Barbosa se acovardou e Mourão faz a eleição recomeçar sem favoritos

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Barbosa amarelou, decepcionando muitos eleitores

Carlos Newton

Joaquim Barbosa tinha tudo para vencer e desta vez suas possibilidades de vitória eram muito mais concretas, porque não havia mais o fantasma do imbatível Lula da Silva a assustar os adversários. O espaço político estava aberto e propício ao surgimento de uma nova liderança.

LULA CANDIDATO – É claro que Lula vai influir na eleição, até porque será candidato mesmo estando preso. Suas mensagens políticas poderão ser exibidas no horário eleitoral na TV, com uso de gravações antigas, e o efeito será bombástico, não há dúvida. Mas acontece que sua participação na campanha somente poderá ocorrer de 31 de agosto a 12 de setembro, quando o Tribunal Superior Eleitoral irá declarar indeferido seu registro, devido à Lei da Ficha Limpa e à suspensão dos direitos políticos.

O PT então terá prazo de apenas cinco dias – até 17 de setembro, portanto – para registrar um novo candidato à Presidência da República, pois o Código Eleitoral exige que a substituição ocorra até 20 dias antes da eleição, para que haja tempo suficiente e o nome do candidato substituto possa estar incluído na lista a ser inserida na urna eletrônica.

AMARELOU – Quanto a Joaquim Barbosa, não há dúvida de que o quase candidato mais uma vez amarelou. Com sua descomunal vaidade, certamente esperava ser carregado no ombro pelos novos correligionários. Como não foi isto o que aconteceu, encontrou alguma resistência e acabou jogando a toalha. Como diria Romário, o ministro aposentado mal entrara no time e já queria sentar na janela do ônibus…

As desculpas foram muito fracas. Barbosa fisse não acreditar que a eleição deste ano vá “mudar o Brasil”. E acrescentou: “Os políticos criaram um sistema político de maneira a beneficiar a eles mesmos. O sistema não tem válvula de escape. O cidadão brasileiro vai ser constantemente refém desse sistema. Você não tem como mudá-lo”.

Vejam que se trata de um falso líder político, porque é do tipo conformista. Sabe que o sistema está errado, mas nada faz para corrigir e até tenta se justificar, dizendo que não há como melhorar a situação. Em tradução simultânea, trata-se de um farsante.

E O GEN. MOURÃO – Sem o amarelado Barbosa e a chegada do intrépido general Hamilton Mourão, que não amarela, a sucessão volta à estaca zero, com 77% dos eleitores ainda sem terem escolhido candidato. Segundo o Datafolha, 46% ainda estão indecisos e 21% pretendem votar nulo ou em branco. Ou seja, somente 33% já se definiram na chamada “pesquisa do voto espontâneo”, em que o entrevistador apenas pergunta quem o eleitor prefere, sem citar nomes nem exibir listas.

Entre esses 33% que já têm candidato,  13% apoiam Lula e 11% estão com Bolsonaro. Quanto aos 9% restantes, estão divididos entre os demais candidatos – Marina Silva, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, Joaquim Barbosa, Alvaro Dias, Michel Temer, Rodrigo Maia, Henrique Meirelles etc., nenhum deles chega a ter 1%.

Somente quando é apresentada aos entrevistados a lista de candidatos é que Marina, Ciro, Alckmin, Alvaro etc. começam a marcar pontos, vejam como as pesquisas são enganosas.   

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P.S. 1 – O general Mourão muda tudo. Se for candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, irá fortalecê-lo expressivamente. Mas se resolver disputar a Presidência, Bolsonaro ficará enfraquecido, não há dúvida. Recapitulando: hoje, quem ganha a eleição é a turma dos indecisos, que tem 46%, o que significa maioria absoluta, com cerca de 58%  dos votos válidos. 

P.S. 2 – Isso significa que a eleição ainda nem começou e teoricamente qualquer um pode ser vencedor. (C.N.) 

66 thoughts on “Barbosa se acovardou e Mourão faz a eleição recomeçar sem favoritos

  1. Mais cedo ou mais tarde vamos saber os reais motivos porque Joaquim Barbosa desistiu de concorrer a eleição. Aí tem coisa grossa!

  2. Quem do público em geral conhece o empijamado general Mourão ? Somente meia dúzia de vivandeiras de 64 , aquele movimento ridículo que não mobiliza ninguém. .. O General da Banda …. da bandinha de música da nova UDN de tamancos.

  3. Há pessoas que preferem seguir sob falsos dilemas a se renderem aos fatos. Gostei da performance de Guilherme Boulos​ na entrevista que concedeu à Band, mas se é realmente destemido e lúcido como demonstra poderemos conferir nas vésperas das eleições se não chegar com chance de vitória pondo em risco a classificação de Ciro Gomes​, ou no segundo turno caso ele consiga passar. A história registra como o mais legítimo líder que demonstrou coragem e lucidez, sem jamais negar fogo sempre que o país dele precisou: Leonel Brizola​. No mais o ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino​ (PCdoB), acerta ao considerar crucial que as esquerdas se unam para oferecer opção viável ao país e aponta Ciro​ como nome melhor posicionado na disputa sendo seguido de sinalização favorável da presidenciável comunista Manuela D’Ávila​: “O ponto de interrogação que está dirigido sobretudo ao PT é se nós queremos uma eleição apenas para marcar posição, eleger deputados, ou ganhar”. http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/flavio-dino-diz-que-sem-lula-pt-pc-do-b-e-psol-devem-apoiar-ciro-gomes/

