Autênticas, textuais e entre aspas

O senador Eduardo Suplicy, depois do CARTÃO VERMELHO e da SUNGA VERMELHA, (imitando o Super-Homem) criticado pela repórter Sabrina Sato, na Folha, escreveu carta de redenção (?) longa e cheia de citações de economistas americanos, só no trecho final toca no assunto principal.

Eis o trecho que interessa e liga o senador às críticas: “Admito, não deveria ter vestido o calção sobre o terno. Pedi aos responsáveis pelo “Pânico”, para que não transmitissem a cena. Com respeito, me atenderam”.

O senador Suplicy pensa (?) que pode fazer o que bem entender, que nada lhe acontecerá. Lamentável e infelizmente, está rigorosamente certo, e sempre protegido e resguardado pela impunidade. Qual será o próximo VERMELHO? Impor um SINAL VERMELHO para ele mesmo?

Delfim Netto, o ministro da Fazenda que ficou mais tempo no cargo, na ditadura de 1964, superando até Souza Costa, que ficou 12 anos no mesmo cargo na ditadura Vargas, é capaz de fazer qualquer afirmação para aparecer. Apenas tem mais decoro do que Suplicy. Mas escrevendo é uma catástrofe.

“Empresários reconhecem que o governo Lula soube enfrentar a crise com medidas tempestivas e pragmáticas” (Que texto, é isso que ensina aos alunos que nunca teve?).

Continuando: “As medidas do presidente Lula, superaram sacrifícios, salvaram empregos, preservaram a renda, e mantiveram o consumo interno”.

É melhor parar por aqui, é tudo inviável como leitura e como realidade. O pior para o ex-Ministro da Fazenda e da Agricultura (sempre na ditadura), é que Lula não leu nem tomou conhecimento da bajulação. Pelo menos isso.

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