Autênticas, textuais e entre aspas

De um general moço, que era menino na ditadura de 64: “Meus parabéns pelo artigo sobre a venda de terras na Amazônia. É impossível calcular quanto já foi vendido. É muito e na mão de testas-de-ferro”. Obrigado, todo brasileiro devia protestar contra essas vendas.

De um senador que me pediu sigilo, mas foi taxativo: “Você tem razão, Helio. A Petrobras não é mais do povo depois da Lei 9478. Sua sugestão não pode ser contestada, temos que criar uma empresa 100 por cento brasileira para explorar a riqueza do pré-sal”.

Não posso deixar de publicar a frase que serve ao interesse nacional, pois aceitei o pedido de sigilo, para ganhar a informação. Mas por que um senador pede sigilo para matéria que deveria ser objeto de projeto seu? Seria por causa do partido?

“Há alguma coisa no ar e não são os aviões da carreira”. Do Barão de Itararé, vereador em 1947, hoje existem centenas de “coisas no ar”, e não estão nem perto dos aeroportos.

Do Estadão em manchete: “Obama adverte bancos de que a era de excessos não voltará”. Essa pode até ser mesmo a vontade do presidente dos EUA, mas os bancos são invencíveis.

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