Assassinos a serviço do crime organizado mataram Phillips, Bruno e apunhalaram o país

Charge de Carlos Latuff (brasil247.com)

Pedro do Coutto

Assassinos a serviço do imundo crime organizado mataram Dom Phillips e Bruno Pereira, e apunhalaram também o país, deixando para sempre um rastro de sangue na história brasileira. A repercussão internacional está sendo enorme. O governo Bolsonaro ficou muito mal nas narrativas nos principais jornais do mundo, conforme a TV Globo revelou.

O crime organizado inclui a pesca ilegal, o garimpo fora da lei, o desmatamento criminoso e, de uns tempos para cá, a ação do narcotrafico na região, estando provavelmente envolvido no triste episódio, dada a violência do crime contra o jornalista ingles e o indigenista. No O Globo, a reportagem  é de Carla Rocha, Bruno Alfano e Alfredo Mergulhão. Na Folha de S. Paulo, a matéria é de Vinicius Sassine, César Feitosa e Rosiene Carvalho.

REPERCUSSÃO – O impacto do episódio foi enorme e está se desenvolvendo na proporção do crime praticado. Aumentando a repercussão negativa para o Brasil, Matheus Teixeira, Folha de S. Paulo de quinta-feira, destaca a frase do presidente Bolsonaro, afirmando que Dom Phillips era “mal visto na Amazônia”. A afirmação causa perplexidade porque, mesmo que fosse verdadeira, isso não seria motivo para que alguém fosse assassinado.

O presidente da República, desde o início do roteiro sinistro desenhado pelos assassinos, não focalizou diretamente a questão, dizendo que a área era de risco. No fundo, deixa o governo ainda pior, uma vez que comprova que ele não tem o domínio de uma área de fronteira com diversos países e, portanto, configura-se como rota aberta na selva verde para as ações do garimpo ilegal e do narcotráfico que se expande na região.

A Polícia Federal informou que, no caso da defesa do meio ambiente na Amazônia, luta contra a falta de recursos humanos e financeiros. Essa é uma parte do resultado do desmonte  feito nos quadros do Ibama e da Funai, atitudes misteriosas, hoje menos ocultas por parte do Ministério do Meio Ambiente e também do Ministério da Economia, a quem cabe a execução do orçamento federal.

OMISSÃO – As consequências já estão se fazendo sentir e vão repercutir ainda mais nos próximos passos do governo Jair Bolsonaro. Algumas perguntas devem ser feitas: por que o silêncio quanto ao desmatamento ? Por que a nuvem sobre o garimpo ilegal? Por que a sombra sobre a pescaria contra a lei? Por que a omissão ? As respostas aguardadas são possíveis indicadoras de um estranho sistema.

Com o assassinato de Dom Phillips e Bruno Pereira, o governo desabou ainda mais na opinião pública e, portanto, junto ao eleitorado brasileiro. Também no O Globo, reportagem de Lucas Altino destaca o clima de ameaça constante que o crime organizado desfecha contra os servidores públicos do governo que atuam na defesa da floresta e que não negociaram as suas consciências.

SUBSTITUIÇÃO DE BRAGA NETTO –  Reportagem no O Globo é de Jussara Soares revela a insegurança que está envolvendo a campanha de Bolsonaro à reeleição. Isso porque não tem lógica aparente a substituição de alguém já convidado a ser candidato a vice pela ex-ministra da Agricultura que quer disputar o Senado nas eleições de 2 de outubro.

Julia Chaib e Matheus Teixeira, Folha de S. Paulo, em reportagem de grande destaque, apontam que o Centrão entrou em campo para que Tereza Cristina seja a vice de Bolsonaro, enquanto o próprio presidente da República disse a deputados do bloco que tanto Tereza Cristina quanto Braga Netto estão “cotadíssimos” para formar a sua chapa. A afirmação confirma a intenção de substituir o general Braga Netto, pois este já se encontrava convidado para ser o companheiro de chapa do presidente em seu projeto de reeleição.

