Bolsonaro agiu certo ao revogar ato que excluía a Folha de uma licitação

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Pedro do Coutto

O presidente Jair Bolsonaro, em boa hora, revogou o ato que havia excluído a Folha de São Paulo da licitação para assinatura de jornais e também do sistema publicitário dos atos oficiais. No caso a publicidade se refere a editais e avisos administrativos do universo do governo. É preciso explicar bem a diferença. Não se trata de publicidade comercial, como os que não conhecem o setor podem pensar. O noticiário sobre o governo é totalmente gratuito e não implica no direcionamento das verbas orçamentárias. A chamada publicidade legal é outra coisa

Foi desfeita assim a exigência que excluía um jornal, por sinal um dos mais importantes do país, da simples licitação para assinatura do jornal impresso e também o acesso às edições online.

LIVRE ACESSO – Com isso, a qualquer hora do dia os jornais na internet podem ser acessados livremente nas repartições e órgãos públicos federais. Foi sem dúvida uma decisão justa e natural porque os jornais, todos eles, refletem o que aconteceu e o que está acontecendo no país, nos estados e municípios. Também vale destacar a mesma forma que abrange o cenário internacional.

Os jornais e a mídia de modo geral, no fundo da questão, representam canais de comunicação entre o que acontece e a opinião pública, que equivale dizer que esses canais são aguardados e recebidos pela população brasileira sem discriminações.

Vale acentuar que o acesso aos diversos canais está aberto à população. Não fosse a mídia de modo geral, o país ficaria sem saber o que de fato se desenrola.

CRIVELLA ERRA… – Enquanto Bolsonaro recua em relação a Folha de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro o prefeito Marcelo Crivella, poucos dias atrás, proibiu a participação da reportagem de O Globo na entrevista coletiva que convocou sobre problemas relativos a obras e ao atendimento pelo setor de saúde aos cariocas. Incrível.

Todos sabem a calamidade do sistema de saúde na capital. Agora mesmo centro de saúde e hospitais anunciam não terem recursos para fornecerem atendimento a quem precisa deles. Se não fossem os jornais e emissoras de TV, o povo não teria como avaliar o desastre da desadministração que reina na cidade.

OUTRO ASSUNTO – É de fato excepcional o filme de Woody Allen, “Um Dia de Chuva em Nova Iorque”. A história é narrada no próprio ritmo das atuações do ator, que, afastando-se do palco, vem se destacando como diretor. Poucos diretores refletiram tão bem a atmosfera da cidade como Woody Allen.

Na chuva os episódios se sucedem com encontros e desencontros que se incluem na vida das pessoas. A busca do amor é realçada como fato essencial. Os que assistirem ao filme vão verificar que a chuva transformou-se em cenário.

4 thoughts on “Bolsonaro agiu certo ao revogar ato que excluía a Folha de uma licitação

  1. KKK o prefeito carioca está a mais tempo no cargo e parece não ter aprendido quase nada, mas também pudera, só se cerca de puxas saco e de baba ovos. Já o boçal começou a aprender, de tanto dar murro em ponta de faca e tiros nos pés parece ter começado a pensar com a cabeça .

  2. Aurélio Souza – escreveu:
    “Pelo fim das aposentadorias e pensões de políticos”
    Político não é profissão.
    Não necessita formação, nem presta concurso público.
    O político é escolhido para prestação de serviço temporário,
    portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões.
    O político legislou em causa própria e isto é ilegal.
    Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas!
    Esta, si, é a verdadeira reforma previdenciária”.
    Acho que isto define o desejo de todos nós brasileiros.

    • Não é profissão? Mas qual foi o outro emprego que Bolsonaro e seus filhos tiveram na vida? Sempre foram políticos profissionais. A única exceção é Eduardo, que é escrivão da PF.

  3. O candidato é eleito para um cargo temporário, não é profissão. Alguns políticos, como o Sarney, que viveu da política a vida inteira. dá-se o nome de político profissional graças as releições e prestígio

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