Bolsa, Flamengo, Eurico, Agassi

Judith Imbassahy
“Bolsa é jogo mesmo, e agora que me aposentei, vou jogar diariamente”.

Comentário de Helio Fernandes
Você está corretíssima, Judith. Sabendo que está correndo riscos, e considerando que pode fazer escolhas rápidas, lúcidas e imediatas, vai ganhar. Como professora, trabalhava intensamente e ganhava misérias. Usando o tempo para analisar e jogar, muito melhor do que entregar seu dinheiro a Fundos que são quase sempre de bancos. O que não pode é acreditar, como os jornalões espalham, “que sem as Bolsas a economia não existe”. Um abraço, se dedique a investir e ganhará sempre.

A paixão pelo esporte não permite imparcialidade

Comentário de Helio Fernandes
Tom garante, “o Flamengo não será campeão nem estará na Libertadores”. (Pode até estar certo).

Gerson: “O pênalti a favor do Botafogo não existiu”. (É possível, o Botafogo tem sido tão prejudicado).

Jorge Ramos informa: “Você é desses flamenguistas doentes que não vê defeitos no seu clube. Na política e na economia você é mais imparcial”. (Flamenguistas me contestam, botafoguenses dizem que sou vascaíno, todos têm uma queixa. É a paixão, sem a qual o futebol não existiria, e não criaria 450 milhões de empregos no mundo, como diz João Havelange).

Reinaldo Leal: “O maior e melhor de todos é Eurico Miranda. Ninguém fez tanto pelo esporte olímpico quanto ele”. (Isto é a glória da imparcialidade e da defesa corajosa daquilo no qual acredita).

Biografia rumorosa de Agassi

Carlos Maurell, Aurélio Lima, Salviano de Alencar e Monica Resende estranham o fato de não ter escrito sobre o livro. “O senhor escreve sobre todos os esportes, não deu uma palavra sobre a biografia dele? Querendo ou não querendo, foi um grande tenista. Pode explicar?”

Comentário de Helio Fernandes
Todos têm razão, foi surpreendente. No mundo dos esportes só se fala nisso, e o livro vende muito mais do que se esperava. Teria sido o motivo principal, vender? Não acredito, não precisa de dinheiro, mora em Las Vegas, como gostam de dizer os americanos, “numa casa de 22 milhões de dólares”.

Terá sido ética atrasada, vergonha retardada, remorso que não pôde mais conter? Não há explicação possível, até agora ninguém foi procurá-lo nem entrevistá-lo. De qualquer maneira, é uma confissão inédita, desnecessária e incriminadora. Será responsabilizado?

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