Na minha opinião, quando em política surge um movimento para substituir uma candidatura majoritária, o candidato objeto da pressão tem que se afastar do cargo, pois já foi sinalizada a rejeição e a insatisfação quanto ao fato deste adicionar ou não votos. Não há dúvida, portanto, de que o noticiário de ontem deixou muito claro que Braga Netto deverá renunciar à indicação em nome de uma unidade partidária que ainda não existe.

ENCONTRO –  Num texto marcado pela cordialidade, o ministro Paulo Sérgio Nogueira encaminhou novo ofício ao ministro Edson Fachin, presidente do TSE, agora  convidando-o para um encontro sobre a participação das Forças Armadas no acompanhamento das eleições, incluindo a computação dos votos e a votação praticada nas urnas eletrônicas.

O ministro da Defesa, reportagem no O Globo de Bela Megale, reportagem na Folha de S. Paulo de Matheus Vargas, fala em diálogo e a presença no encontro das equipes técnicas do Tribunal Superior Eleitoral e das Forças Armadas. Sem dúvida alguma, o general mudou de tom e o encontro, penso, será de grande importância para o processo político e eleitoral brasileiro.

UNIVERSO DIGITAL – Júlia Barbon, Folha de S. Paulo, com base em pesquisa do Instituto Quaest, informa que o presidente Jair Bolsonaro é o primeiro colocado em matéria de popularidade no universo digital, seguido de perto por Lula. Em terceiro, aparece Ciro Gomes. A pesquisa atribui a Bolsonaro um índice de 33% contra 29% de Lula da Silva.

Porém, não explica sobre que números absolutos incidem os percentuais de 33% e 29%. Além disso, a popularidade digital decorre da ação de mensagens permanentes e da ação de influenciadores. Entretanto, a margem de vantagem de Bolsonaro sobre Lula nas telas dos computadores não corresponde a mesma situação apontada pela pesquisa mais recente do Datafolha, comprovando que os tais influenciadores, na prática, não influenciam tanto assim.

GREVE –  O Estado de S. Paulo, edição de quarta-feira, informa que em assembleia realizada na segunda-feira, em Brasília, os funcionários do Banco Central decidiram entrar em greve por reajuste salarial que compense as perdas inflacionárias acumuladas. Os servidores do Bacen haviam entrado em greve há cerca de um mês pelo mesmo motivo.

Há cerca de dez dias, suspenderam o movimento, possivelmente em face de alguma promessa colocada na mesa das negociações.  Mas, ao que tudo indica, não houve avanço concreto ou então os funcionários do Banco Central resolveram manter a greve até que fossem mantidas as suas reivindicações.

20 thoughts on “Assassinos a serviço do crime organizado mataram Phillips, Bruno e apunhalaram o país

  1. Narcotráfico matou Dom e Bruno. E agora?

    Por
    Luciano Trigo
    16/06/2022 // Gazeta do Povo.

    Um dos sinais mais tristes da degradação moral e da sordidez espiritual do nosso tempo é a exploração política da morte pelas carpideiras ideológicas. Como urubus em cima da carniça, nos últimos 10 dias a lacrosfera se mobilizou em peso nas redes sociais e na grande mídia para tentar jogar no colo do governo a responsabilidade pelo desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips no Vale do Javari, na Amazônia.

    Parecia revolta? Era apenas vigarice. A indignação, como sempre, foi seletiva: a tragédia só interessava como pretexto para exibir virtude, ficar bem na fita e sabotar o adversário de sempre.

    Protestavam e derramavam lágrimas de crocodilo, mas no íntimo estavam comemorando. Porque, sempre que uma tragédia pode ser usada contra o governo e capitalizada politicamente, eles festejam, com mal disfarçado entusiasmo. Só querem palco, tribuna e palanque para ostentar superioridade moral e exercer seu ativismo.

    Que tristeza.

    Pois bem, para frustração dessa turma, ontem foi revelado que Dom e Bruno foram assassinados não por garimpeiros, nem por madeireiros, nem por desmatadores, nem pela policia fascista e genocida (isso, então, seria motivo de orgasmos), mas a mando de um narcotraficante: o peruano Rubens Villar Coelho, também conhecido como “Colômbia”.

    Aparentemente, a presença do jornalista e do indigenista estava prejudicando o transporte de cocaína na rota entre o Brasil e o Peru. Motivo suficiente para os dois serem amarrados em uma árvore, torturados, assassinados e eviscerados. É a lei do tráfico, e não é apenas em regiões remotas da Amazônia que essa lei impera.

