Avaliação positiva do governo Bolsonaro cai para 33% em fevereiro, aponta pesquisa

Charge do Aroeira (instagram.com)

Daniel Weterman
Estadão

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro caiu nos primeiros meses de 2021 e voltou ao patamar de maio do ano passado, aponta pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA.

A avaliação positiva do governo (ótimo e bom) caiu de 41% em outubro de 2020 para 33% em fevereiro deste ano. A queda de oito pontos levou o índice ao mesmo patamar de maio de 2020, quando 32% avaliavam positivamente a gestão.Os indicadores foram medidos em meio à pandemia de covid-19. Com o pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais e desempregados, a avaliação positiva do governo subiu, situação revertida no começo deste ano, após o fim do benefício.

RUIM E PÉSSIMO – A avaliação negativa (ruim e péssimo) subiu de 27% para 35% de outubro para fevereiro. Outros 30% consideram a administração regular. Nesse quesito, os entrevistados são questionados de que maneira avaliam o governo do presidente Jair Bolsonaro: ótimo, bom, regular ou péssimo.

A aprovação pessoal de Bolsonaro também caiu oito pontos em quatro meses, indo de 52% para 44%. Nessa pergunta, o instituto questiona as pessoas consultadas se elas aprovam ou desaprovam o desempenho pessoal do presidente da República. A rejeição subiu de 43% para 51% no mesmo período. Ou seja, a quantidade de reprovação superou a de aprovação.

A pesquisa foi feita com 2.002 entrevistados em 137 municípios do Brasil de 18 a 20 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais com 95% de nível de confiança.

6 thoughts on “Avaliação positiva do governo Bolsonaro cai para 33% em fevereiro, aponta pesquisa

  1. Sugiro que a pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), não se atenha somente aos “Motoristas e Cobradores”, majoritariamente submetidos aos Partidos de esquerda. Mas que sejam também ouvidos os passageiros, e proporcionalmente, os eleitores dos diversos seguimentos sociais.

    • Votei neste debiloide e hoje estou arrependido de ter um titulo de eleitor. Pretendo nao votar nunca mais. Este asno está pensando que com um golpe militar, os generais vão concordar em ser comandados por um capitão maluco.

  2. AFINAL DE CONTAS, de quem é o Brasil: do povo brasileiro, ou do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e dos seus tentáculos, velhaco$ ? E se é do povo brasileiro, por que então nele o povo brasileiro, que seria o patrão, só de dá mal, e os que se dizem seus representantes e servidores são os que se dão bem, nas costas dele, povo brasileiro, que está sempre pagando o pato ? A PATIFARIA do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e dos seus tentáculos, velhaco$, contra o sofrido povo brasileiro, vem de longe, tem mais de 100 anos. Portanto, não é à toa que o povo brasileiro cansou de ser vítima, refém, súdito e escravo da patifaria de ambas as tutelas, do militarismo e do partidarismo, e, doravante, quer assumir-se como patroa e comandante direta dos destinos da nação, dos seus próprios destinos, representadas diretamente pelas suas melhores, mais ajuizadas, mais saudáveis, mais qualificadas e mais evoluídas cabeças, trocando a força do dinheiro e da safadeza na eleição pela força do mérito dos aspirantes a representantes do povo, como propõe o projeto novo e alternativo de política e de nação, a RPL-PNBC-DD-ME, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso. http://www.tribunadainternet.com.br/ha-100-anos-as-fake-news-a-agitacao-militar-e-a-polarizacao-de-ideologias-ja-dominavam-a-politica-brasileira/?fbclid=IwAR2qkmonTBR_NoWSbu8dBtCsLQaguG3_D-OfiUb4eR411dbyzYmhgV6GD3U

  3. Esse incompetente deveria ser repudiado por toda nossa gente. É despreparado, mal educado, destemperado, abobado. Mas graças ao PT foi escolhido como alternativa ao Hadad. E será reeleito se o PT insistir em vencer em 2022.

  4. 1/3 foi a quantidade de eleitores que elegeu o Coiso. Como pouco menos de 1/3 votou no outro. E tem mais 1/3 que não votou em nenhum dos dois. É de se esperar que na próxima eleição, em 2022, os ausentes, aqueles que votaram branco e nulo, e mais os arrependidos de ter votado no 17, na última eleição, pensem bem e escolham outro, realmente competente (embora qualquer um seria mais que esse) para Presidente.

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