As televisões diminuíram o fogo cerrado contra o goleiro Bruno. Não quer dizer que seja INOCENTE, mas que será julgado, e não preconceituosamente.

As investigações sobre o pretenso ou suposto assassinato da ex-amante do jogador do Flamengo, entraram numa “zona de desconhecimento”. Os delegados (e delegadas) não fazem o jogo que faziam, nem “vazam” depoimentos para serem publicados com EXCLUSIVIDADE.

O grande “nó górdio” de tudo: a total e completa ausência do corpo da mulher que teria sido assassinada. Como fui o único a lembrar e revelar o caso do advogado Leopoldo Heitor, duas vezes absolvido da acusação por não ter aparecido o corpo da vítima, Dana Tefé, vou mostrar o que acontece nos EUA.

Anteontem, na televisão, série sobre um assassinato. A polícia prendeu um suspeito, suas provas, entregues à Promotoria, são precárias. O CORPO e a ARMA, não existem. O procurador geral da Justiça (eleito de 2 em 2 anos) conversa com o promotor, seu subordinado (nomeado) sobre o caso.

Palavra do procurador: “Você não vai conseguir convencer os jurados, a não ser que o CORPO APAREÇA”. Resposta do promotor, que terá que fazer a acusação: “Eu sei que será DIFÌCIL, mas tenho condições de COLOCAR O RÉU no local do crime”. O superior ri, discordando.

O promotor fez a melhor acusação que pôde, os jurados não aceitaram, absolveram o réu. Por unanimidade, como acontece no mundo todo. Ficção, lógico, mas baseado sempre na legislação e nos precedentes. A carreira de Bruno, seu maior patrimônio, foi embora, mas pode ser que preserve alguma coisa.

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