    E agora? O que farão e dirão os justiceiros sociais? Por honestidade moral e intelectual, deveriam demonstrar indignação contra o narcotráfico que domina a região sem qualquer preocupação com a vida humana, muito menos com o meio ambiente. Mas, como escrevi neste artigo, contra traficante, no Brasil, ninguém faz protesto.

    Fosse sincera a indignação contra a tortura e o assassinato de Dom e Bruno, todos aqueles que fazem do gesto de apontar o dedo uma razão de viver demonstrariam agora revolta contra o narcotráfico, exigindo justiça e combate implacável aos criminosos. Ou não?

    Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método

    O ator famoso, a funkeira empoderada, o imitador de foca, o fotógrafo premiado, o índio de passeata, o antropólogo esquerdopata, o jornalista checador de meme, os exilados em Paris, o youtuber de pronome neutro e todos aqueles que fizeram dos desparecidos pretexto para a militância do ódio do bem: será que algum deles dirá uma palavra sequer contra o tráfico? Podem esperar sentados: nunca disseram, não será agora que dirão.

    Estranhamente, nessas horas, os indignados se recolhem a um silêncio quase reverente. Talvez porque, politicamente, estejam do mesmo lado do mandante dos assassinatos. Ou são partidos e governos de direita que a indústria da droga financia na América Latina? Ou são de direita os chamados “narcogovernos” da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela e do México? Que partidos e governos são apoiados pelas Farc? São de direita?

    Para ilustrar a relatividade moral dessa gente, basta lembrar o caso das três crianças de Belford Roxo barbaramente torturadas e assassinadas por traficantes, em dezembro de 2021, tema deste artigo.

    Pobres e negros, três meninos foram executados por causa de uma gaiola de passarinho. Onde estavam os virtuosos que nos últimos dias demonstraram tanta indignação com o desaparecimento de Dom e Bruno? Não derramaram uma lágrima, não disseram um “ai”.

    Desconfie de quem só protesta contra mortes que podem ser capitalizadas politicamente. Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.

    Tivessem sido as crianças de Belford Roxo assassinadas por policiais, aí sim elas seriam dignas da revolta da militância progressista. Mas os assassinos eram traficantes, então os virtuosos ficaram em silêncio, fazendo de conta que não era com eles. Negras ou brancas, vidas não importam quando quem as tira é o dono da boca que se frequenta, ainda que simbolicamente.

    De maneira similar, tivessem sido outros os assassinos, Dom Phillips e Bruno Pereira renderiam protestos até a eleição. Faixas e cartazes com a pergunta “Quem matou Dom e Bruno?” seriam exaustivamente exibidos em horário nobre. Não faltaria gente insinuando que o crime foi encomendado pelo próprio presidente.

    Mas, como agora se sabe que quem mandou matar Dom e Bruno foi um traficante, subitamente o mandante do crime deixou de ter importância. A mídia deixará de lado esse “detalhe” para tentar espremer os últimos dividendos do caso, depois vai abandonar o assunto. (Você viu manchetes destacando a identidade e a ocupação do mandante? Nem eu.)

    Como foi um traficante que mandou torturar, eviscerar e matar Dom Phillips e Bruno Pereira, não haverá mais como capitalizar politicamente a tragédia. De novo, não foi dessa vez. As carpideiras ideológicas vão ter que torcer por outros cadáveres para explorar.

    • Carpideiras ideológicas… Degradação moral e sordidez espiritual do nosso tempo…
      Ai, meu Deus, esses caras metidos a Machados de Assises chegam a ser engraçados ou então ridículos.
      O governo é parte da desgraça que grassa em todo o país. Um presidente é, pelo cargo que ocupa, aquele com o encargo de cuidar da segurança, educação, saúde e da integridade do cidadão. O Sr Bolsonaro abondonou, por interesse ou má-fé, essas atribuições – isso se chama prevaricação.
      Menos motociatas, rudezas e bravatas e mais ação. Nossas forças armadas são suficientementes poderosas para defender a nação, mas para isso precisam de um líder e não de um simples poltrão.