    BECO SEM SAÍDA: No PT qualquer um que cogite alternativa a Lula passa a ser tachado de traidor. “O pessoal não dá nem chance de você falar qualquer coisa. É como uma patrulha”, afirma um petista, que considera o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, uma boa alternativa para a disputa presidencial. Recentemente, a presidente do PT disse que o pré-candidato do PDT “não está na pauta” enquanto líderes como Fernando Haddad (SP) e Jaques Wagner (BA) admitiram eventual entendimento com Ciro. https://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/pt-veta-debate-sobre-plano-b-1.1608441

    BOM SENSO: Nos bastidores, é grande a queda de braço entre os petistas. Há o temor que a insistência no nome de Lula – que pode ser barrado pela Justiça Eleitoral até mesmo às vésperas da eleição – pode fazer com que o partido não tenha tempo hábil para trabalhar outra candidatura, perdendo a chance de voltar para o cargo que ocupou por 13 anos. https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/05/07/interna_politica,956717/mesmo-preso-lula-continua-ditando-as-regras-no-pt.shtml

    SINUCA DE BICO: Lula paga seu preço após décadas de capitulações, tendo atualmente que oscilar entre a pessoa (presa frágil) e o mito (inflado como sempre). Eu gostaria de entender no que Gilmar Mendes pode cooperar para a manutenção e eventual sucesso de uma futura candidatura sub judice do ex-presidente. A notícia adiante poderia ser meramente especulativa, não fosse a credibilidade da colunista (há tempo Mônica Bergamo revela grandes furos no jornalismo) e se este fato passasse bombardeado ou despercebido pelos lulistas (não aconteceu nem uma coisa nem outra). https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2018/05/gilmar-mendes-quer-entrevistar-lula-na-prisao-sobre-constituinte-de-1988.shtml

    ESQUERDA FAKE: Ao invés de apoiar Ciro Gomes, o PT finge que Lula será candidato e inviabiliza a coalização de esquerda, abrindo caminho para a extrema-direita de Jair Bolsonaro e um candidato de centro, que ainda não se sabe quem será. A notícia do jornalista Igor Gadelha é da maior importância, porque o centro representa a maioria silenciosa e tem condições de ganhar a eleição, suplantando o extremismo de Bolsonaro e a imaturidade de Lula, quando a esquerda tentar se unir em torno de Ciro já poderá ser tarde demais, vejam como a política brasileira é paradoxal. http://www.tribunadainternet.com.br/alvaro-dias-se-aproxima-de-rodrigo-maia-e-pode-chegar-ao-segundo-turno/

    CONTRA GOLPISTAS: “Nós em nenhum momento fomos chamados a uma discussão sobre uma eventual coligação com o MDB. O PDT nacional tem uma postura de que qualquer composição tem que passar por decisão da direção nacional e temos sérias restrições a compor com o MDB aqui no Ceará porque é a terra do nosso pré-candidato à presidente”, disse o deputado federal André Figueiredo, presidente estadual da legenda brizolista. Figueiredo justificou a resistência na consolidação da aliança em razão da oposição que o PDT faz ao presidente Michel Temer: “E se o nosso maior adversário é o governo Temer, como admitir que seja natural compor com o partido dele aqui no nosso Estado?” https://www.opovo.com.br/jornal/politica/2018/05/pdt-tem-serias-restricoes-a-alianca-com-eunicio-diz-figueiredo.html?utm_source=botao-facebook&utm_medium=portal-noticia&utm_campaign=compartilhar-rodape

    No link-vídeo Cibele Laura​ reforça a importância da unidade das esquerdas, lamentando o papel negativo desempenhado por Lula (supondo que de boa fé) na atual conjuntura do país. “O PT deveria apoiar Ciro Gomes mas não vai apoiar”, lamenta ela. http://www.facebook.com/cibele.oliveira.902604/posts/1972979199586321

    • Boulos? Ciro? Lula? Só falta a Mula Sem Cabeça se candidatar pela esquerda brasileira. A esquerda continua defendendo os seus bandidos arraigada que é pelos cargos comissionados e pelo dinheiro fácil do erário.

    • Valmor
      Como mudar a política e/ou esperar-se algo diferente dos mesmos?
      Teus comentários e links mostram, INDELEVELMENTE, que nada mudou para esta gente. Sempre pensando neles, nos seus partidos/quadrilhas e nas garantias do futuro, futuro deles.

      Lamentavelmente, estamos tentando selecionar alguém direto da lata do lixo.

      Assim não dá para pensar em futuro para o país. E para o povo menos ainda!

      Abraço

      Fallavena

  4. Boa análise Newton. Mourão não será vice de um capitão. A hierarquia militar não deixa. Quanto JB, não tinha projeto. Nem ele nem o partido. Como é vaidoso saiu logo, antes que a fragilidade da sua candidatura ficasse exposta e acabasse com sua imagem. Achou melhor preservar a imagem que construiu a virar figura caricata.

  5. Militares interpretam que a dobradinha com Mourão teria o objetivo tático de blindar Bolsonaro de eventuais pressões de adversários e inimigos, caso se torne morador do Palácio da Alvorada. A crença é de que, com Mourão de vice, ninguém minimamente esperto tentaria desalojar Bolsonaro do Palácio do Planalto pela via de algum golpe de impeachment.

