Base aliada consegue esvaziar a CPI do Cachoeira, livrando Cabral e Agnelo

Carlos Newton

Embora dois dos principais alvos fossem da oposição (o ex-senador Demóstenes Torres e o governador tucano Marconi Perillo), a base aliada conseguiu esvaziar a CPI que investiga o bicheiro Carlinhos Cachoeira, salvando o governador do Rio Sergio Cabral, o governador de Brasília Agnelo Queiroz e outros políticos ligados ao PT, além do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta.

 

A  CIP não vai ser prorrogada e acaba no final do ano. Os aliados do governo no Congresso barraram a investigação por mais seis meses e o clima esquentou com a oposição falando em pizza e os governistas em trabalho cumprido.

Além disso, a CPI decidiu não votar mais de 500 requerimentos para convocar testemunhas e quebrar sigilos de empresas ligadas a Carlinhos Cachoeira que teriam recebido dinheiro do esquema comandado pelo bicheiro.

Para a oposição, é o fim da CPI, porque nessa época do ano nada se faz no Congresso. “Eu acho que é só marcar a missa de sétimo dia agora. Porque realmente houve uma organização muito forte da base do governo para encerrar a CPI”, afirma o deputado Vanderlei Macris.

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