Bancos, Seguradoras, Fundos, Bolsas, ganham fortunas na ida e na volta

Manchete fantástica, fantasmagórica e fantasiosa de “O Globo”: “Bolsa, do Inferno ao Céu”. Além de tudo, inacreditável, insensível e insensata. As Bolsas do mundo jamais estiveram no INFERNO, na verdade continuam no CÉU, de onde jamais saíram.

Localizando e comentando no Brasil, desde 1989 só existe um “mercado”, o de São Paulo, a Bovespa. A do Rio, a mais importante, explodiu por causa das TRAPALHADAS do grande jogador Luiz Carlos Mendonça de Barros, depois ministro todo poderoso de FHC e seu conselheiro especial.

Esse “conselheiro” especial do então presidente foi demitido quando estava no Senado depondo. (Que saudades desse Senado. Não era o melhor da história mas também não era o pior). Pedro Simon, com um discurso, obrigou FHC a demitir o parceiro-coadjuvante-jogador-favorito-preferido-beneficiado.

A Bovespa subiu quase 6 anos seguidos, de 7 ou 8 mil pontos até os 74 mil. Aí começou o que chamaram de crise FINANCEIRA, que já era crise ECONÔMICA, ou melhor,  a visibilidade da falência das instituições.

Com essa SUBIDA vertiginosa de anos, o que é que é que resultou em benefício da coletividade, no Brasil, nos EUA, na Europa, no resto do mundo? Nada vezes nada, começou o DESEMPREGO EM MASSA, que permanece, embora pretendam esconder.

Chegando a esses 74 MIL PONTOS INESQUECÍVEIS, que ASSUSTADORAMENTE lembravam o que aconteceu nos EUA de 1929 a 1933, quando começou a SALVAÇÃO comandada pelo estadista Franklin Delano Roosevelt.

Tomando posse em 5 de Março de 1933, fez imediatamente o que o presidente Hoover (seu antecessor) não fizera. Mas não DISTRIBUIU dinheiro e favores aos mesmos que demoliram as economias da comunidade. Roosevelt ESTATIZOU TUDO QUE ERA POSSÍVEL, não tirou ninguém do INFERNO, não levou ninguém para o CÉU.

Roosevelt fez o correto, assumiu com quase 15 ou 16 milhões de desempregados, seu trabalho foi reconhecido de tal maneira, que foi reeleito em 1936, 1940 e 1944, morrendo em 1945, logo no início do quarto mandato. Como estava com apenas 61 anos, se acreditava que teria mais dois mandatos, com 65 e 69 anos.

Mas o país ficou eterno e poderoso por causa dele. OS EUA, na Primeira Guerra Mundial não tiveram a menor importância, enviaram apenas 14 mil soldados.

(No final em 1917, atenderam os gritos de Clemenceau, Primeiro Ministro da França que pedia combustível com urgência. Na Segunda Guerra, aí  entraram para valer, dominaram o grupo dos “ALIADOS”. (Esses ALIADOS acabaram com o Reich dos Mil Anos).

Agora, com essa crise, o mundo entrou na ERA DO TRILHÃO, jamais se saberá QUANTOS TRILHÕES FORAM entregues aos mesmos que começaram derrubando o MERCADO DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO.

No retrocesso dos 74 mil aos 30 mil pontos, quem tinha algum investimento, perdeu, ou melhor, perdeu tudo. Os bancos não perderam nada. (Os Executivos, chamados de CEO, daí o jogo de palavras da manchete, CÉU o contrário de INFERNO, CEO, executivos que ganham fortunas de BONIFICAÇÃO, por terem falido os que acreditaram).

Agora, BADALAM e RETUMBAM: “Bolsa do INFERNO ao CÉU”. Tudo combinado, porque em outros países saem matérias iguais. É o SISTEMA se protegendo e resguardando os apaniguados. Fundos e bancos continuaram LUCRANDO como sempre, e se dizendo FALIDOS.

***

PS- Bancos e seguradoras jamais vão à falência. Esses dois negócios, perdão, NEGOCIATAS, inúteis, se consideram tão indispensáveis quanto o computador. Garantem: “O mundo não pode VIVER sem BANCO ou SEGURADORA”.

PS2- Agora, com as Bolsas PUXADAS pelos TRILHÕES DADOS ou DOADOS, fazem os MERCADOS subirem espantosamente. Como na queda, Bancos, Fundos e Jogadores ganharão da mesma forma. Perdão, ganharão muito mais, pois têm RESERVAS, que os investidores verdadeiros TINHAM e PERDERAM.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *