” da política brasileira era o Demóstenes Torres.
    Se conseguíssemos punir ou ao menos afastar os mais corruptos do governo, já seria um progresso.

  11. Já que estamos falando de partidos e eleições, vai uma notícia fresquinha: O TCU publicou a lista dos possíveis candidatos impedidos por motivo de ficha suja: 43.925!!!
    Acredite se quiser!!!

  12. Amigos Tribunários
    Digo que, nada mais maluco do que um louco convencido!
    Hoje acordei preocupado com o trabalho (tudo não remunerado) e a falta de tempo.
    De repente, recebo um whats e visito a TI. Leio um artigo, outro e mais outros e muitos comentários. Comecei eram 10.05h e agora são 15.24h. Tenho de parar e já. Prometo, a mim mesmo: hoje não escrevo mais! Pelo menos, até às 21.00 horas!!!
    Abraços fraterno.
    Fallavena

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