    Afinal, o eventual e constitucional substituto Mourão é considerado um vice indigesto para a turma do Mecanismo – nosso establishment do Crime Institucionalizado. Mourão seria a blindagem ideal para o eventual Presidente Bolsonaro… No entanto, qualquer especulação em torno de Mourão precisa ser lida dentro de um contexto estratégico muito maior executado pelas Forças Armadas – amadas ou não pelo povo e claramente odiada e temida pela bandidagem organizada.

    Até um cego em política e politicagem enxerga que os militares têm feito movimentos de “Aproximação Sucessiva” para intimidar e neutralizar os canalhas que operam o Mecanismo. A Onça tem rugido feito Leoa contra armações institucionais que afrontam os princípios democráticos, em flagrante e criminoso desrespeito à Lei – sobretudo nas sabotagens à Constituição (por pior que ela seja). O grito enérgico dos militares é a única coisa que intimida os governantes do crime e seus comparsas políticos ou meramente bandidos mequetrefes.

    • Será que o “Indutado” já sabe disso? Afinal, é onisciente quando se fala em militares e os desqualifica desabridamente, né? Fala pra ele, Paulo!

      • Paulo! Cá entre nós, já vi, no Youtube, declaração do Gen. Mourão de que “está com Bolsonaro”! Assim, penso que não irá concorrer à presidência podendo, sim compor a dupla como vice, o que irá mudar todo o panorama até agora conhecido…

      • Sei sim é o seu pensamento é de quem não conhece a hierarquia das Forças Armadas… General 4estrelas vice de um capitão ? Piada ! O Mourão pode até sair candidato para um general não ter de bater continência para um capitão.
        Eleitos ou não, já tivemos Marechais e Generais na presidência , mas nenhum Coronel . O Juscelino não conta pois era da PM que é reserva.
        O seu pensamento está mais para PM do que para Exército.

        • Continência não se bate, “se presta”! Na hierarquia militar não há distinção entre forças armadas ou auxiliares. A precedência e os sinais de respeito são os mesmos e o presidente é o mais alto cargo nessa hierarquia. O presidente não é sargento, capitão ou general.. É o Comandante Supremo das FFAA…

          • Quanta bobagem ! Tem General PM ? Não tem para deixar bem claro a subalternidade das forças auxiliares .

          • o amigo poderia dormir sem esta…

            Evidente que um capitão, tenente, sargento, cabo, soldado raso ou um civil quando assume a Presidência ele se torna o Comandante Supremo das Forças Armadas.

            Sendo assim, um general, um brigadeiro ou um almirante quando presta continência ao Presidente o está fazendo em respeito a hierarquia institucional do País.

            Não sou militar, mas ensino isso aos meus alunos do Ensino Médio.

            Argumentozinho mequetrefe, sô!

  6. Pelo cenário atual, ganha Ciro Gomes, pois herdará os votos do PT (se Lula não conseguir vir como candidato).
    Em caso do Lula não conseguir vir, talvez coloque novamente a Dilma para disputar (lembrando que ela não perdeu os direitos políticos), pois talvez não exista um nome mais popular que o dela, e como o PT está queimado mesmo, qualquer um nome serve.
    Bolsonaro não venceria no segundo turno, pois seu adversário irá exibir suas asneiras faladas em palestras.
    Não podemos subestimar a Marina Silva, pois ela foi muito bem votada nas eleições que participou e sabe usar muito bem as palavras (diferente de Bolsonaro e Ciro).
    Temer, Álvaro e Alckmin não terão chances.
    Eu acredito que o segundo turno seria entre Ciro e Marina.
    Um excelente candidato seria Paulo Hartung (ES), mas não está vindo como candidato a presidente.
    Bolsonaro tendo Magno Malta como vice, teria mais chance do que Mourão, pois os eleitores ficarão com receio do país ser comandado por militares, que diga-se de passagem, seria catastrófico, além do que, os Estados Unidos não permitiria a vitória de um representando militar, pois eles querem um presidente que atenda os anseios americanos.
    Para quem não se liga muito nisso, os Estados Unidos se envolve muito nessa questão eleitoral de outros países, ainda mais de suas colônias (que é o caso do Brasil).
    Bem, como não teremos candidato como Pedro Simon, Cristovam Buarque e Paulo Hartung, acredito que a eleição presidencial será indefinida até o dia do voto, pois nenhum instituto de pesquisa conseguirá acertar as preferências do eleitorado, pois o nível dos candidatos talvez seja o pior de todos os tempos.
    Eu por exemplo, não tenho nenhum candidato e talvez não votaria em nenhum desses aí.
    Até poderia votar em alguém que viesse com o Magno Malta ou até na Marina.
    Ciro Gomes, não voto nem para presidente de associação de moradores de bairro.

  7. Virgílio Tamberini; tenho e muita saudades de quando sentia o Brasil uma nação.
    Nossa infelicidade foi a entrega do poder para os inescrupulosos paisanos que nunca lutaram pela redemocratização do país ( o que é uma consequência natural do desenvolvimento) e sim pelo poder, para se locupletarem com o mesmo.
    Vem me dizer que J Genuino lutou pela redemocratização?!!!
    Conta outra.

    • Nem vou falar dos assassinatos é torturas da ditadura. Qual era o índice de analfabetismo em 1984 e o atual ? O mesmo para a mortalidade infantil . Em 1984 a inflação foi de 215% ao ano e do setembro negro da economia de 1982 ao início do governo Itamar fomos 17 vezes ao FMI . Os Delfins Boys venderam o país para tentar o ” milagre econômico ” ?

