Autênticas, textuais e entre aspas

Do jornalista Carlos Chagas, analisando, prevenindo, mas quase adivinhando: “O Nobel agora foi para Obama. Para adversários e companheiros, a conquista veio no sentido contrário: Lula não ganhou. E se Lula tivesse ganho esse Nobel?”

Completando e repercutindo o Chagas: se no último ano de governo, perdão, no suposto e não previsível último ano de Lula, ele ganhasse o tão cobiçado Prêmio? Aí mesmo é que continuaria presidente, teria que mostrar o troféu a todos os correligionários, os adversários não agüentariam mais.

De Tasso Jereissati, em 2011, já ex-senador, sem saber o que fazer: “Puxa, não consegui derrubar o Sarney, não me reelegi, e continuo respondendo a processo no Supremo, apesar de Sua Excelência Gilmar Mendes”.

Carlos Nuzman, inócuo presidente do COB há 17 anos: “Todos têm que trabalhar para 2016. Quem não trabalhar, está aberta a porta de saída”. Puxa, poderia concretizar suas próprias palavras.

José Roberto Gabrieli, presidente da Petrobras: “A empresa tem muito prestígio externo, é reconhecida pelas empresas privadas”. Ha! Ha! Ha! Foi obrigada a ceder partes importantes de seu patrimônio e produção por causa das “doações” do presidente FHC.

Do coronel Chávez, no mais assombroso ato de desrespeito à ONU e OEA, desapreço à América do Sul e Mercosul, desprezo à América Central e ao próprio Lula, de quem se diz amigo: “Zelaya tem que voltar à presidência e junto com a eleição, ter aprovado o referendo para que se reeeleja”. Nem diz, “possa disputar” a reeeleição e sim OBTÊ-LA. Que audácia.

Tem falado abertamente criticando outros presidentes da América do Sul. Quem seria capaz disso a não ser o coronel Chávez? Insistência dele: “Tenho favorecido e protegido os presidentes da Bolívia e do Equador e eles não deram uma palavra de apoio ao presidente Zelaya e à democracia em Honduras”. Ha! Ha! Ha!

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