Barcelona recusou patrocínio, aceitou “petrocínio”

Helio Fernandes

Durante anos e anos, o clube, orgulhoso, exibia a camisa limpa de publicidade. E mais, pagava para ostentar o nome UNICEF, na frente e na própria alma, no coração de sua história.

Mas ninguém resiste ao petróleo, guerras e mais guerras são produzidas, contaminadas, arrasadoras, desde que o coronel Drake, por acaso, furou o primeiro poço em 1859/60, na Pensilvânia.

Daí em diante, o petróleo foi avassalador, devastador, mas não assustador. O Barcelona, tranquilamente, diz por seus diretores: “Temos que pagar salários altíssimos”. Não importa de onde venha esse dinheiro: dos subterrâneos petrolíferos ou da subserviência financeira e capitalista.

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