      • Caro leitor e comentarista Virgilio Tamberlini,
        Você diariamente afirma neste blog que a ditadura militar torturou e assassinou.
        Se não me falha a memória, neste período de 1964 a 1972 a que você alude como ditadura militar, tombaram no front em torno de 500 ou 600 brasileiros.
        No entanto, eu não vejo você sequer mencionar sobre quantos brasileiros tombaram e ainda tombam desde a chamada redemocratização do país, com as eleições indiretas de 1985, e que com o falecimento de Tancredo Neves eleito pelo Congresso Nacional, assumiu a presidência da república José Sarney.
        A mídia brasileira vem afirmando que tombam brutalmente assassinados anualmente no Brasil em torno de 60.000 brasileiros, e sobre esses assassinatos você sequer tangencia sobre eles.

        • Jogando com o tempo para criar sofismas Dr. Belém !
          Quais os índices de violência em 1963 e em 1984 ?
          É preciso acompanhar o aumento da violência como um filme , não como duas fotos de dois momentos .

          • Caro leitor e comentarista Virgílio Tamberlini,
            Fiz um rápido levantamento sobre os índices de violência no período a que alude o leitor em seu comentário.
            Trata-se, ano a ano, a evolução dos homicídios em SP desde 1960, quando a taxa era de 5,7.
            http://expertplay.net/forum/topic/54201-ano-a-ano-a-evolu%C3%A7%C3%A3o-dos-homic%C3%ADdios-em-sp-desde-1960-quando-a-taxa-era-de-57/

            Evolução da taxa de homicídios na capital paulista:

            1960 5,7

            1961 6,4

            1962 6,4

            1963 8,1

            1964 7,7

            1965 8,3

            1967 9,2

            1968 10,4

            1969 9,9

            1970 9,9

            1971 9,6

            1972 11,2

            1973 10,1

            1974 8,4

            1975 8,3

            1980 18,5

            1981 21,7

            1982 20,4

            1983 30,5

            1984 37,9

            1985 36,9

            1986 36,5

            1987 40,1

            1988 36,2

            1989 41,7

            1990 44,1

            1991 45,5

            1992 40,7

            1993 40,4

            1994 45,5

            1995 54,8

            1996 55,2

            1997 54,0

            1998 58,3

            1999 65,3

            2000 59,4

            2001 57,8

            2002 50,9

            2003 47,7

            2004 37,3

            2005 24,3

            2006 23,5

            2007 17,7

            2008 14,8

            2009 15,3

            2010 14,5

            2011 12,5

            2012 13,3

            2015 11,5

            Portanto, tire as suas conclusões.

          • Eu já havia publicado esse artigo aqui mas falaram que era mentira.
            1963 – 8,1
            1984 – 37,9
            2015 – 11,5 .

            Os índices dos governos do PSDB eu não acredito muito, pois muitas vezes quando encontram um corpo com 10 tiros , eles registram como crime a esclarecer ou encontro de cadáver
            Grato.

    • Caro leitor e comentarista José Pereira Filho,
      Permita-me endossar o seu comentário com o artigo “O golpe em construção” do jornalista José Roberto Guzzo da revista Veja.

