Autênticas, textuais e entre aspas

Afirmações gerais e irresponsáveis: “O governo reduz meta de superávit primário”. É o ÚNICO país do mundo que tem essa excrescência. É o dinheiro que ROUBAM do investimento para pagar o que chamam de amortização da “DÍVIDA”, é apenas juro.

Mesmo pagando 90 BILHÕES, como faziam até o início da crise, a DÍVIDA crescia. Como o indispensável circulava em torno de 150 BILHÕES, faltavam sempre mais ou menos 60 BILHÕES, que colocavam em cima do total. Que República.

Manchete do Estadão: “Crise econômica pega o Brasil no auge do ciclo de avanços sociais”. E um Ministro que não quis se identificar, lógico, disse ao jornalão: “lula é tão sortudo que ganhou uma crise na hora certa para escapar do apagão”, como apurou e divulgou o repórter Rui Nogueira.

Freando a euforia de Lulistas, (incluindo o próprio) o economista Sérgio Besserman, respeitadíssimo: “A nossa distribuição de renda é horrorosa”. Alguém precisa dizer isso. E ao mesmo tempo criticar a criminosa aposta na RENDA PER CAPITA.

Manchete do Estadão, 36 horas depois da escolha do Rio-Brasil para a Olimpíada 2016: “Olimpíada de 2016 é do Rio“. Manchete da Folha, exatamente com o tempo ultrapassado: “Olimpíada de 2016 será no Rio”.

As duas com as mesmas palavras tolas e inteiramente sem sentido. Precisam compreender que depois da Internet e do celular-faz-tudo, a manchete tem que ser interpretada.

E o Estadão, no caderno de esportes, tinha um título melhor, elucidativo e sem qualquer rotina: “Brasil no Olimpo”.

O Globo, com um anúncio na Primeira e disparatado (incompreensível, elucidativo apenas para o caixa) pelo menos se salvou na manchete: “2016, o ano que já começou”. Lembrou 1968, 41 anos depois e 7 anos antes da Olimpíada.

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