Base aliada impede que Rose e seus cúmplices na corrupção sejam ouvidos pela Câmara

Carlos Newton

Já era esperado, e a base aliada hoje jogou pesado no Congresso para derrubar cinco pedidos de feitos pela oposição para que investigados pela Operação Porto Seguro prestassem esclarecimento na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara.

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Os requerimentos eram direcionados à ex-chefe de Gabinete Regional da Presidência da República, Rosemary Nóvoa de Noronha; ao ex-advogado-geral-adjunto da União José Weber Holanda; ao ex-diretor de Infraestrutura da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e ao ex-diretor da ANA (Agência Nacional de Águas), Paulo Rodrigues Vieira, preso na operação sob acusação comandar o esquema de venda de pareceres públicos.

Por 12 votos a três, um a um os requerimentos apresentados pelo deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) e pelo deputado Mendonça Filho (DEM-PE) foram derrotados na Comissão.

Traduzindo: para a base aliada, não aconteceu nada e o Congresso deve se abster de investigar denúncias de corrupção. E quando a gente fala em base aliada, leia-se PT, PDT, PSB, PTB, PCdoB e outras siglas que outrora mereciam respeito dos cidadãos, mas hoje não significam realmente nada.

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