Autênticas, textuais e entre aspas

Depois de “empurrar” o Brasil para o abismo de Honduras, Chávez faz nova intervenção, agora no Brasil, e diz: “Dilma é a minha candidata a presidente no Brasil”.

É a primeira vez que um presidente estrangeiro invade o espaço eleitoral de outro país. E embora Dona Dilma não seja candidata, se fosse, qualquer ligação com Chávez é desgaste irrecuperável.

Manchete da Folha, sem deixar qualquer dúvida: “Da embaixada (do Brasil) Zelaya prega a revolta”. E Lula continua silencioso para não desgastar Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia e com medo da reação de Chávez.

Morales (Bolívia) e Correa (Equador), condenam a intervenção do presidente da Venezuela, mas não dão uma palavra, temem serem abandonados. Chávez é arbitrário, autoritário, atrabiliário. E vingativo.

Manchete de O Globo: “Honduras barra OEA e faz ameaças ao Brasil”. Logo a seguir nota uma foto de Lula e Chávez, mas não reproduz a fala do presidente da Venezuela ao do Brasil: “Se você quiser eu vou à Dinamarca ajudar à escolha da Olimpíada no Rio”. É por isso que os dois estão rindo.

Quando foi ao Gabão, Lula voltou admirado, dizendo: “Ele está há 28 anos no Poder”. Sua nova admiração é Muamar Kadafi, está há 40.

José Serra passou um domingo feliz, com o “lançamento” de 5 nomes do PT para o governo de SP. Telefonou para o amigo de infância, Quércia, e disse perguntando: “Você já viu os candidatos do PT? Marta, o ex-marido, Chinaglia, Palocci, e Haddad”. Caíram na gargalhada. Com razão.

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