      O golpe em construção
      Há uma guerra contra o estado de direito neste país, comandada pelas forças que não podem conviver com ele
      Por J.R. Guzzo
      J.R. Guzzo (publicado na edição impressa de VEJA)
      Responda com franqueza, por favor: se amanhã ou depois o ministro Gilmar Mendes, por exemplo, fosse despejado do seu gabinete no Supremo Tribunal Federal por um terceiro-sargento do Exército, enfiado num camburão verde oliva e entregue na penitenciária da Papuda por ordem do Alto Comando das Forças Armadas, quantas lágrimas você derramaria por ele? Esqueça as lágrimas. Você, ao menos, diria alguma coisa, qualquer coisa, contra a prisão do ministro? Ou, ao contrário, acharia muito bem feito o que lhe aconteceu? Só mais uma coisa: entre Gilmar Mendes (ou Toffoli, ou Lewandowski, ou Marco Aurélio, etc.) e o general que mandou todos para o xadrez, depois de passar a chave no STF e evacuar o prédio, você ficaria ao lado de quem? Para completar o exercício, basta somar ao Supremo o Congresso Nacional inteirinho, com seus 513 deputados e 81 senadores, os 27 governadores de Estado e mais os milhares de reizinhos, sem concurso público e sem competência, nomeados para mandar na máquina pública ─ onde se dedicam a roubar o erário, para si e para os chefes, e a infernizar a sua vida. Se as Forças Armadas assumissem o governo, fechassem o Congresso e demitissem essa gente toda, de preferência mandando a maioria para o xadrez, tente calcular quantos brasileiros ficariam a favor deles e quantos ficariam a favor dos militares. Chegue então às suas conclusões.
      Intervenção militar, golpe militar, regime militar, ditadura militar ─ francamente, quem gosta de falar abertamente dessas coisas? É preciso ficar contra, é claro ─ e ficar contra agora pode vir a ser um belo problema depois, se a casa acabar caindo um dia. É verdade que o cidadão que tem algum tipo de interesse em política já não sente maiores incômodos em tocar no assunto, principalmente se não tem mais paciência com o lixo que as mais altas autoridades da República produzem sem parar e depositam todos os dias na sua porta. Não chega a ser uma surpresa fenomenal, assim, que um número cada vez maior de cidadãos esteja começando a achar que seria uma boa ideia se os militares assumissem de novo o governo do Brasil para fazer uma limpeza em regra na estrebaria que é hoje a vida pública do país. Mas entre os políticos, nos meios de comunicação, nas classes intelectuais e em outros lugares onde as pessoas supostamente “entendem” dessas coisas, é um assunto que se trata como um porco-espinho ─ com extremo cuidado. É melhor não ficar comentando em voz alta, dizem. Não é o momento, não é o caso, não “se trabalha com esse cenário”. É como falar mal do defunto no velório, na frente no caixão. Tudo bem. Mas não é assobiando que se faz a assombração ir embora. Nem fazendo cara de preocupado em programas de televisão ou escrevendo artigos para solicitar aos militares, por favor, que respeitem rigorosamente a Constituição, as instituições e os monstros que ambas criaram e hoje estão soltos por aí. É preciso muito mais do que isso.
      Está complicado, em primeiro lugar, porque muita gente nem acha que essa assombração é mesmo uma assombração ─ ao contrário, acha que é a equipe de resgate chegando para salvar os feridos. Quantos brasileiros, hoje, seriam a favor de uma intervenção militar? É pouco provável que os institutos de pesquisa façam a pergunta, porque têm medo de ouvir a resposta ─ mas eis aí, justamente, um indicador muito interessante. Dá para se deduzir, por ele, que uma grande parte da população receberia com uma salva de palmas as imagens de tanques rolando nas ruas e políticos, ministros supremos e empreiteiros de obras se atropelando uns aos outros para fugir pela porta dos fundos. Em segundo lugar, está complicado porque democracias só ficam de pé se elas forem vistas como um bem importante e compreensível pela maioria da população ─ e se houver um número suficiente de cidadãos dispostos, de verdade, a brigar por sua manutenção. Muito bem: quantos brasileiros acham que estão sendo realmente beneficiados, em suas vidas cotidianas, por essa democracia que veem desfilar à sua frente no noticiário de cada dia? E quantos topariam sair à rua para defender, por exemplo, os mandatos dos senadores Romero Jucá, Renan Calheiros ou Jarbas Barbalho?
      O fato, que não vai embora por mais que se queira fazer de conta que “as instituições estão funcionando”, é que praticamente ninguém, no mundo político, merece o mínimo respeito do cidadão hoje em dia. Honestamente: alguém seria capaz de dizer o contrário? Se os encarregados de manter o regime democrático em funcionamento se desmoralizam todos os dias, e desprezam abertamente as regras da democracia com a sua conduta criminosa, fica difícil supor que está tudo bem. Nossas autoridades “constituídas” acham que está. Como a Constituição diz que é proibido fechar o Supremo, o Congresso, etc., imaginam que podem continuar fazendo qualquer barbaridade que lhes passar na cabeça. Imaginam que os militares, informados de que existe uma “cláusula pétrea” mandando o Brasil ser uma democracia, se veriam obrigados, por isso, a continuar assistindo em silêncio a anarquia promovida diante de seus olhos por magistrados do STF, ministros de Estado, líderes parlamentares e os demais peixes graúdos que têm a obrigação de sustentar o cumprimento das leis ─ mas vivem em pleno colapso moral e não conseguem mais segurar no chão nem uma barraca de praia.
      É cansativo ouvir, mais uma vez, que a democracia é uma coisa e as pessoas que ocupam os cargos de governo são outra. Não se deve confundir as duas, reza a doutrina, pois nesse caso um regime democrático só poderia existir numa sociedade de homens justos, racionais e bondosos; se as pessoas que mandam estão mandando mal, a solução é substituí-las por outras através de eleições, processos na Justiça e demais mecanismos previstos na lei. Mas o Brasil está fazendo mais ou menos isso desde 1985, e até agora não deu certo. Alguém tem alguma previsão sobre quanto tempo ainda será preciso esperar? A democracia brasileira faliu; é possível que nunca tenha tido chances reais de existir, por insuficiência de gente realmente disposta a praticá-la, mas o fato é que estão tentando fazer o motor pegar há mais de 30 anos, e ele não pega. Talvez ainda desse para ir tocando adiante por mais tempo, com um remendo aqui e outro ali. Acontece que neste momento, justamente, há muito menos esforço para escorar o que está bambo do que para tacar fogo na casa inteira.
      A questão central, curiosamente, é a manutenção da lei. Nove em dez golpes, ou nove e meio, são dados por quem tem a força armada e quer mandar a lei para o espaço. Aqui parece estar se montando o contrário. Os militares dizem, como deu a entender semanas atrás o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, que exigem o cumprimento da Constituição e das leis penais para continuar nos quartéis. Quem está querendo abolir a aplicação da lei são os que não têm as armas, mas chegaram à conclusão que não conseguem sobreviver se forem mantidas as regras atuais da democracia brasileira. Está mais do que claro de quem se trata. Trata-se, em primeiro lugar, do ex-presidente Lula, do PT e dos seus partidos auxiliares. Em segundo lugar vem o populoso cardume de políticos, de qualquer partido, que estão fugindo da Justiça penal por prática de corrupção e outros crimes ─ são centenas de indivíduos, literalmente. Em terceiro lugar, fechando a trindade, estão as empreiteiras de obras públicas, fornecedores do governo e o restante das gangues que vivem de roubar o Tesouro Nacional. Todos estes precisam desesperadamente de uma virada de mesa que solte Lula da prisão, salve da linha de tiro os ladrões ameaçados pela lei e devolva condições normais de operação para o negócio da ladroagem de dinheiro público em geral.
      O último esforço em seu favor foi essa grosseira ofensiva dos ministros Toffoli, Lewandowski e Gilmar para tirar Lula da prisão, suprimir provas dos processos criminais que ele tem pela frente, anular sua condenação, impedir o trabalho do juiz Sérgio Moro ─ em suma, fraudar a Justiça penal brasileira numa trapaça de escala realmente monumental, com o vago objetivo de “zerar tudo”. É o sonho de Lula e seus advogados milionários de Brasília, do Complexo PT-PSOL-PCdoB etc., e de dez entre dez ladrões sob ameaça de punição: declarar a Operação Lava Jato ilegal, sumir com tudo o que ela já fez, está fazendo ou vai fazer e demitir o juiz Moro a bem do serviço público, junto com todos os magistrados que combatem a corrupção no Brasil. Eles não dizem isso, é claro: sua conversa é que estão aplicando o embargo dos embargos de agravo teratológico com efeito suspensório, diante da combinação hermenêutica de mutatis mutandisinterlocutórios com ora pro nobis infringentes. Não perca o seu tempo com o vodu jurídico do STF sobre “direito de defesa” que a mídia repassa a você com casca e tudo: é pura tapeação para ver se soltam Lula da cadeia e ajudam a ladroagem ─ primeiro para que ela escape da penitenciária e, em seguida, para permitir que continue roubando em paz.
      É disso que se trata. Há, simplesmente, uma guerra contra o estado de direito neste país, comandada pelas forças que não podem conviver com ele. Lula e o seu sistema de apoio não querem a democracia. Recusam-se, abertamente, a cumprir a lei e a aceitar decisões legítimas da Justiça; sabem que não têm futuro num regime democrático, com poderes independentes, Lava Jato, imprensa livre e o restante do pacote. Estar no governo, para essa gente, não é a mesma coisa que seria para você. Eles precisam estar no governo. Não só para ter empregos, fazer negócios e ganhar dinheiro da Odebrecht, mas porque enfiar-se no poder é a diferença entre estar dentro ou fora da cadeia. É por isso que os senadores petistas Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, entre outros, se agitam tanto. Se as leis continuarem a ser normalmente aplicadas, podem ter diante de si, em breve, ações penais duríssimas. É por isso que o deputado Wadih Damous, também do PT, disse outro dia que “é preciso fechar o Supremo Tribunal Federal” ─ depois de reconhecer que o ministro Gilmar é um “aliado” do partido. (O deputado não esclareceu o que pretende fazer com ele, mais os Toffolis, Lewandowiskis e similares, depois de fechar o STF.)
      O mundo político e a elite, caídos de quatro no chão, olham em silêncio para tudo isso, aterrorizados por Lula e assustados com a voz da tropa. Quando quiserem reclamar, podem se ver reclamando tarde demais e em muito pouca companhia