  2. Enquanto a fiscalização da Amazônia é deixada esculhambado, para madeireira, garimpo e pesca ilegais, além do narcotráfico, o Exército se interessa em indicar como deve ser a votação nas eleições…

    • Este jornalista britânico, que sua vida foi ceifada, por defender o direito a vida, do verdadeiro povo brasileiro, deveria servi vir de exemplo para grande maioria dos ( jornalistas ?) meia boca deste país. Dom Phillips, que trabalhou nos maiores meios de comunicação do mundo, preferiu aplicar sua cultura adquirida e se abster de toda mordomias a ele disponibilizada, para dedicar-se à estes povos brasileiros execrados, usurpados, estuprados e que vivem sendo assassinado sob os olhos lsnientes dos seus governantes.
      Nossa imprensa, composta de profissionais de competência e moral ilibada, preferem dedicar seu precioso tempo, discutindo se o sistema eleitoral e eficiente e seguro.

  3. “Se eleito eu vou dar uma foiçada na Funai, mas uma foiçada no pescoço. Não tem outro caminho.”
    Os executores dos crimes só não usaram a arma escolhida por BROXAnaro.

    “Pena que a cavalaria brasileira não tenha sido tão eficiente quanto a americana, que exterminou os índios.” Correio Braziliense, 12/04/1998

    “Os índios não falam nossa língua, não têm dinheiro, não têm cultura. São povos nativos. Como eles conseguem ter 13% do território nacional?” Campo Grande News, 22/04/2015

    “[Reservas indígenas] sufocam o agronegócio. No Brasil não se consegue diminuir um metro quadrado de terra indígena.” Campo Grande News, 22/04/2015

    “Não tem terra indígena onde não têm minerais. Ouro, estanho e magnésio estão nessas terras, especialmente na Amazônia, a área mais rica do mundo. Não entro nessa balela de defender terra pra índio.” Campo Grande News, 22/04/2015

    “Em 2019 vamos desmarcar a Raposa Serra do Sol. Vamos dar fuzil e armas a todos os fazendeiros.” Congresso Nacional, publicado em 21/01/2016

    “Essa política unilateral de demarcar a terra indígena por parte do Executivo vai deixar de existir, a reserva que eu puder diminuir o tamanho dela eu farei isso aí. É uma briga muito grande que você vai brigar com a ONU.” Correio do Estado, 10/06/2016 (vídeo)

    “Eu já briguei com o Jarbas Passarinho [ex-Ministro da Justiça] aqui dentro. Briguei em um crime de lesa-Pátria que ele cometeu ao demarcar a reserva Ianomâmi. Criminoso.” Entrevista com Marcelo Godoy, 02/04/2017

    “Pode ter certeza que se eu chegar lá (Presidência da República) não vai ter dinheiro pra ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.” Estadão, 03/04/2017

    “Se eleito eu vou dar uma foiçada na Funai, mas uma foiçada no pescoço. Não tem outro caminho. Não serve mais.” Espírito Santo, 01/08/2018, site Indigenistas Associados

    “Se eu assumir [a Presidência do Brasil] não terá mais um centímetro para terra indígena.” Dourados (MS), 08/02/2018

  4. Duas perguntas: 1ª- Mas o plano não era “passar boi passar boiada???”
    2ª- Será que ‘milícia do bem’ faria uma atrocidade dessas???
    PS: Durante um entrevero lá pelos idos de 2019/2020
    O mandatário chefe o ‘tosco’ não declarou para a mídia que tinha informações paralelas do que acontecia no Brasil do Oiapoque ao Chuí????

  5. Pelas últimas e alvissareiras notícias, tenho a impressão que o entorno militar do ‘tosco’ está caindo na real. Acompanhar os descaminhos do ‘tosco’, é colocar o Brasil na corda bamba.
    Mesmo na extrema direita, tem componentes com inteligência e sabedoria suficientes para ver que do jeito que está não chegaremos a bom lugar, a menos que não nos importemos com alguns milhares de mortos.

