Autênticas, textuais e entre aspas

Do leviano, troglodita e aloprado (royalties para o presidente Lula) Celso Amorim: “Se não fosse a intervenção do Brasil, Zelaya já teria sido morto ou consumado a revolução”. Ha! Ha! Ha!

O chanceler parece gostar de adivinhar. Quem mataria o presidente que estraçalhou a Constituição pretendendo a reeeleição que ela proíbe, sob pena de 10 anos de i-n-e-l-e-g-i-b-i-l-i-d-a-d-e?

E qual seria revolução que ele faria, na estulta, que palavra, previsão ou adivinhação do chanceler de lula? A da direita, onde sempre esteve? Ou a da esquerda para onde se transferiu, por determinação de Chávez, “sem isso não posso apoiá-lo nem pedir por você ao presidente Lula”?

Da Sujíssima Veja, na capa, acreditando que assim teria mais repercussão, e com jogo de palavras sem criatividade: “O Imperialismo Megalonanico”. Devem ter considerado genial o final da segunda palavra. Nada a ver. Honduras não assusta ninguém. E Chávez só assusta Honduras.

Decodificando a frase que Chávez mandou redigir para Zelaya: “Pátria, Restituição ou Morte”. A frase é traduzida para o próprio Zelaya, um dos presidentes mais analfabetos, decadentes, aventureiros e ignorantes.

PÁTRIA: “Honduras ou Venezuela?”.  RESTITUIÇÃO: “Para o país no qual nasceu, ou o outro que adotou ou permitiu a cooptação?”. MORTE: “Apenas uma falácia, ou o fim previsto pelo chanceler brasileiro e pelo ditador da Venezuela?”.

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