      • Mais um artigo do Valor Econômico, endossando o jornalista Roberto Guzzo

        Cresce apoio à hipótese de golpe militar, diz pesquisa

        por Ricardo Mendonça (Valor Econômico) – 07/05/2018

        “Diante de um quadro de “muito crime no país” ou diante de “muita corrupção”, há mais brasileiros que concordam com a hipótese de um golpe de Estado liderado por militares do que discordam.

        Os dados são de um levantamento feito entre 15 e 23 de março, com 2,5 mil entrevistas em 26 estados (exceção foi o Amapá), pelo Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação, parte do Programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT). O Instituto é composto por representantes de quatro instituições acadêmicas principais (UFMG, Iesp/Uerj, Unicamp e UnB) e a pesquisa será material de estudo a ser destrinchado o ano todo.

        Conforme o estudo, obtido com exclusividade pelo Valor, 53,2% dos pesquisados afirmaram apoiar um golpe militar” em que o país fosse palco de muitos crimes “quando há muito crime”, de acordo com a pergunta do questionário. Os que discordam disso somam 41,3%. Outros 5,6% não responderam ou não souberam responder. Em relação a um quadro de muita corrupção, o golpe de Estado seria justificado para 47,8%.

        Perfil como o do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) tende a ser favorecido, avalia Meneguello. Ele deve ser reconhecido como personagem de fora do sistema político, embora o primeiro exerça mandado parlamentar desde 1989.

        Um dado da pesquisa INCT que chamou muito a atenção dos pesquisadores é em relação à baixa confiança na contagem de votos das eleições.

        Conforme o levantamento, 54,1% dos brasileiros afirmam que não acreditam que a apuração seja feita de maneira honesta. Os que confiam muito ou um pouco somam 27,4%. Outros 18,5% declaram que confiam “mais ou menos”. “Parece que há um descompasso entre a forma como as instituições funcionam e a forma como as pessoas entendem que as instituições funcionam”, diz Meneguello. “Esse dado da contagem de voto é especialmente grave porque diz respeito à legitimidade do sistema. Temos agora que 67% desconfiam do processo eleitoral”.

        De certa forma, é outra constatação da pesquisa que parece ter conexão com Bolsonaro. Há meses ele vem fazendo entrevistas e, principalmente, divulgando em seus canais nas redes sociais que a apuração das eleições em urnas eletrônicas realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não é confiável. O deputado e seus seguidores fizeram campanha pelo voto impresso.