  6. Diante do FATO de que as vítimas foram brutalmente assassinados a mando do NARCOTRÁFICO, o que faz a Rede Globo?

    Mente descaradamente para aliviar a barra dos narcotraficantes. E por que mente descaradamente a Globo? Porquê, como a principal porta-voz do NARCO-socialismo no Brasil, sua tarefa consiste em proteger e romantizar narcotraficantes.

    Vergonhoso é ver um decano do jornalismo, reforçando a narrativa global. Mas, sejamos justos: pra não ficar muito feio, o Sr Pedro do Coutto fez uma pequena concessão aos fatos, incluindo com uma ressalva o termo “narcotráfico” no final da sua lista (“inclui a pesca ilegal, o garimpo fora da lei, o desmatamento criminoso e, de uns tempos para cá, a ação do narcotrafico”).

    • “O governo Bolsonaro ficou muito mal nas narrativas nos principais jornais do mundo, conforme a TV Globo revelou.”

      Dito isso não preciso de mais argumentos pra saber como a banda toca. Engajamento ideológico.

      Deu no Claudio Humberto.

      Mais de 50 jornalistas já morreram em fronteiras

      A trágica morte do jornalista Dom Phillips, por mais que opositores do atual governo tentem atribuir-lhe a culpa, é fruto do crítico e arriscado exercício da profissão em áreas de fronteira que já vitimaram mais de 50 jornalistas nas últimas décadas, média de mais de dois por ano. Só na região entre Pedro Juan Caballero (Paraguai) e Ponta Porã (MS), foram cerca de 20 mortes, quase todas de jornalistas que, assim como Phillips, denunciavam a existência de um “estado paralelo” na região.

      Sem repercussão

      Ano passado, o jornalista brasileiro Léo Veras, do site Porã News, foi assassinado com 12 tiros dentro de casa, em Pedro Juan Caballero.

      Tristemente recorrente

      A cidade paraguaia tem até monumento em homenagem a jornalistas mortos e é considerada das mais inseguras do mundo para a profissão.

  7. Os quase quinze anos dos PTralhas no poder o narcotráfico se expandiu e se enraizou de tal forma no país que precisará de mais quinze anos para desarticular essa quadrilha internacional. Taí mais um legado do PT.
    Querer culpar Bolsonaro é golpe baixo e leviano.

  8. Sem querer minimizar a gravidade desse acontecimento, mas alguém sabe se os responsáveis pelo assassinato brutal do brasileiro jean charles de menezes em Londres foram condenados?

    • Jean Charles foi alvejado por trás com um tiro na nuca pela polícia, dentro de uma estação de metro em Londres. O confundiram com um terrorista.

    • Todo mundo merece respeito.

      O único motivo de eu não fazer propaganda aberta para o Bolsonaro; é porque ele não diz que vai melhorar a situação carcerária do Brasil.
      Os presos, MERECEM respeito. E devem “ser armazenados” com respeito.

  9. Vicente Limongi, o mestre Pedro do Couto paira soberano sobre os medíocres que desrespeitam a sabedoria diária, que ele gentilmente nos brinda no Blog.
    As análises de Pedro, são contribuições sem precedentes para o leitor.
    É um absurdo total, o que alguns mentecaptos têm escrito. Demonstram falta de capacidade de pensar.

    Concordo cem por cento, com sua percepção sobre a existência de um mandante no duplo homicídio do Rio Javari.
    Os pistoleiros assassinos, Pelado e Dos Santos são bandidos covardes e estão com medo de morrer. Já mudaram de versão várias vezes, indicando a tática de proteção do mandante do assassinato. Se abrirem o bico, serão mortos na cadeia e a família de ambos sofrerá retaliação. Esse é o código da Máfia.
    Tudo indica, que não há interesse do sistema, na resolução do esquema criminoso. Há precedentes recentes, por exemplo, no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson, já disseram que havia um político envolvido, um miliciano importante e agora dizem que seria um capo dos caça níqueis.
    Observem a cronologia dos fatos, com uma informação vazada na imprensa, de que um narcotraficante peruano seria o mandante. Ora, que álibi perfeito para proteger, quem realmente mandou executar.
    O absurdo,realmente é muito grande e evidencia que nenhum de nós, está livre dê perseguição e de morrer, se tocar nos negócios ilícitos que estão se multiplicando no Faroeste Brasil.

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