        “Parece que há um descompasso entre a forma como as instituições funcionam e a forma como as pessoas entendem que as instituições funcionam”, diz Meneguello. “Esse dado da contagem de voto é especialmente grave porque diz respeito à legitimidade do sistema. Temos agora que 67% desconfiam do processo eleitoral”.

        • Essa ” pesquisa ” é uma comédia, feita de perguntas totalmente indutivas !
          Parece o Estado Islâmico, eu te dou o paraíso e você morre por Alá ….
          Cientificidade zero !

          • Para mim, o único palhaço por aqui, é você. Vá reclamar com os representantes das quatro instituições acadêmicas (UFMG, Iesp/Uerj, Unicamp e UnB). Diga a eles que não concorda com a metologia que eles usam, há 11 anos, para fazer essa pesquisa.

          • Metodologia que diz que a ditadura será um paraíso de Alá, não um amontoado de censura, prisões, torturas, assassinatos, roubalheiras e entrega do país ?
            Quando eu cursei 4 semestres de Métodos e Técnicas de Pesquisa , com o Prof. Seria Hirano, na USP , um dos pontos estudados era o direcionamento proposital das pesquisas .

          • Alias esse pessoal é ligado ao Proifes do PT a quem interessa essa falsa afirmação. O cabeça é o Andre Singer

        • Caro leitor e comentarista Paulo Ambrózio,
          De fato, há um descompasso entre a forma como as instituições funcionam em nosso pobre país e a forma como as pessoas entendem, enxergam como as instituições funcionam.
          O país derretendo, se desintegrando, e essa desclassificada classe política desse carcomido sistema político cria o FUNDÃO POLÍTICO com uma verba de R$ 1,7 bilhões a ser distribuída pelos donos das agremiações políticas.
          E por derradeiro, para a consagração da manutenção desse carcomido sistema político brasileiro, eleições com urnas eletrônicas FRAUDÁVEIS, pois diversos técnicos da engenharia de sistemas já provaram que o problema está justamente na totalização dos votos, eis aqui a questão nevrálgica do problema.
          O TSE afirma que não dinheiro para a aquisição de impressoras para a impressão dos votos dos eleitores, no entanto, dinheiro tem para os políticos brasileiros se chafurdarem nestas eleições de 2018 com o nefasto FUNDÃO ELEITORAL.
          E as instituições brasileiras estão funcionando…

          • E não é só isso:

            O total exato dos recursos disponíveis através do fundão eleitoral (no mínimo R$ 1,7 bilhão) para a campanha 2018 será divulgado no dia 18 de junho. Além disso, ainda haverá R$780 milhões do fundo partidário.

            Meu caro, João Amaury Belem, é um descalabro total.

          • O BRASIL SÓ TEM UMA SOLUÇÃO: GENERAL MOURÃO!
            SOBRA J.B. “Vejam que se trata de um falso líder político, porque é do tipo conformista. Sabe que o sistema está errado, mas nada faz para corrigir e até tenta se justificar, dizendo que não há como melhorar a situação. Em tradução simultânea, trata-se de um farsante” PARABÉNS C.N. PELA LUCIDEZ DO PARÁGRAFO!

      • Resumindo o artigo do jornalista Guzzo; “A esquerda quer criar uma briga de bar para, na confusão, sair sem pagar.” Para mim isso sempre ficou claro nas últimas atitudes de dom lula.

  8. Barbosa é uma figura estranha, que apareceu somente por causa excelente trabalho realizado no processo do mensalão petista, e mais NADA.

    Aposentou-se cedo do STF, talvez porque sua vaidade não lhe permitisse conviver com um outro ministro do qual não gostava.

    Mas enfim, agora ele já é carta fora do baralho.

  9. Quinzão está repleto de razão, não tem nada de “amarelão”, disse a verdade como Ela realmente é, o $istema político é o câncer maior do país. Ademais, Quinzão não tinha e não tem nenhuma garantia de que na hora H teria a legenda, espólio do Edu Campos, dono da Refinaria de Pernambuco, e o Jatinho que aterrissou em Santos no lugar errado, onde o atual governador de SP que tb viajava de vez enquanto o estava esperando. Tivesse a Refinaria de Pernambuco por trás da sua candidatura, tenho certeza de que o PSB estenderia o tapete vermelho para receber Quinzão que, assim, faria o que bem entendesse com a sigla, poderia até passar a mão da bunda dos correligionários. Partidos, urge colocarmos essa praga de quarentena, basta, pelo amor de Deus , ninguém aguenta mais tanta enganação. Vejam a tragédia que aconteceu no PSOL, capturado pelo Lula, PT e cia, que lá impuseram o Boulos para matar a legendo como possível alternativa à apresentação do Projeto Novo e Alternativo de Política e de Nação. Enfim, pessoas como o Quinzão e o Luciano Huck, que não tiveram medo de bater de frente contra o $istema podre, e nem se renderam ao dito-cujo, não podem ficar de fora do debate Político, com P maiúsculo. Vai aqui uma sugestão ao Quinzão, com o zape na mão truque em cima do PSB, aceite a pré-candidatura pela sigla, e veja-a mijar para trás. E caso, o PSB não pule fora, imponha tb o Vice que tem o Projeto Novo e Alternativo de Política e de Nação, ou vice-versa, que cerca de 70% do eleitorado está querendo desde Junho de 2013, que é este criado que vos escreve, que viria pelo PSOL, no lugar do Boulos, o estagiário e serviçal do do Lula naquele partido, acertando assim as cabeças de duas raposas com um só cajadada.

  10. As afirmações de Barbosa mostram as razões que o afastaram da disputa:

    ““Os políticos criaram um sistema político de maneira a beneficiar a eles mesmos. O sistema não tem válvula de escape. O cidadão brasileiro vai ser constantemente refém desse sistema. Você não tem como mudá-lo”.”
    São afirmações verdadeiras, todas.

    Barbosa se julgou incapaz, impotente para mudar o quadro. Só isto. Amarelou? Sim. Não quis, mesmo com um mandato popular e no cargo mais elevado da nação, iniciar o processo. Quando estiver pronto ele volta!

    Prepotente, metido a sabichão, falta-lhe senso do ridículo que muitas vez proporcionou.

    Que fique em casa. É um lugar onde, talvez, cometa menos equívocos. E ajudará mais do que na política.l

    Fallavena

  11. OS MEUS COMPANHEIROS, NA POLÍTICA, SÃO AQUELES QUE NÃO TÊM MEDO DE BATER DE FRENTE CONTRA O $ISTEMA POLÍTICO PODRE, com prazo de validade vencido há muito tempo. Joaquim Barbosa e Luciano Huck não se acovardaram coisa nenhuma, sem essa de que amarelaram. QUINZÃO está repleto de razão, não tem nada de “amarelão” na sua fala à nação, disse a verdade como Ela realmente é, o $istema político é o câncer maior do país.

    • Chegou general da banda ê ê
      Chegou general da banda ê a
      Mourão, mourão
      Vara madura que não cai
      Mourão, mourão, mourão
      Catuca por baixo que ele vai
      Mourão, mourão
      Vara madura que não cai
      Mourão, mourão, mourão
      Catuca por baixo que ele vai
      Chegou general da banda ê ê
      Chegou general da banda ê a

  12. O discricionarismo do editor está alcançando níveis estratosféricos.
    Fiz um comentário,neste tópico, sem ofensas e/ou xingamentos e ele simplesmente apagou sem que houvesse motivo para tanto.

    • O comentário foi uma provocação infantil, confundindo um comentarista com outro, só para provocar. Por isso deletei e deletarei qualquer provocação, seja sua ou de quem quer que seja, sempre que eu notar a intenção.

      CN

        • Não estou entendendo. Deletei os dois – o que fez a provocação e o que respondeu. Onde estão os dois pesos e as duas medidas???

          Já disse que não tenho preferência por ninguém nem me importo com infantilidades de comentaristas, mas parece que não consigo me fazer entender. Talvez eu seja meio burro, mesmo…

          CN

          • Sr. CN os dois pesos e duas medidas estão acima desse seu comentário.Se fosse diferente não teria publicado…
            Claro que o senhor não é burro, só é parcial, seja “menas” infantil, abs.

          • Não é burrice,não CN!
            O seu problema é que você está com uma enorme incapacidade cognitiva de formular juízos de valor em conformidade com os fatos.
            Já tinha dito antes e torno a dizer.

  13. Monarquistas se aproximam de Bolsonaro e reforçam base de apoio do presidenciável
    Conexão Política
    Autor: Raul Holderf Nascimento

    Mais uma ala do conservadorismo se aproxima do pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Os monarquistas intensificaram o apoio ao deputado federal, indicando que uma possível bancada pró-Bolsonaro na Câmara dos Deputados em 2019 também contará com nomes ligados à Família Real brasileira ou que defendem a restauração da Monarquia.

    No mês de Abril, o príncipe Luiz Philippe Bragança se filiou ao PSL, partido que terá Jair Bolsonaro como candidato a presidente.

    Bolsonaro vem trabalhando para atrair e sinalizar a seus eleitores quem são os nomes que podem compor sua bancada de apoio no Congresso, e sua aproximação aos monarquistas ocorre de forma natural, na visão de seus apoiadores, com alinhamento de visões em temas como direito à vida, proteção à família e direito à propriedade privada.

    No gabinete de Bolsonaro, a avaliação é que a aproximação entre o príncipe e o presidenciável é saudável e positiva para a pré-campanha do deputado. Philippe foi elogiado pela sua excelente formação e educação, segundo assessor de Bolsonaro.

  14. Caro leitor e comentarista Virgílio Tamberlini,
    Considerando o que se contém na pesquisa feita pelo Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação, que faz parte do Programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), cujo instituto é composto por representantes de quatro instituições acadêmicas principais (UFMG, Iesp/Uerj, Unicamp e UnB) trazida a este blog pelo leitor e comentarista Paulo Ambrozio, no seu comentário acima você então está afirmando que o PT e os seus membros concordam com a hipótese de um golpe de Estado liderado por militares?

  15. Que venha o contra golpe 2.
    Desta vez, espero que eliminem da face da terra esses bandidos . Nao anistiem, promovam o fuzilamento em legitima defesa da sociedade.

  16. O “sábio” Tamberlini e Franco e tantos quanto afirmam essa asneira de que Gen Mourão não seria vice de Bolsonaro pq o Mito é Capitão e Moural General.
    Recadinho basico pra vcs “pilotas de fogão”, experts em hierarquia militar:
    Isso só vale na caserna “donzelas”!
    Num quartel sim.
    Bolsonaro como capitão JAMAIS seria chefe de Mourão.
    Mas…ocorre que ele hj é Dep Federal e presidenciável e militarmente nada impede de Mourão ser o vice do Mito neste cargo eminentemente civil.
    Quer que desenhe “sábias”…???

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